Notas iniciais
Meninaaaas, desculpem a demora, espero que possam me perdoar. Capítulo dedicado à: Fafa Franciscamais Lhe Amanda Ávila Andrea Santos Manu Grey Obg por favoritar amores ♥ ♥ Boa Leitura

Anastásia Steele

Aconchego-me no sofá e abraço Alice com cuidado. Nós estávamos assistindo e ela pegou num sono tão profundo que o desenho continuou rolando e ela nem sequer se mexeu, e o pior, é seu desenho favorito. Christian saiu mais cedo, para buscar Arthur, mas ele não voltou, e já são quase oito da noite... eu ainda estou tão confusa sobre o beijo. Ele... ele está me confundindo tanto.

Eu nunca gostei de caras mais velhos, mas ele... eu acho que posso estar gostando dele. É loucura. Isso realmente não deveria estar acontecendo.

—Não vai embona, não. —Alice sussurra e eu a encaro vendo que ela ainda está dormindo.

—Shii... eu estou aqui. —Murmuro balançando-a com cuidado.

Chlis... —Diz chorosa e eu percebo algumas lágrimas escorrendo.

—Ei, meu amor. Eu estou aqui com você.

Puxo-a contra meu peito e a abraço, ela está molinha de tão profundo que está seu sono, mas por que ela está chorando? Isso está partindo meu coração. Ela nunca chorou dormindo. Levanto-me com ela nos braços e começo a andar de um lado para o outro tentando acalmá-la, mas suas lágrimas continuam, assim como o nome de Christian continua saindo da sua boca.

Droga. Ele prometeu que assistiria com ela, e ela dormiu esperando. Ela está magoada com ele? E isso? Eu não posso entender. Alice nunca se apegou a ninguém tão fácil. Fora a Marcela, ela não gosta de outras pessoas, e ela simplesmente saiu oferecendo seu suco favorito para Christian.

O que ele está fazendo conosco?

Ouço uma leve batida na porta e imagino que seja Christian, caso o contrário teriam anunciado a chegada de outra pessoa. Caminho até a porta e sinto meu coração disparar quando encontro meu pai do outro lado. Ele dá um sorriso torto e eu fico estática encarando-o.

—O que você faz aqui? —Pergunto e ele me olha confuso.

—Eu moro aqui. —Papai diz passando por mim e eu fecho a porta. Ele se vira e encara Alice. —Olha só como ela está grande. Me deixe segurá-la?

—Não. Ela está dormindo. —Sussurro abraçando minha irmã de forma protetora. —Você não me disse que viria.

—Eu tenho que te avisar? —Pergunta franzindo o cenho.

—Normalmente você avisa...

—Annie, você está bem?

—Eu estou... olha, me dá licença.

Tento passar por meu pai, mas ele segura meu braço e eu suspiro contendo a vontade de chorar. Eu me sinto idiota. Mas eu sinto falta dele. Nós já fomos melhores amigos. Mas agora ele é tão frio. Ele parece um estranho. Eu me incomodo por tê-lo aqui. E eu sei que logo ele irá embora.

—O que foi, Annie?

—Quando você vai? —Pergunto olhando para qualquer lugar menos para ele.

—Amanhã...

—Certo... então, só fica longe da Alice. Ela nem lembra quem você é mesmo. Eu não quero você confundindo mais a cabeça dela.

Puxo meu braço e caminho para o meu quarto, tranco a porta com a chave e vou até a minha cama colocando minha irmã deitada. Encolho-me na pontinha da cama e puxo um travesseiro abraçando-o. Toda vez que ele está aqui eu me sinto tão frágil, e isso é tão assustador, porque eu sinto como se eu precisasse dele, mas eu não preciso. Eu não precisei quando minha mãe se foi, não precisei quando ele me deixou sozinha com Alice. E eu não preciso agora. Eu só quero que ele vá embora. Para bem longe e não volte.

