O Boneco de Plastico
30 Mudança de sorte
Notas iniciais

VINTE E NOVE
MUDANÇA DE SORTE
Ele me empurrou para dentro do quarto dele, sua boca quase não desgrudava da minha, e isso me empolgava bastante, e ao mesmo tempo em que eu estava empolgada, eu também estava tonta com os últimos acontecimentos, afinal, era muita coisa para digerir. Já que primeiro eu tinha ido para festa acompanhada de Mike, poucas horas depois, eu estou no quarto de Edward, fazendo coisas inapropriadas (ou talvez não tão inapropriadas assim).
Depois de muito vou ou não vou, avanço ou não avanço, lá estava eu, entregue a Edward, decidida que ele era o cara certo para eu avançar o sinal, pelo menos ele fora o que me deixou mais tentada a fazer o que eu estava prestes a fazer a seguir.
Ele separou nossas bocas, apenas para puxar minha blusa para cima, fui o imitando e fazendo o mesmo com ele, puxando a sua camisa, tirando e em seguida e grudando novamente nossos lábios, senti a mão de Edward descer por minhas costas, o que me fez sentir um forte arrepio, enquanto agora eu era conduzida em direção a cama dele.
Ele deitou por cima de mim, e continuou me beijando, agora percorrendo suas mãos pelo meu corpo, antes, eu poderia até querer quebrar a cabeça dele pelo avanço do sinal, mas agora estava bom e eu estava me deixando levar.
Eu estava tonta por aquele cheiro de bala de hortelã que vinha da boca maravilhosa de Edward, excitada com cada toque dele, arrepiada com as mãos frias dele passando pelo meu corpo, tudo era incrível e eu só queria mais e mais. E agora ainda conseguia estar segura, de que eu não iria me arrepender, Edward me amava, e isso era o mais importante.
— Bella... – ele sussurrou meu nome, ofegando, e em seguida passou a mão pelo meu rosto e sorriu para mim. – Você quer? – ele perguntou.
Sorrindo, concordei com a cabeça, em seguida o puxei pelo pescoço e voltei a beijá-lo, Edward agora começou a ousar mais, começou a retirar cada peça de minha roupa, começando pela calça, depois o sutiã, já que eu já estava sem a blusa, e por fim, ficou apenas a calcinha, que alias, não era a mais sensual de todas, se eu soubesse que finalmente chegaria aos finalmentes com um garoto, eu teria escolhido uma calcinha melhor.
— Você é tão linda! – ele me elogiou, reparando o meu corpo, meu rosto esquentou, enquanto ainda o olhava fixamente. – E hoje está ainda mais linda, está perfeita!
Sorri para ele e acariciei aquele rosto que a cada dia aprendia amar mais e mais, voltei a beijá-lo, como se os beijos pudessem compensar o tempo que ficamos longe um do outro.
— Eu te amo Edward! – sussurrei, entre o beijo, me dando conta que também era a primeira vez que eu falava isso a Edward, eu o senti sorrir entre o beijo, enquanto apertava meu corpo contra o dele.
Edward foi descendo seus beijos no meu pescoço, ombro, e eu gemia levemente cada vez que eu sentia aqueles lábios frios sobre minha pele, meu gemido fora aumentando quando senti pela primeira vez ele beijar os meus seios, e quase MORRI quando senti aquela boca descendo por minha barriga.
AI MEU DEUS! ELE QUER ME MATAR! Só pode... Eu já imaginava que chegar até aqui com Edward seria bom, só não sabia que seria tanto.
Edward começou a puxar minha calcinha para baixo e naquele momento senti minha barriga esquentar, eu estava com vergonha, fechei os olhos fortemente, enquanto sentia-me nu0a.
— Nossa! – eu o vi exclamar, subindo novamente o corpo para me beijar de novo. Espero que esse “nossa” seja uma expressão boa.
