O Beijo da Esfinge
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Durante a luta entre Orfeu de Lira e Faraó de Esfinge, Seiya e Shun foram impedidos pelo cavaleiro de prata para não lutaram contra o espectro de Esfinge.
Faraó se gabava em ter a armadura de Athena em suas mãos, dizendo que iria destrui-la e assim a esperança dos cavaleiros em vencerem a guerra santa.
— E então? Qual de vocês irá me enfrentar? Serão vocês, cavaleiros de bronze ou será você Orfeu? Vamos! Estou esperando! — O espectro dizia segurando em sua mão direita a pequena armadura que um dia fora uma gigantesca estátua.
Seiya e Shun deram um passo à frente, mas Orfeu se colocou na frente de ambos.
— Eu só vou falar mais uma vez! Vão embora daqui!
— Mas Orfeu.. nós não podemos! Precisamos levar a armadura para a deusa Athena. Nós já falamos isso para isso para você. — Seiya falou mais uma vez, tentando convencer o prateado à ajudá-los.
— Vocês vão ficar conversando por quanto tempo mais? Eu estou esperando! — Faraó dizia com um sorrisinho cínico.
— Deixem o Faraó comigo. Agora que eu sei a verdade, vou enfrenta-lo de igual para igual. — Lira encarou o inimigo e avançou para lutar contra o espectro que saltou para mais perto do outro.
— Se vai lutar comigo, Orfeu, então eu tenho um pedido para te fazer.
— Um pedido? — Ele repetiu.
— Isso mesmo! Se você aceitar o que vou pedir; posso até devolver esta armadura intacta para você. Caso não aceitar, diga adeus a essa Kamui.
— E o que seria? — Perguntou desconfiado.
— Antes de dizer, nós não precisamos de curiosos para ouvir o que quero, certo? — Só tô isso, ele usou sua harpa, fazendo que os bronzeados caíssem no chão, desmaiado.
— SEIYA! SHUN!... Ora seu...
— Eu calma! Como eu disse, não precisamos de curiosos ouvindo o que vou dizer. — Esfinge deixou a sua harpa e a armadura em um local seguro e seguiu desarmado na direção do cavaleiro. — O que eu quero é bem simples! Eu quero um beijo seu!
— C-como é que é? — Lira deu um passo para atrás ao ouvir a fala do mais novo.
— É isso o que ouviu. — Ele ficou próximo do cavaleiro e tocou o peitoral da armadura de Lira.
— E-eu... Mas a Eurídice..e-ela é a minha..
— Sua namoradinha tem mais da metade do corpo petrificado. Além do mais, quem te disse que mortos voltam à vida? Apenas nós, espectros, somos imortais. Graças ao poder de sua majestade Hades. — Faraó agora fazia caminhos imaginários com seu dedo indicador sobre o peitoral da armadura de prata. — E então? Eu só quero um beijo seu. Depois você pode recuperar a armadura de Athena. Isso se você quiser ajudar esses míseros cavaleiros de bronze... — Esfinge agora raspava levemente as unhas pintadas de preto na pele do pescoço do prateado, que estava parado no mesmo lugar.
— Você é louco! — Disse o prateado segunda a mão atrevida em seu pescoço. — Nunca farei isso!
— Oh que pena!! Então diga adeus para a armadura da sua deusinha de meia tigela... — Faraó se soltou e se virou dando um passo na direção da Armadura da deusa da guerra.
Nesse momento, Orfeu fez algo impensado. Ele segurou o punho do espectro e o puxou para si. Lita colou seus lábios aos do mais novo, inicia do um beijo tímido. Esfinge por sua vez, sorriu internamente e segurou a nuca do cavaleiro, aprofundando o ósculo delicioso que recebia do prateado.
Assim que o ar começou a faltar, Orfeu empurrou com força o espectro para longe de si.
— Agora me de a armadura de Athena! — Lira estava corado. Nunca imaginava beijar o Faraó de Esfinge. Felizmente Eurídice não tinha visto isso, mas infelizmente ela ouviu. O espectro fez questão que ela ouvisse.
— Ah..tão cedo? Agora que eu sei o gosto dos teus lábios, vou querer mais! — Dito isso, o moreno colou novamente os lábios nos do cavaleiro de prata, dessa vez, o derrubando no chão e ficando em cima do homem de cabelos azuis claros. Para Orfeu, só restava corresponder. Já para a Eurídice, chorava silenciosamente...
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