O CEO que Eu Paguei
64 Pele com pele
O corpo dela respondia como fogo em palha seca.
Arfava, tremia, se entregava com uma facilidade que só o toque dele despertava.
E Heitor…
Ele tava em outra dimensão.
A respiração descompassada, o peito arfando, o corpo latejando de vontade.
Quando ele finalmente se encaixou nela, a sensação bateu como um soco no estômago.
Ele prendeu o ar, os dedos apertando ainda mais os pulsos dela contra a parede.
Ele sentiu o calor dela irradiar pela glande dele, estava tão molhada e o apertava, ele forçava e sentia o corpo dela resistir a entrada dele, mas era deliciosa a sensação de sentir o pau dele abrindo espaço forçado, sem pedir licença, a obrigando a aceitar.
Ela arrebitava mais a bunda, e os dedos dela apertavam tão forte as paredes que com certeza fariam marcas. Deliciosa. Aquela visão só o deixava mais excitado.
— Puta que pariu...
Fechou os olhos com força. Encostou a testa nas costas dela por um segundo, como se precisasse pedir misericórdia.
— Caralho, Helena...
A voz saiu rouca, arrastada, como se tivesse sido arrancada do fundo da garganta.
— Pele com pele... Porra... eu tô sentindo você toda.
Ele deslizou mais fundo, devagar, sentindo o pau a abrir todinha e gemeu contra a pele dela:
— Tão quente... tão molhada... Parece que seu corpo tava me esperando assim.
Helena mordeu o antebraço, tentando conter o som que escapava da garganta. Mas não tinha mais controle.
A sensação de estar completamente preenchida, sem nenhuma barreira, fazia o corpo dela vibrar como nunca.
— Tu é perfeita... — ele sussurrou, enterrado nela. — Desse jeitinho aqui… crua, inteira… minha.
Ela tentou se virar, queria ver o rosto dele, mas ele não deixou.
— Fica assim. Hoje tu só sente. Eu vou te deixar tão marcada... que até tua alma vai lembrar de mim. Por outras vidas até.
Ele começou a se mover com ritmo lento e profundo.
A cada estocada, um gemido abafado.
A cada investida, um novo arrepio.
A mão dele, firme nos pulsos.
A outra, subindo pela barriga, passando pela cintura, como se estivesse esculpindo o corpo dela só com o toque.
— Você sabe que depois de hoje… eu não vou conseguir te comer com camisinha nunca mais, né?
Helena gemeu alto. Ele sorriu.
— Você apertando meu pau assim... Deliciosa... Tu sem filtro. Eu sem freio. — ele completa com uma voz totalmente satisfeita — A gente do jeito que tem que ser.
Ela se jogou pra trás, colando mais nele, rebolando devagar, provocando.
— Safada... — ele falou num tom de desejo. — Me enlouquece mesmo.
As estocadas aumentaram o ritmo. O som dos corpos. O barulho da pele. O cheiro de sexo. Tudo ali… era deles.
Helena sentia cada músculo do corpo dele se mover contra o dela. Cada palavrão que ele sussurrava era um novo orgasmo que ameaçava surgir. E ele, mesmo no controle, tava quase perdendo a cabeça.
— Você tá muito apertada. Muito boa... Muito minha.
Ela assentiu, ofegante.
— Sua...
— Repete.
— Sou sua…
— De novo.
— Sou sua, Heitor. Só sua.
Ele mordeu o ombro dela.
E gemeu como um homem que tava vivendo o maior prazer da vida.
O som do corpo dela contra a parede era abafado, úmido, inacreditavelmente excitante.
Helena empinada, com as mãos presas no alto e o vestido levantado. A calcinha já estava pendurada na coxa.
Ele metia até a base nela. Pele com pele. Sem nada no meio.
A cada estocada sem camisinha fazia ele sentir a vontade gozar. A camisinha era horrível, mas ela o fazia durar mais, sentir ela por dentro assim, quente, molhada e ele tinha a sensação que conseguia sentir até a parede do útero dela.
— Fodeu...
Ele rosnou baixo, como se tivesse sentido um raio atravessar o corpo.
— Porra, Helena… Tu vai me matar assim.
Ela mordeu o braço, tentando segurar o som. Mas ele sabia. Sabia exatamente onde apertar, onde entrar, o que dizer.
A mão dele subia e descia na cintura dela, apertando com força.
— Você não tem noção... Tô te sentindo todinha agora… Quente, molhada, apertada pra caralho... E crua… Do jeito que eu sempre quis.
A voz dele tava rude, grave, embriagada de prazer, batendo direto no ponto mais sensível do corpo dela.
— Tu tirou a única regra que tu me impôs. — ele mordeu no ombro dela e lambeu — E agora? Agora você tá me dando tudo. — ele lambeu a orelha dela e falou com o hálito quente — Tu é minha. Toda minha. Inteiramente minha.
Helena gemeu alto, descontrolada.
— Fala mais. — ela implorou.
Ele riu com a respiração entrecortada.
— Você quer que eu fale o quê? Que tu goza quando eu falo sujo? Que tu adora quando eu te prendo assim, como se o mundo inteiro fosse só você e meu pau?
Ela gemeu mais alto, o corpo tremendo sob o dele.
— Vai gozar, não vai? Só com as minhas palavras? Vai gozar ouvindo o homem que te fode dizendo que tu é a melhor coisa que ele já meteu?
Helena tentou segurar.
Mas não deu.
O gemido saiu rasgado, alto, quase desesperado, com o corpo dela se desfazendo contra a parede.
— Isso... goza pra mim. Goza com minha pica dentro de você, sem camisinha, sem censura. Goza sabendo que agora tu é minha. E que depois disso... não tem mais volta.
Ela gemeu o nome dele, o corpo tremendo inteiro.
E Heitor... Ele olhou pra ela, o cabelo colado na testa, o peito arfando.
— Você não é mais minha ficante, nem a é minha peguete. Tu é a porra da mulher que me faz perder o nome, o juízo, o medo e o coração...
Ele encostou a boca no ouvido dela novamente e sussurrou, ofegante:
— E agora tu é minha sem nada. Do jeito que sempre deveria ter sido.
Ela não respondeu. Não conseguia.
Porque naquele momento… ela tava toda dele.
E ele sabia.
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