Ele me olhou por alguns segundos, e acariciou meu cabelo com carinho, notei que seus olhos estavam mais lindos, pois brilhava, ele não costumava me olhar assim e isso me deixou envergonhada, porém, ao mesmo tempo encantada.
— O que foi? – perguntei, quando passou os segundos, e ele continuou ainda parado apenas me olhando.
— Quero guardar esse momento... – ele falou, sorrindo para mim, depois deu um novo selinho. – Não é a minha primeira vez, mas é a primeira vez que faço por amor...
Só então me lembrei que ele nunca chegou a fazer sexo com a Alicia, é eu estava realmente em vantagem. Meu sorriso se alargou.
— Espero que não seja a ultima... – falei.
— Claro que não! – ele falou rapidamente, colocou suas duas mãos em meu rosto. – Você agora não me escapa mais, não permito que me deixe de novo! – ele disse, e agora devo estar sorrindo tanto quanto o coringa.
— E eu não quero te deixar, pois agora eu sinto... – falei, de forma sincera.
— Sente o que? – ele perguntou, franzindo as sobrancelhas.
— Que nos amamos de verdade... – eu disse, agora foi à vez dele de sorrir mais abertamente, antes de me beijar novamente.
Agora, enquanto me beijava, ele foi puxando a sua calça para baixo, e eu claro, fui ajudando como imaginava que uma boa namorada deveria fazer, desci o olhar na cueca boxe preta dele, tinha um volume ali, e aquilo já me deixou um pouco nervosa.
— Você nem imagina quantas vezes já imaginei isso... – ele confessou, entre sussurros. — Nem acredito que está acontecendo de verdade...
É nós já chegamos algumas vezes a esquentar nossos amassos, mas somente agora que tínhamos ido tão longe. Devo confessar que também já estava ansiosa para esse momento.
Senti a mão dele percorrendo uma de minhas pernas, até então, ele finalmente tocar o meu sexo, ele o acariciou de leve, abafei um gemido, fechei os olhos e suspirei.
— Prometo que você não vai se arrepender... – ele sussurrou em meu ouvido, agora começou a me acariciar de forma mais profunda, senti um forte arrepio e uma onda de prazer fora me invadindo.
— Isso eu tenho certeza! – falei, entre os gemidos.
Edward mordeu levemente minha orelha, e desceu novamente em direção ao meu pescoço, enquanto o beijava, ele começou a introduzir um dedo dentro de mim, primeiro levemente, depois fora aumentando o ritmo, e logo introduziu mais um, eu gemi alto, enquanto sentia-me ficar a cada segundo mais úmida. Minha nossa! Ele era muito bom.
— Isso... Já está toda molhada para mim! – ele falou, deixando-me ainda mais envergonhada. Realmente eu estava muito excitada, o que era bom, pois eu já havia ouvido falar que quanto mais lubrificada a mulher está, menos a relação sexual dói.
Senti Edward se remexer por cima de mim, notei que ele estava tirando a cueca, fiquei ainda mais envergonhada quando vi aquele membro pela primeira vez, não era pequeno, apesar de que nunca tinha visto outro pessoalmente antes para comparar.
Entreabri os lábios, e acho que Edward notou o meu nervosismo.
— Calma, eu vou devagar, prometo que não vai doer muito! – ele falou.
Muito? MINHA NOSSA! MINHA NOSSA!
Parecia que eu estava sonhando e realmente meu cérebro travou, ao mesmo tempo eu estava LOUCA para fazer, eu também estava muito nervosa.
Foi quando senti Edward se remexer por cima de mim, e encaixar seu membro no meu sexo, ainda não havia entrado, mas estava perto, e naquele momento senti ate um calafrio.
Decidi ficar de olhos fechados, apertei o ombro de Edward, enquanto sentia, pouco a pouco ele começar a forçar a entrada.
— Relaxa... – ele sussurrou no meu ouvido.
