Notas iniciais
N/Miss: Esse e mais um epilogo e terminamos galera...
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Quero agradecer a recomendação da Gleice Black . Eu disse que amei e ela já sabe muito bem disso, mas eu falo de novo. Amei, muito obrigada! ♥

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Boa leitura.

Isabella olhou surpresa para o esposo que estava no batente da cozinha lhe observando enquanto ela preparava o jantar.

__Repete. – pediu secando as mãos no pano de prato que estava ao seu alcance.

__Eu disse que sua mãe está aí. – James repetiu quase em um sussurro. Queria evitar que Renée escutasse o seu tom nada satisfeito.

Isabella respirou fundo fechando os olhos. Sua mãe não tinha nada na cabeça, ou fazia tudo àquilo de propósito. Sorte dela era que Sarah não estava mais ali. Tinha resolvido ir para casa e acatar o que o filho pediu. Vender a casa e ir morar em Nova York com ele.

__Eu... Eu não quero e nem sei o que falar para ela James.

__Eu também não sei. Eu se fosse você a colocaria para fora, mas ela não me parece muito bem. Sem contar que ainda tem as marcas do que sua tia fez com ela.

__Cuida da panela. – Isabella pediu ao esposo antes de deixar a cozinha em direção da sala. Não sabia mesmo o que falar para mãe, ela tinha tomado partido da tia quando ficou sabendo da traição, e achou que a sua mãe estaria com o Billy a essa hora.

Isabella entrou devagar na sala e percebeu que o esposo estava certo, sua mãe não parecia nada bem. E não era somente por causa do corte que ela tinha nos lábios ou os muitos arranhões que lhe deixavam com uma aparência estranha. E sim, por causa das imensas olheiras negras e fundas que Renée carregava abaixo dos olhos, a forma que ela aparentava estar magra e com uma cor estranha, sem contar que tinha jeito total de uma pessoa muito doente.

__Renée. – ela chamou a atenção da mãe. – A mulher virou um pouco mais em sua direção e lhe lançou um sorriso cansado. __O que você quer?

__Eu não tenho para onde ir, Isabella. – Renée sentou o sofá, e Isabela percebeu que até aquilo parecia estar lhe exigindo muito esforço.

__Cadê o Billy? A última vez que lhe vi você estava nua ao lado dele, acho que você teve um propósito quando o seduziu. E sei que seu propósito era ficar com ele. Então, vá ficar com ele.

Renée lançou uma pequena careta para filha de nojo, mas ela parecia estar sentindo um pouco de dor. – Ele não me quer.

Isabella sufocou uma risada um pouco mais alta, mas o sorriso brincou em seus lábios. Poderia estar sendo fria, pois ela era sua mãe, mas não negaria. Gostou de saber que mesmo caindo em tentação, Billy não a aceitou.

__Ele disse que foi somente uma noite, e que sabe que Sarah não irá mais aceitá-lo. – ela deu de ombros. – Ele disse que está indo embora porque não tem direito sobre a casa, a casa é da Sarah. Taylor e Jacob deram para ela.

__Então, você percebeu que nem mesmo destruir com o casamento da sua irmã foi o suficiente para que você não ficasse na rua. Com isso, você percebeu que você tem uma filha, e achou que eu iria lhe aceitar de bom grado dentro da minha casa, sabendo que você não só odeia o pai da minha filha, como a minha filha, como você tentou contra a vida deles, como você a tirou de mim quando ela era pequena e com a forma que você jogou com a minha vida desde que me entendo por ser humano? Achou mesmo que chegar aqui e falar que não tem mais para onde ir iria me comover?

__Eu estou doente. – Renée lançou vendo Isabella esconder o sorriso com as palavras. – Eu descobri que estou com um tumor cerebral e que ele não tem cura. Eu só queria ter um lugar em paz para morrer.

__Eu... Eu não sei até que ponto eu posso acreditar nessa sua história. O seu cerco está se fechando. Você só não sabe. – Renée pareceu confusa, e isso fez Isabella perceber que tinha falado de mais.

