O Baile Dos Dezessete

4 Capítulo 4 "Ela está linda"


Notas iniciais
oi amores
perdoem-me pela demora.
Eu vou viajar daqui a alguns dias, então o proximo capitulo pode demorar a chegar, mas vou dar meu melhor para postar logo.
Bjinho e comentem!
LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Ian Kabra tinha chegado alguns segundo antes de Hamilton Holt subir no palco.

Natalie tinha entrado na frente e já estava perdida entre todas aquelas pessoas fantasiadas.

Ian observa uma Amy petrificada em cima do palco.

Ela percebeu que ele estava ali!

- Que tal uma música lenta e romântica para homenagear o casal? – Grita a DJ e uma música delicada começa a tocar.

Mas Ian nem entendeu o que a DJ falou. Estava encantado.

Ela está linda!

Amy desce do palco e um garoto pede para dançar com ela. Os casais se reúnem para uma música lenta.

Por que eu estou assim? Ian se pergunta. É só uma garota!

Mas a parte mais profunda de sua mente, aquela parte que ela recusa a aceitar, fala mais alto:

Não é só uma garota. É a garota que você ama, mas que não confia em você porque você tentou matar ela várias vezes.

Seria tão fácil se ele tivesse se apaixonado por uma das centenas de garotas que tinha beijado e que corriam atrás do grande Ian Kabra?

Mas, nãoooooo... Tinha que ser ela!

Quem diria que Hamilton Holt me daria coragem para ir falar o que sinto!

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Amy dançava com Lucas, um garoto que estudava em seu colégio. Ela seguia o ritmo da música com os pés, porque a cabeça voava longe dali.

Ela procurava Ian com os olhos, mas não o via.

Sinead e Hamilton acabam de entrar na biblioteca.

Flamsteed, o cão-guia de Ted, late devagar perto do dono.

Luanna conseguiu se aproximar de Ned e agora os dois dançam juntos.

Mas nada de Ian!

Amy continua seguindo os passos de Lucas, mas seus olhos continuam a vasculhar o salão.

Aquele Ian idiota volta e eu que fico com o coração saltando do peito! Amy reclama com si mesmo.

- Eu poderia dançar com minha prima? – A voz de Ian chega aos ouvidos de Amy.

Lucas parece não gostar da ideia, mas acaba se afastando.

Ian segura uma das mãos de Amy e os dois começam a dançar.

- Feliz aniversário, Amy. – Ela sussurra no ouvido da garota.

- Estava feliz até você aparecer! – Amy sabe que está sendo dura demais. Sabe que muito tempo já se passou desde a última vez que ela conversou de verdade com Ian, mas alfinetar o garoto deixava suas emoções controladas.

- Talvez você tenha mudado mais do que eu nesses últimos anos. – Esse é o único comentário do rapaz. – Talvez você tenha mesmo aprendido a me odiar.

Eu não te odeio, Ian. Amy queria responder, Na verdade, o que sinto por você é justamente o contrário.

Ela olha para o lado, tentando desviar os olhos do belo conde á sua frente, aquela era realmente a fantasia perfeita para Ian, e então ela percebe alguns casais olhando para eles com olhos admirados.

É quando Amy percebe que ela e Ian estão dançando de forma maravilhosa, como se tivessem ensaiado por semanas, os pés se movendo de forma graciosa, passos clássicos que ninguém usa, mas que todo mundo se encanta.

Ian a empurra para longe, a gira e a puxa novamente para seus braços. Só que ele puxa um pouco forte demais e Amy acaba se chocando contra o peito musculoso do rapaz. Ela não pode dizer que estava confortável em estar tão perto do rapaz

- Posso falar em particular com você? – Ian pergunta.

- Para você me matar? Acho melhor não!

- Amy...

- Ian... – Ela imita. – Não vou ficar sozinha nem um segundo com você!

Ele abre um sorriso que quase faz Amy perder os sentidos.

- Então você acha que a combinação de nós dois sozinhos e longe de todos pode ser perigosa?

- Acho. – Amy responde e se arrepende no mesmo segundo. Ela percebe que, pelo sorriso do garoto, ele não estava pensando o mesmo que ela quando disse “nós dois sozinhos” e “perigo”.

No fundo, Amy sabe que precisa resolver esse problema com seu coração de uma vez por todas. Talvez ouvir o que Ian tem para falar não seja tão ruim...

