O Camisa 5
4 Three Yards
Notas iniciais
Mrs Lautner.. Obrigada mesmo meninas, é importante saber que estão gostando... Capitulo dedicado a vocês...
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Boa leitura...
Capitulo 03
POV Jacob
Sentei na cama com a minha respiração descompassada. Minha testa estava suando – muito. Joguei o lençol para longe e andei meio sem forças em direção do meu banheiro. O gosto salgado estava no meio dos meus lábios. O sonho mais uma vez pareceu real, como se eu estivesse na beira da pista vendo tudo e simplesmente não fiz nada. Ouvindo o meu irmão gritar por mim, e pedindo ajuda a todo tempo.
Entrei no box e liguei o chuveiro na água gelada. A temperatura caia lá fora a cada minuto, mas eu queria mesmo sentir dor, parecia que aquilo fazia me sentir bem. Meus olhos caíram sobre os pequenos cortes na parte interna da minha coxa. Se a minha mãe ou até mesmo o meu pai desconfiassem que eu estava me cortando para fazer com que a dor que consumia a minha alma sumisse, eles sem duvida teriam um ataque do coração.
Dizem que quando nos cortamos faz com que a dor que sentimos em outro lugar. Leia-se alma ou até mesmo coração. Passa no exato momento em que aquele fluido vermelho chamado sangue saia pelo corte. Descobrir que era verdade, quando eu realmente me sentia sufocado, sem forças e achando que tudo em minha volta iria desabar eu cometia o grande erro de me cortar.
Enrolei a tolha em minha cintura e voltei para o meu quarto. Mesmo com o local parcialmente escuro eu pude ver a figura do meu pai sentado na beira da minha cama. Respirei fundo e o ignorei indo em direção do meu guarda roupa.
- Jacob. – a voz dele saiu dura. – Precisamos conversar sobre os seus sonhos.
- Estava me vigiando? – perguntei colocando a boxer e tentando esconder as marcas dos cortes.
- Não. – ele respondeu ainda seco. – Não tem como não saber sobre os seus sonhos quando você passa quase toda noite gritando pelo o seu irmão. – fechei os olhos e encostei a cabeça na porta do guarda roupa. Era exatamente aquilo que eu temia. Fazer sons e deixar claro o quanto eu estava ficando louco.
- Eu estou bem. – respondi vestindo a bermuda e fazendo força para não gritar. Eu sentia tanta raiva ultimamente que um simples bom dia dirigido a minha pessoa me dava vontade de quebrar a cara do infeliz. Nem a minha volta aos campos de forma lenta estava me ajudando.
- Você não está bem Jacob. – meu pai ficou em pé e andou até o interruptor de luz, ligando a mesma. – É perturbador ver que você não quer viver. – eu sorri em deboche e vi o rosto dele ficar vermelho.
- Falou quem não dorme mais e até está faltando o trabalho, acho que não sou somente eu que estou perturbado aqui seu Billy. – revidei indo para a minha cama. – Já sabe qual é a minha opinião sobre as suas insônias não é? Eu sei por que eu não durmo, e porque eu grito. O meu chama-se culpa, por ter o deixado lá quando eu deveria ter ficado até o fim e trago-o para casa. O seu leva o mesmo nome, mas pelo o fato de ter retalhado o seu filho.
- Cala Boca. – ele gritou e chegou a partir em minha direção. Eu não sei de onde a minha mãe surgiu, mas ela segurou o meu pai pelo os braços e o puxou. Eu nada fiz, somente observei aquela cena que era bem constante em nossas vidas agora com um sorriso que não era verdadeiro, nem naquele momento de loucura.
Deitei de barriga para cima apoiando os braços na cabeça e puxei ar para os meus pulmões. Fechei os olhos, e as orbes verdes estavam presentes. Quando não era com o Tay que eu sonhava, eu sonhava com ela. Eu nem a conhecia direito, somente tive um vislumbre da imagem dela e agora eu estava sendo atormentado pelo o brilho dos olhos que gritavam a todo estante Taylor, Taylor, Taylor.
Meu corpo começou a tremer e a ficar soado de novo. Eu não queria mais sentir aquela sensação estranha, toda vez depois dos tremores vinha à dor, a pressão no peito e a vontade de fazer com que aquilo parece.