__Eu não estou me fazendo, Isabella. Eu não tenho mais jeito, o médico disse isso. Eu só preciso de um lugar para ficar.

__Tenho medo que você acabe roubando o meu marido. – Isabella lançou com um pouco de veneno no tom. Mas as palavras não pareceram abalar Renée.

__Fica tranquila, seu esposo não faz o meu tipo.

__Vou deixar bem claro, é só por alguns dias. – Isabella apontou na direção da mãe. – Você amanhã estará indo arrumar um lugar para você ficar. Não me importa se você tem dinheiro ou não, se está doente ou não, se terá como se sustentar ou não. Eu não quero você aqui, essa é a verdade. Eu não estou nem mesmo suportando olhar para você, por isso eu irei exigir que você procure outro lugar. Até mesmo se esse lugar for um abrigo para sem tetos. Sabe que têm muitos por aí e você pode encontrar um para você.

__Eu sou sua mãe.

__E eu sou sua filha, mas nada disso pareceu ter importância para você quando você jogou contra a minha vida e a vida da minha filha.

Virando as costas para mãe, Isabella não viu quando Renée sorriu certa que tinha conseguido manipulá-la mais uma vez.

A campainha tocou fazendo com que Isabella voltasse para sala e vislumbrasse o vestígio de sorriso que Renée estava carregando nos lábios. Sabiam perfeitamente que a mãe estava rindo dela, e achando que tinha conseguido manipulá-la. Contudo, Renée só não era convidada a se retirar de sua casa, porque não queria que a mãe sumisse no mundo. A polícia estava fechando o cerco, e a qualquer momento estaria indo atrás dela. E tê-la perdida pelo mundo não era a opção.

Isabella abriu a porta e prendeu a respiração quando viu Edward parado em sua porta. Mas o problema não era ex-namorado. E sim com quem Edward estava.

O médico estava acompanhado de três policias. Edward parecia nervoso, mas um sorriso brincava em seus lábios. Isabella entendeu perfeitamente o que aquilo significava, e prendeu a respiração. Ela queria que a mãe pagasse por tudo, mas ela era sua mãe. E era inevitável não tremer ao saber que ela estava indo ser presa.

__Senhora Swan?

__Sim?

__Eu sou o agente Sam. – ele apresentou o distintivo para ela. – Eu estou aqui para dar ordem de prisão para senhora Renée Dwyer. – Isabella engoliu em seco e encontrou o olhar de Edward. – Nos foi informado por um senhor chamado... Willian Ateara Black que ela estaria aqui em sua residência. Podemos entrar? – Isabella tremendo e segurando-se na maçaneta da porta ela deu passagem para os três polícias entrarem. Ela encarou Edward que permanecia parado a porta.

__Eu sinto muito. – ele sussurrou antes de abraçar Isabella e a morena começar a chorar em seus braços.

__Ela disse que está doente.

__Até que ponto isso é verdade?

__Eu realmente não sei.

Isabella escutou a voz grossa do agente, e ele parecia estar falando com a sua mãe e com James. Um segundo depois Isabella e Edward seguiram para sala, e Renée estava assustada e até mesmo ameaçando a chorar.

__Como? – ela perguntou olhando para o agente. Mas não era uma expressão de uma pessoa inocente que estava sendo injustiçada, e sim uma pessoa que não entendia como o seu plano tinha dado errado.

__O carro o qual estava em sua posse, que foi dado para o senhor Edward Cullen, passou por uma pericia e foi encontrado resíduos de sangue sobre o pára-choque do carro. E as amostras de sangue batem com o DNA do senhor Carlisle Cullen.

__Mas isso não me liga ao crime.

__Exatamente, somente isso não lhe liga ao crime. Mas suas digitais em volta do volante, e um ticket do parquímetro que fica perto do restaurante o qual o Carlisle foi atropelado, marcando a data e a hora batendo certinho ao momento que aconteceu lhe liga ao crime.

