Notas iniciais
N/Miss: Nem sei se vale postar alguma coisa de madrugada, mas estamos aí.

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Boa leitura.

Renesmee e Jacob permaneciam abraçados no mesmo lugar alheios aos gritos e tudo que acontecia ao redor deles. Nenhum dos dois estava preocupado com algo. Somente o que importava era aquele momento. Um nos braços do outro novamente.

_Conta essa história direito, por favor. – finalmente Renesmee quebrou o silêncio.

_Eu não sei muito mais do que você também. Eu estava na festa de aniversário do pai do doutor Cullen que é casado com a minha tia Reneé e simplesmente escutei o seu nome e me meti na história.

_Você? Não faz o seu tipo isso. – Renesmee parecia surpresa.

_Sei disso, mas era sobre você, e eu estava desesperado por alguma informação sua. Eu ainda me sentia culpado por tudo, e a Laíz não estava ajudando muito. – Jacob voltou a ficar calado. – Desculpe, eu sou complicado.

_Me conta uma novidade, Jacob. – ele sorriu fazendo com que o corpo dela tremesse com o ato. – Continua.

_Então eles me contaram que tinham sido namorados, e que tiveram uma filha que foi dada como morta. Fiquei surpreso em saber que eles descobriram que era mentira e que a filha não só estava viva, como era você. – Renesmee apertou mais o corpo do moreno ao seu. – Fomos atrás da Laíz e só aí, ela teve coragem de nos contar onde você estava.

_Isso tudo é uma confusão.

_Eu sei disso, ainda estou digerindo tudo. Mas o que você fará?

_Eu tenho que saber o lado dos meus pais, afinal, eles sempre estiveram ao meu lado e seria mentira minha falar que não tenho nenhum sentimento ou que não sou grata por eles me criarem. Mas vai depender muito do que eles sabem. Se no final eles foram enganados pela sua tia, acho que posso perdoá-los, mas se eles sempre souberam de tudo, acho que aí a história muda.

_Desculpe dizer, mas acho que é a segunda opção. – Jacob foi sincero.

_Eu também acho que é a segunda, mas tenho que escutá-los primeiro. – o silêncio voltou a reinar entre eles. Mas nenhum soltava o corpo um do outro.

_Porque você não me contou que a minha tia tinha lhe ameaçado na porta da sua escola?

_Você mal olhou na minha cara aquele dia, e quando fez nós ficamos, quando e dei por mim você estava fugindo da cama pela manhã. Acha mesmo que eu lembraria lhe contar algo?

_Desculpe Renesmee. Eu estraguei um momento especial para você. Foi especial na minha vida também, mas eu sou um homem confuso, e cheio de problemas.

_Eu sei disso, e mesmo assim eu lhe desejo. – o corpo de Jacob ficou rígido.

_Eu senti sua falta, pequena. – ele finalmente admitiu.

Renesmee sorriu antes de abraçá-lo ainda mais forte encostando a cabeça em seu peito e aspirando forte o seu cheiro.

_Eu também sentia a sua falta, moreno. Beije-me. – ela pediu passando as mãos pela lateral do corpo de Jacob e pousando as duas no rosto dele. Os lábios próximos. Ela não o beijaria, deixaria com que ele terminasse com o espaço que ainda tinha entre eles. Precisava sentir que ele tinha mesmo sentindo saudades dela, e que a desejava.

Mas para o completo desespero de Renesmee. Jacob segurou o rosto dela e direcionou os lábios para a testa dela. Apertando com força os lábios contra a carne.

_Desculpe. Eu não posso. Somos primos.

Renesmee o empurrou de leve e o encarou. Não tinha lágrima, não tinha decepção. Ela estava acostumada com aquelas atitudes de Jacob e aqueles surtos que eram bem normais na vida do moreno.