Tentei relaxar as pernas, respirei fundo, e pouco a pouco fui sentindo aquele membro entrar, como imaginei o negocio doeu, ardia, senti como se algo estivesse mesmo rompendo dentro de mim, mordi com força os meus lábios, abafando o gemido de dor.
Apertei fortemente o ombro de Edward, deixei até marcado com minha unha, o ouvi soltar um gemido, enquanto entrava totalmente dentro de mim, ele ficou alguns segundos parado, antes de começar a movimentar-se, primeiro num ritmo lento, acredito que para eu me acostumar.
— Fazer com você é mais gostoso do que eu imaginava... – ele falou depois de alguns segundos, ele arfou próximo ao meu ouvido e seu comentário me arrepiou toda, apertei o ombro dele com mais força, e fui tentando relaxar, para assim o negocio doer menos.
Quando eu fui me acostumando com a invasão e com os movimentos, Edward fora os aumentando pouco a pouco, e á medida que a dor fora diminuindo eu também fui colaborando, movimentando os quadris no mesmo ritmo que ele, pouco a pouco as estocadas foram ficando mais rápidas, mais rápidas, e quando dei por mim já parecia uma daquelas mulheres experientes, gemendo, movimentando os quadris agora sem vergonha alguma, Edward parecia se empolgar com minha empolgação e também movimentava os quadris com agilidade, e nos perdemos ali, um no corpo do outro, concentrados em nosso prazer.
Eu não sabia o que era melhor, sentir Edward dentro de mim, ou sentir aquele corpo suado em cima do meu, ou talvez ouvir os gemidos dele e saber que ele realmente estava sentindo prazer por me possuir, talvez fosse o conjunto de toda a obra, tudo era sensacional, e tornava aquele momento único, momento que nunca iria esquecer. Era o primeiro, mas eu já sabia que não seria o único, nem o ultimo, aquilo era apenas um começo de uma nova história, que Edward e eu estávamos escrevendo, juntos.
***
Eu não sei em que momento nós adormecemos, só sei que depois da nossa primeira vez, teve um momento que apaguei, acordei assustada quando escutei um barulho de abrir de porta, assim como Edward que no mesmo momento puxou o lençol para nos cobrir, foi então que avistamos Emmett ele já ia entrar no quarto, mas desistiu quando nos viu deitados na cama, cobertos pelo lençol e ainda parecendo ter feito algo.
— Ops... Desculpe, não sabia que você estava acompanhado! – ele falou, levemente sem graça.
— Por isso que o certo é bater na porta, não acha? – Edward reclamou.
— É que você antes costumava trancar a porta e... – ele se calou, pois Edward jogou o travesseiro que bateu BEM no rosto dele.
— CAI FORA! – Edward mandou, Emmett então saiu fechando a porta rapidamente, e então coloquei a mão no rosto, olhei para o teto, sentindo meu rosto inteiro esquentar.
— Ai que vergonha! – eu gemi, senti Edward me abraçar.
— Relaxa, ele não viu nada, estamos cobertos pelo lençol! – ele falou.
Soltei um suspiro e o olhei, dando um selinho, só foi então que me lembrei de um detalhe.
— AI MEU DEUS! Emmett já chegou da festa, deve estar tarde pra caramba, meu pai vai me matar, tenho que ir embora... – falei, levantando-me da cama e procurando a minha roupa para vestir.
— Calma, eu te levo para casa, ai você chega mais rápido... – ele disse, também se levantando e começando a vestir a roupa.
Confesso que mesmo morrendo de medo de levar uma bronca do meu pai, eu ainda estava EXTREMAMENTE feliz, afinal, finalmente Edward e eu havíamos nos resolvido, e agora estávamos melhores do que nunca, é como se a sorte tivesse voltado a sorrir para mim, tanto que quando cheguei em casa, meu pai estava dormindo no sofá, aproveitei, me troquei rapidinho e depois fui na sala chamar ele, não é que ele nem percebeu a hora que eu cheguei?
