Notas iniciais
Yo Minna-san!
Tô aqui de novo!
Espero que gostem!
(Qualquer dúvida mandem por Review!)

Caía a tarde e um garoto com cabelos rosa entrava na igrejinha do convento. Ele foi andando até o confessionário e lá começou a conversar com a freira que estava atrás do confessionário.

_ Irmã Jeanne?_ Perguntou o rosado.

_ Ranmaru_ Respondeu ela_ Sou eu.

_ Novamente vestida de padre, não?_ Brincou ele.

_ Ranmaru!_ Ela o repreendeu.

_ Desculpe!_ Ele falou com um risinho.

_ Bem, o que você quer conversar?_ Perguntou ela.

_ Como vão as Operações da Pia?_ Perguntou ele.

_ Virou agente da Shindo?_ Perguntou Jeanne com medo na voz.

_ Não_ Falou ele_ Ainda sou um garoto que apoia a Liberdade de Expressão.

_ Que bom_ Ela disse_ A Shindo está formada!

_ Não acredito!_ Disse ele_ Akane estava falando sério!

_ O que a Yamana te falou?_ Perguntou ela muito afobada.

_ Que pensa em entrar para essa Organização para poder voltar ao Japão, e..._ Ele fez um pausa um pouco longa_ Ela quer ficar com Shindou...

O garoto de que Kirino Ranmaru falava era o seu melhor amigo, pelo qual, Yamana Akane é apaixonada. Ela tinha vindo ao Brasil com Kirino, que era apaixonado por ela, e ela o achava um simples amigo.

_ Alguma notícia da guerra?_ Perguntou ela.

_ Sim, conquistamos o Havaí!_ Disse ele_ E em breve devemos alcançar o Alasca e então conquistar todo o continente.

_ A Shindou tá fazendo notícias muito boas não?_ Disse Jeanne.

_ Muito!_ Disse ele_ Os americanos nos detonaram na Batalha de Midway.

_ Quantas baixas deles?_ Jeanne perguntou.

_ Foram 307 deles, e nós fomos 2.500_ Disse Kirino_ Vou indo..._ Ele viu uma mulher entrando_ Até Padre!_ Disse ele saindo correndo.

Agosto de 1942, cidade de Guaraná

Kurama andava pela cidade até que se encontrou com um garoto alto, revoltado com algo, xingando a vida.

_ Filhos duma quenga!_ Dizia ele_ Fecharam o clube de sumô!

_ Com licença_ Disse ele interrompendo_ Sou novo nessa cidade, onde fica o mercado mais próximo?

_ Na porra do lugar que você chama de casa!_ Disse pegando um pedra e tacando numa janela próxima.

_ Por que você está tão irritado?_ Perguntou o garoto.

_ Os Policiais fecharam o clube de sumô!_ Disse ele irritado.

_ O que?_ Disse ele_ Sangoku-san, sou eu, Kurama!_ Quase gritou.

_ É mesmo!_ Falou ele_ Desculpe Kurama, mas é que isso foi muito forte em mim!

_ Eu entendo, acho que a maioria de nós, japoneses e descendentes, entendemos_ Disse Kurama para ele abraçando-o.

_ Por que me abraçou Kurama?_ Perguntou.

_ Medo..._ Ele soltou o colega e saiu correndo pela rua até sair do centro da cidade e ir parar na zona rural.

Ao chegar lá, viu os trabalhadores de diversas origens: Africana, Italiana, Portuguesa, Alemã, Japonesa, Ucraniana, Indígena, e Lituânos. Foi entrando devagar e foi vendo o que eles plantavam. Foi andando até um enorme galpão. Lá viu uma garota, que qualificou de uma forma...

_ Linda!_ Disse ele, que ouviu pessoas chegando e então se escondeu atrás de feno.

_ Doutor Florêncio Monti, no que posso ajudar?_ Pergutou ela.

Kurama que via tudo por um pequeno buraco entre os sacos de feno ficava apreciando a garota.

Agosto de 1942, cidade de Guaraná, Posto Médico da Shindo

Tsurugi Yuuchi estava deitado numa cama, quando seu irmão mais novo chegou ao quarto em que ele estava. O garoto estava chorando muito, e sentou num banquinho.

_ Yuuchi_ Sussurrou_ Gomensai!_ Ele gritou se levantando do banquinho e abraçando o irmão.

_ Kyosuke... A culpa não é sua!_ Disse ele penteando os cabelos do irmão com a mão.

