Notas iniciais
Oi, aqui está o capítulo final de "O Baile".
Espero que gostem.

Tsuna encarava tudo com uma grande alegria, estava feliz de ter seu filho e feliz pois seus amigos haviam o achado e o tirado daquele calabouço, mas mesmo com toda a alegria ainda lhe faltava algo, algo que ele sabia muito bem o que era, ou melhor, quem era. Mas nada podia fazer aquela pessoa estava nos braços de outro e tudo o que tiveram era passado, se culpava por ter dito aquelas palavras, mas agora já era tarde, “muito tarde... me perdoe Hibari-san”.

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Hibari ainda estava naquele quarto, sua cabeça doía não acreditava no que tinha ocorrido ali, passou anos escondendo de Dino seu antigo romance com seu chefe e graças a Mukuro tudo foi por água abaixo, “Quando eu pegar esse abacaxi irei mordê-lo até a morte!” pensou com raiva, afinal foi por culpa dele que teve que se separar do pequeno herbívoro e estava sendo por culpa dele que estava brigando com Dino, “Mas porque Mukuro esta fazendo isso comigo?”.

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Tsuna estava sentado em sua cadeira olhando a janela enquanto Verde lhe preparava a poção, às vezes olhava para o arcoballeno o vendo cansado, a noite havia sido ruim para todos e mesmo que Verde fosse cínico era possível perceber uma pequena preocupação e desanimo vindo dele.


– Aqui está – disse o homem de óculos oferecendo ao menor um copo com um liquido amarelo – beba senhor Vongola.


– Obrigado – foi o que o mais novo disse com um sorriso de puro cansaço.


O gosto não era o dos melhores, mas era sua única chance e talvez a de muitos para viver. Colocou o copo na mesa que estava em sua frente e apoiou suas costas na cadeira, tudo o que Tsuna mais queria era ter uma noite tranquila depois de uma semana em cativeiro.


– Tudo bem, jovem Vongola? – Verde perguntou curioso, afinal se algo desse errado estava tudo perdido.


– Estou bem, Verde – disse o menor com outro sorriso fraco – eu só estou cansado.


– Então acho que irei me retirar – disse o mais velho se preparando para sair – descanse senhor Vongola.


Quando estava para fechar a porta escutou a voz do menor: — Verde!


O homem para e olhou para o rapaz atrás daquela mesa: — O que foi? – perguntou preocupado.


– Obrigado – disse – Por tudo.


Verde vez uma tímida reverencia e seguiu para seu caminho. Tsuna novamente se encontrava perdido em seus pensamentos, como em apenas uma noite toda a roupa suja foi lavada? Como Mukuro havia conseguido convencer Lambo e Nagi a não contar a ninguém sobre seu sequestro?


– Tsuna! – chamou uma voz feminina e conhecida – precisamos conversar.


– Está tudo bem Kyoko? – disse olhando a face séria e preocupada de sua esposa.


– Eu não sou burra – ela disse com raiva – pode até parecer, mas não sou.


– Quem disse que você é burra querida? — ele se levantou e se aproximou dela.


– Nosso casamento acabou! – ela disse – não se preocupe, nosso filho pode ficar com você, afinal foi para isso que nos casamos, certo?


Ele olhava incrédulo para a mulher em sua frente, nunca passou por sua cabeça algo assim, mas ficou feliz em saber que poderia ficar com a criança.


– Tem certeza? – ele perguntou.


– Hum? – ela o fitou como que não havia entendido nada.


– Se você quiser pode criar nosso filho – começou a falar com calma – quando ele tiver idade posso mandar alguém ir lá para treiná-lo – havia um peso maior em sua voz – como fizeram comigo, que tal?


– Mas isso...- ela disse com medo.


– Pode ficar despreocupada – ele sorriu – as despesas serão todas pagas, é ele estudará nas melhores escolas é também...


– Chega! – ela disse quase chorando – eu não quero essa criança – suas palavras causaram um susto no rapaz – Tsuna eu irei dizer bem explicado para você entender – ela falou segurando as lágrimas – Eu não quero ter filhos.



– Mas...- ele tentou debater.


– Eu já me decidir – ela disse sorrindo – quando ele nascer você ficará com ele, pois talvez...