Levantei em um pulo da minha cama e corri para o meu banheiro, batendo a porta e trancando a mesma. Abrir o meu armário embutido – no banheiro – e o peguei a pequena caixa de madeira. Andei até a privada e sentei colocando a caixa no meu colo. Observei as minhas mãos tremulas e a dor aumentando. Fechei os olhos e respirei fundo. Abrir a caixa e o pequeno bisturi estava ali. Com a lâmina de prata transparente e cortante. Meus olhos refletiam no material, estavam ainda mais negros do que eram. O arrependimento batia sempre que eu olhava a lâmina, mas logo sumia quando ele cortava a minha pele.
Puxei a bermuda para cima deixando as marcas dos outros cortes à mostra. Deixei um gemido escapar dos meus lábios quando sentir o gelado do metal bater em minha pele. As primeiras vezes que eu me automutilei, as lágrimas caíram pela a dor que eu estava sentindo, agora tudo tinha mudado. Era um hábito.
Introduzir devagar a ponta do bisturi na minha carne, afundando um pouco e vendo a primeira gota de sangue sair. Puxei o bisturi e aos poucos o corte foi ficando maior. Gemi quando o fluido saiu dessa vez em quantidade maior tirando a pressão que eu estava sentindo emocionalmente.
Deixei a minha mão com o sangue pender ao lado. Fechei os olhos sentindo uma pequena ardência no corte. Respirei fundo e continuei riscando a minha pele. Não sei quanto tempo eu demorei, mas quando os meus olhos caíram sobre a palavra culpa eu achei que já estava bom. Levantei pegando a toalha e fazendo pressão para que o sangue estancasse. Limpei tudo, fiz um pequeno curativo no corte e voltei para a minha cama. Deitei e imediatamente que eu fechei os meus olhos e eu dormi. A dor tinha ido embora. Por hora.
***
POV Renesmee
Bati com a minha mão sobre o botão do despertador para que ele parasse de gritar. Era bom ter a vida de volta, poder ir à escola, sair com os amigos, e fazer tudo que me foi negado quando a doença apossou-se da minha vida.
- Filha. – minha mãe entrou em meu quarto para me chamar.
- Já estou em pé mãe. – ditei indo em direção do meu banheiro para tomar banho.
Fiz toda a minha higiene, tomei meu café e sair na hora de encontrar a Lalah saindo de casa.
– Bom dia. – ela ditou alegre.
- Bom dia. – retribuir o cumprimento.
- Vamos matar a aula hoje? – Lalah agarrou o meu braço e me puxou em direção do carro dela.
- Não. – respondi entrando no lado do carona.
- Por favor, a minha amiga disse que uns amigos do irmão dela, vão a casa dela. E que além deles serem mais velhos são bonitos. Vamos Nessie, por favor. – ela fez um bico e piscou os olhos. Eu não aguentei e comecei a rir. – Você tem que viver sabia. Você quase...
- Já entendi. – ditei elevando as mãos ao ar. – Vamos, mas tenho que estar no mesmo horário em casa.
- Eu te amo. – ela deu partida no carro e saiu falando, como ela sempre fazia.
Não sei quanto tempos demoramos a chegarmos a casa dessa amiga dela. Quando ela estacionou em frente, o que mais eu vi foram carros e mais carros estacionados.
- Tem muita gente aqui Lalah. – falei olhando os carros caros que estavam estacionados. O bairro era de classe alta. As casas eram todas lindas, além de ser padrão.
- É porque vai rolar um churrasco. – ela disse com um sorriso amarelo.
- Como? – indaguei assustada.
- Não começa. – ela me puxou em direção da casa. Ainda tentei protestar, mas quando ela apertou a campainha, eu percebi que não tinha mais volta.
- Eu abro. — escutei alguém gritando de dentro da casa. – Olá. – um rapaz alto de corpo musculoso apareceu na porta.
- Oi. –Lalah ditou quase pulando e olhando o corpo do outro de cima a baixo. – Brenda está? – indagou. Ele sorriu para a Lalah e piscou.
