O Baile Dos Dezessete
7 Capítulo 7 Revelando parte da verdade
Notas iniciais
Oi amores,
Eu sei que eu demorei para postar, por isso fiz esse capítulo um pouco maior.
Outra notícia:
Por favor, comentem bastante essa capítulo!
Beijinhos pretos com asas.
Eu sei que eu demorei para postar, por isso fiz esse capítulo um pouco maior.
Outra notícia:
Por favor, comentem bastante essa capítulo!
Beijinhos pretos com asas.
Nenhuma nova mensagem de vídeo na caixa de entrada. Ela desce as escadas e se depara com uma verdadeira catástrofe. O chão do grande salão estava coberto de copos descartáveis, papéis, pedaços de tecido. A decoração, que tinha sido cuidadosamente trabalhada, estava em pedaços. Amy ri. Eu não tenho amigos, tenho destruidores! Pelo silêncio na casa, ela sabe que ninguém acordou ainda. Amy olha para a imensa caixa repleta de presentes, mais cedo ou mais tarde ela terá que abrir todos. Daqui a pouco eu abro. Ela sai da mansão e vai para a academia particular. Meia hora correndo. Meia hora pedalando. Quinze minutos socando o grande saco de areia onde Dan treina boxe e Amy se diz que, para o dia pós-aniversário, está ótimo. Quando ela entra em casa novamente diz a si mesma que está na hora de abrir os presentes. Amy começa a rasgar os papéis. Livros, roupas caríssimas, um diário. Ela cai na gargalhada quando abre o presente de Hamilton Holt: um boné igual aos que os jogadores de beisebol usam. Era o terceiro ano consecutivo que Ham dava o mesmo presente. Preso ao boné estava um pequeno bilhete: Cara prima, Quando resolver aprender a jogar beisebol, eu paro de te dar bonés. Mas até lá... Com amor Seu primo fabuloso, Hammer. Amy continua a abrir os presentes. Até encontrar o de sua amiga Luanna, ela tinha gostado de todos. Um pequeno bilhete acompanha uma calsinha de renda vermelha: Oi amiga, use isso para agitar mais sua vida sexual. Faça como eu! Luanna Sortez. Amy revira os olhos cor de jade. Só Luanna para dar uma coisa daquelas para a ruiva. Ela segura a delicada calsinha entre os dedos e a levanta. Eu nunca vou usar isso! — Tenho certeza que Ian ia adorar te ver vestida com algo desse tipo! Amy se vira bruscamente e se depara com Reagan Holt. A menina estava alguns passos atrás da ruiva e abraçava os próprios braços. Os olhos vermelhos e as olheiras escuras mostravam que ela não tinha dormido quase nada naquela noite. — Reg. Oi! disse Amy, jogando a calsinha dentro de sua embalagem novamente. Ela se levanta e anda até a prima. — Oi. E ai, gostou do meu presente? Pergunta a menina com uma voz rouca. — Eu ainda não achei ele. Responde Amy, vendo o olhar triste da outra menina. Amy sabia que talvez perguntar aquilo seria mexer ainda mais com Reagan, mas resolve arriscar: — Não estou me importando com presentes agora, só queria saber o que aconteceu ontem. Reagan abaixa a cabeça e flexiona os músculos do braço. Aquilo deixa Amy apreensiva, levar um soco de um Holt não é uma experiência que ela queira experimentar, mas se acalma quando Reagan relaxa os músculos novamente e diz: — Natalie viu eu e o Dan nos beijando. Uma mão invisível dá uma tapa na cara de Amy, e sua voz custa a sair por seus lábios: — Você... E o Dan... Se beijando? Reagan faz que sim com a cabeça e a ruiva se vê pensando em como seu irmão tinha mudado. Antes ela nunca sonharia em ver uma confusão tão grande por causa de seu irmão... Era como se Amy tivesse recebido outra tapa na cara quando a ficha enfim cai. Natalie deu uma crise quando viu isso, não foi? — Ela saiu correndo, queimando em ódio. Foi tudo que Reagan conseguiu dizer. Depois sua voz falha e ela tem que fazer um grande esforço para que ela saia novamente: — Ela não fez drama, nem barraco. Nada. Apenas fugiu, escorregou e caiu na piscina e... O resto você já sabe. Amy observa quando Reagan lhe dá as costas e sobe as escadas correndo, pulando três degraus por vez e sumindo de vista. Havia muitas lacunas para serem preenchidas, mas saber daquilo era melhor que nada. ------------------------------------------ XXX ----------------------------------------------------- O silêncio na mansão era tão grande que Dan conseguia ouvir seu próprio coração, pulsando o sangue para todo o seu corpo. Ele se levanta e abre as cortinas de seu quarto, deixando o sol entrar. Passando rapidamente pelo banheiro, ele vê a olheiras sob seus olhos verdes. Dan bufa. Quem diria algum dia que ele sentiria saudades do tempo em que Natalie Kabra e Reagan Holt eram inimigas e tentavam mata-lo de formas brutais a cada cinco minutos! Uma coisa ele tinha certeza: tinha que ir falar com Natalie.