Assim que voltamos a ir para escola logo se espalhou a noticia de que Edward e eu estávamos juntos de novo, acredite adorei ver a cara de derrotada da Alicia no refeitório, também não pude evitar lançar a ela o meu sorriso vitorioso, agora já era, ela havia perdido.
Eu queria pedir desculpas para Mike pelo papelão que fiz com ele na festa, afinal, ele até me ligou, mas eu não tive nem coragem de atender, já que eu me empolguei tanto com Edward, que fomos direto para casa dele e não tive a chance nem de dar uma passada de novo na festa para falar com Mike. E explicar que voltei com Edward não era algo que se fala por telefone.
Porém Mike não tinha ido a escola, pedi para Tyler o endereço da casa dele, para dar uma passada lá, e claro, não falei isso para Edward, já que eu sabia que ele não ia gostar nada. É, um segredinho básico, ele não precisa ficar sabendo.
Logo depois da aula, falei para Edward que não precisava de carona, pois ia dá uma passada no centro antes de ir para casa, então fui caminhando até a casa de Mike, já que eu sabia pelo endereço que não era muito longe da escola, assim que parei em frente a ela, vi que ela era bastante grande, assim como a casa de Edward, mas não me impressionei, pois eu já sabia que Mike também é rico.
Toquei o interfone torcendo que Mike me atendesse, e por sorte, assim que a voz no interfone falou: “quem é?” eu já soltei um suspiro de alivio, pois me dei conta de que era ele.
— Mike, é a Bella, podemos conversar? – respondi a ele pelo interfone. – Você está sozinho?
— Bella... Sim estou sozinho, é claro, perai, já vou ai... – ele disse.
Assim que vi Mike aparecendo no seu enorme jardim, ele apertou um botão num aparelho que fez o portão se abrir, aproveitei para entrar e logo ele apertou o botão novamente, fazendo o portão se fechar.
— Bella... Que bom ver você, está tudo bem? Eu estava preocupado imaginando que você deve estar até com raiva de mim... – ele falou, aproximando-se de mim, eu franzi as sobrancelhas sem entender.
— Brava com você? Por quê? – perguntei.
— Porque Edward te puxou daquela forma na festa, e eu não pude evitar, -e que foi muito rápido, depois até cheguei ir atrás de você, mas não te encontrei, aquele Edward é um louco, ele te fez algo? Fiquei preocupado! – Mike falou, no mesmo momento eu senti meu rosto corar, ao pensar que Edward fazer fez, mas nada que eu não quisesse.
— Ele não fez nada Mike... – eu disse, ele suspirou e passou a mão no cabelo.
— Eu te liguei, mas não consegui falar com você, estava até pensando em ir a sua casa hoje... – ele falou. — Vem, entre, eu vou te servir alguma coisa, e a gente conversa melhor... – ele disse, me puxando para dentro da casa dele, nesse momento meu coração disparou.
— É, você não foi para escola, está tudo bem? – perguntei, na intenção de quebrar o gelo, antes de chegar ao ponto principal da conversa.
Passamos pela porta dupla da casa dele e entramos numa enorme sala de estar, realmente era aquela sala de estar dos sonhos, havia um amplo sofá branco no centro da sala, uma televisão enorme, um tapete bem chique e o lustre? Muito maneiro.
— Sim, eu só não quis ir mesmo... Sabe? Eu cometi o erro de acumular algumas tarefas escolares, e hoje eu tive que por em ordem, ainda mais que Tyler está quase arrancando meu coro, acredita ele já me mandou escrever três vezes a minha coluna dessa semana e... – ele se calou, assim que ouvimos um barulho de toque de telefone, olhei em volta da sala e parei o olhar na mesa de centro da sala de estar dele, em cima dela havia um celular tocando. – Ah, com certeza é o Tyler! – ele resmungou, aproximando-se da mesa de centro e pegando o celular, olhando na tela quem está ligando. – Ah é o Tyler! – ele resmungou. – Não disse? – ele respirou fundo, antes de atender. – Alô? Tyler o que é? – ele ficou calado por alguns segundos antes de responder. – Aquela coluna? Mas você disse que ela estava ruim... Não, eu não joguei fora, só que não sei onde ela está! Quem mandou você falar para eu jogá-la no lixo? Qual é! Calma ai... – ele desligou o celular, e então me olhou. – Esse Tyler vai me deixar louco...
