O Casamento Real

11 Sentimentos


Notas iniciais
ola meus amores!!
Capitulo betado pela NaiaraCullen brigada linda!
*aviso capitulo contem partes mais HOT da alice e do philipe!
Boa leitura

A duquesa era uma mulher ardilosa não entrava em uma briga para perder, se precisasse usava todos os recursos que possuía, não importava a quem ela teria que passar por cima se isso no final a fizesse chegar ao seu objetivo, afinal para ela os fins sempre justificavam os meios.

Arthur apenas continuava concentrado em seu desjejum, desde que viu sua irmã em casa sabia que ela havia voltado por causa do príncipe, “eu não entendo, juro que não compreendo o que elas vêem nesse idiota o cara age como se fosse o dono do mundo é arrogante e pretensioso sua única qualidade é ser o otário do príncipe herdeiro” ele se questionava irritado. Eles sempre foram rivais desde muito pequenos apesar de suas famílias serem muito próximas, a família de Arthur era depois da família de Philipe os próximos na linhagem para sucessão ao trono. Sempre viveu a margem da figura do príncipe herdeiro perfeito.

– Maninha é inútil correr atrás do Philipe ele nunca mostrou nenhum tipo de interesse em você, e sinceramente não vejo o que você vê naquele otário – só pode ser a coroa ele completou em pensamento, Evangeline sempre sonhou em se tornar a futura rainha, sonho esse que sempre foi incentivado por seu pai o duque Willkes. Ele é um homem frio e amargurado com a vida e sempre sonhou em ocupar o trono, no entanto era um sonho impossível então quando viu a oportunidade de ter sua filha como a rainha, fez de tudo para implantar esse sonho na menina. Todavia viu novamente seus planos escoarem por seus dedos quando o príncipe foi prometido ainda criança para a princesa da França.

– Meu irmão sabe muito bem que sou apaixonada por Philipe desde criança, e que era para ele ser meu e não daquela francesa falsificada, além do mais eu é que devia ser a futura rainha e não aquele ser sem graça desprovida de atrativos – Evangeline fala de forma fria sem nunca alterar seu tom de voz singelo e doce, ela foi criada para ser uma perfeita rainha, sabia disfarçar muito bem todas as suas emoções, seus olhos brilharam de raiva e ela continuou agora mais fria, porém ainda sorrindo – Já lhe disse Arth, Philipe vai ser meu custe o que custar... ele vai ser só meu.

O duque sentiu todos os pêlos de seu corpo se arrepiar, Evangeline sempre teve o temperamento forte e essa obsessão pelo príncipe, mas agora ela parecia desequilibrada algo em sua voz deixava Arthur tenso ele não sabia mais até onde sua irmã poderia chegar em nome desse amor desmedido que ela sentia por Philipe.


*****


Alice não teria aula naquele dia, porém também não descansaria graças a sua eficiente amiga que decidiu que era hora dela se integrar mais com as damas pertencentes à realeza, mas que para ela no final não passava de um bando de dondocas na maioria de meia idade que tinham como único prazer na vida gastar descontroladamente o dinheiro de seus maridos e falar mal uma das outras.

Já fazia entorno de duas horas e meia que ela estava naquele chá beneficente na mesa da condessa Luteria Moscove, uma senhora gorda de meia idade, que gostava de esbanjar seu dinheiro em jóias que ela usava desproporcionalmente junto com sua roupa que no mínimo era de um gosto duvidoso, na mesa também estava à baronesa Georgina Luscovitt, uma mulher de beleza invejável uma verdadeira dama ela sabia se portar e se vestir, estava sempre impecável, entretanto possuía a língua ávida para fofocas, ela estava juntamente com suas duas filhas Emily de 15 anos e Katharine de 18 anos, havia também a mesa lady Victoria uma mulher de meia idade que nunca se casou e suas únicas alegrias na vida era cuidar de seus gatos e da sua filha adotiva que também estava presente Valentina de 17 anos.

– Você não concorda comigo princesa? – disse Luteria rindo de forma exagerada chamando a atenção de Alice que até o momento estava dispersa a conversa da mesa, Alice olhou para a condessa esboçou o seu mais gentil sorriso e disse educada.

– Perdoe-me, mas terei que partir, infelizmente tenho outro compromisso agora – ela fez mais uma pausa observando as mulheres que a olhavam de forma esnobe, todas elas no final das contas a achava apenas uma francesinha que queria se infiltrar na corte inglesa, todavia ela não ligava para o que aquelas mulheres infelizes achavam — Muito obrigada pela manhã tão agradável que passei na companhia das senhoras e senhoritas.

– Oh é uma pena já ter que ir princesa sua presença aqui no nosso humilde evento com certeza deu mais vida a ele. – disse a baronesa de forma gentil.