- Para você, todo mundo está. – ela sorriu e corou. – Brenda. – gritou e logo uma menina apareceu sorrindo.
Fomos convidadas a entrar e eu estava nervosa. Tinha muitas vozes no local, maioria que indicava ser de homens. Seguimos em direção dos fundos da casa e eu quase pulei quando constatei que as únicas mulheres era eu, a Lalah e a Brenda.
Esquadrinhei todo o local e o meu coração bateu um pouco mais forte quando os meus olhos caíram sobre a figura que estava saindo da piscina. Ele estava com uma bermuda que quase tapava toda a perna. A água caia pelo o seu tórax e pelo os cabelos. Ele virou o rosto em minha direção e uma careta pareceu forma-se em seu rosto. Os olhos negros dele formigaram, parecia ser ódio e ele saiu para o outro lado da casa.
- Brenda. – chamei a amiga da Lalah que era bem simpática. – Quem é aquele? – apontei para ele. Queria a confirmação se ele tinha mesmo me dado o nome certo. Agora ele estava de costas secando-se. Ela seguiu para aonde eu estava apontando e os seus olhos caíram tristes.
- Aquele é o Jacob, ou como os chamamos Jake. – ela olhou em meus olhos. – Por quê?
- Nós já nos vimos um dia. – ditei me lembrando do dia do posto. – Ele parece.
- Triste. – ela completou. – Não parece ele está triste. O irmão gêmeo dele morreu alguns meses atrás, e ele ainda não se conformou.
- Como era o nome do irmão dele? – perguntei.
- Taylor Black. – ela ditou e eu tive a confirmação que me faltava. Ele era mesmo irmão do Taylor. Respirei fundo e ignorando que a Brenda ainda falava dele eu seguir na direção que ele estava.
- Oi. – o cumprimentei parando nas costas dele. Ele ficou parado, senti até que o corpo dele tinha ficado rígido. Devagar ele virou para me encarar. – Oi. – falei de novo. – Sabe, é educado responder quando as pessoas nos cumprimentam. – tentei ser simpática, mas eu sentia o meu corpo tremer. Ele era intimidador, sem contar que me encarava nos olhos. – Jacob eu...
- Seja lá o que você quer falar ou saber, é melhor para por aí. – ele foi rude. O dia que tínhamos nos conhecido ele tinha uma tristeza no olhar, mas não aquela malicia toda aquela solidão que parecia corroer a alma dele.
– Eu queria lhe agradecer. – falei. Ele arqueou a sobrancelha e me encarou sério. – Eu estava quase morrendo e... Foi graças ao seu irmão e a doação da sua família que eu...
- Pode parar. – ele elevou a mão no ar. – Não venha me agradecer pela a morte do meu irmão. Mil vezes ele ao meu lado do que você viva. – eu nem o conhecia, ele não precisava ficar feliz por mim, mas doeu e muito ouvir aquilo.
- Desculpe. – desfiei o meu olhar para o chão segurando a vontade de chorar. Não era segredo para ninguém que eu era forte, sempre fui. Não enfrentei tempos de lutas para conseguir viver a toa. Eu tinha um belo motivo para viver, eu queria ser feliz. Mas aquelas palavras quebraram as minhas guardas. Doeu saber que ele não se importava comigo, mas o por quê? Isso eu não sabia. – Desculpe.
- E para de pedir desculpas. – ele ditou revoltado. – Isso não trará o meu irmão de volta. – ele saiu em direção das outras pessoas me deixando sozinha. Respirei fundo e andei até Laíz e a Brenda.
- O que foi? – Brenda indagou. – Seus olhos estão vermelhos, você estava chorando?
- Não. – respondi sorrindo.
- O que foi que o Jacob lhe disse? – ela colocou as mãos na cintura. Pelo o visto era normal àquela reação dele.
- Nada. – respondi pegando o refrigerante que um menino chegou nos oferecendo.
Eu não podia ir embora, e nem iria também. Eu tinha que continuar vivendo a minha vida, sem contar que Jacob Black não era ninguém para mim. Eu apreciava e muito a atitude dos pais dele, mas descobrir de uma forma meio ruim que não era a vontade dele.