—Querida... nós podemos conversar? —Papai pergunta batendo na porta do quarto, mas eu me mantenho em silêncio. —Olha... eu sei que as coisas estão difíceis, e eu não sou presente, mas eu vou tentar mudar isso.

—Por que você veio, Ray? —Pergunto e ele fica em silêncio. —Eu não quero ver você. Você já passou muito tempo ausente para pensar que vai conseguir mudar isso agora. Eu não tenho mais 10 anos, você não precisa mais pensar que tem que me prometer coisas. Eu não acredito em você.

—Annie...

—Olha, só me deixa em paz. Pega suas coisas e vai embora, como você sempre faz, ok? Eu vou para a casa da Marcela. Eu não quero que a Alice te veja, ela já sofre demais para você bagunçar ainda mais as coisas.

—Eu sinto muito... —Ele diz e eu vejo sua sombra desaparecer por baixo da porta.

Seco algumas lágrimas e me levanto indo até meu closet, pego minha mochila e jogo algumas coisas dentro enquanto mando mensagem para Marcela, mas ela não me responde. Merda... eu esqueci que ela iria sair esse fim de semana, droga! Suspiro e fico encarando a mochila. Eu posso ficar em um hotel. Qualquer um. Segunda-feira pela manhã ele já não estará aqui, e então eu volto com Alice a tempo de manda-a para a escola. Seco novamente as lágrimas que caíram e termino de pegar minhas coisas, então vou ao quarto de Alice e faço uma mochila para ela.

Pego Alice ainda dormindo e então saio com ela. Meu pai está no banho, e nem percebe que saio. Quando chego a garagem sinto meu coração disparar ao ver Christian, ele está perto do seu carro e conversando com Taylor e o outro segurança... e há uma mulher.

Não... isso não pode me fazer sofrer. Não pode. Eu nem conheço ele.

Saio do elevador tentando evitar tudo o que estou sentindo, toda a confusão. Taylor é o primeiro a me ver, e seu olhar me faz entender o ‘apenas tome cuidado’. Então Christian me vê, ele arregala os olhos e eu apenas encaro outra coisa e caminho até meu carro e nesse momento Alice acorda e olha diretamente para Christian.

—Por favor... não chore. —Sussurro em seu ouvido e isso não adianta nada.

—Não, mamãe. Não. —Ela diz começando a chorar e estende as mãos para Christian.

Chego ao meu carro e abro a porta jogando as mochilas dentro, depois dou a volta para colocar Alice na cadeirinha, mas antes que eu consiga abrir a porta ele está aqui ao meu lado.

—Ana...

—Olha, eu não quero saber de nada. Eu tenho que tirar a Alice daqui. Só isso, por favor, fica longe de mim. —Peço sentindo as lágrimas começarem a cair.

—Você está chorando. —Ele diz e isso parece incomodá-lo.

—Sr. Grey, me dá licença, por favor.

—Me deixa conversar com você. —Christian diz tentando pegar Alice, mas eu me viro com ela.

—Só sai daqui.

—Não, não vai. —Alice implora tentando ir para o seu colo.

—Alice, já chega! —Digo sentindo a comporta de lágrimas se abrir novamente.

Viro-me com a raiva chegando e empurro Christian abrindo a porta do carro, coloco Alice na cadeirinha e isso só faz seu choro e gritos aumentarem. Afasto-me tentando não gritar com ela, mas uso tanta força para bater à porta do carro que Alice se cala completamente assustada.

—Eu não vou deixar você sair assim! —Christian diz segurando meu braço.

—Eu não preciso da sua permissão, para nada! —Enfatizo puxando meu braço.

—Anastásia, eu não estou brincando.

—E você acha que eu estou? Me solta! —Digo começando a ter raiva quando ele volta a segurar meu braço.

—Venha comigo.

—Eu não vou a lugar nenhum com você!

—Se você não vir por bem, vai ser por mal! —Ele diz sério e seu olhar escurece, mas posso ver a sombra de um sorriso.