_Escuta com atenção o que eu vou lhe falar Jacob. Eu lhe quero, mas eu não vou mais correr atrás de você e nem tentar fazer isso. – ela apontou dela para ele. – Dar certo. Eu vou esperar o momento que você julgar certo para ser sincero não só comigo, mas também com você. E quando esse dia chegar eu vou lhe querer da mesma forma que eu o quero agora. Mas Jacob, eu vou viver a minha vida independente dos sentimentos que eu tenho por você, e se aparecer alguém que queria me fazer feliz e não só me decepcionar eu vou dar essa chance a pessoa, mesmo o amando. Porque eu sinto que esperar por você é a mesma coisa que esperar por coisas impossíveis. – ela sorriu, mas não tinha humor em seu sorriso. Sua atitude naquele momento era determinante, como se ela estivesse dando rumo à vida dela. – E coisas impossíveis são exatamente isso, elas nunca acontecem.

Dito isso ela não esperou por resposta ou por alguma atitude de Jacob. Sabia que não teria nenhuma das duas. Ela simplesmente saiu do quarto. Ela tinha outras coisas para resolver.

Seu futuro.


Renesmee desceu os degraus ainda presenciando os gritos da mulher que toda a sua vida ela conheceu e chamou de mãe e a outra, Isabella e que era quem realmente recebia esse status. Imediatamente as trocas de ofensas e gritos pararam no momento em que Renesmee desceu o último degrau da escada.

_Renesmee. – Kelly deu alguns passos em direção da filha que com um passo mínimo para trás deixou claro que não queria ser tocada.

_Eu tenho somente uma pergunta a fazer a você e ao meu pai. – ela mirou Alan que estava vermelho, mas calado em um canto. – Vocês dois sabiam que eu era filha de outras pessoas? E que essas pessoas achavam que eu estava morta? Vocês recebiam algum dinheiro da mulher chamada Reneé para me manter longe da verdade? – os lábios de Kelly tremeram. Renesmee nem precisava ouvir a resposta formulada. O olhar de loira a entregava. – Eu estou indo com vocês. – Renesmee virou para olhar Edward nos olhos.

_Não! – Kelly gritou ficando de joelhos em frente à filha. O rosto banhado pelas lagrimas. – Eu amo você. Amei desde o momento que a Reneé me deu você para cuidar. Eu fiquei ao seu lado quando você mais precisou. Isso é injusto.

_Agradeço por ter ficado ao meu lado e cuidado de mim, mas você mentiu. Sinceramente eu estava pedindo para que você também tivesse sido enganada nessa história toda. Porque assim eu me sentiria bem. Não lhe culparia por não ter conhecido os meus pais verdadeiros. Eu ia entender, mas você sempre soube. O tempo todo. E é exatamente isso que eu não posso aceitar.

_Eu te amo. – ela agarrou as pernas de Renesmee.

_E eu estaria mentindo se falasse que não amo vocês. – ela olhou para Alan que agora chorava. – Eu amo. Eu só preciso de um tempo para processar tudo isso. – ela virou para avó e sorriu. – Eu volto para que possamos conversar melhor, mas nesse momento eu preciso de paz. – a mais velha concordou.

_Eu vou lhe ajudar com suas coisas. – Renesmee, Laíz e Sandra subiram as escadas em direção do quarto de Renesmee.

Renesmee pegou somente as roupas, não precisaria levar mais nada. Em alguns minutos a mala dela estava pronta e ela estava entrando no carro ouvindo Kelly gritar ao fundo. A ruiva engoliu em seco e escondeu o rosto no ombro da amiga e finalmente chorou enquanto o carro deixava a frente da casa da mulher que ela aprendeu a chamar e a amar como vó.

A viagem de volta foi silenciosa e triste. Ninguém ousou falar nada a Renesmee que depois de um tempo parou de chorar, mas não falava nada. Quando o carro parou em frente a um condomínio Renesmee pareceu acordar que a verdade da sua vida era outra.

_Onde estamos? – ela perguntou por fim ouvindo o quanto sua voz estava rouca.

