O Carteador

1 Prólogo - A morte de um líder.


Notas iniciais
Bem, já não sou tão nova no ramo da escrita, mas mesmo assim, espero que vocês não liguem para os erros ortográficos. Isso é de praxe. Espero que gostem da estória que estou escrevendo com tanto carinho para vocês :3 Bom, era apenas isso. Boa Leitura! Obs: É apenas o prólogo, pois a estória em si não tem uma data determinada para ser lançada.

O homem observou cada pessoa sentada na enorme mesa. Seus três irmãos, George, Germano e Marcus estavam ao seu lado esquerdo, ao seu lado direito estava seu consigliere, Pietro Ronniz, seu braço direito nos negócios. A sala estava rodeada de capangas, tanto de Bozzano, como das outras famílias, os Rossetti, Vicenza, Martinez e Amorelle. Todos estavam presentes para prestigiar o velho Joe Bozzano em seu sexagésimo aniversário. Aquele velho homem era realmente duro de roer. Depois de demasiadas tentativas de assassinatos, ele ainda estava de pé. Joe era um homem de pulso firme, sabia como comandar o condado. Se você quer resolver o seu problema, se você que matar seu problema, fale com Joe. Com o preço justo, é claro.

O garçom serviu-lhe um pouco do vinho vindo diretamente da adega. Joe inalou o fragrante cheiro do vinho guardado por décadas apenas esperando aquela ocasião para ser aberto. Todos na mesa sorriam e conversavam. A maioria das famílias falava sobre negócios, narcóticos, alguns casos ainda não resolvidos com a polícia, assassinatos. Coisas de praxe. Joe levantou sua taça e a bateu com um talher para que todos se calassem. As famílias e os capangas o observavam com admiração e inveja. Todos queriam ter parte das posses de Joe, ele era o capo crimini da família, ou seja, era ele quem comandava. Prestígio, poder e muito, muito dinheiro. Em uma hierarquia, o poder é dado sucessivamente, porém, na máfia você tem que o merecer. Lutar pela família, sempre. Esse era o código de Bozzano. Porém, não o confunda com uma boa pessoa, afinal, ele não era.

– Eu gostaria de agradecer a todas aqui presentes... – Joe começou seu discurso insigne. – A família é à base de tudo, meus caros. Sabemos que, neste ramo, enfrentamos várias divergências... O garçom preparou a garrafa de vinho para o brinde. Ele foi em direção à cozinha e preparou a substancia. Rapidamente voltou para a sala. –... E por isso eu gostaria de dizer obrigado a todos pela presença. Um brinde a vida! – Bozzano levantou sua taça e o garçom o serviu. Todos os outros o aplaudiram fervorosamente.

A comida já sido servida. Joe manteve-se sentado. Ele calmamente bebeu o vinho, saboreando seu gosto verídico e doce. O garçom sorriu. A tontura preencheu a cabeça de Bozzano, ele sentia sua boca seca. Por mais que tomasse o vinho mais e mais, ele ainda sentia sua boca ressecada. De repente, ele soube o que estava acontecendo. Bozzano não era burro. Tratava-se de uma tentativa de assassinato, não mais uma tentativa... Joe sabia que sua hora havia chegado.

Ele apenas ficou calado. Iria honrar sua morte, assim como todo Bozzano faria. Olhou para seu prato, onde estava exposto um enorme pedaço de carne, macarrão, molho e salada, tudo rodava e ficava embaçado a cada segundo. Por fim, seu rosto franzino foi de cara com a comida, fazendo com que o belo prato de cristal quebrasse.

Estava morto.

Notas finais
Deixe sua opinião nos comentários. Pois é muito importante para a continuação da estória. Bye :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.