– Talvez...?- ele repetiu a ultima frase dela, querendo saber o que mais podia lhe ser dito.


– Tenho um problema raro no coração – ela falou – talvez eu não viva muito depois do parto, por isso eu quero que você fique com ele.


– Por que não me contou? – Tsuna ficou arrasado ao saber sobre o problema da esposa.


– Como? – ela disse – Olha apenas crie ele com amor, tudo bem?


Tsuna a abraçou e disse: — Eu prometo.

Ouviu um choro baixo e seu ombro ficou molhado, também ouviu um baixo “obrigado” vindo dela, “tenho que falar com Reborn sobre isso” pensou enquanto acalmava a mulher em sua frente.


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Reborn ia a seu quarto, estava muito cansado já que a noite havia sido estressante com todas aquelas brigas e confusões, ele somente queria deitar em sua cama e dormi, quando parou na porta de seu quarto pensou em voltar e perguntar ao Verde para onde tinha levado o Skull, afinal desde o desmaio não via o garoto, mas resolveu não fazer isso porque ia prejudicar seu orgulho.


– Reborn – chamou uma voz conhecida.


– O que você quer Verde?


– Nada – disse o homem – só queria saber se você tinha gostado do presente, mas vejo que ainda não viu.


– Do que você está falando? – Reborn não estava num bom dia e a presença do Verde só piorou as coisas.


– Ele ainda está sobre o efeito de drogas vai ser mais fácil – disse sorrindo.


Reborn não entendeu, e não quis perde tempo com o doido do Verde, entrou no quarto e andou até sua cama, mas ao chegar lá uma surpresa, as palavras de Verde faziam sentido, em cima da cama havia um garoto de cabelos roxos vestido apenas uma camisa social branca e uma calça também social dormindo.


– Porque está dormindo em minha cama inútil? – disse acordando o menor.


– Hum? – perguntou sonolento – me desculpe Reborn-sempai.


Pov Reborn on


Você se levanta zonzo, como um bêbado, pega suas coisas e vai a direção da porta, ando até você para te impedir de abri-la, mas já é tarde você já havia aberto.


– Skull? – diz uma voz feminina – o que houve com você sua cara está horrível.


– Eu to com muito sono – você diz – acho que e por causa do remédio.


– Se você quiser pode dormi no meu quarto, vou depositar dinheiro no banco e só vou voltar mais tarde.


– Obrigado Mammon — Skull ia pegar a chave com ela, mas eu o parei antes que o fizesse.


– Ele não vai precisar usar seu quarto Mammon — Peguei você pelo braço, te arrastando para meu quarto, logo em seguida fechando a porta sem nem me importa na cara de Mammon, que com toda certeza tinha ficado uma fera, mas eu não me importo!

Joguei você em minha cama, e comecei a tirar minha roupa começando pela blusa, sua cara era de completo espanto.


– Reborn-sempai? – você diz assustado – o que você está fazendo?


Sento na cama e te puxo pela cintura para perto de min, entrelaço meus dedos em seu cabelo e te beijo, no inicio você resiste mais depois acaba se entregando, faço você me dar passagem mordendo seus lábios, você geme e me aproveito para te deitar. Paramos o beijo por falta de ar.


– Reborn-sempai? – você ainda está confuso.


– Você acha que estava brincando? – digo – quando eu quero algo eu pego.


– O que você está pensando Reborn – você diz com certa indiferença – que pode fazer o que quer sem pensar nas consequências?


Porque você tinha que ser assim, não podia ser um pouco mais calmo?


– Cala aboca, escravo – digo com certa ironia e te puxo para mais um beijo.


– Espera...- você diz se contorcendo, enquanto minha mão entrava embaixo de sua roupa.


– Não – realmente qual é o seu problema? – minha paciência acabou.


Continuo beijando sua nuca e termino de retirar nossas roupas, você olha para min apavorado, como é bom te ver assim.


– Você é realmente um tarado Reborn-sempai – você diz com um sorriso.


Não de dou resposta, te puxo novamente escutando seu gemido, seu perfume e doce como seus lábios, diferente do meu cheiro, parece que você quer protestar, mas de sua boca só sai gemidos e palavras desconexas.