_Na minha casa. – Edward respondeu. – Achamos melhor que você passe os primeiros dias aqui e depois podemos fazer sua mudança para a casa da Isabella. – ele sorriu. – É que temos que ter cuidado, Reneé está sempre lá, e não sabemos qual é o verdadeiro motivo que ela tem para lhe odiar e....

_Eu vou para casa da Laíz. – Renesmee cortou o raciocínio de Edward.

_Renesmee eu...

_Doutor Cullen. – ela o cortou de novo. – Eu não posso simplesmente ter saído da casa das pessoas que eu julguei serem meus pais por 18 anos da minha vida e ir para casa de um de vocês. Eu não me expliquei direito. Eu estava vindo com vocês, mas não morar com vocês. –Edward lhe lançou um olhar confuso e Isabella estava prestes a chorar de novo. – Eu acho que temos que nos conhecer primeiro. É tudo muito novo, algumas horas atrás você era o meu doutor, e eu nunca tinha lhe visto na vida. – ela direcionou essas palavras a Isabella.

_Eu lhe entendo. – Edward sorriu. – Você... Já pensou no que quer fazer?

_Sim. – Renesmee respirou fundo. – Eu estou indo passar alguns dias na casa da Laíz, até que possamos alugar o apartamento que comentamos em alugar. – Laíz sorriu animada. – Eu irei morar com ela, fazer a minha faculdade e quando eu me formar, eu vou ver o que irei fazer da minha vida. Nesse meio tempo, podemos nos conhecer e quem sabe um dia nos tornar a família que nos foi negado ser?

_Se é desse jeito que você quer. Se precisar de ajuda, é só nos falar. Não precisa ficar com vergonha nem nada.

_Pode deixar.

Edward voltou andar com o carro. Renesmee olhou de canto de olho para Jacob e ele estava sério com a mandíbula trincada como se não estivesse gostado nenhum pouco da idéia.


Renesmee depois de tomar um banho finalmente pode deitar na cama que Laíz tinha improvisado para ela, um suspiro de alivio escapou dos seus lábios.

_Sou ruim por me sentir livre? Sabendo que os meus pais estão sofrendo?

_Qual dos pais? – Laíz perguntou jogando-se sobre a cama.

_Os quatro. – Renesmee sorriu levando a amiga a sorrir também.

_Acho que não. Na real eu entendo porque você se sente livre, eles estavam lhe prendendo, e agora que não estão mais, você está feliz. E falando em felicidade, não achei o Jacob muito feliz. O que aconteceu?

_Você percebeu que somos primos não é?

_Sim, mas segundo as minhas contas de segundo grau. – Lalah deu de ombros. – Tão importante assim?

_A meu ver não. Nunca o vi como parente e não será agora que eu verei. Mas o Jacob ele...

_Nem precisa terminar. – Laíz parecia indignada. – Ele surtou? – Renesmee afirmou com um aceno de cabeça. – Quando ele não surta? Acho que é isso que temos que perguntar.

_Eu disse isso. E disse também que eu o quero.

_Isso menina, correndo atrás dos seus desejos.

_Mas eu avisei que se eu tiver que esperar demais e aparecer alguém eu estou seguindo a minha vida.

_E ele?

_Não respondeu. – Renesmee deu de ombros. – Eu não deixei que respondesse, mas tenho certeza que ele irá pensar a respeito. Ele sempre pensa.

_O mal dele é exatamente esse. Pensar demais. – as duas voltaram a sorrir. – Estou feliz que você esteja aqui, e que vamos morar juntas. É a nova fase da nossa vida, agora.

_Eu também estou muito feliz.


Os dias que se passaram, Renesmee e Laíz tiraram para ir à procura de um apartamento. As duas haviam recebido as cartas da faculdade e ambas tinham passado para mesma instituição, e melhor ainda, perto de casa. Agora era a luta para encontrarem um apartamento que não fosse muito caro e que ao mesmo tempo correspondesse às exigências delas. Edward e Isabella fizeram questão de acompanha-las na procura e no pagamento do aluguel. Por mais que Renesmee falasse que não precisava, eles não aceitaram um não como resposta.