A música ainda tocava quando os meus olhos caíram sobre a figura de um rapaz que estava sentado em um canto. Os olhos dele pareciam ainda mais tristes que os olhos do Jacob, e em sua a face a palavra tristeza estava mais do que explicita. Andei até a mesa e peguei uma long neck de cerveja e um copo de refrigerante e andei em sua direção.
- Oi. – ofereci a cerveja, e ele pegou.
- Oi. – ele respondeu tentando sorrir, mas parecia impossível.
- Se eu estiver perturbando me avisa, mas a minha amiga. – apontei para a Laíz agarrada a um homem. – Está com a alguém e a amiga dela. – apontei para a Brenda em outro canto. – Está fazendo a mesma coisa. – ele sorriu.
- E por que você não? – ele bebericou a cerveja.
- Não sei. – desviei o olhar para o Jacob que conversava sério com um grupo.
- Black é furada. – ele falou chamando a minha atenção.
- Como? – ele sorriu.
- Eu disse que Black, no estado que ele se encontra, é furada.
- Algum dia ele não foi? – indaguei olhando para os olhos claros do rapaz que estava na minha frente. Ele sorriu, e pude ver um brilho diferente em seus olhos. Eu não podia negar, ele era lindo. Com os músculos do corpo altamente definidos, cabelos claros. Ele era lindo.
- Sim. – ele respondeu sorridente. – Ele já foi uma pessoa que valia apena, quando o irmão dele estava vivo. – ele baixou os olhos para chão. – Hoje em dia, acho que o Black é somente um pedaço de carne que tem que ser salva antes que vire carniça e os urubus venham comer.
- Nossa. – resmunguei.
- Pois é a coisa é bem séria.
- Ele me odeia. – falei olhando para o chão.
- Quem lhe odeia?
- Black.
- Por quê? – ele pareceu confuso. – Vocês se conhecem?
- Eu recebi órgãos do irmão dele e... – eu parei de falar quando eu percebi uma lágrima cair dos olhos o rapaz. – O que foi?
- Você recebeu os órgãos do Tay? – a voz dele falhou.
- Recebi. Você conhece o irmão dele? – indaguei.
- Conheço. – ele secou os olhos. – E fico feliz que ele possa ter salvado alguém. Ele era muito especial.
- Para você?
- Para todo mundo. – ele limpou mais o rosto e bebeu da cerveja.
- Você gostava dele. – falei mesmo sabendo que estava passando da linha. Eu não o conhecia, e não tinha aquele direito.
- Claro que eu gostava, todos gostavam dele. Ele era inteligente, simpático e simplesmente incrível. – ele sorriu como se estivesse apaixonado.
- Não. – falei olhando dentro dos olhos dele. – Você o amava. – ele sorriu.
- Você não sabe do que está falando. – ele falo ficando de pé. – Fico feliz que ele possa ter ajudado alguém. E... Boa sorte. – ele saiu de perto de mim praticamente correndo, como se estivesse fugindo de um bicho. Desfiei os meus olhos a tempos de ver Jacob Black em encarando e para o meu desespero, ele elevou a long neck em minha direção em um cumprimento. Desviei o olhar e fiquei de pé saindo do local. As palavras ainda estavam me perfurando como facas afiadas.
POV Jacob
Por mais que a minha vontade fosse de correr até ela e puxar um assunto, parando somente para encarar os olhos dela que eram de um profundo verde, eu não tinha forças. Pois a minha mente gritava feito louca ao meu coração que aquilo era traição, que eu estava traindo o meu irmão que sempre esteve ao meu lado.
- Reparou como o Yates está triste? – Ron falou ao meu lado e desviei o olhar da menina para olhar Yates. Ron estava certo, ele estava estranho mesmo, como se estivesse triste com algo. E de geral ele era sempre alegre. Ele e o meu irmão faziam a dupla dos zoadores. Eu nunca parei para pensar que outras pessoas podiam estar no mesmo estado do que eu, sofrendo pela a perda do meu irmão.
- Ele estava no carro não é? – perguntei para o Ron. O mesmo ficou pensativo, sabia o quanto aquilo de pensar no acidente ainda o afetava.