Ele a empurra mais uma vez e a gira, quando ela volta, ele a segura pela cintura e a levanta do chão. Eles pareciam dançarinos profissionais.

A música acaba e alguns convidados batem palma por algum motivo desconhecido. Amy e Ian se separam e ela vê suas opções.

Os quartos no andar de cima. Não, ela não iria ficar sozinha em um quarto com o garoto dos olhos cor de âmbar!

A biblioteca. Ham e Sinead estão fazendo sabe se lá o que naquele lugar.

A sala de jantar normalmente fica vazia, mas hoje a enorme mesa estava coberta de delicias.

Só restava a garagem.

- Tudo bem. – ela diz enfim, quebrando o silêncio entre os dois. – Espere três minutos e me siga até a garagem.

- Prometo que não vai precisar usar seu lindo anel em mim. – Ian dá um sorriso que quase tira Amy do chão.

Amy abre a porta que leva até a garagem e desce a escada. A garagem está cheia com os quatro carros. O Jeep Commander preto da família Holt. O Hummer preto blindado, um Audi q7 também blindado e a Ferrari vermelha, presentinho do Tio Fiske de aniversário de dezesseis anos da Amy.

Ela respira fundo e verifica o anel envenenado. Três minutos se passam e Ian aparece.

O coração de Amy imediatamente começa a bater mais forte quando ele se aproxima dela até seus sapatos estarem alinhados aos dela.

Tão próximo que apenas uma camada de ar os separa um do outro.

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Natalie Kabra tinha que admitir que a festa estava muito boa, se não fosse pelo fato de Dan Cahill estar nela.

Eles tinham se tornado “amigos” no FaceCahill e ela se lembrava de, mais de uma vez, passar horas teclando com o garoto.

Também tinha percebido outra coisa: os anos fizeram muito bem á Dan. Ele estava mais alto, mais musculoso, o cabelo bagunçado estava maior...

Natalie não consegue não olhar para ele. Dançando com as gêmeas Holt e vestido de ninja, ele deveria estar ridículo, mas ela simplesmente não conseguia xingá-lo de tal nome.

A garota se distrai como o cão de Ted Starling que latia perto dela:

- Não vai deixar essa coisa me morder, não é Ted? – ela resmunga.

- Bom te ouvir também Natalie! – Ele responde. – Quanto a te morder, fique tranquila, ele é incapaz de fazer mal á uma mosca.

A menina arruma seu longo vestido de princesa. Azul com camadas e mais camadas de tecido, ela tinha se apaixonado por ele em uma revista e mandou fazer igual. Totalmente de seda, é claro!

Ela vê o irmão desaparecer atrás de uma porta, seguindo Amy.

Tomara que ele consiga falar tudo que sente!

Ela sabia que o irmão não tirava Amy da cabeça. Desde a busca pelas pistas que ela sente que ele tinha se encantado com aquela menina. No começo, Natalie não tinha gostado muito da ideia, mas quando começou a sentir borboletas no estômago por causa de Dan Cahill, entendeu os motivos do irmão.

Falando em Dan, cadê ele?

Deixa pra lá, Nat. É só o chato do Dan!

- Gostaria de um refrigerante? – O garçom pergunta ao passar perto da menina. Ela pega uma taça e percebe pelo reflexo da bandeja que o cabelo está levemente arrepiado.

- Onde fica o bainheiro? – ela pergunta, começando a mexer nos longos fios castanhos.

- Ao fundo.

Natalie segue o caminho indicado. A luz do banheiro está acessa, mas a porta está entreaberta.

Ela abre a porta e para de repente.

A taça escorrega de sua mão e explode no chão.

Pisca os olhos para saber se não é uma ilusão de sua mente, mas é verdade!

Ela tinha pegado no flagra Dan Cahill e Reagan Holt se beijando!

Notas finais
E ai, gostaram?
Comentem e favoritem!
Preciso da ajuda de vcs, queridas leitoras, preciso encontrar uma musica bem romantica e que possa ser tocada em um piano ou violão. É uma ideia que eu tive pra história, só não conheço nenhuma musica desse tipo, então se conhecerem alguma (PELO AMOR DOS DEUSES!)me digam.
Mais uma coisinha:
Com que Dan fica: Nat ou Reagan?
Suspense até o fim.
Saibam que o proximo capitulo vai ser somente Amian!
Beijinhos pretos com asas...
Kathe