Renesmee ligava quase de dois em dois dias para falar com a avó Sandra e sempre perguntava pelos pais. Doía ouvir que Kelly estava mal, mas ela – Renesmee – precisava de um tempo sozinha. Jacob ela não o via sempre. Algumas vezes ele as acompanhou para procurar o apartamento, mas como ele estava em começo de temporada de jogos, ele não tinha tempo livre. E Renesmee estava mesmo agradecendo por isso. Tê-lo perto era como se ela tivesse que brigar com algo o tempo todo. Pois ela queria tocá-lo, e ele mal chegava perto dela. Os laços familiares estavam mesmo falando mais alto para o moreno.


A procura ao apartamento levou bastante tempo, e sem que as meninas pudesse ver faltava somente poucos dias para as aulas começarem. No último dia de férias elas tinham terminado a mudança com a ajuda de Jacob, Yates e o namorado de Laíz que também jogava com os meninos.

_Alguém quer água? – Renesmee ofereceu depois que a última caixa foi depositada sobre o chão da sala.

_Eu quero. – Yates praticamente correu para pegar água.

_Renesmee. – o namorado de Laíz chamou pela ruiva. – Sabe aquele cara que você conversou na festa do apartamento do Jacob?

_Drew? – Renesmee indagou surpresa. – Lembro sim, o que tem ele?

_Eu e ele temos um amigo em comum, e ele descobriu que eu lhe conheço. – Renesmee sorriu. Tinha gostado de Andrew. – E ele me pediu para pegar o seu número. Eu disse que veria com você e depois dava a resposta.

_Tudo bem. Lalah, depois você dá o meu número para ele? – Laíz confirmou com um aceno de cabeça.

Renesmee virou sorrindo e deu de cara com os olhos negros de Jacob a olhando com curiosidade e ela pode jurar que eles estavam raivosos.

_Acho que ninguém precisa mais de mim aqui. – ele ficou de pé visivelmente chateado.

_ Espera cara eu vou só...

_Eu estou indo, Yates. – ele o cortou. – Estou indo para a minha casa tomar um banho e quem sabe sair um pouco. – ele voltou o olhar para Renesmee e por mais que as palavras tivesse lhe feito mal, ela ficou imparcial.

_Eu vou lhe levar ao elevador, Jacob. – ela o seguiu.

Jacob apertou o botão e secou o suor da testa com a mão, enfiando em seguida no bolso da calça.

_Você está bem? – ela perguntou.

Ele virou sorrindo. Era debochado o sorriso, ela sabia disso.

_Perfeitamente bem, me diz por que eu não estaria?

_Você ainda... Você sabe. – ela fez sinal para o braço e ele fez uma careta.

_Não. Pode ficar tranquila.

_Sabe... Meu pai disse que você tem que procurar um médico. Que isso não vai embora da noite para o dia e...

_Eu sei Renesmee. E também sei me cuidar sozinho. Então não precisa se preocupar comigo. Vai viver a sua vida que eu estou bem.

_Está bem, Jacob. Eu quero ser sua amiga, mas nem isso você quer de mim. – ela respirou fundo vendo que o elevador estava chegando. – Eu só não entendo porque você ainda continua aqui então. Você não me quer; não suporta estar perto de mim e não quer a minha ajuda. O que diabos você ainda está fazendo aqui!? – ela gritou.

A porta do elevador abriu e Jacob entrou sério. – Eu me faço essa pergunta todos os dias. – foi à resposta dele antes que a porta pudesse fechar.

Quando Renesmee voltou para o apartamento, a expressão espumando de raiva era pouco para o que ela estava sentindo.

