Júlio retornou coberto de quitutes. Suas sacolas traziam coxinhas, pastéis, bolos e tudo mais que conseguiu arranjar em sua jornada pelas vendinhas do arraial, para que ambos os moços saciassem a fome e garantissem energia para curtir o dia.

Marcos não soube conter seu riso quando percebeu que o citadino carregava uma espiga de milho cozido na boca, agarrando-a entre os dentes, sem encontrar espaço livre nas mãos. O beijoqueiro ajudou a distribuir as sacolas sobre uma das mesas de plástico que encontraram por ali.

Júlio atacou as comidas sem fazer muitos movimentos ciliares e Marcos acompanhou-lhe, sorrindo com expectativa...