O Babá Do Meu Filho.

24 Capítulo Especial: Eiko e Emi - anos depois


Notas iniciais
Yo minna! Queremos agracer antes de mais nada à Novata_love e sua recomendação linda! Agora foi flor! E adoramos!!!
Queremos agradecer à todos que acompanharam toda a história. Seus reviews (que chegou aos 710!), recomendações, enfim, por tudo! Agora sim a história acabou.
Esperemos que gostem, pois foi escrita num momento de muita loucura na minha (Sakys) cabeça e da Patty! Então...
Ah! Só uma observação. O capítulo contém hentai. Então, pra quem não curte, é só pular ok?
Boa Leitura!

"Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente."

- Érico Veríssimo -



Eiko estava na entrada da escola. Não gostava de se atrasar, mas com Emi, sua irmã, por perto era impossível. Ela é tão vaidosa. Não entendia porque ainda perdia tempo brigando com ela todas as manhãs para ela se apressar, Emi nunca o ouvia mesmo.

Daiki, filho de Sasuke e Sakura, logo chegou e ficou ao lado deles. Eiko nunca entendeu a amizade deles. Desde pequenos eles não se suportavam. Nunca foram capazes de demonstrar gestos de amizade, pelo contrário, não tinha um minuto que não estivessem brigando. Só esperava que dessa amizade estranha não nascesse outro tipo de sentimento: o amor. Assim como sua mãe e tia Sakura torciam. Não quer uma pessoa fria como Daiki como cunhado. Pensando bem, não quer nenhum cunhado.

Estava perdido nesse tipo de pensamento. Daiki fez questão de despertá-lo da forma mais discreta que ele conhecia:

– Olha só! A Megume está vindo.

Eiko olha em direção onde o Uchiha mirava e suas bochechas instantaneamente ficaram escarlates. Não conseguia nem piscar os olhos, e esses estavam vidrados na loira que caminhava tão delicadamente em direção aos três com um sorriso meigo.

– Vê se não fica babando pelos peitos dela dessa vez Eiko-Kun! – Emi fala num tom maroto.

– Você fala isso porque é uma garota e nem tem peito ainda! – Daiki debocha da amiga.

– Cala a boca Uchika-baka!

– Parem os dois! – Eiko se pronuncia tentando colocar ordem naquela discussão.

– Hai. – Daiki revira os olhos. Como aquela baixinha da Emi era folgada. Como ousa chamá-lo de baka? Ele não é baka. Ela é que é uma... Uma... Uma dobe!

– Ohayo minna! Eiko-Kun? – a voz doce chega aos ouvidos de Eiko como uma melodia. – Vamos fazer hoje o trabalho? – ela também tinha as bochechas coradas.

– Ha... haaaaaiiiii. – droga! Por que tinha que gaguejar? Ela iria achar que ele é um baka!

Megume por sua vez olhava para aqueles olhos são azuis, tão profundos, ta calorosos que paralisou todos seus músculos. Estava vidrada com o olhar penetrante do Uzumaki. Sorria levemente, sem deixar de ficar corada. Eiko tinha o sorriso mais largo.

Daiki vendo a cena cutuca Emi e faz sinal para saírem de perto. Não queria ficar de vela. Os dois saíram e deixaram para que o casal se acertasse, mas sabiam que era uma missão quase impossível, já que eles são tão tímidos.

O dia na escola passou como todos os outros. A única diferença é que à tarde combinou de fazer o trabalho de artes com Megume em sua casa depois do almoço.

Estava uma pilha de nervos. O que fazer? Como agir? O que falar? Que roupa usar? Kami-Sama! Precisava conversar com alguém. Era apaixonado por Megume desde os seus cinco anos de idade. Porém agora estava tudo diferente. Seu corpo agia de forma diferente. Suava sempre que estava perto de Megume. Teve vezes que despertou no meio da noite ofegante, com um calor insuportável e trêmulo. Fora o short que lhe apertava.

Sabia o que era isso. Já teve aula de educação sexual na escola. Em sua opinião foi à pior aula que já teve na vida. Muito constrangedor. Já teve conversas com seu pai. Mas... Já não sabia como agir na frente da amiga que era perdidamente apaixonado. E aquele uniforme escolar não ajudava em nada. A saia pregueada xadrez preto com branco, sempre um palmo acima do joelho era uma visão e tanto. Como não ficar nervoso com tal cena?

