O Camisa 5
10 Nine Yards
Notas iniciais
- nikejoy
Pela recomendação, obrigada.
Capitulo 09
Com um gosto amargo na boca, sentindo a cabeça pesada assim como o braço doendo e dormente pelo o peso que o foçava. Foi exatamente dessa forma que Jacob acordou na manhã seguinte. Escutou um barulho vindo da sua sala e pedia mentalmente que fosse Ron ou algum amigo, seria loucura ser roubado logo em seu primeiro dia morando ali. Piscou os olhos três vezes antes de olhar em direção do peso que estava em seu braço. E se ele ainda estava com sono, esse tinha passado em segundos quando constatou que a fonte do peso era nada mais nada menos que Renesmee. Ela dormia tranquilamente estava até mesmo com um pequeno sorrio repuxando os lábios. Jacob gemeu em protesto. “O que foi que eu fiz?” foi o seu pensamento antes de levantar devagar e sentar na cama. Pegou a calça e vestiu pronto para deixar o quarto, não foi muito longe. A voz totalmente magoada de Renesmee chegou antes que ele pudesse deixar o cômodo.
_Foi tão ruim assim que você precisa ir embora escondido? – Jacob fechou os olhos e respirou fundo. Tirou a mão da maçaneta e virou em direção da Renesmee, mas seus olhos miravam o chão. – Eu lhe fiz uma pergunta. Você me ignora a noite toda e quando finalmente me olha acontece o que aconteceu e agora você ia me deixar sozinha, por quê? – a resposta não veio. – Jacob! – Renesmee aumentou a voz.
_Desculpe. Eu não deveria ter me deixado levar. Eu estava meio alterado, me deixei levar pelo cara que estava perto de você e deu no que deu. Isso não deveria ter acontecido e acho que as coisas devem ficar do mesmo jeito que estavam antes. – ele ainda não tinha coragem de manter contato com os olhos dela. – Podemos ser...
_Não diga amigos. – ele viu Renesmee ficar em pé e passar a se arrumar. – O que aconteceu com você? Cadê o Jacob que eu conheci? Tudo não passou de truque para você passar pela a face ruim da morte do seu irmão? – Jacob fechou os olhos. – Eu tenho... Nojo de você. – ele finalmente deixou os olhos cair sobre a figura de Renesmee e constatou que ela estava segurando-se para não chorar. – Eu já entendi. – ela respirou fundo vestindo a blusa. – Fui um brinquedo e foi bom enquanto durou. Servi para que você passasse pelo luto, agora você está perfeitamente bem e não precisa mais da idiota aqui. – Jacob chegou abrir a boca para falar, mas não conseguiu pronunciar nada Renesmee simplesmente saiu pela porta batendo tudo com força. Agora ele tinha estragado exatamente tudo.
Renesmee entrou correndo pela porta de casa e subiu as escadas de dois em dois degraus. Quando enfim estava dentro do quarto pode ouvir um barulho atrás de si e viu a mãe somente de camisola e com olheiras enormes parada na porta.
_Minha filha. – Kelly levou a mão na boca tentando não chorar.
_Estou arrumando as minhas coisas. – Renesmee respondeu abrindo o guarda-roupa e passando a colocar as roupas sobre a cama.
_Como? – Kelly indagou confusa. Passou a noite acordada sem saber onde e com quem a filha estava, vê-la ali já estava ótimo.
_Eu disse que estou arrumando as minhas coisas. E podemos ir embora quando vocês bem entenderem. – Kelly andou até Renesmee a abraçando com força.
_Muito obrigada filha. – pediu antes de deixar o quarto da filha para ir falar com o esposo. Finalmente sozinha o corpo de Renesmee escorreu lentamente ao chão e ela abraçou as pernas e começou a chorar. Ela tinha tido sua melhor noite, pena que foi a pior manhã da sua vida...
Nada tinha mudado, o bairro parecia exatamente da forma que ela lembrava. Tinha certa coisas na vida que nunca mudariam. Pensar nisso fez sua mente voar em direção de Jacob e da sua forma estúpida de agir. Ainda fora de seus pensamentos, Renesmee desceu do carro vendo sua avó vinda em sua direção e lhe abraçando com força.
_Linda. Eu estava morrendo de vontade de lhe ver depois da sua cirurgia. Como está sentindo-se? – indagou com um imenso sorriso.
