Notas iniciais
Na fic vão haver duas Clary Fray, a mãe que vai ser a Lily Collins de City of Bones e a filha que vai ser a Kate Macnamara.

P.O.V. Rebekah.

Faz um ano desde a morte de Hayley e o meu irmão Elijah está se afundando.

Ele não se alimenta mais eu tenho que forçar o sangue pela garganta dele ou dar intravenoso.

—Você não pode morrer irmão. Precisa esquecer.

Eu fui pedir a ajuda da Davina e ela disse que não podia fazer nada, mas que sentia que a ajuda estava vindo.

Então um belo dia tocam a campainha.

—Oi. Eu vim pelo emprego de babá.

—Trabalhando de babá? Á que ponto você chegou ein Katherine.

—Eu não sou Katherine, você se enganou de pessoa. Eu sou a Emily.

Eu ouvi o coração dele e ela era humana. Ela era retraída.

—E então? O emprego ainda está disponível?

—Sim. Está.

Eu a convidei para entrar sem realmente convidá-la para entrar.

—Nik! Temos uma candidata.

—Katerina Petrova, mas a que ponto você chegou.

—Eu sou a Emily Fray senhor. Aqui o meu currículo.

—É um belo currículo.

—Obrigado senhor.

—Eu sou Klaus Mikaelson.

—Muito prazer.

Ela apertou a mão de Nik com um sorriso no rosto.

—Pode perguntar o que quiser sobre meus empregos anteriores, mas eu prefiro não falar da minha vida particular.

—Profissional. Eu gosto. Isso está em falta ultimamente.

—Se o senhor me permitir, eu gostaria de conhecer a criança.

—Claro.

A humana cuja casa o nome estava na escritura trouxe Hope que berrava á plenos pulmões.

—Ela é linda. Meus parabéns senhor Mikaelson. Me permite?

—Entregue pra ela.

Foi Hope ir para os braços de Emily que o choro cessou imediatamente.

—Oi lindinha, eu sou a Emily. Qual é o nome dela Senhor Mikaelson?

—Hope. O nome dela é Hope.

—É um prazer conhecê-la Hope.

Ela riu. Hope nunca havia rido de algo que uma pessoa fora da família disse ou fez.

—Ela é uma gracinha.

—Meus parabéns. Você está contratada.

—Obrigado. Você não vai se arrepender.

P.O.V. Emily.

Eu consegui o emprego e passei a cuidar do bebê.

—É uma bomba ein querida.

Eu disse ao trocar a fralda da Hope. Joguei a fralda suja no lixo e coloquei uma limpa, não sem antes fazer a higiene do bebê.

—Prontinho. Limpinha e cheirosinha.

—Você é realmente boa com crianças.

—Obrigado senhora. Vocês tem uma linda filhinha.

—Oh, eu não sou a mãe. Eu sou tia. A mãe da Hope morreu no parto.

—Oh! Eu sinto muito.

A pequena Hope começou a demonstrar sinais de cansaço.

—Acho que é hora da soneca.

Eu estava com ela no quarto e comecei a niná-la cantando Rockabye a música que a minha mãe cantava pra mim quando eu era pequena. Quando eu vejo um homem de terno, ele estava pálido com uma aparência doente, estava escorado na porta.

—Meu Deus! Você é uma assombração?

—Não. Eu sou Elijah Mikaelson. Você tem uma bela voz.

—Shh! Ela está dormindo. Venha, vamos pra outro lugar.

Tive que ajudá-lo a caminhar de tão fraco que ele estava.

—O senhor precisa de um hospital. Está muito pálido, com certeza está doente.

—Eu vou ficar bem.

—Vou fazer alguma coisa pra você comer.

—Eu posso me virar.

Eu abri a geladeira e vi bolsas de sangue.

—Que coisa mais esquisita.

Eu fiz um sanduíche pra ele, mas ele não comeu.

—Porque você não come?

Ele pegou uma das bolsas de sangue e começou a beber o conteúdo.

—Eu já vi muita esquisitice nos meus serviços, mas nada se compara.

Felizmente o bebê começou a chorar.

Eu a tirei do berço e fiz uma mamadeira pra ela.

—Aqui querida, mama.

A pequena Hope mamou vorazmente, depois eu troquei a fralda e brinquei com ela.

—Parecem estar se dando bem.

—Estamos senhor Mikaelson.

—A minha esposa está em Milão á trabalho então estamos só eu, a Hope e meus irmãos.

—A sua esposa faz o que? Se me permite perguntar.

—Ela é modista.

—Você quer dizer estilista.

—Isso. Hope está começando a comer comida sólida, bom sopa e coisas cremosas.

—Os dentes estão nascendo.

—Como pode saber?

—Ela me mordeu. Pra que morder um mordedor se você tem uma babá sulculenta por perto. Eu nem quero saber em que tipo de culto vocês estão envolvidos, só não me arrastem pra dentro disso. Eu sou só a babá, contanto que haja um bebê pra cuidar e que paguem meu salário em dia eu não quero nem saber no que vocês estão metidos.

—Culto?

—O sangue na geladeira. Se tentarem alguma coisa comigo eu sei lutar. Sou do tipo que revida quando encurralada. A minha prima Clary me ensinou a lutar.

—A sua prima Clary?

—Não subestime a prima Clary.

—Tenho que resolver umas coisas na cidade. Você fica bem sozinha?

—Fico.