—Você não se atreveria... —Semicerro os olhos e umedeço os lábios com a língua enquanto seu olhar acompanha tudo e se torna tons mais escuros.

Mais rápido do que eu possa pensar, ele se abaixa e passa o braço por trás das minhas pernas me jogando sobre seu ombro.

—Christian me ponha no chão agora mesmo! —Digo firme, mas tudo o que ganho é uma palmada. —Eu não acredito nisso! Eu vou matar você!

—Ótimo, faça isso na cama. —Ele diz e eu me calo sentindo meu sangue sumir do meu rosto.

Christian abre a porta do carro sem nenhuma dificuldade e solta Alice da cadeirinha.

—Vem aqui, neném. Vamos ver o Arthur. —Ele diz ajudando-a a descer do carro.

—Me ponha no chão!

—Fica quieta! —Diz firme e vejo Alice gargalhar enquanto levanta a cabeça para me olhar.

—Se você continuar rindo, eu tomo seu Jack Frost.

—Eu não deixo, Alice! —Christian diz caminhando em direção ao elevador e Alice vem atrás gargalhando.

—Eu odeio você!

—Kate, vamos. —Ele diz me ignorando e eu vejo a garota loira nos seguir para o elevador.

—Você já pode me pôr no chão! —Digo quando as portas do elevador se fecham.

—Você vai correr?

—Me põe no chão! —Exclamo impaciente.

Ouço um logo suspiro e risos de Alice e da tal Kate antes de Christian se abaixar e me colocar no chão. Sinto uma leve tontura, mas nem isso me impede de virar para ele e começa a estapear seu peito, e antes que eu possa ter outra reação sou prensada contra a parede e seus lábios atacam os meus.

—Ah, não! —Alice grita e eu acabo sorrindo fazendo Christian sorrir e se afastar.

—Mais calma? —Ele pergunta e eu o encaro.

—Babaca! —Grito e dou uma joelhada em sua virilha fazendo-o uivar de dor e cair no chão.

As portas do elevador se abrem e eu seguro na mão de Alice saindo de lá e a loira também sai, ela sorri e se aproxima.

—Eu sou Kate, cunhada dele, e você arrasou. —Ela diz sorrindo amplamente e eu sorrio me sentindo meio boba.

Eu estava com ciúmes da cunhada dele? Como eu fui ridícula!

Christian se levanta e me olha furioso, mas eu estou com vontade de rir dele, e por isso viro o rosto para o outro lado, então me lembro que meu pai está em casa, se ele me pegar com Christian... isso não vai ser nada legal. Ele se aproxima e eu suspiro sentindo toda a alegria ir embora.

—Eu estou indo para um hotel. —Murmuro encarando a porta de casa.

—Por quê? —Ele pergunta confuso.

—Meu pai está aí... eu não quero que Alice o veja. —Sussurro para minha irmã não ouvir.

—Venha aqui, por favor.

Ele segura minha mão entrelaçando nossos dedos e eu sinto uma corrente elétrica me atravessar deixando minhas pernas bambas, meu coração acelerado e minha respiração completamente falha. Ele praticamente me puxa para seu apartamento e quando entro eu paro embasbacada.

É muito maior que o nosso, e tem outro andar, e, a decoração é incrível.

—Neném... você se importa de ficar com a Kate um pouquinho? Ela adora Jack Frost. —Christian diz encarando Alice e ela apenas balança a cabeça. —Eu já volto, tudo bem?

—Tudo bem. —Ela sussurra.

Encaro Kate apavorada e ela apenas segura a mão de Alice sumindo com ela para dentro do apartamento, olho assustada para Christian e ele sorri antes de me jogar em seu ombro novamente e me levar para um quarto. Ele bate à porta com o pé e logo sou jogada sobre uma cama. Meu coração acelera ainda mais quando ele se aproxima com cuidado e monta em cima de mim.

—Vamos conversar então, Srta. Steele? Não foi nada gentil me dar uma joelhada.