_Bem. – Renesmee não foi convincente, escutou a mãe respirar fundo atrás de si antes de pegar uma bolsa e rumar para dentro da casa da mãe.
_Por que eu acho que você não queria estar aqui?
Renesmee sorriu beijando a testa da avó. – Eu estou feliz em vê-la, mas o motivo da tristeza é outro. Mas tenho quase certeza que daqui uns dias não será nada mais do que uma simples lembrança ruim.
_Então vamos entrar. – ela foi puxada pela avó indo em direção da entrada. – Eu achei meio estranho sua mãe falar que vocês estavam vindo passar uns dias aqui, até porque é seu último ano, mas ela me garantiu que nada de ruim está acontecendo e que no final tudo ficaria bem. Eu fiquei mais tranquila depois disso. E... – a mais velha continuou falando sem nem reparar que Renesmee não estava prestando atenção em nada que saia de sua boca.
Entrar em uma escola nova é horrível para qualquer pessoa. Entrar em uma escola no final do ano quando todo mundo conhece todo mundo é ainda pior. Renesmee sentia-se em uma feira de exposição, afinal, estava a dois dias estudando em uma escola completamente nova e todos olhavam em sua direção como se ela fosse algum tipo de bicho. Sentia falta de Laíz, e falando na amiga, essa surtou quando descobriu que Renesmee tinha ido embora sem avisar, mas após saber de toda a história apoiou Renesmee e ainda prometeu não falar nada a ninguém, principalmente se esse ninguém fosse o Jacob.
Tinha imposto uma rotina em sua vida, iria para escola, voltaria para casa e não faria mais nada. Não tinha vontade nem mesmo de ficar conversando com a avó que sempre tinha algo engraçado para contar. Dessa forma dois dias tornaram-se uma semana e uma semana duas e quando deu por si não precisava mais estudar, pois tinha dado finalmente fim aos estudos, ou melhor, por hora eles tinham acabado.
_Renesmee. – a ruiva tirou os olhos de uma aplicação para ingresso da faculdade e olhou em direção da mãe que estava parada a porta com um corpo de batida de morango e sorriu como se pedisse permissão para entrar e falar. Não era segredo que a convivência entre as duas não era mais a mesma coisa. – Podemos falar? – um maneio de cabeça foi a resposta e consequentemente a permissão. – Eu trouxe para você, sei que você gosta. – Kelly sorriu estendendo o copo de batida na direção da filha. Renesmee não pode deixar de ver que a mão da mãe estava tremendo. – Renesmee apontou a escrivaninha com o dedo sem falar nada. Aquele silêncio era a punição da mãe. – O que você está fazendo? – Renesmee elevou o papel no ar e Kelly suspirou fundo e impaciente – Acho que podemos parar com esse gelo, isso não irá ajudar. Por favor, pode responder com palavras as minhas perguntas? – como Kelly não obteve resposta ela tentou de novo. – Você está fazendo o que?
_Estou preenchendo as aplicações para faculdade. Quanto mais rápido eu conseguir ser aceita em alguma universidade, mais rápido eu saio desse momento louco que estamos vivendo. Não aguento mais ficar no escuro. Não sei por que viemos morar aqui tão rápido. Não sei por que não posso manter contato com os meus amigos e não sei por que tenho que ir para tão longe para poder fazer uma faculdade. Londres? – ela elevou o papel no ar. – Desde quando temos condições de me manter em Londres?
_Seu pai tem uma poupança guardada, dinheiro nunca foi o problema.
_E exatamente o porquê dinheiro nunca foi o problema? Como meu pai conseguiu essa poupança? E por que tenho que estudar tão longe? Não que eu queria mesmo ficar, mas há faculdades boas aqui, não preciso atravessar o país ou mudar de continente para isso.
_É do seu futuro que estamos falando. – Kelly parecia visivelmente perturbada.
_Pois é. – Renesmee riu debochada. – É do meu futuro que estamos falando. Contudo, eu não tenho permissão de falar o que quero para a minha vida, tenho somente que acatar. Tudo bem. Tenho que ir embora para Londres ou para qualquer outro lugar? Eu vou, mas saiba que quando isso acontecer eu não voltarei tão cedo. – sem esperar que a mãe falasse mais alguma coisa Renesmee ficou de pé e saiu do quarto. Como sua vida mudou tanto de um momento para o outro.