_ Verdade..._ Ele olhou o irmão.

_ Sim, a culpa foi do seu momento de loucura_ Falou ele_ E do Hikaru, claro!

_ Não mete ele no meio!_ Falou Tsurugi_ Ele só fez o que eu pago ele pra fazer! Me avisar de tudo que me interessa!

_ Emprego inútil!_ Falou Yuuchi.

A discussão foi interrompida pelo Doutor Handa, que entrou no quarto para falar com Yuuchi.

_ General..._ Ele começou a ler o diagnóstico do paciente_ Informo que a partir do dia de hoje, o senhor não poderá mais andar por meios físicos, e terá de usar uma cadeira de rodas para se locomover.

Kyosuke chorava, sabia que era por causa da facada que ele deu no irmão.

Agosto de 1942, Vilarejo Dolce Lar, Casa de Kariya Masaki

Kariya andava de um lado para outro fumando um cigarro, enquanto escrevia um poema em seu caderno de idéias. Ainda estudava, mas os vendia para o jornal da cidade sob o pseudônimo de Clara de Aguiar Tsuchiya para conseguir dinheiro, pois seus pais haviam sido presos. Ele tinha conseguido esconder de Yuuchi o fato, inventando que eles tinham ido viajar. E ainda dava aulas para Fey, um garoto que nem conhecia direito.

_ Não consigo pensar em algo que preste!_ Falou ele arrancando uma folha e encontrando o cigarro nela, fazendo-a pegar fogo.

_ Vai ser difícil_ Disse uma garota sentada no sofá da sala de Kariya lendo um jornal_ É muito nhénhénhé!

_ Midori!_ Tenma a repreendeu.

_ Midori! Tenma! Como entraram aqui?_ Perguntou ele com susto na voz.

_ Ué, pulamos a janela, nesse intante!_ Falou ela_ E vai se vestir!_ Disse reparando que ele estava de roupão.

_ Midori!_ Tenma falou mais uma vez, enquanto Kariya corria para o quarto para se trocar.

_ Matsukaze, o que eu fiz agora?_ Perguntou ela.

_ Você entrou na casa alheia sem autorização!_ Disse ele.

_ E você que vive me seguindo!_ Falou ela.

_ Eu não sigo você! Você é que me segue!_ Falou ele.

_ Ah não, eu só vim para esse vilarejo no fim do Mundo porque me mandaram_ Falou ela.

_ Eu também fui mandado pra cá, que coincidência, não?_ Perguntou Tenma_ Sendo que eu viajei antes!

_ Deixa de ser cismado Matsukaze!_ Disse ela.

_ Isso e estranho!_ Disse ele pegando um jornal_ Muito estranho!

No quarto, Kariya terminava de se vestir, quando viu pedrinhas atingindo a janela do quarto. Foi ver e encontrou Aoi inocente com elas em sua mão. Pensou um pouco e então abriu a janela e pulou.

_ Kariya_ Ela começava a falar_ Meu pai deixou!

_ Que ótimo!_ Ele beijou ela com vontade e após este acabar, a abraçou_ Eu vou casar!_ Gritou.

Agosto de 1942, cidade de Guaraná, local desconhecido.

Num galpão vazio, dois garotos estavam conversando. Um estava enrolado num lençol branco caído no chão, chorando. O outro tinha acabado de chegar.

_ Então, como foi a noite?_ Perguntou Taiyou.

_ Mais uma noite triste!_ Disse Minamisawa_ Pelo menos não tinha você perto de mim! Nem você, nem aqueles outros asquerosos de merda que fizeram tudo isso comigo!

_ Que bom que está tudo certo!_ Disse pegando uma caixa e retirando a tampa, mostrando a comida_ Agora, você pode almoçar!

_ Isso é a única coisa que aceito de você por que eu não quero morrer!_ Disse Minamisawa_ Seu porco sujo!

_ Mas não fiz nada de errado com você!_ Falou Taiyou se levantando.

_ Não, imagina se o vice-general da Shindo ia fazer algo tão impuro como isso_ Minamisawa falou carregado de sarcasmo.

_ Depois dessa piadinha infâme, quero lhe apresentar o Diretor da Shindo para a cidade de Guaraná e arredores!_ Falou abrindo a porta do galpão.

_ Você... Não acredito que você é o maldito que fez isso comigo!_ Falou Minamisawa.

Notas finais
Alguém tem alguma sugestão? Crítica? Elogio?
Até o próximo!