Ele tira a roupa de dormir e veste uma de suas calças folgadas e sai do quarto, sem se importar de vestir algo a mais que aquilo. Para na frente do quarto de Natalie e bate na porta algumas vezes antes que uma voz rouca grite: — Vai embora Ian! Não estou com vontade de falar com ninguém hoje! — Meu nome não é Ian, disso você pode ter certeza! Dan diz com uma voz calma que não reflete o que estava acontecendo dentro de seu corpo. Poucos segundos depois a porta do quarto se abre e Natalie joga um travesseiro na cara de Dan. — Ei, eu só quero conversar com você! Ele diz entrando no quarto sem a autorização da linda hospede. O coração de Natalie bate de forma descompensada quando ela vê os músculos do rapaz se destacarem quando ele cruza os braços sobre o peito nu. — Depois diz que eu que sempre quis te matar. A morena fala, com toda a sua emoção controlada. Mas acho que você adoraria me ver morta naquela piscina! — Eu não sou assassino como a sua mãe! A frase sai dos lábios do garoto antes que ele possa se controlar. O arrependimento toma conta de seu corpo no mesmo segundo. Ele olha para uma Natalie petrificada na sua frente. De repente ela grita: — Você ousa me comparar com a Isabel! Ela sente o sangue irrigando seu rosto quando diz: — Você pode ser tão ruim quanto ela com as palavras! Natalie vai até a porta e a abre. Sai daqui agora, estúpido idiota! Dan e pego de surpresa com aquelas palavra e uma pequena chama de raiva se acende dentro de si. -Sempre achando que é dona do mundo, não é! Ele se aproxima da garota que tanto meche com seus sentimentos. Pois saiba que você não passa de uma garota que nunca soube fazer nada de diferente que compras, compras e mais compras. — Olha como fala comigo... — Eu falo como eu quiser! Essa é minha casa! A chama da raiva, antes pequena, cresce e domina o rapaz por completo. Patricinha metida à dona! — Olha quem fala! Natalie diz, também consumida por um ódio quem nem ela mesma conseguia saber de onde vinha. Seria pelo fato de saber que estava apaixonada pelo único garoto pela qual ela não devia se apaixonar? O grande Dan Cahill, que nunca teria vencido a busca pelas pistas se o idiota do meu irmão não tivesse dado as pistas Lucians! — Você vai mesmo colocar a culpa no seu irmão por ter perdido a caçada? Dan não aguentava mais ficar ali. Justo ele, que tinha pensado em uma conversa calma e esclarecedora. Ele está quase saindo do quarto quando fala uma coisa que tem certeza que vai se arrepender depois: — Você, Natalie Kabra, nunca foi mais para mim do que uma lesma. -E VOCÊ UM PORCO FEDORENTO E IRRITANTE! Ela fecha a porta com toda sua força. Depois encosta-se na mesma e apenas deixa as lágrimas molharem seu rosto mais uma vez. ---------------------------------------- XXX -------------------------------------- Dan desce as escadas e passa como um vulto pela irmã. — Dan! Amy grita. Ei, Dan! Aonde você vai? O garoto se vira por um segundo e faz a pior cara possível, que não era difícil de surgir em seu rosto depois da briga que teve com Natalie, e grita: — Me deixa, Amy. Me deixa quieto! A ruiva sabe que é melhor deixar para lá. Ela conhecia bem o irmão, e se ele queria ficar quieto é porque o problema Reagan/Dan/Natalie era mais complicado do que parecia. Ela sobe devagar a grande escadaria de madeira, carregando em seus braços uma parte dos presentes que tinha ganhado na noite interior, quando um dos livros cai no chão. Ela tenta se abaixar devagar para que o restante das coisas que ela traz entre os braços não tenha o mesmo destino daquele livro, quando um braço moreno o apanha. — Me dá isso, Amy! Ian retira a pilha de presentes dos braços da menina e dá meia volta. Ian pousa os presentes sobre a cama desarrumada de sua namorada e sorri quando a pega observando-o. Amy não conseguia tirar o olho do menino. A calça folgada pendia abaixo da linha da cintura, os cabelos bagunçados atestavam que ele