—Não foi nada gentil me carregar contra a minha vontade e me contrariar na frente da minha irmã! —Rosno e ele sorri se abaixando. Seu rosto fica a centímetros do meu e eu acho que já não posso mais respirar.

—Será que eu vou ter que te ensinar boas maneiras, Srta. Steele?

—Christian... —Sussurro com a voz falha sentindo algo forte crescer dentro de mim e meus músculos abaixo da barriga se contraírem.

—Hm...? —Ele murmura passando o nariz pela minha bochecha.

Sua respiração está tão próxima ao meu ouvido causando-me arrepios assustadores. É tão desconcertante. Eu nunca senti isso por ninguém. O que ele está fazendo comigo?

Seus lábios tocam meu pescoço e eu arqueio as costas sentindo o desejo aumentar.

—O que você dizia? —Murmura em meu ouvido e eu me sinto acabada por ele.

—Por favor, eu... eu não quero isso. —Sussurro apavorada e ele sorri contra meu pescoço.

Num movimento rápido ele se senta me levando junto e então minha respiração começa a voltar ao normal.

—Você pode me dizer por que estava fugindo de mim?

—Eu não estava fugindo. —Sussurro olhando em volta. —Belo quarto.

—Não muda de assunto.

—Meu pai está aí... a Alice ainda não sabe, ele vai amanhã. Ela não lembra dele... e eu não quero que ela o veja. Por isso eu estava indo para um hotel.

—Hotel? Você pode ficar aqui.

—Sem chances. —Tento me levantar, mas sou presa novamente na cama. —Christian eu mal conheço você. Você é um maldito maníaco por controle, é tudo que sei.

—Ótima descrição.

—Olha, eu não quero atrapalhar você... e eu não quero que a Alice se apegue a ninguém que não seja eu.

—Você acha que... espera. Você não está com medo com eu magoe ela, você tem medo que eu te magoe? É isso?

—Eu não quero falar sobre isso. —Sussurro me levantando e caminho até a janela.

—Anastásia, por que eu te magoaria?

Viro-me e o encaro com raiva.

—Christian todas as pessoas que eu conheço foram embora. —Sussurro e as lágrimas começam a cair. —Todo mundo. Minha mãe me deixou, meu pai não sabe nem qual é minha cor favorita. Você... você chegou e simplesmente confundiu tudo. Eu sou complicada, sabe? E eu sei disso, eu não quero que alguém entre na minha vida, brinque comigo e depois vá embora. Eu estou cansada disso.

—Eu jamais brincaria com você. —Murmura se aproximando. Ele para na minha frente e acaricia meu rosto. —Você acha que eu seria capaz de te magoar?

—Eu não sei. Eu não conheço você.

—Então fica aqui, me deixa te conhecer também. Eu não quero simplesmente brincar com você. Você é uma garota muito especial, você é mais, simplesmente mais de tudo que eu já conheci. Ninguém nunca teve coragem de me dar uma joelhada antes.

Sorrio e viro a cabeça para o lado para evitar olhá-lo. Isso é tão confuso. Eu o conheço há tão pouco tempo e ele simplesmente está dizendo que gosta de mim e quer fazer parte da minha vida. É confuso. Eu não sei se posso. Não sei se consigo.

—Hm? O que você me diz? —Ele sussurra segurando meu queixo e eu o encaro. —Fica aqui.

—Eu fico, mas a primeira mancada eu vou embora. Eu não vou deixar você me magoar mais de uma vez.

—Eu não vou te magoar. —Christian sussurra repousando um beijo casto em meus lábios. —Agora vem, meu irmão logo virá buscar Kate, e eu quero te apresentar para ele.

—Está bem. —Suspiro e forço um sorriso.

Christian me dá um sorriso de canto e me puxa para seus braços, mas me afasto assim que percebo ele enrijecer e sua respiração ficar dura.

—O que você tem? —Pergunto e seu olhar escurece.

—Nada.

—Me conta. Eu já percebi isso. Você enrijece e fica na defensiva toda vez que está perto da Alice, ou simplesmente quando alguém te toca, por que você faz isso?