Com grande alegria correu em direção ao pai quando o viu assim que entrou em casa junto com a irmã.

– Otou-San! Podemos conversar? Estou com problemas.

– Nani? O que foi Eiko-Chan?

– Otou-San! Já não lhe pedi para não usar o sufixo chan? Já não sou mais criança!

– Gomen Eiko-Chan... – Naruto parou assim que viu a cara brava do filho. – Tudo bem. Gomen Eiko-Kun. O que aconteceu?

– Podemos conversar no seu escritório?

– Claro. Vamos.

Os dois homens foram. A verdade é que Eiko não queria que a irmã ouvisse a conversa. Com toda a certeza ela não o deixaria em paz por muito tempo.

– Vamos Eiko-Chan... Quer dizer Eiko-Kun. O que foi?

– Megume...

– Hum... A Megume brigou com você?

– Nani? Lie! É que ela vem aqui em casa fazer um trabalho e...

– E? – Naruto incentiva o filho a continuar a falar.

– O senhor sabe... – cora ao extremo.

– Sei? – o loiro começa a coçar a nuca. O que ele sabia? Não estava sabendo de nada...

– Hai! O senhor sabe... Eu... Megume... Bem, somos adolescentes!

– Eiko, está tentando falar de sexo?

– Otou-San! – o moreno já não sabia mais onde enfiar sua cara, tamanha a vergonha. Respira fundo e, sem conseguir encarar o pai, responde – Hai. É sobre isso.

Naruto dá um pequeno sorriso. Seu filho cresceu tão rápido... Quanto orgulho dele.

– Meu filho é só trancar a porta. Por favor não façam muito barulho e usem camisinha. Não quero virar Jii-San tão cedo.

– Nani?! Não Otou-San! Não é nada disso. Eu... Eu... Eu sou virgem ainda.

– Ah, entendi! Está com medo.

– Medo? Acho que a palavra mais certa seria apavorado. Não sei o que fazer...

– Calma campeão! Nós já conversamos muito sobre isso. É só manter a calma e tudo ocorrerá naturalmente. O nervosismo só atrapalhará.

Naruto dá dois tapinhas no ombro do filho e sai. A única coisa que Eiko conseguia pensar era: “É fácil falar, não é ele que está no meu lugar!”

Estava tudo arrumado para quando Megume chegasse. Não era um trabalho muito extenso ou complicado. Eles tinham apenas que pintar um quadro para a exposição da escola para a feira de artes na semana que vem.

Quando a loira chegou, foi direto para o quarto de Eiko.

Já estavam quase terminando o quadro quando Eiko, com o pincel vira-se e acaba manchando a blusa rosa da garota.

– Me... Megume, go... gomenasai!

– Éééé... – a loira fica sem graça, pois manchou bem nos seus seios e o moreno não parava de olhá-los. – Tudo bem, mas eu preciso fazer uma coisa antes... – ela pega o seu pincel e molha com um pouco de tinta amarela. Olha para o moreno com uma cara sapeca.

Eiko sabia o que ela estava pensando. Engole seco. Não a deixaria fazer isso... Era a sua camiseta laranja favorita! Megume que tinha dado de presente no seu aniversário do ano passado.

Kami-Sama estava do seu lado. Megume não viu o copo d’água no chão. A loira acabou tropeçando e foi em direção ao Uzumaki, caindo em cima dele. Pensando bem, Kami-Sama não estava tão do seu lado assim...

Céus! Isso só pode ser uma brincadeira dos anjos! Aquela proximidade fazia com que Eiko inalasse o suave perfume de Megume. Seus rostos tão próximos, os braços num abraço desengonçado, olhos se fitando, bocas se entreabrindo.

O moreno desviou o olhar para aquela boca carnuda e rosada. Engoliu seco novamente. Desta vez porque seu corpo estava reagindo a todo aquele turbilhão de sensações que só aquela loira conseguia provocar nele.

– Go... go... gomen Eiko-Kun. – Megume ia se soltando do moreno. Estava envergonhada com aquela aproximação. Mas não conseguia desviar o olhar daquelas safiras.

