O Baile
2 que se inicie os problemas
– Nossa, Tsuna você continua sendo um bom-em-nada – disse o pequeno arcobaleno.
– É, às vezes eu me atrapalho – disse o homem com um sorriso no rosto – Pode me ajudar? – disse se referindo a gravata.
– Não – disse Reborn – porque não pede a sua esposa?
– Não seja grosseiro Reborn – falou uma mulher de cabelos cor de rosa – Venha cá Tsuna eu irei arrumar sua gravata.
– Obrigado, Bianchi.
Toc Toc
– Entre – disse o Vongola
– Juudaime os convidados já estão chegando – disse o italiano sem levantar o rosto, pois não queria ver a irmã.
– Tudo bem Hayato – disse Bianchi – Eu irei ficar de óculos.
– Vamos Tsuna – disse o arcobaleno – O anfitrião não pode deixar seus convidados esperando.
O salão estava cheio e a cada minuto chegava mais gente. Tsuna sorriu ao ver seu guardião do Sol chegar acompanhado de sua esposa, Hana, que logo se juntou a Kyoko e Haru, que haviam chegado junto de Emma, que foi falar com Tsuna.
– E um prazer vê-lo Emma – Tsuna foi ao encontro do amigo.
– O prazer e todo meu Tsuna – foi a resposta do ruivo – Como vão as coisas?
– Estão indo bem — as resposta foi calma – E pelo visto você e a Haru estão se dando bem.
– Ela é meio elétrica – comentou o ruivo – Mas uma boa pessoa, é bom passar um tempo com ela.
– Você tem toda razão Emma.
– Olha Tsuna aqueles ali não são o Dino e o Hibari entrando?
– Sim, Enma eu irei lá recebê-los, com licença.
Tsuna se dirige a Dino e Hibari.
– Como vai Tsuna? – pergunta o loiro vendo ele se aproximar.
– Bem, e vocês?
– Estamos bem – se vira para o Hibari – Não é, Kyoya?
– Sabe Hibari-san – disse Tsuna com educação – Caso não quiser ficar não se sinta mal em sair, eu irei entender.
– Estou aqui – a voz do japonês saiu um pouco irritada – Não estou?
E se dirigiu para um canto vazio do salão.
– Voooi – Squalo e resto da varia havia chegado.
– Oi – correu Tsuna para cumprimentá-los – Obrigado por terem vindo.
– Não se acostume, — disse Xanxus – nós não iremos demorar muito aqui.
– Mesmo assim, obrigado por terem vindo.
Ao perceber que havia um garoto igual ao guardião da tempestade ficou curioso.
– Quem é ele?
– Ele?! – indignou Squalo – É o irmão gêmeo de Bel, Rasiel, ele está acompanhando Mammon. – havia um certo tom de irritação.
– Bom então seja bem vindo – disse Tsuna surpreso – E que vocês se sintam a vontade.
Diretamente todos os olhos se viraram para um casal que havia acabado de “chegar”. Eram os Mukuro’s.
– Oi como vão? – perguntou Yamamoto que foi cumprimentá-los.
– Como você acha? – Mukuro estava de mau humor.
– Mukuro não fique assim – Yamamoto tentava inutilmente alegrá-los – Bebam um pouco e relaxem.
– Obrigado pela oferta Yamamoto, mas nós não estamos querendo beber – disse a mulher ao lado de Mukuro.
– Mas o que vocês fazem aqui? – perguntou Gokudera.
– Mas que falta de educação, — disse Mukuro – será que os Vongola não sabem se comportar?
Tsuna vendo que a coisa ali não ia bem resolveu se meter.
– Boa noite Mukuro’s, vocês não querem se sentar?
Mukuro não respondeu, apenas seguiu para uma mesa, onde se sentou ao lado de Chrome.
Reborn resolveu ir falar com Hibari.
– Olá bebê – Disse Hibari a ver que o arcobaleno se aproximava – Como vai o chefe dos idiotas?
– Vai bem, embora aquela batalha tenha deixando ele bem abalado – Reborn suspirou – Por isso fizemos essa festa, para ver se ele volta ao normal.
– Ele está diferente? – aquele último comentário do menor fez Hibari ficar curioso.
– Um pouco – disse Reborn – Embora não pareça, aquele não é o Tsuna que conhecemos, ele está diferente.