__Isso é um absurdo. Eu poderia estar passando no local e...

__Você estava somente passando no local? Você não tinha mesmo a intenção de matar o seu esposo para poder ficar com a herança dele?

__Que herança! Você pesquisou direito? Eu não ganhei nada daquele merda, ele me deixou sem nada. Ele mentiu pra mim, ele me fez achar que tudo era meu de direito e no final, eu me ferrei nessa história toda. Eu que sempre lutei por tudo nessa vida.

__Então foi por isso que você o matou?

__Eu não o queria morto! – ela gritou desesperada. – Meu alvo era aquela maldita menina! Tudo na minha vida foi por água abaixo quando ela apareceu. Mas ele quis dar uma de herói, e nem sempre os heróis vencem, pois os vilões são os melhores.

Isabella olhou com horror a forma que a mãe parecia completamente insana.

__Aquela menina não presta nem para morrer, nem ela e nem você. – ela direcionou o olhar de ódio para o lado do Edward. – Nem para queimar vocês servem.

O agente fez um sinal para os dois que estavam lhe acompanhando, e enquanto Renée distribuía insultos e ameaças a todos ali presente. Sobrou até para o James que nada tinha com a história.

__Eu juro Edward Cullen, que se eu não morrer naquela delegacia eu vou tirar tudo que você tem nessa merda de vida. – ela gritou quando o policial começou a empurrá-la em direção da porta. – Seu dinheiro, sua esposa e o que mais irá lhe doer. Sua linda e inocente filha. Pode apostar! – ela gritou por fim quando o policial saiu com ela.

__Temos provas que ela foi à mandante do pequeno incêndio em sua clínica. Prendemos quem fez o serviço. Não é conhecido de vocês. É um bandido qualquer que faz qualquer serviço por dinheiro. Mas a intenção era mesmo a sua morte e a da sua filha. – Edward assentiu.

__O que irá acontecer com ela? – Isabella inquiriu ainda chocada e chorosa.

__Ela irá responder por esses crimes, será julgada e com toda certeza ela será condenada.

__Ela está doente, agente. Ela acabou de me confessar que está com um tumor, mas eu não sei se é verdade.

__Iremos investigar, mas o máximo que possa acontecer com ela é ir para a ala hospitalar da prisão; O juiz não irá inocentá-la somente porque ela está doente. Ela cometeu os crimes, ela terá que pagar por eles.

__Tudo bem. – O agente assentiu antes de deixar a sala.

Edward olhou a forma que Renée lhe encarava de dentro da viatura da polícia.

A justiça tinha sido feita!


C5


Jacob puxou lentamente os cabelos de Renesmee para o lado para poder beijar a nuca dela, vendo uma pequena marca — prova da noite de amor passada – na pele alva da namorada. De forma gentil, carinhosa e com paixão ele passou a distribuir beijos pela pele, deixando que a mão passasse pelo braço, descendo pela lateral do corpo e pousando sobre os glúteos de Renesmee que estava tapados por um fino lençol. Adorava aqueles momentos a dois com ela, e se possível a convenceria naquele momento que a melhor forma para se acordar pela manhã era com ele ao seu lado.

Observou à namorada mexendo o corpo e deixar um pequeno gemido deixar os lábios quando ele não resistiu e mordeu um dos glúteos de Renesmee. Jacob deixou a sua baixa e rouca risada ecoar pelo quarto, quando Renesmee remexeu-se sobre a cama para impedir o um novo ataque. Ela ainda estava de olhos fechados. Jacob mordeu a outra e mais um gemido de dor deixou os lábios de Renesmee, ele a viu abrir os olhos e fechá-los novamente por causa da claridade.

__Que droga, Jake! – resmungou com a voz rouca por estar muito tempo sem falar. – Eu estava tendo um sonho tão bom.

__Que sonho? – ele perguntou voltando a beijar as costas dela e em um movimento rápido fazendo com que Renesmee deitasse sobre o seu colo. Ela gemeu mais um pouco antes de afundar o rosto sobre o peito dele e encolhesse como se fosse uma criança.