Conforme ela ia se afastando, uma sensação de abandono, um vazio foi preenchendo o coração. Sentia-se tão bem com a loira em seus braços. Pena que o contato foi curto. Queria senti-la mais um pouco. Involuntariamente enlaçou a cintura fina da amiga. Colou os corpos novamente, porém não iria deixá-la escapar dessa vez. Girou o corpo esguio da loira, ficando assim por cima dela. Não depositou todo o seu pesa nela, não queria esmagá-la.

– O que está fazendo Eiko-Kun?

– Perdendo o maldito controle. Você é tão linda Megume...

Sem pensar mais, Eiko captura a boca de Megume num beijo apaixonado. Ambos não sabiam o que fazer direito. Era o primeiro beijo deles.

Começou com um selinho demorado. Eiko foi o primeiro a entreabrir a boca, mesmo insegura Megume decidiu fazer a mesma coisa. Ambos fecharam a boca, mas o calor em Eiko foi ficando insuportável. A paixão o dominava. Precisava fazer algo. Mas o que? Seu Otou-San falou que tinha ficar calmo. Relaxou, então involuntariamente sua boca entreabriu novamente e a língua pedia passagem.

A loira consentiu. Sem saber o porquê. Ao contrário do moreno, ela estava nervosa. Não sabia o que fazer, optou por repetir os gestos do Uzumaki. Com o consentimento da loira, Eiko aprofundou o beijo, a língua trabalhava mais. Era delicado, doce e calmo. Mesmo seu corpo respondendo apaixonadamente, queria ir com calma.

Sua mão deslizou até a cintura fina de Megume apertando-a levemente. Iniciou um carinho pelas suas costas, fazendo a blusa da garota subir, fazendo com que seus dedos entrem em contato com a pele sedosa da loira. O contato causou uma onda de choque nos dois. Porém não foi o suficiente para interromper o beijo, cada vez mais apaixonado.

Eiko colocou suas mãos por dentro da blusa da garota. Queria mais contato. Ambos suspiraram. O beijo foi aprofundado, a paixão aflorada. As mãos finas e leves de Megume estavam em Eiko. Uma mão na nuca, fazendo um cafuné gostoso e a outra nas costas, fazendo um vai-e-vem que estava deixando o moreno ainda mais excitado.

Uma mão, antes nas costas sedosa da loira, foi em direção à sua barriga lisa. Foi subindo, subindo até achar o vale do seu seio. Mesmo por cima do sutiã, tocou-o. Começou a massageá-lo carinhosamente.

Interromperam o beijo por falta de ar. Eiko iniciou uma rota de beijos em sua orelha, seu pescoço e ombro.

– Eiko-Kun! – Megume sussurrava no ouvido do Uzumaki.

Aquilo era demais para ele. Era música para seus ouvidos. A excitação foi maior ao sentir uma mão da loira deslizar até seu bumbum e dar um leve aperto.

– Eiko-kun? Megume-Chan? Eu trouxe um... Kami-Sama!

Hinata estava na porta do quarto do filho com uma bandeja contendo um lanche para eles.

– Kaa-Chan! Eu...

– Hinata-Sama! Éééé...

Impossível saber quem estava mais corado. A situação era por demais embaraçosa. Pegar o seu filho aos beijos, no chão, tocando nos seios da garota. Ser pego pela sua mãe aos amassos no seu quarto ou ser pega com a mão no bumbum pela mãe do garoto apalpado. Aquilo não era muito legal de se ver.

Despertados pelo grito da morena, os moradores da casa foram correndo ver o que estava acontecendo. Emi foi a primeira a chegar. Bastava apenas abrir a porta de seu quarto. Daiki estava logo atrás da Uzumaki mais nova.

– O que aconteceu Kaa-Chan? Eiko-Kun? Megume-Chan? O que? – a pequena pára para analisar a cena. Ambos estavam escandalosamente descabelados e corados. Nenhum dos dois encarava Hinata. – É isso aí Nii-Chan! Vai fundo! Não vejo a hora de chegar a minha vez!

– Que história é essa Emi-Chan?! – Naruto, que acabava de chegar ao local, pergunta totalmente nervoso. Sua princesinha não!