– É realmente lamentável mais devo ir, foi muito agradável partilhar das vossas companhias até mais ver.

Ela disse já saindo de forma elegante, apesar de que sua vontade era sair correndo daquele ninho de cobras, ah ela iria com toda certeza matar Gabrielle, mas agora tinha uma questão maior para cuidar. Entrou em seu carro e pediu ao motorista que a levasse até o shopping ela precisava fazer algumas compras para esta noite – ela sorriu “vamos ver Evangeline se eu também não sei jogar”.

Entrou no local e foi direto a uma loja de moda intima comprou tudo o que precisava, almoçou pelo shopping mesmo e voltou para o palácio, subiu direto para seu quarto e foi tomar um banho relaxante, ficou algum tempo na banheira ouvindo música ambiente até que saiu do banho se sentindo revigorada.

Pegou algumas das coisas que havia comprado e foi arrumar o quarto, colocou lençóis de seda na cama com varias pétalas de rosas espalhadas pela cama fazendo um formato de coração, fez um corredor de velas da porta até a cama e no meio do corredor espalhou mais pétalas de rosas vermelhas apagou a luz do quarto deixando apenas a luz das velas que dava um ar romântico, escolheu uma musica romântica e foi se arrumar colocou um lingerie sensual e um robe de seda vermelha e uma mascara que cobria a parte superior de seu rosto, ela se sentou na cama esperando por Philipe tinha dado ordens para os empregados que assim que o príncipe chegasse era para ligarem no telefone do quarto avisando. O telefone toca.

– Alô – a princesa atende ansiosa.

– Majestade o príncipe acaba de chegar e está indo em direção ao quarto

– OK, obrigada tchau.

Ela desligou o telefone rapidamente se levantou e ficou no meio do corredor de velas, a porta se abriu lentamente e Philipe parou abruptamente ao ver Alice.

–Alice? – ele indagou surpreso.

–Shihh – ela colocou o dedo sobre os lábios em sinal para ele se calar.

A princesa sorriu, mordeu os lábios e foi vagarosamente em direção ao marido. O conduziu até a cama, fazendo-o sentar voltou para o meio do corredor, ligou a musica (Robin Thicke — Lost Without U) e começou a dançar junto com a batida. Foi vagarosamente abrindo o robe e o deixando escorregar para o chão, desceu rebolando passando a mão vagarosamente por seu corpo olhando diretamente nos olhos de Philipe que olhava a mulher vidrado em cada movimento dela.

Alice sorriu maliciosa e virou de costa para Philipe desamarrando os laços do seu corpete o retirando e jogando para o príncipe, que engoliu em seco excitado com a cena. Ela caminhou até o príncipe sorrindo, parou na sua frente e voltou a rebolar ao som da musica passando suas mãos delicadas pelo peitoral definido de Philipe abrindo cuidadosamente os botões de sua camisa a retirando deixando um gemido de satisfação sair.

Philipe a puxou para si a beijando com paixão, a princesa retribuiu a altura fazendo suas línguas dançarem uma dança provocante, ela mordiscou o lábio inferior do príncipe o fazendo gemer. Philipe puxou Alice para seu colo e a colocando no centro da cama e ficando por cima da princesa começou a beijar seu pescoço fazendo o contorno do lugar com sua língua, e foi subindo seus beijos chegando a sua orelha mordiscou o lóbulo de sua orelha e voltou a descer os beijos fazendo Alice arfar, a cada lugar que ele beijava era como se deixasse um rastro de fogo que a fazia queimar de desejo.

Ele chegou aos seus seios e os beijou acariciando o local com sua língua ávida e foi descendo seus beijos para a barriga da princesa a fazendo se arrepiar, e ansiar desesperadamente por seus toques. Alice passou suas unhas pelas cotas do príncipe o excitando mais, eles já não pensavam em mais nada, só viviam o momento era como se nada de ruim os pudesse atingir, naquele momento não era o príncipe e a princesa era apenas Alice e Philipe um casal apaixonado e ardendo de desejo.

Philipe apertou sua coxa interna fazendo Alice arquear os quadris e voltou a subir os seus beijos até chegar a sua boca novamente lhe dando um beijo quente e profundo, e junto do beijo a fez sua de uma forma completa. Chegaram ao ápice do prazer juntos, naquela noite voltaram a se amar por várias vezes, Alice olhou para Philipe e pela primeira vez disse com sua voz doce de forma sincera:

– Eu te amo mon amour ( meu amor). – “que nosso amor seja eterno enquanto dure e que dure a vida inteira meu príncipe” ela completou em pensamento com uma lágrima rolando por seus olhos castanhos.


Notas finais
reviews??