– Espera...Reborn...sem...- você diz tentando me empurrar.


– Não se faça de difícil agora – digo te beijando, talvez assim você se acalme.


Tento ir devagar e com calma, afinal você ainda estava sobre os efeitos daquela droga. No fim você dormiu, fico olhando para você, como pude ser tão imprudente te deixando beber aquilo? Mas ainda me pergunto o porque eu fiz isso? Porque de tantas pessoas tinham que ser você?


– Reborn...- você diz meu nome dormindo.


Surpreendo-me com isso, como você é fofinho, me lembro o porque, pois você é algo que não consigo controlar, você é diferente do que eu sou.


Xxx


Xanxus não tava para brincadeiras, ele teve que aturar Mukuro com suas provocações e para piorar seu mais fiel subordinado e amante estava em coma. “Quando você vai acordar?” pensou ele tirando uma mecha do cabelo do tubarão do rosto do próprio, Verde já havia passado ali e lhe dado o remédio, mas o tubarão não havia acordado. Xanxus continuava sentado em uma poltrona, sua face era de raiva, mas quando o tubarão começou a se mover na cama dando sinal que ia acordar foi que sua face zangada começou a tornar uma forma mais leve, embora continuava com a cara fechada.


– Xanxus? – pergunta o albino acordando devagar.


Xanxus não responde, apenas fica olhando aquele ser que tanto o atrai.


– VOOOIIIIIIII — disse o tubarão quando finalmente acordou – Mas o que aconteceu?


–...- novamente houve silêncio por parte do maior.


Squalo continuou a fitar o moreno, quanto mais Squalo olhava mais medo ele tinha, reconhecia muito bem aquele face safada na cara de Xanxus, se sentou na cama e se cobriu seu corpo como uma donzela varia, fato que fez Xanxus sorrir maliciosamente com o ato do menor. Xanxus não disse nada apenas se aproximou do homem deitado na cama, Squalo hesitou e se afastou um pouco dele, Xanxus se sentou na cama e mesmo com a timidez do albino não hesitou em tomar seus lábios para si, Squalo mentiria se disse se que não esperava por isso, mas também não falaria a verdade, pois o beijo que recebeu foi “doce”, ta nem tão “doce” pois foi na maneira do moreno, é Xanxus não era “doce”.

Quando deu por si, Squalo estava deitado na cama tento Xanxus por cima o beijando.


– Xanxus...- gemia o albino enquanto sua nuca era lambida – espera...- tentava inutilmente resistir ao homem que estava por cima.


Xanxus parou e olhou para Squalo, era uma bela cena, o albino estava corado, com a parte de seu corpo a mostra, como ainda estava meio tonto por causa da droga parecia mais doce e até mais fácil. Xanxus adorava ver o albino assim, afinal era apenas ele que o via daquele jeito, Squalo gemia e se contorcia com os toques, lambidas e beijos do moreno.

Quando Squalo dormiu havia um tinido sorriso em sua cara, Xanxus ia se levantar, mas resolveu ficar deitado por mais tempo.


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O rapaz de cabelos prateados e curtos olhava pela janela, não estava tendo uma boa noite e o dia parecia esta começando ruim, porque? Primeiro: não estava mais encontrando o idiota do Yamamoto; Segundo: foi estressantes o fato de todas aquelas lutas e discorçõem desnecessárias. A porta é aberta, entra um homem jovem de pele morena com cabelos negros, abraça o albino e sussurra em seu ouvido: — To com saudades.


– Idiota – diz o albino – estamos juntos agora.


– Você não compreendeu Gok-kun – fala chamando pelo apelido fofinho do menor – to com saudades do seu gosto.


O albino cora, sua pele fica mais vermelha do que a cortina do quarto, mas mesmo assim da um sorriso tinido e feliz.


– Você não muda...- sua voz não era de reclamação é sim de amor.


Começaram um beijo leve, que foi se intensificando aos poucos.


– Hei...- disse o albino antes de ter sua camisa retirada – você falou que só ia me atacar quando chegamos em casa.


Yamamoto sorriu, aquele albino era algo engraçado.