– Que palavreado é esse minha filha? – Hinata pergunta totalmente admirada. – Vou começar a te proibir de passar as férias com a sua tia Hanabi.

– Ah, qual é Otou-San, Kaa-Chan! Um dia vou namorar.

– Vai sim. Quando tiver quarenta anos. Ou mais. – Naruto falava cada vez mais irado.

– Sua irritante. Como se alguém fosse ter coragem de namorar com você. – Daiki se faz presente só para irritar ainda mais a morena.

– Cala a sua boca, seu Teme! Ninguém te chamou pra conversa.

– Cala a boca você sua Dobe! E vamos logo voltar a estudar. Não quero voltar muito tarde pra minha casa.

– Parado aí vocês dois. Como assim estudar? Onde vocês estão estudando?

Emi revira os olhos. Seu pai consegue ser tão chato. Às vezes, apenas as vezes.

– No meu quarto Otou-San. Por quê?

– Nem pensar! Já para a sala vocês dois. Vocês dois vão estudar na sala.

– Demo Otou-San... Por que o Eiko pode estudar no quarto dele e eu não?

– Porque o Eiko já é um homem e você ainda é uma garotinha. A minha menininha. E moleques como esse Mini-Teme de meio metro pode se aproveitar de você. – o loiro cruza os braços e fuzila o Uchiha mais novo apenas com o olhar.

– Credo Otou-San! O Daiki? Prefiro virar freira.

– Como se eu fosse querer você sua pirralha irritante.

– Pirralha? Eu nasci dois meses depois que você seu baka!

– Kami! Parem vocês dois de brigar! – Hinata se intromete. — Já para o quarto terminar de estudar porque vocês têm prova amanhã.

– Demo, Hina-Chan! No quarto?

– Naruto-Kun, o Daiki não fará nada com a Emi. Eles são apenas crianças...

– Crianças, sei muito bem. Estou de olho em você Mini-Teme.

Enquanto Emi e Daiki entravam no quarto e voltarem aos estudos, Naruto permanecia emburrado. Hinata revirava os olhos. Seu marido conseguia ser tão baka quanto enciumado...

Quem ainda estava alheio a tudo isso eram Eiko e Megume. Assistiam a tudo confusos. Graças a Kami eles não eram mais alvos de comentários, mas esse showzinho precisava ser bem na porta de seu quarto? Um pigarro foi ouvido.

Naruto e Hinata olharam em direção ao som. Um sorriso de canto, quase imperceptível Naruto deu. As roupas amassadas, os cabelos ainda bagunçados e a sai torta da garota foi o suficiente para ele perceber o trabalho que os dois estavam fazendo.

– Será que vocês dois podem sair do meu quarto? – Eiko fita os pais emburrado.

– Gomen meu filho. – Hinata vira-se corada.

Naruto faz o mesmo trajeto da esposa, mas quando estava fechando a porta finaliza a conversa:

– Não esqueça a camisinha meu filho. E da próxima vez, tranca a porta.

Sem-graça, Eiko pega o travesseiro e joga em direção ao pai. Mas este foi mais rápido e fechou a porta antes.

Do lado de fora, Naruto alcança a esposa. Abraça-a e comenta:

– Nosso filhos cresceram...

– Hai.

– Que tal se nós também estudarmos um pouco, Hina-Chan?

– Sei muito bem o seu tipo de estudo, senhor Uzumaki.

Naruto desliza suas mãos até o bumbum da morena apertando-a, fazendo-a arfar.

– Preciso da sua ajuda Hinata-sempai — Naruto Fala com a voz rouca de desejo e um sorriso de canto.

– Ajuda? No que? — Hinata faz cara de inocente.

– Sabe estou com uns problemas com uns cálculos. Você pode me ensinar? – Pergunta maroto.

– Lei! Mas quem sabe depois... Quando terminar o projeto que está desenhando!

– Hina-Chan! – O loiro protestou. – Pode fica comigo no escritório? – Bufou fazendo bico.

Hinata sorri. Ele parecia uma criança grande, louca por um doce.

– Posso ficar com você, mas nada de perversão... Senhor Uzumaki!

– Hai! Hai!

....