— Ah, me conte uma novidade! – falei, sentindo realmente pena de Mike, Tyler na maioria das vezes é um pé no saco. – É melhor eu voltar outra hora!
— Não, não, vamos conversar, na verdade temos ainda uma conversa pendente! – ele disse, e senti meu rosto corar quando eu me lembrei do que ele estava falando quando Edward me puxou.
— Mike é isso mesmo que eu quero falar, é que... – eu comecei, mas Mike me interrompeu, me puxando.
— Perai, vem aqui comigo no quarto, enquanto a gente conversa, eu procuro a coluna que o Tyler está pedindo! – ele falou, enquanto puxava-me pelo braço, subimos a escadaria que havia na sala de estar e passamos por um longo corredor, até Mike parar em frente a uma porta, abrir e depois entrar, eu entrei logo atrás, deparando-me com o quarto dele.
Reparei que as paredes eram pintadas de azul, era um quarto amplo, tinha uma cama, um guarda-roupa enorme, um criado mudo e uma escrivaninha, era até bem organizado para ser um quarto de um garoto.
— Fique a vontade... – ele falou, indo já direto na escrivaninha, eu fiquei parada no meio do quarto, com os braços cruzados, enquanto o observava mexer em seus cadernos que havia na escrivaninha, ele parecia procurar essa tal matéria que ele escreveu.
— Quer que eu te ajude a procurar? – perguntei, ele então me olhou rapidamente.
— Não, não, só espera um pouco que eu... – ele começou, mas se calou quando o celular dele voltou a tocar, eu sabia mesmo que Tyler conseguia ser um insuportável quando quer. – Ahhh Tyler, que saco! – ele disse, assim que pegou o celular, ele bufou antes de atendê-lo. – O que é agora? – ele perguntou. – Não, ainda não, dá para você esperar um pouco? Como é que eu vou procurar se você fica me ligando? Perai, eu acho que eu lembrei... Já te ligo, espera! – ele desligou a ligação e depois me olhou. – Espera só um minuto, eu vou ao escritório, acho que deixei a matéria lá na gaveta! – ele falou sorrindo, eu sorri de volta e concordei com a cabeça.
Mike então se virou e saiu rapidamente do quarto, eu soltei um suspiro, e comecei a olhar a minha volta.
— Como ele é organizado para um garoto... – eu falei, observando o quarto dele, parecia até mesmo mais arrumado do que o meu, com exceção claro da escrivaninha, que ele havia bagunçado feito um louco por causa de Tyler.
Fui caminhando para trás, enquanto ainda olhava cada canto do quarto de Mike, até que então eu senti me esbarrar na escrivaninha, batendo minhas costas bem no caderno dele que estava aberto, o caderno caiu no chão, fazendo a maior bagunça de papel que havia dentro dele.
— AH DROGA! – falei, olhando para o caderno aberto e as folhas espalhadas em volta, bufei, me agachei e comecei a pegar as folhas rapidamente, antes que Mike voltasse e achasse que estou bisbilhotando as coisas dele.
Comecei a juntar os papeis e colocar dentro do caderno, até que então meus olhos bateram em uma folha do caderno dele, inconscientemente acabei lendo a primeira frase, e então aquilo chamou minha atenção.
Meus lábios se entreabriram, peguei o caderno na mão e me levantei do chão, ainda lendo o que estava escrito naquela folha sem conseguir acreditar naquilo. Realmente eu não estava entendendo nada...
Continua...
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