– Mas Gok-kun – disse manhoso – nós estamos em casa – riu ao ver a cara do menor – ou você se esqueceu que aqui também é nossa casa?


Gokudera havia esquecido completamente dessa parte, mas sorriu ao ver que o moreno ainda era um homem de palavra.


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Hibari havia se deitado na cama, não estava com sono, apenas queria ficar ali. A porta foi aperta, um homem loiro entrou e se sentou na frente do japonês, ambos não disseram nada, apenas se olharam por um longo tempo, até que o loiro quebrou o silêncio presente naquele quarto.


– Hibari-san...Eu...Não sei como te falar isso...Mas...- ele escolhia cada palavra com precisão, não queria se arrepender depois – Acho que...


– Você quer terminar, certo? – falou pela primeira vez o moreno, as palavras tinham um gosto amargo na sua boca.


– Hibari-san – o loiro também não estava muito feliz com aquilo, mas não havia motivos para continuar com aquilo – eu acho que – olhou a cara seria que o outro fazia, tomou coragem e disse – Sim, eu quero terminar – olhou para o mais novo que continuava serio – olha quando nós conhecemos, você era um garoto e eu um jovem mais experiente...


– Boa hora para falar de moral – disse Hibari irritado – você sempre foi assim Dino! – o canário estava inconsolável – se quiser ir vá de uma vez, pois se você ficar apenas ira nós machucar.


– Desculpe-me – disse o loiro – eu não queria te machucar Hibari-san – a sua voz saia também irritada só que mais calma do que a do japonês — não irei acabar com a aliança Vongola, mas acho que iremos nó ver menos.


Dino saiu do quarto deixando Hibari sentado na cama, quando o loiro saiu Hibari não se conteve, suas lagrimas caiam sem nem um esforço, aquilo o abalava, quando Tsuna o deixou ele queria dizer “não vá” e “eu te amo mesmo assim” mas as palavras não saiam, ele não disse nada, e agora que Dino se foi novamente ele não conseguir ter palavras para falar. “Mas o que eu podia falar? ‘oi Dino me desculpe-me mas acho que até gosto de você?’ . Até?”Será que nunca senti nada por ele, como eu senti pelo pequeno?”“.


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Tsuna andava pensativo pelo corredor daquela grande mansão, ia sentir saudades de sua esposa, mas algo lhe incomodava, “Desista Tsuna, você nunca o terá de volta.” . Talvez seja verdade, ele tinha que ser sincero “A onde eu estava com a cabeça? Mukuro tem razão sou muito ingênuo, Hibari não ia esperar eu me casar e ter filhos para ficar comigo, ele nunca ia me dizer nada romântico ou fazer uma surpresa no aniversario de namoro” Tsuna suspirava, por mais que os anos passassem nunca esquecia Hibari. Tava tão consentrado que só percebeu que Dino passou por ele, porque Dino o segurou pelo braço e disse: — Você venceu Tsuna – havia lágrimas nos olhos e um sorriso estranho na cara – você tem ele é eu não.


Antes que Tsuna pudesse raciocinar Dino o largou e seguiu caminho. Mas antes de sumir pelos corredores disse: — Irei te enviar um recado quando me casar, irmãozinho.


Tsuna então compreendeu o que estava havendo, correu em direção ao quarto do guardião a nuvem, sua cara expressava felicidade, seus olhos estavam cheios de lagrimas, passou por Enma e Haru como um jato, nem licença pediu! Quando chegou ao local respirou fundo, ficou com medo, pois não sabia o que podia encontrar lá dentro, mas o que ele podia ver demais? Hibari sem roupa? Ele já tinha visto isso mais do que deveria, corou com tal lembrança, mas resolveu entrar de uma mais, afinal o maximo que podia levar era um “não”, certo?


Abriu a porta com cautela e entrou.


– Desculpe-me eu ir entrando Hibari-san – disse com sua voz baixa e uma cara fofa — e que eu queria....


– Você queria? – disse Hibari que estava sentado na cama.


“Um beijo” pensou o mais novo, mas não quis falar, teve vergonha até do próprio pensamento. Hibari observava tudo achando graça do menor, “O tempo passa, mas ele continua fofo” , Hibari riu com tal pensamento, não podia negar o jeito fofo do outro, mas este estava casado agora não podia fazer nada.