Hinata estava sentado no sofá de couro negro, de frente para Naruto. Não sabe quando, mas deixou de virar as páginas da revista que lia para fitá-lo.

Ele estava concentrado demais. Ela sorri doce. Tudo absolutamente, tudo sobre ele a fascinava: o corte arrepiado dos cabelos dourados, o terno impecável que ele odiava vestir, a maneira flexível com que movimentava as mãos bronzeadas enquanto desenhava. Às vezes ainda se pegava o fitando, enquanto ele dormia. Era tão feliz com aquele homem que baterá em sua porta quando tinha 19 anos, que tudo parecia um sonho.

– Se continuar que olhando assim, nunca vou terminar esse desenho. Senhora Uzumaki.

Hinata sentiu as bochechas arderem. Naruto como sempre a lia com muita facilidade.

– Continuo? Ou quer começar outra coisa? – Ele indagou maliciosamente.

– Podemos começar algo... – Falou sensual.

Fitou o loiro levantar-se e caminhar de encontro a ela. Observou ele sentar-se ao seu lado, e em um piscar de olhos estava sentada no colo dele.

Sem pressa, Naruto fitou os lábios carnudos de Hinata se entreabrirem. Inalou profundamente sentindo o delicioso aroma da pele delicada e macia. Como sempre uma onda de desejo o invadia, apenas de dela em seus braços.

Ela roçou seus lábios com os deles. Ansiosa. Excitada. Entregue como sempre. Com a ousadia dela ele a beijo. O beijo dele era único, como se estivesse se beijando pela primeira vez. Estava tonta e desorientada, o corpo inteiro parecia formigar, vibrando de desejo pele corpo bronzeado, pelo toque dele. Hinata gemeu manhosa quando ele aprofundou o beijo, de uma forma intensa e possessiva.

– Hinata. – Ele sussurrou enquanto levantava-se do sofá junto com ela.

– Naruto-Kun! – Falou manhosa se abraçando mais à ele.

Ele se abaixou, segurou sua nuca e a beijou. Calmamente. Ela sabia. Ele estava brincando, a fazendo entrar naquele jogo sensual que amava.

Imediatamente, Hinata sentiu seu corpo ser inundado por desejo e prazer. Ele sabia a enlouquecer apenas com beijos. Naruto gentilmente à deitou no sofá, ela sentiu o peitoral amassar seus seios e sorri entre o beijo que ainda trocavam.

E como todas as vezes que iriam fazer amor, estava sem fôlego, o coração loucamente disparado. Dominada!

– Não consigo tirar as mãos de você! – Naruto murmurou suavemente, subindo seu vestido.

– Então não tire... – rebateu sensual.

Naruto sorri, e inclinou a cabeça novamente. O beijo foi deliciosamente perfeito. Hinata se aninhou mais ao corpo do Uzumaki, enquanto suas mãos trabalhavam em acariciar as costas largas e másculas. Ela gemeu sofrida quando sentiu Naruto pressionar sua ereção contra ela.

Subiu as mãos por suas costas, e entrelaçou os dedos nos cabelos dourados, e aproveitou a textura sedosa, enquanto o aroma familiar da pele dele agia como afrodisíaco. Amava o aroma da colônia masculina exclusiva dele, o cheiro da loção pós-barba.

Naruto tinha planejado terminar o desenho primeiro, apenas para provocar... Mas não era possível com ela o olhando daquele jeito. O corpo volumoso com curvas perfeitas se encaixava mais uma vez no corpo dele, e quando isso acontecia ele tinha certeza, ela tinha nascido para ele e ele para ela, uma conexão perfeita.

Afastou-se levemente tirando o paletó e a maldita gravata. Hinata resmungou quando sentir a separação temporária. Naruto olhou para ela e lhe deu seu melhor sorriso.

– Você é linda. – Ele murmurou maroto. Como um menino sapeca.

Naruto beijou, mordiscou seu pescoço, fazendo-a gemer. Logo em seguida o sentiu levantando seu vestido, até a cabeça... Apenas se inclinou um pouco e ele o tirou. Ela corou ao lembrar-se que não usava sutiã com aquele vestido, mas o calor no seu corpo apenas aumentou ao lembra-se que Naruto amava seus seios.