__Eu estava sonhando com um jogador lindo.

__Eu? – ele brincou tirando os cabelos que cobriam o rosto dela.

__Não, ele era mais bonito e não me acordava mordendo a minha bunda.

Jacob sorriu puxando o queijo de Renesmee para cima mirando o rosto dela amassado e cheio de sono.

__Eu vou ficar com ciúmes se você começar a sonhar com outros jogadores. – ela sorriu.

__Nessie. – Jacob resmungou quando escutou a voz de Yates do outro lado da porta.

__Estamos dormindo ainda, Yates. Volte outra hora. – o moreno gritou e Renesmee sorriu aninhando-se mais nele. – Minha namorada está indo embora amanhã, depois ficaremos uma semana sem nos ver até que eu possa ir para o casamento do Ed no final de semana. Então, nos deixe em paz.

__Na realidade sua namora está indo embora daqui algumas horas. Renesmee, seu pai ligou para o meu celular porque o seu está desligado. Renée foi presa ontem à noite. Já foi transferida para cadeia e descobriram que ela está com um tumor cerebral maligno e que se for condenada ela ficará na ala hospitalar da cadeia, pois a doença está lhe consumindo. Seu pai mandou dizer que sua mãe está arrasada e que ela precisa de você. Eu sinto muito falar tudo isso assim, mas não tinha um jeito fácil de contar.

__Obrigado por estragar a minha manhã, Yates. – Jacob resmungou quando Renesmee ficou em pé em um pulo e começou a catar as coisas pelo quarto e colocando na pequena bolsa que ela tinha levado.

__Não por isso, Jake. – Yates debochou do outro lado da porta e sorriu quando um barulho surdo bateu contra a madeira. Provavelmente algum travesseiro que o moreno teria jogado contra a porta. – Agora falando sério, eu sinto muito. – Yates resmungou antes de deixar os dois com mais privacidade.

__Amor. – Jacob chamou por Renesmee a segurando pelo braço quando ela passou totalmente dispersa pela terceira sobre o celular dela. O que ela estava procurando. – Fica calma, ela já foi presa. Não tem porque você correr.

__A minha mãe. – ela resmungou pegando o celular e o ligando. Vendo que tinha um monte de mensagens perdidas.

__Eu sinto muito por tudo isso, mas tudo ficará melhor agora. Mesmo que sua mãe sofra por tudo que está acontecendo no momento, ela ficará bem e verá que foi a melhor coisa que aconteceu para todo mundo.

__Eu sei. – ela jogou o celular sobre a cama e voltou a arrumar tudo. – Eu adoraria ficar mais um tempo com você. Ir embora amanhã como lhe prometi, mas eu preciso ir ficar com a minha mãe.

__Tudo bem amor. – Jacob finalmente puxou Renesmee para um abraço. – No final de semana eu estou lá para o casamento do seu pai. Não será cancelado não é?

__Acredito que não. Ele terá até mesmo mais um motivo para se casar, afinal, Renée foi presa. – ela tentou passar entusiasmo, mas não conseguia. Jacob entendia. Ela estava sofrendo pelo sofrimento da mãe.

__Ela pagará por todo mal feito a todos. – ele beijou Renesmee e ficou feliz que ela retribuiu o beijo com muito carinho.


C5


Renesmee sorriu ao ver o pai vestindo o smoking que ela tinha o ajudado escolher juntamente com Carlisle e Jacob. Ficaria faltando um lugar no altar por pura preferência do Edward. O lugar era do seu pai, e como ele não estava mais presente no meio deles, Edward queria deixar o lugar dele vago, sem ter que substituí-lo. Todos entendiam perfeitamente.

__Estou nervoso. – Edward passou a mão sobre os cabelos e Renesmee bateu a mão do pai para longe.

__Está desarrumando o cabelo pai, pare de mexer.

__Será que ela irá desistir?

__Somente se ela tiver alguma conferência médica para ir. – os dois começaram a rir e não perceberam quando Isabella entrou pela porta.