– Vou ser pai – disse Tsuna com um pesar na voz.


– Que bom – Hibari ficou triste com isso, mas ao mesmo tempo feliz, pois ele havia sido feliz com Dino e achava que Tsuna merecia toda a felicidade do mundo e daria a própria vida para que isso ocorresse.


– A Kyoko terminou comigo – disse o menor.


Hibari olhou bem para ele e podia jurar que o herbívoro tinha um pequeno sorriso no rosto.


– Hibari-san eu...- Tsuna queria dizer algo, mas não sabia o que tinha que fazer.


– Você será um bom pai – disse Hibari olhando a janela.


Tsuna se entristeceu, será que havia sido realmente apenas uma brincadeira para Hibari? Seu coração doía, ele tinha que sair dali o mais rápido possível. Naquele momento Hibari se lembrou de algo que Chrome disse naquela noite para ele: mas lembre-se que você podia ter dito algo para ele ficar” , será que se ele disse-se algo naquelo momento Tsuna ficaria? Se ele corre-se atrás agora, será que ainda tinha chances? Só havia uma mameira de descobrir.


Tsuna sentiu seu braço sendo segurado antes de sair pela porta, tomou um susto, pois era Hibari que o segurava.


– Me perdoe – disse Hibari – eu fui um idiota – suas palavras assustava saiam baixas, mas Tsuna compreendia cada palavra – espero que seja feliz com quem você escolher, Sawada Tsunayoshi.


Tsuna não se agüentou, passou a mão na face do maior e o beijou.


– Mas que droga! – disse Lambo ao ver a cena, afinal eles estavam com a porta aberta e todos que passavam pelo corredor podia velos.


O casal olhou espantado para Lambo, estavam confusos com o comentário da pequena vaquinha.


– Agora estou devendo dinheiro para o Fran! – disse fazendo chame.


– O que você esta falando Lambo? – perguntou Tsuna confuso.


– É que eu, Mukuro, Nagi, Fran, Mammon e Skull apostamos para ver quando vocês iriam se beijar – disse sem se importar com a cara do casal – mas pelo visto eu errei – desviou o olhar e gritou – Mammon!


Não demorou muito até ela aparecer.


– O que você quer? – perguntou.


– Fran venceu a aposta – disse Lambo apontando para Hibari e Tsuna.


– Que droga! – disse ela – agora terei que dar meu precioso dinheiro para aquele sapo imbecil!


Lambo foi até ela e saíram conversando e rindo sem se importar com o casal. Hibari olhou para Tsuna e sem avisar roubou os lábios dele, lhe dando um caloroso beijo.


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Bel acordou nem um quarto que nunca tinha visto, era escuro a cama em que estava era de casal, olhou para a janela que estava aberta e tomou um susto. Lá havia um homem de longos cabelos azuis parado olhando para fora, vestia um terno preto e seu olho vermelho brilhava, pois o Sol estava nascendo.


– Mukuro!!! – o mais novo o reconheceu.


– Não faça muito barulho – advertiu o mais velho – a noite foi difícil para todos – Bel queria perguntar, mas achou melhor não – não o machuque – continuou com seus discurso sem noção – pois se o fizer, você morre!


Bel na hora compreendeu o que aquelas palavras significavam.


– Não o varei! — disse com um sorrio – dou minha palavra.


– Isso não adianta muito – disse com deboche – afinal você é um mafioso.


A porte se abre, mostrando um lindo garoto de cabelo verde e olhos da mesma cor, esse vestia uma calça preta e blusa branca que segurava uma bandeja de comida.


– Já vi que estou atrapalhando – disse Mukuro – se cuida e lembre-se: não façam muito barulho, tem gente dormindo.


Ambos coraram com o comentário, mas não puderam argumentar, pois ele logo fechou a porta.


– Bel-kun você está bem? – perguntou o menor com ar inocente se aproximando da cama,


– Estou – respondeu o rapaz – Fran a onde estamos? E como víamos para cá?


– A gang nós trouxe – disse se sentando na cama – não era seguro lá – Bel se lembrou da festa – Não se preocupe tudo está bem agora – Fran ofereceu uma bebida amarelada para o príncipe – beba é a cura.