Os braços tinham a função de consolar, mas ele não sabia como estava ainda em pé perante tudo aquilo. Tinham demorado tanto tempo para finalmente descobrirem que a filha estava viva e no final, ela escapou entre os seus dedos assim, como uma fumaça.
_Eu vou encontrá-la. – Edward murmurou contra os cabelos de Isabella. A mulher chorava, deixando o corpo balançar com os soluços nada contidos. Fazia quase dois meses que eles procuravam e não conseguiam encontrar a filha, e sua mente gritava de todas as formas que sua mãe tinha algo haver com aquilo.
_Eu vou falar com ela, Ed. – ela resmungou contra o pescoço do médico sentindo o corpo dela tremer. Eles passavam tanto tempos juntos ultimamente que parecia até que tudo tinha voltado ao normal, tirando o fato que o seu esposo – James – e a noiva do Edward – Victoria – Em nada estavam felizes com aquela aproximação deles. Não mentiria dizendo que não se sentia ainda atraída por ele, mas algo em sua mente gritava dizendo que não era mais paixão e sim gratidão por ele ter feito parte de sua vida e ter lhe dado uma filha.
_Acho que devemos esperar e...
_Sem esperar, Edward. – ela encarou os olhos verdes do Cullen. – Eu sei que a minha mãe tem algo com isso, e no momento ela faz porque pensa que ninguém sabe, mas se eu a colocar na parede ela começará a ver que ela não é intocável. – Edward suspirou maneando a cabeça em concordância.
_Eu vou com você. – disse determinado não dando brechas para que ela falasse o contrário.
_E eu não irei pedir o contrário. – ela sorriu vendo Edward devolver o sorriso. Aquele famoso sorriso de canto de boca dele que tinha a conquistado quando eles eram jovens. – Hoje eu sei que tem um jantar na casa dela pelo o aniversário do...
_Meu pai. – Edward completou as falas de Isabella.
– Podemos aparecer lá e colocarmos tudo em pratos limpos.
_Perfeito. – Edward a encorajou levando a mão para acariciar o braço de Isabella. Ela suspirou com o toque e quando deu por si Edward já estava perto o suficiente, não teria como ignorá-lo e ela não queria fazer isso. Os lábios aproximaram-se e tocaram-se como há anos não se tocavam, mas tinha algo diferente naquele beijo, não era mais a mesma coisa não parecia ser nem mesmo Edward e Isabella de antigamente. Quando o médico afastou-se ele sorriu, e parecia quase como um alivio aquele sorriso. – Desculpe. – ele desculpou-se em seguida. – Já fazia dias que eu queria fazer isso, parecia que algo me puxava para os seus lábios, mas eu...
_Não é mais a mesma coisa. – Isabella o ajudou. Ela também parecia satisfeita. – Não me leve a mal, mas eu fiquei feliz em não sentir nada. Eu amo o meu esposo e estava quase surtando com esse imã que me puxava a você, por isso eu permiti o beijo e fiquei feliz em ver que ainda desejo o meu esposo.
_E eu a minha noiva. – Edward foi sincero. – Acho que agora podemos continuar com o nosso serviço sem nos preocupar que algo possa acontecer com a gente.
_Eu também. – Isabella voltou a abraçá-lo, mas esse estava diferente. Não era mais com tensão, e sim um abraço de uma mãe e um pai que precisava um do outro para manter-se erguidos na fase ruim que estavam passando.
Era estranho ter que entrar naquela imensa casa sabendo que veria o pai, mas não com sua mãe ao lado. Ainda não acreditava que o pai tinha se separado de sua mãe para casar com Reneé. Logo Reneé que um dia havia dito que era melhor amiga de Esme e no final tudo não passou de mentira e pura inveja. Fazia tempos que não via o pai e tinha a nítida impressão que causaria surpresa quando enfim Carlisle o visse.
E os pensamentos de Edward estavam completamente certos. Quando os olho claros de seu pai caíram sobre sua figura entrando sozinho com um pequeno embrulho na mão Carlisle perdeu a cor e ficou ainda mais branco que era. Edward constatou que ele aparentava ser ainda a mesma pessoa, como se não tivesse envelhecido nem que se quer um ano.