ainda não tinha entrado em um banheiro naquela manhã, os músculos do peito totalmente expostos e os pés nus no chão gelado. — Eu sei que eu sou lindo, — Disse ele, com um sorriso ao mesmo tempo doce e idiota mas não é para esquecer que o mundo gira ao seu redor só porque estou aqui! Amy ri e dá um soco leve no braço dele quando ele a pega pela cintura. — Exibido! Ela diz, mas quase não tem tempo de terminar a palavra que já se vê presa contra os volumosos lábios de Ian. Eles se afastam somente quando ouvem alguém pigarreando. — Oi pombinhos do meu coração, — Nellie entra no quarto de Amy, mesmo não sendo convidada. Foi mal por cortar a onda de vocês, sei bem como é isso, — Ela olha diretamente para a menina lembra naquela vez que Dan jogou um copo de refrigerante naquele garoto maravilhoso com quem eu estava sain... — Nellie... A voz de Ian a faz parar. Ele dizia com os olhos: se você não sair daqui agora, quem vai jogar um copo de refrigerante no seu próximo namorado vai ser eu! — Ok, ok. Perdi um pouco o rumo. Na verdade, só vim aqui para saber mais do que aconteceu onde à noite. Amy se afasta de Ian, mas mantêm a mão presa na dele quando solta: — Natalie surtou quando viu Dan e Reagan se beijando. Pronto! A bomba tinha sido lançada e iria explodir em cinco, quatro, três, dois... — O quê? Nellie começa a andar pelo quarto, resmungado algo sobre como Dan não tinha o direito de ficar com nenhuma garota depois de tudo que ele aprontou com os gatos que apareciam na sua vida... Mas Amy não está impressionada com aquilo, apenas assustada com a reação de Ian. Ele apenas ficou em silêncio. Ela aperta a mão do garoto e pergunta: — Você está bem? Como resposta, Ian ri. — Eu sabia! Ele exclama, mas quando vê a cara de confusa de Amy, apresa-se em corrigir o que disse: — Quero dizer, eu não sabia sobre o beijo ou qualquer coisa que tinha acontecido, só sabia que devia ter acontecido algo muito forte para deixar minha irmã no estado em que ficou. Ela ainda acha que pode mentir para mim! Eu sempre soube que ela sentia algo a mais pelo Dan! — Para ver como as coisas são! Reclama Nellie. Os irmãos Cahill odiavam os irmãos Kabra. Os irmão Kabra odiavam os irmãos Cahill e agora estão apaixonados um pelo outro! Ela parecia dizer aquilo para si mesmo. Depois eu que sou a babá maluca! Ela sai do quarto rindo e, para a alegria de Ian, fecha a porta atrás de si. — Onde a gente estava? Ian pergunta com um olhar malicioso. — E Dan e Nat? — Eles já sabem se virar com problemas amorosos. Ele sorri quando Amy cruza os braços no seu pescoço e se deixa ser empurrada até a cômoda. Na idade deles, nós já sabíamos. Ian levanta Amy e a faz sentar na cômoda, jogando alguns livros no chão, e depois a beija. Ela enrola o corpo do menino com as pernas e cola o seu corpo no dele, sem deixar nenhuma chance para uma única rajada de vento passe entre eles. As línguas se misturam e eles pareciam um único ser. O sol, que começava a baixar no horizonte, deixava a cena maravilhosa. Ian se perdeu em pensamentos. Como teria sido se ele tivesse ido contra a mãe desde o começo? Ele não sabia, porque naquele momento a única certeza que tinha era que nunca deixaria Amy escapar de seus braços!
Notas finais
Oi denovo.
Eu...necessito...de...comentários!!!!
(Falei que nem zumbi agora!)
E ai, alguem tem alguma ideia sobre o triangulo amoroso Red/Dan/Nat? Tipo, a história tá pronta na minha cabeça, mas eu posso acrecentar alguma coisa se eu gostar.
COMENTEM E RECOMENDEM A HISTÓRIA!
Bjinhos pretos com asas!
Kathe Madalene
Eu...necessito...de...comentários!!!!
(Falei que nem zumbi agora!)
E ai, alguem tem alguma ideia sobre o triangulo amoroso Red/Dan/Nat? Tipo, a história tá pronta na minha cabeça, mas eu posso acrecentar alguma coisa se eu gostar.
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Bjinhos pretos com asas!
Kathe Madalene
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