_O que aconteceu? – Yates indagou. – Ouvimos o seu grito daqui, o que aquele asno fez agora?

_Eu juro que eu não sei o que ele estava fazendo com a vida dele e muito menos com a minha. – ela esfregou o rosto com as mãos. – Eu queria um parecer dele, mas acho que nunca vai vim. Ele me vê como prima. Tenho certeza.

_Quando você irá prestar atenção que Jacob só funciona quando ele leva um tranco? Tudo com vocês foi a base de tranco. O primeiro beijo, a primeira vez.

_Como você sabe? – ela perguntou assustada.

Yates sorriu. – Com quem você acha que ele conversava quando precisava? Ou melhor, com quem você acha que ele conversa quando precisa?

_Eu só queria saber sobre. – ela fez sinal nos braços, como se estivesse cortando-se.

_Ele tentou, mas foi antes de você voltar. Eu estou de olho nele, e ele não fez mais. Mas isso não significa nada, eu sei disso. – Yates foi rápido em se explicar. – Eu já tentei convencê-lo ir ver um psicólogo, mas está difícil.

_Eu estava em dúvidas. – Renesmee divagou.

_Sobre o que?

_Sobre o que cursar. Agora eu já sei. Vou fazer psicologia.

Yates riu antes de jogar-se ao lado da amiga que ele aprendeu a amar em tão pouco tempo. – Conhecia alguém. – Renesmee deu um grito e pulou para abraçar mais o amigo.

_Ele é bonito? Legal? Ele sabe que você tem uma amiga muito ciumenta?

_Eu disse eu conhecia alguém, e não que eu estou namorando alguém. – ela o abraçou ainda sorrindo.

_Fico feliz por você, mas Jacob já sabe? – Yates fez uma pequena careta.

_Esse homem é muito complicado. Até pouco tempo ele me ignorava por amar o irmão dele, agora se eu estou olhando para algum homem ele pergunta se eu já me esqueci do irmão dele tão rápido. – os dois começaram a rir. – Eu nunca vi dois gêmeos tão diferentes um do outro. – Renesmee concordou.

Ela e Yates ficaram jogados em um sofá, enquanto Laíz e Jackson estavam no quarto fazendo sabe lá o que.

_Sabe do que eu me lembrei?

_Do quê?

_Você não me contou como foi a primeira vez com o senhor complicado. – os olhos de Renesmee brilharam antes que ela começasse a falar de Jacob.

Era impressionante como somente o moreno não via o quão mal ele estava fazendo afastando Renesmee dele.

Renesmee ainda estava conversando com Yates quando o celular dela vibrou. Ela o procurou e viu o nome do Jacob brilhando no visor. Respirou fundo sem criar expectativa. Tinha aprendido que com ele não podia ter esperanças.


Desculpe-me por ter sido rude com você. Eu estou tentando, eu juro que estou tentando, mas não é tão fácil pra mim o quanto é para você. Por favor, não desista de mim. Sinto sua falta. J.B


Renesmee puxou ar para os pulmões e mostrou o visor do celular para Yates.

_Eu disse que com ele é no tranco. Não se preocupa. Uma hora ele vem.

Os dois voltaram a ficar abraçados no sofá e conversando. Renesmee não respondeu a mensagem. Jacob merecia o seu silêncio.



Notas finais
Nota beta: Acho que alguma de vocês ficaram chateada porque eu falei que o Jacob estava muito florzinha, mas não mencionei sobre os cortes e tals... Eu sou tipo o personagem da Renesmee que dá a martelada direto na cabeça do prego não fico dando voltinha, já vou direto na solução.
Por falar na Renesmee que garota fantástica não é? Passou por tanta coisa e é tão esperta e determinada! Já o Jake continua me dando nos nervos, com esse lenga-lenga dele e to suspeitando que vai ficar pra trás se não tomar uma decisão!
E vocês? O que estão achando?
Comentem muito!!

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(¸.´ (¸.´ Diê Kellner ;)