– Perfeito! – Ele sussurrou enquanto sugava um mamilo rosado, entre o polegar e o indicador. Ela gemeu baixinho. Dengosa, mas ele a provocou até que um gemido alto escapou da garganta de Hinata. A senhora Uzumaki arqueou os quadris e se moveu inquieta, o corpo todo ansiosa por ele. Naruto não se importou, apenas continuou brincando com ambos os seios fartos, fazendo a morena gemer freneticamente. Ele afastou-se apenas para lhe tirar a calcinha, sua calça social e a boxer.

– Naruto-Kun! – Ela gemeu, querendo ajuda para aquele calor passar.

Ele se inclinou entrelaçando os dedos nos cabelos pretos azulados e a beijou com paixão. Hinata estava lutando com os botões da camisa social, Naruto novamente se moveu para trás, tirano a camisa.

Ela gemeu quando suas mãos tocaram o peitoral definido, e desceram para o abdômen perfeito. O corpo dele tinha mudado agora ele era um pouco mais forte, poderia procurar, mas não era possível encontrar uma gordura naquele Deus Grego... Másculo, alto, e incrivelmente sensual. Naruto ficava mais lindo ao passar dos anos. Ela tocou em seu membro, o apertando e Naruto gemeu contra sua boca. Ela gemeu em resposta, apertando ainda mais o membro em suas mãos.

Naruto estava impaciente, cobriu o corpo delicado com o seu. Hinata arrepiou-se ansiosa, para ser penetrava. Naruto e Hinata gemeram juntos. Um contra a boca do outro, quando ele a penetrou.

– Tão apertadinha Hina-Chan.

Naruto colocou as mãos em seus quadris, iniciando as estocadas lentas que se tornaram rápidas e profundas. O coração de Hinata disparou, puxando os cabelos loiros... Kami-Sama! Naruto era bom demais. A cada estocada sentia-se no paraíso.

Ele aumentou o ritmo, enquanto sugava um dos mamilos e apertava o outro seio. Hinata gemeu mais alto, e ficou tonta quando ele a fez atingir um orgasmo espetacular.

Ele a beijou com tanto erotismo que a enlouqueceu, ao ponto de pensar em ter outro orgasmo. Naruto continuou a penetrando com agilidade e habilidade. E ela vibrou quando sentiu a pele bronzeada se arrepiar e o membro dele latejar e preenchendo.

Ele respirou sorrindo cansado. Hinata tirou os cabelos dourados da testa suada, e a beijou.

– Aishiteru minha princesa.

– Aishiterumo Naruto-Kun... Para sempre.

– Sempre...

Naruto sorriu e a abraçou com força, descansando a cabeça em seus seios.

– Não vai terminar de desenhar? – Hinata fazia carinho nos cabelos dourados.

– Estava pensando... Não quer me ajudar novamente? Com meus cálculos?

*****

Mais cinco anos se passaram.

Estava tudo pronto para a festa de quinze anos de Emi. Todos estavam lá. A Uzumaki usava um vestido tomara-que-caia rosa — bebê até os joelhos. Justo e acinturado, porém solto a partir do quadril. A fita fina de seda marrom e os strass eram os detalhes que a deixava encantadora, como uma princesa. A única pessoa que não aprovou foi Naruto. Em sua opinião era muito curto.

Todos estavam felizes e animados na festa, tirando a cara de laranja azeda de Naruto pra cima de todos os amigos de sua filha que ousavam olhá-la com segundas intenções. Mas nenhum olhar era mais assassino que o da própria aniversariante. Emi batia o pé freneticamente. Os braços cruzados e vez e sempre bufava de desgosto. Por que tinha que pedir para o seu melhor amigo ser seu par na valsa?

Daiki estava atrasado. Quarenta minutos. Daqui a pouco todos teriam que valsar e a aniversariante ainda sem o par. É imperdoável! Não queria apelar e pedir para Eiko dançar com ela. Era muita humilhação.

Quando vê uma cabeleira preta, quase azulada, totalmente bagunçado. Entrando no salão totalmente ofegante e com a roupa torta.

– Muito bonito, hein seu Teme!

– Muito obrigado, sua Dobe!

– Fui sarcástica Daiki.

– Sério? Nem percebi. E então, o que eu perdi?

