O Baile Eterno
2 A pressa é inimiga da perfeição
Notas iniciais
Olá novamente!
Um dia de cada vez, certo? E vamos para mais um dia.
Palavra do dia: azáfama, usada no sentido de grande pressa na execução de uma tarefa.
“Elisa.”
Ela reconhece a voz. Como não reconheceria? Sob a luz do luar, agora o sorriso é genuíno. Ela adora aquela voz. Aquela pessoa.
Elisa coloca-se nas pontas dos pés para dar um beijo na bochecha do homem. O gesto é fluido, desprovido de urgência, como tudo que Elisa faz. A pressa, afinal, é inimiga da perfeição. Ela não é como o violoncelista irritante que toca com azáfama. Como se ele ainda estivesse vivo… Aqui, eles têm todo o tempo do mundo.
Alguma peça ainda não se encaixa. Não importa, contanto que ela ainda possa dançar.
“Por onde andou?”
Notas finais
Muito obrigada a quem está lendo! Nos vemos no próximo
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