A morena estava usando um vestido lilás, estavam com os cabelos em uma trança embutida e parecia nervosa em estar entrando ali e interrompendo o momento pai e filha.

__Ed. – ela chamou atenção do médico que sorriu ao vê-la. – Eu queria poder lhe abraçar primeiro do que todo mundo e pedir desculpas.

__Desculpas? – o doutor pareceu confuso.

__Sim, por tudo que a minha mãe vez contra sua família. Acho que eu nunca tinha feito isso. Ela destruiu a sua família e eu me sinto culpada por isso. Portanto, eu estou lhe pedindo perdão.

__A culpa não foi sua, Bella. Sua mãe foi quem fez o que fez, e não posso dizer que me arrependo de ter lhe namorado, pois seria mentira. Eu lhe amei naquela época e continuo a amando agora como a mãe da minha filha. Sempre teremos Renesmee como laço, e não lhe culpo por nada. Sua mãe foi quem vez tudo, não você. Por isso quero que esse papo de desculpas e culpa termine aqui. – ele pegou Isabella desprevenida quando lhe deu um abraço e depositou um beijo em sua testa. – Que possamos ser muito felizes.

Isabella assentiu dando mais um abraço em Edward, dando um pequeno abraço e beijo na filha e saindo da sala em que Edward estava esperando para poder entrar na igreja.

__E você? – Edward puxou a filha pela mão e a abraçou. – O que você fará da sua vida com o Jake? Sei que o tal prazo que ele lhe deu termina hoje.

Renesmee deu de ombros já tinha tomado sua decisão. Só tinha que esperar o momento certo para contar.

__Ele está certo sobre você ficar sozinha naquele apartamento. Não teremos mais tanto tempo para nos vermos e...

__Eu também não o verei, pai. Ele vive jogando, viajando. Vive longe. Eu estaria do mesmo jeito que vivendo aqui.

__Não estaria. Você sabe disso. – Edward respirou fundo. – Você não quer morar com ele, você conte logo. Não fica inventando desculpas que não possuem sentindo, Nessie. Ele não merece isso.

__Eu já me decidi, pai. – ela beijou o pai na bochecha.

__Ela chegou. – Alice colocou a cabeça para dentro da sala para avisar animada da chegada de Victória.

Renesmee despediu-se de pai mais uma vez e saiu com Edward logo atrás de si.


C5


Jacob apertou com um pouco mais de força a cintura de Renesmee e afundou o rosto contra os cabelos da namorada. Ela estava meio distante com ele. E ele sabia que era por causa da decisão que ela tinha tomado. Já estava até mesmo temendo a resposta da namorada.

A música terminou e começou outra e Jacob permaneceu do mesmo jeito, puxando o corpo de Renesmee contra o seu. Esperava que uma semana tivesse sido o suficiente para ela tomasse sua decisão. Ele deixou os olhos caírem sobre a figura de Edward que agora dançava com Victoria, sua esposa. Os dois estavam sorridentes e pareciam completamente apaixonados.

__Renesmee. – chamou pela atenção da namorada. Mais silêncio ele não suportaria. – Eu preciso saber amor. – ele resmungou sobre os cabelos de Renesmee.

Ela parou de balançar o corpo conforme a música estava tocando, e direcionou os olhos claros na direção de Jacob.

__Precisa saber o quê?

__Sua decisão.

Renesmee sorriu segurando o rosto de Jacob com as duas mãos e tomando os lábios do moreno em um beijo apaixonado.


Notas finais
Eita que suspense hein? Bom eu no lugar da dona ruiva iria pra Nova York com o bonitão... Todo mundo já está com a vida ganha, ela também tem que correr pra ganhar a dela também não acham? E Renée aquela louca enfim teve o que merecia hein? Que beleza!
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Bjks
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¸.´¸.*´¨)¸.*¨)
(¸.´ (¸.´ Diê Kellner ;)