—Eu não quero falar sobre isso. —Murmura e percebo que não é um assunto bom. —Vamos ver as crianças.

—Está bem. —Encolho os ombros e aceito sua mão, então saímos do quarto.

Caminhamos pelo mesmo corredor até uma última sala e entramos. Surpreendo-me ao encontrar uma sala de TVs. Kate está sentada no sofá com Arthur nos braços e Alice ao seu lado enchendo sua boca de biscoitos. Mais uma pessoa que consegue conquistar Alice sem esforços. Marcela vai sentir ciúmes.

—Oi. —Sussurro e Arthur arregala os olhos procurando por todo lado até me encontrar e começa a chorar. —Ah...

—Acho que ele gosta de você. —Christian sussurra em meu ouvido e eu sorrio indo pegá-lo.

—Oi amorzinho. —Sussurro tocando meu nariz no seu e ele sorri fazendo seus olhinhos cinza brilharem.

—E minha neném favorita, está gostando da tia Kate? —Christian pergunta e Alice se derrete toda em um sorriso.

Sento-me no sofá e Christian senta ao meu lado puxando Alice para os seus braços, e mesmo enrijecendo ele não à solta.

—Christian, quando você ia nos contar sobre sua namorada? —Kate pergunta e eu sinto o sangue fugir do meu rosto.

—Nós queríamos esperar mais um tempo, estamos juntos há poucos dias. —Christian sussurra e eu sinto meu coração explodir como fogos de artificio.

—Mas vocês são tão fofos. A Grace vai adorar.

—Claro. —Ele diz com sarcasmo e eu noto um tom de preocupação.

—Christian?

Viro a cabeça para a porta e me deparo com um par de olhos verdes. Ele olha diretamente para Christian e depois para Kate que sorri meio abobalhada. Bem, acho que esse é Elliot.

—Oi, baby. —Ele sussurra indo beijar Kate e depois encara Christian e Alice e por último olha para mim. —Então?

—Elliot, essa é Alice, e essa é Anastásia. Elas são irmãs.

—Certo... mais alguma coisa? —Elliot pergunta me encarando e eu acho que ele não gostou muito de mim, na verdade eu tenho certeza.

—Olha... eu preciso ir ao banheiro. —Sussurro me levantando e entrego Arthur para Christian tirando Alice de seus braços.

Saio da sala e recosto-me na parede ao lado da porta. Eu me sinto horrível. Ele me olhou como se eu não tivesse valor algum. Por que ele me olharia daquela forma? Ele nem sequer me conhece.

—Mais uma das suas amiguinhas? —Ouço Elliot dizer. —Você não toma jeito, não é? Vai brincar com uma criança agora?

—Elliot, não diga assim. —Agora é Kate dizendo.

—Você não tem responsabilidade nem com seu filho, acha que vai saber lidar com uma garotinha e sua irmãzinha? Se ela for mesmo irmã, não é?

As lágrimas começam a escorrer dos meus olhos e eu simplesmente não consigo mais ficar aqui ouvindo essas coisas horríveis. Eu sabia que não deveria ter ficado. Corro pelo corredor até a sala e caminho em direção a porta enquanto as lágrimas escorrem e eu já não posso mais controlar.

—Onde nós vamos? —Alice pergunta chorosa.

—Nós vamos sair daqui, está bem? —Sussurro chorando e ela me olhando preocupada.

—Não chona não, mamãe.

—Só vamos embora, docinho. —Digo e ela balança a cabeça.

Abraço Alice e saio do apartamento de Christian correndo para o elevador. Como eu fui idiota. Eu não deveria nem ter me aproximado de Christian. Elliot tem razão. Eu sou só uma garota idiota. Ele já tem problemas demais com Arthur, eu não quero sobrecarrega-lo... não como aconteceu com mamãe e papai. Eu só quero ir embora para um lugar onde Alice e eu não vamos nos magoar.

Notas finais