_Boa noite. – ele cumprimentou o pai entregando o embrulho nas mãos do aniversariante. – Sei que não fui propriamente convidado a estar em sua comemoração, mas eu recebi o convite de uma pessoa e não pude negar. Feliz aniversário. – Carlisle pegou o presente, mas não conseguia piscar e aquilo fez Edward sorrir. – Não tenho dúvida que seja uma surpresa estar me vendo, mas não ganho nem mesmo uma boa noite?
_Desculpe. – Carlisle finalmente falou limpando a garganta. Olhou ao redor vendo que não tinha ninguém – com exceção de Isabella e Reneé – Olhando para os dois. – Eu não esperava sua presença, mas... É... Hum... Eu fico feliz que você tenha vindo, e não precisava. – ele elevou o presente no ar. – Pode ficar á vontade, Edward. – ele falou por fim vendo que tinha outros convidados chegando. – Eu tenho que cumprimentar os outros. – apontou para porta. Edward não desviou o olhar, continuo olhando em direção do pai.
_Tudo bem, Carlisle. – o mais velho fecho os olhos por alguns momentos. Ouvir o filho lhe chamar de forma tão formal machucava um pouco. Tinha perdido tanta coisa, que às vezes achava que tinha errado em deixar Reneé comandar a sua vida.
Edward deu passagem para o pai e seguiu em direção da Isabella, cumprimentando James primeiro e depois a mulher. Pensou mesmo que Reneé fosse esperar até que sua chegada desse uma assentada, mas ela era rápida, deveria saber que tinha algo estranho na chegada do filho do seu esposo.
_Edward Cullen. – pronunciou o sobrenome com nojo somente em pensar que tinham que dividi-lo como iguais. – A que devo o desprazer da sua presença? Não me lembro de ter estendido o convite para aqueles lados.
_Eu o convidei. – Isabella respondeu lançando o olhar mais frio em direção da mãe.
_E por que você faria isso? Além de ser por burrice é claro. – ela debochou.
_Pelo fato de que agora sabemos que nossa filha, Renesmee, esta viva, que ela nunca morreu e que você não só tem tudo haver com o que aconteceu com o passado como tem haver com que aconteceu alguns meses atrás. – Edward quem respondeu a apreciou vendo a forma que a mulher estava ficando. – Onde está a minha filha? – ele deu passos mais para perto da esposa do pai. Ele a odiava e só não batia nela por ser mulher.
_Vocês são loucos, aquela menina morreu há anos. E o que eu teria haver com a morte dela?
_Minha filha não morreu. – Isabella apertou o braço da mãe. – Por que exatamente você mentiu e a deu?
Reneé puxou o braço do aperto da filha. – Eu não fiz nada, vocês são loucos. – ela saiu pisando duro e visivelmente nervosa.
_Eu disse que não adiantaria. – Edward lamentou, mas elevou um olhar quando ouviu alguém fazer um som com a garganta perto deles.
_Jake. – Isabella andou em direção do primo o abraçando. – Faz tempo que não nos falamos e como você cresceu. – Jacob sorriu. Era primo de Isabella, mas não eram mais tão próximos um do outro quando eram quando ainda dividiam os brinquedos, ela, ele e o Taylor.
_Desculpe perturbá-los, mas eu estava perto e se não me engano você falou algo a respeito de Renesmee? – o coração do moreno estava acelerado. Fazia quase dois meses que ele mandava mensagem para Renesmee e não recebia resposta e não ajudava em nada o fato de Laíz não contar nada que sabia. Ele estava quase surtando com todos aqueles acontecimentos. Isabella olhou para o Edward. – O que exatamente Renesmee tem haver com vocês? Escutei algo como filha?
_Edward Cullen. – o médico estendeu a mão apresentando-se. – Você conhece a Renesmee? – Jacob baixou os olhos olhando para o chão e Edward entendeu, assim como sentiu uma ponta de ciúmes. Sinal que sua menina não era mais tão menina assim. Ele tinha perdido tanta coisa. – gemeu frustrado.
_Éramos amigos, mas faz um bom tempo que ela sumiu. O que você tem haver com ela, Bella? – Isabella trocou um olhar com Edward e esse deu permissão. Ela puxou Jacob pela mão enquanto o Cullen os seguia. Mais uma pessoa descobriria a verdade sobre os Cullen e seus podres.
Os três estavam no jardim da casa Isabella estava de pé enquanto Jacob estava sentado esperando que ela contasse à história que ligasse Renesmee a ela.