No outro lado do salão Squalo conversava com Yamamoto ao reparar que uma mulher se aproximava de Xanxus se irritou.
– Yamamoto – Squalo disse para o moreno – Quem é ela?
– Ela é a Rabeca — disse o jovem – Pertence a uma família aliada.
– Qual?
– Não me lembro – disse pensativo.
– Como assim não se lembra – Gokudera que estava passando e ouviu a confessa – É da família Machin.
– Machin?! – interrogou o espadachim – Que raios de família é essa?
– Não sei. – disseram os dois.
XXX
Fran que estava se sentindo incomodado ao ver Mammon com Rasiel, se levantou e ficou andando pela mansão. Não acreditava no que via e ouvia, Bel era mil vezes melhor que Rasiel então porque Mammon o preferiu? Dinheiro talvez? Não, Bel também era um príncipe, e ele duvidava que ela ia se rebaixar só para ter algumas moedas, ela era uma arcobalena e ainda ilusionista, não tem razão para ela se comportar como uma prostituta. Havia algo errado ali, Fran sabia que aquilo estava mal contado.
– Sheshesheshe – Rasiel que havia seguido Fran até ali disse – O que um sapinho está fazendo aqui em cima, por acaso está perdido?
– O que você quer falso príncipe?- disse ao perceber que Rasiel o seguira.
– Meu irmão – disse com frieza – Morto.
Aquilo deixou Fran surpreso, não esperava uma resposta direta e muita menos aquela resposta.
– Sabe sapo – continuou a falar e se aproximar de Fran – Você é realmente bonito – disse sem o menor pudor – Não sei como meu irmão conseguiu alguém como você.
Realmente aquilo estava assustando Fran, quanto mais Rasiel se aproximava mais ele tentava escapar, quando esbarrou na parede percebeu que não havia escapatória ele teria que lutar. Quando Rasiel levou sua mão ao rosto de Fran uma faca o acertou ferindo seu pulso.
–RASIEL – gritava Bel numa voz irada – Saia de perto de MEU sapo.
Bel estava possesso, seu irmão estava assediando seu sapo, sua vontade de matar nunca tinha sido tão grande quanto naquele momento.
– Olha Rasiel – a fúria de Bel se demonstrava a cada palavra dita – Você sempre pegou o que era meu na infância, mas eu não vou deixar você tirar o Fran de min.
Fran notou, ele estava falando francês.
– É isso o que veremos irmão – Rasiel falou enquanto caminhava para longe – Eu vou roubá-lo de você.
Quando Rasiel desapareceu e seus passos não foram mais ouvidos, Bel se dirigiu a Fran.
– Você está bem? – avia um tom visível de preocupação em sua voz – Ele chegou a fazer algo?
– Não – foi à resposta – Estou bem.
Bel suspirou aliviado e abraçou Fran.
– Bel-kun – chamou o sapo – Como você sabia que Rasiel viria atrás de min?
– Mammon – ele disse – Me disse que era melhor eu subir, pois Rasiel estava vindo para te pegar.
XXX
– Que humilhação. – reclamou Mammon.
– O que é humilhação? – perguntou um homem de cabelos verdes.
– Verde? –disse assustado – o que faz aqui?
– Engraçado me perguntar isso, sabe Viper eu estava para perguntar a mesma coisa.
Houve silêncio.
– O que houve, um gato comeu sua língua?
Ela não parecia disposta a respondê-lo.
– Mammon – disse Verde com calma – Não sei qual e seu problema, mas caso queira contar a alguém pode confiar na gente somos sua família e talvez possamos ajudar você.
Ela novamente nada disse, ficou com a cabeça baixa. Ele então se retirou da sala.
– Por que? Por que não posso falar?
– Pois ainda não está na hora. – disse um homem que apareceu atrás dela — Se você abrir a boca todos os convidados teram um triste fim, e você será a culpada.
Fez uma pausa.
– Agora vá – disse – Graças a Rasiel teremos que trabalhar mais rápido.
– Está bem – disse ela se curvando – Mas quem será o alvo já que Rasiel estragou o tudo?
– O brinquedinho do décimo Cavallone, Hibari Kyoya.
Notas finais
eu sei peguei meio pesado...
querem me matar?
espero que tenham gostado.
o 3 só em março.
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