Bel bebeu sem reclamar, o gosto não era bom, mas tinha que beber, não tinha? Fran sem mudar a expressão se sentou entre as pernas do príncipe de maneira que suas costas ficassem encostadas no peito do príncipe.


– O que você quer fazer agora? – perguntou Bel beijando a nunca do sapo e o abraçando.


– Não sei ao certo – disse o menor – mas só sei que não podemos fazer muito barulho.


Bel virou o sapo e o colocou deitado na cama ficando por cima.


– Acho que agora podemos aproveitar devidamente a festa. – sorriu e beijou o menino.


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Chrome estava em pé na sacada da janela olhando o céu, quando sente algo em sua cintura ela sorrir, os beijos de seu marido são depositados na sua nuca, ele a vira colando novamente seus corpos.


– Tenho uma pergunta. – ela diz em quando é guiada para a cama.


– Diga – ele a leva com delicadeza, afinal levou anos para tela.


– Falou com eles? – disse se referindo ao casal em sua casa


– Sim – ele respondeu rindo.


– Tenho mais uma pergunta – ela diz manhosa.


– O que você quiser pequena Nagi – ele amava chamá-la assim, era algo que apenas ele podia fazer.


– O que você acho de nós tiramos férias? – ela diz com uma certa inocência.


– Como se eu pudesse negar algo para você, minha Nagi – ele fala em cima dela ( já haviam caído na cama ) – mas para onde vamos?


– Não sei – ela diz sorrindo.


– Tenho uma idéia – ele fala com certa malicia – que tal irmos para o interior do Japão?


– Perfeito – ela diz dando um beijo nele.


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Lambo estava nervoso, mas resolveu fazer aquilo.


– I-pin – chamou a garota que estava parada na sala de estar.


– Sim, Lambo-san? – ela olha para ele.


– Eu queria saber se você quer sair comigo? – ele diz envergonhado.


Ela cora: — para onde iremos?


“Ela aceitou”, Lambo abre um sorriso bem grande e diz: — Que tal irmos ver “A princesa e o sapo” ?


– Isso está em cartaz? – ela pergunta incrédula.


– Não sei – ele fala com indiferença – Mukuro disse que ele e Chrome iam ver esse filme.


– Então ta – ela ainda está corada.


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Depois de alguns meses o filho de Tsuna nasceu, Kyoko morreu deixando todos muito tristes, mas o mais doido de tudo e que Tsuna foi chamado de “mãe” e Hibari de “pai” pelo pequeno Vongola. Fran e Bel depois de alguns dias na casa do Mukuro voltaram para a Varia. Xanxus e Squalo continuaram naquela mesma maneira, só que às vezes Xanxus fazia umas brincadeiras com Squalo bem doidas. Reborn e Skull se entenderam e se tornaram um casal normal ( ta nem tanto assim ). Chome e Mukuro depois de um ano sumidos apareceram, só que ela voltou grávida, dando um susto em todos. Dino se casou com uma bela mulher e ganhou um apelido de Fran, “o cavalo tarado por japonesas”. Yamamoto e Gokudera continuavam juntos e felizes, mas é claro com alguns ataques de ciúmes do albino ( mas isso é outra estória).


Notas finais
Me perdoem pelo final horrível, sei que vocês devem ter odiado, pois foi meio tosco.
Bem acho que acabou, né?
Queria agradecer a todos os que leram e tiveram paciência comigo.
Sei que querem me matar pelo final 1827, mas achou que Hibari não fica bem com uke, tudo bem já li varias D18, mas escrever ele com uke? Não, prefiro como seme.É alem do mais, eu estava desdo primeiro capítulo pedindo comentários, não era porque queria minha historia cheias deles, mas era para saber se vocês estavam gostando do rumo da fic, como só mandaram pessoas que eu sabia que gostava de 1827, fiz um final 1827. Não é por implicância, eu dentei, mas achei mais fácil assim.O problema e que tinha gente que não se manifestou e como gosto de 1827 acabei criando algo assim.
Foi um prazer está com vocês, até mais e boa vida a todos.
Beijos.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!