- Estava. – ele respondeu por fim. – E de todos era o que mais gritava pelo o seu irmão. – ele levou o copo à boca e bebericou o liquido.
- O que você quer dizer com isso? – perguntei olhando sério para ele. Eu conhecia muito bem os boatos que cercavam o Yates, e como ele sofria na mão dos – próprios companheiros de time — mas isso não tinha nada a ver com o meu irmão. – É isso mesmo que estou pensando? Você está dizendo que o Yates gostava do meu irmão? – indaguei.
- Diria mais que parece mais com paixão do que com um simples gostar, mas como você é irmão do Tay, eu deixo que você pense que seja somente um gostar. – ele falou sério. – E acrescento, acho, ou melhor, tenho certeza que o sentimento era recíproco.
- Você só pode estar ficando louco. – eu fiquei de pé lhe encarando. – Não venha querendo sujar e estragar a memória do meu irmão, do seu amigo, melhor amigo como você mesmo disse.
- Por isso mesmo, por ele ser o meu amigo, que eu posso ter certeza das coisas que eu falo.
- Meu irmão tinha namorada. – eu gritei e reparei que as pessoas em volta estavam nos olhando.
Ele sorriu balançando a cabeça em negativa. – Ele algum dia lhe apresentou alguma menina? Ou até mesmo aos seus pais? Pois eu sempre saí com ele, e nunca vi o seu irmão com uma mulher.
- E muito menos com um homem. – falei com os dentes cerrados. – Ele sabia dos preconceitos que ele podia sofrer se ele fosse... Se fosse... Ele não era. – passei as mãos pelo o rosto.
- Jake. – Ron apertou o meu ombro me chamando. – Como você mesmo disse, seu irmão era o meu melhor amigo, e eu sei de coisas que você não sabe, e essa. – ele apontou para o Yates que estava conversando com uns caras do time. – É uma delas. – ele apertou o meu ombro e saiu.
Sorvi o resto do conteúdo de uma vez só e andei até a ponta da piscina que o Yates estava. Respirei fundo e encostei em seu braço o chamando. – Oi Jake. – ele sorriu meio fraco.
- Meu irmão e você tinham um caso? – o pequeno sorriso que ele estava carregando sumiu quando as palavras deixaram a minha boca.
- Eu... Eu... Quem lhe falou isso? – os olhos dele procuraram o Ron e eu tive a minha certeza. Assim como tudo que acontecia e falavam para mim, a raiva possuiu o meu corpo e eu senti o meu rosto esquentando. E somente o que eu enxergava era o Yates morto em meus pés. Sem medir a minha força e as consequências, eu deferi um soco com força no meio do rosto dele. Senti que pegou no nariz – ele tinha quebrado. Não conseguir nem falar nada quando ele – Yates — com o rosto cheio de sangue voltou-se contra mim dando-me um soco no meio da barriga, fazendo com que o meu ar faltasse. Puxei o ar com força e investi de novo contra ele, ou melhor, tentei, pois senti mãos macias segurando o meu braço com um pouco de força, desviei o meu olhar e os meus olhos caíram sobre uma face assustava.
- Para. – a voz dela saiu tão fraca e temerosa que chegou a doer dentro do meu peito. – Para Jake. – e eu não sei o porquê, mas naquele momento eu entendi, que dali em diante eu teria que lutar muito contra aquela aceleração no coração somente em estar com os dedos delas sobre a minha pele. Ela levava o coração do meu irmão dentro do peito, e era somente nele que eu pensava, quando eu a olhá-la.
Continua....
Notas finais
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N/B: Caraks!
Essas meninas estão se superando em assuntos polêmicos hein?
Poxa sentir uma dor psicológica tão forte ao ponto de ter que
se algo mutilar para conseguir esquecer a dor da culpa e do desespero é
triste e cruel.
Esse Jake tão triste e ferido em contrapartida se depara com uma Renesmee cheia de
vida e desesperada pra aproveitar cada instante....
Vou ficar aqui na torcida... e vocês?
Mandem muitos reviews pra essas lindas!
Bjks
*´¨)
¸.·´¸.·*´¨) ¸.·*¨)
(¸.·´ (¸.·´ Diê Kellner ;)
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