_Quando eu era adolescente, Edward se mudou para o lado da minha casa. Ele era filho de Carlisle. – Jacob franziu o cenho. – E como fazia um pouco tempo que a minha mãe tinha se separado do meu pai ela estava meio que deprimida. Com a chegada dos Cullen minha mãe mudou totalmente. Ela passou a ser a amiga da mãe do Ed – Esme – e eu me apaixonei pelo o Edward. Eu estava feliz, nossas famílias se davam super bem, nós dois tínhamos planos e eu achei mesmo que eles fossem se realizar. Mas de uma hora para outra as atitudes da minha mãe começaram a mudar. Primeiro foi uma briga com a Esme depois foram outras e mais outras, eu passei a ver que a minha mãe nunca gostou dos Cullen e sim, sempre teve inveja, pois eles pareciam crescer na vida e ela não tinha ninguém, vivia de uma pensão que o meu pai a dava com muito custo. Ela passou a ter ódio do Edward e a me proibir de vê-lo sem mais nem menos. – suspirou. – Eu continuei encontrando o Edward, pois nos amávamos e foi quando eu descobrir que estava grávida. Achei mesmo que fosse amenizar as coisas para o lado com a minha mãe, mas no final percebi que não. Ela enlouqueceu mais ainda e no final eu descobri que toda aquela loucura dela, era porque ela e o Carlisle mantinham um caso e o pai do Edward tinha dado um fim ao romance e a minha mãe enlouqueceu. – Jacob parecia sem palavras.
_Mas até hoje não sabemos o que aconteceu, só sei que eles – meu pai e ela voltaram – e foi quando a minha mãe descobriu. – Edward olhou em direção da Isabella. – Eu tenho vergonha de dizer isso, mas eu fiquei com raiva da Reneé e da Isabella e nós brigamos. Eu não estava aguentando ver a minha mãe definhando pouco a pouco na depressão que ela entrou e fiquei com raiva de todo mundo, nem mesmo o nosso filho eu queria. – ele parecia visivelmente arrependido. – Mas quando a minha raiva passou – com ajuda da minha mãe – E u voltei a procurar a Bella que nesse ponto já morava com o meu pai e com a mãe dela. Eu disse que tinha errado e ela me perdoou, mas o que não sabíamos era que Reneé não queria nenhum vinculo com o que um dia fez parte do passado de Carlisle, ela simplesmente deu um sumiço em nossa filha e disse que ela tinha morrido. Eu desconfiei dela e Isabella com raiva disse que eu estava com inveja porque o meu pai tinha preferido a mãe dela, e que no final, ela estava certa. Nós Cullen tínhamos tudo na vida e éramos egoístas ao ponto de achar que mundo deveria girar em nossa volta. – Isabella parecia surpresa em ver que ele lembrava todas as palavras ditas. Ela sabia que tinha falado muita coisa injusta, mas não lembrava nem metade delas, viu que elas tinham marcado a vida de Edward para sempre. – Ela disse que eu não poderia lhe dar nenhum futuro – lembrando que eram palavras da mãe dela e no momento frágil que ela estava ela acabou falando tudo aquilo – ele acrescentou. – E depois veio o golpe de misericórdia quando ela disse que não me queria mais e que eu tinha sido o culpado pela a morte da nossa filha. – Edward sorriu melancólico, os olhos focados no chão como se revivesse o momento de novo. – Eu com raiva virei as costas e fui embora. Pensei ter perdido a Isabella e a minha filha aquela noite, mas perdi muito mais do que isso. Eu perdi o meu pai – que era o meu amigo – eu perdi a minha mãe e eu perdi um pouco de fé em muitas coisas. – ele ficou em silêncio.
Jacob limpou a garganta fazendo com que Isabella e Edward – que pareciam estar no passado – Olhassem para ele. – Então se eu liguei e entendi as coisas direito, você tem outra filha, que não está morta, que deve está morando com outras pessoas e o nome dela é Renesmee? – Edward maneou a cabeça em resposta. – Se ela é sua filha, ela é minha...
_Prima. – Edward respondeu. – Mas algo me diz que a história é um pouco mais complicada do que isso não é? – ele encarou Jacob que engoliu em seco.
Notas finais
Bjks
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(¸.´ (¸.´ Diê Kellner ;)
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