– Você? Nada que te interesse. Mas vai perder todos esses dentes depois que eu quebrar essa sua cara feia! Isso são horas pra chegar? Você tem que dançar a valsa comigo seu Teme! Droga! Porque eu fui escolher você como meu par? Deveria escolher o Kenji! Sabia que ele foi o primeiro a chegar? Ele sabe honrar um compromisso! Além do mais ele é muito mais educado e gentil que você!

– Sua Dobe! Dá pra calar essa boca! – Daiki passou a fitando da cabeça aos pés. — Olha! E não é que a Uzumaki criou peitos agora! – Daiki muda de assunto. Sabia que isso tirava a morena do sério.

– Tenho sim seu Teme de uma figa! Há muito tempo. E pode tirando o olho que eles não são pra você.

– Isso mesmo minha filha. Não dá atenção para esse mini-teme! – Naruto falava com orgulho da filha. Ela era uma garota difícil, como ele sempre sonhou.

– É para quem então Emi?

– Não é da sua conta Uchiha!

– Olha como fala comigo, sua pirralha!

– Pirralha? Temos a mesma idade seu Teme! Você chega atrasado pra minha festa e ainda quer ser dono dela! Nem preciso dizer onde estava...

– Onde eu estava Uzumaki?

– Com algumas de suas “amiguinhas”. – a morena fala gesticulado aspas na palavra amiguinhas.

– Eu não tenho amiguinhas Emi. Você sabe disso.

– Não? Vou fingir que acredito. E aquelas garotas que ficam em cima de você na escola?

– Você não entende, sua dobe.

– É claro que eu entendo seu teme! Você fica se amassando pelos cantos com elas. Não sou cega!

– Cala a boca! Eu nunca me esfreguei com elas...

– Mentiroso!

– Quer saber? Dane-se!

Bem no meio do salão, onde estava sendo a discussão da Uzumaki e do Uchiha, Daiki acabou com aquela briga com um beijo.

Pegou-a pela nuca e juntou os corpos, ficando presos pelo outro braço que a enlaçou pela cintura fina. Iniciou um beijo selvagem, com paixão, em desespero. Assustada, Emi não sabia o que fazer. Aquele era seu amigo. Seu melhor amigo. E agora ele estava a beijando. E não é qualquer beijo. É um beijo da boca. Mas espera! Ele está pedindo passagem com a língua para aprofundar mais o contato? É ele está!

Seu primeiro beijo era com Daiki? O seu melhor amigo? O Daiki-Teme? O garoto por quem era apaixonada? AiMeuKami! E agora? Sem raciocinar, Emi abriu levemente a boca. Daiki entendeu como um consentimento para aprofundar e elaborar mais o beijo.

Daiki estava no céu! Finalmente criou coragem para se declarar, claro, do jeito Uchiha de ser, para a garota que sempre foi apaixonado.

Rápido demais na opinião do moreno acabou o beijo. A Uzumaki o olhava atordoada. Daiki tinha o sorriso de canto estampado.

– Você não entende! Nunca entendeu... Você é a única garota com quem eu quero me amassar!

– Uzumaki Emi! O que significa isso? – Naruto puxava a filha para mais perto de si.

– Tira essas patas de cima da minha irmã seu pervertido! – Eiko ficou entre o casal.

– Esse é o meu garoto! Pegou logo a mais bonita do salão! – Sasuke fala em auxilio ao filho.

– É melhor o seu garoto guardar essa cobrinha dele longe da minha garotinha, ou então fica sem ela. – Naruto grita vermelho de ciúmes.

– Naruto! Pára já com isso! Eles ainda são crianças. – Hinata ralha com o marido.

– Crianças? – Naruto ainda continuava com a discussão. – Com quinze anos já não são mais crianças! Quero a minha garotinha pura até os quarenta e sete!

– Emi-Chan? – Kenji, colega que classe dela e de Daiki, aparece alheio a toda confusão. – Queria saber se você gostaria de dançar essa música comigo?

– Ela não vai! – Naruto, Eiko e Daiki falam em coro.

– Demo... – Kenji ainda tenta argumentar.

– Kenji... Agora não é uma boa hora. Depois nós conversamos. – Emi fala docemente para o amigo.

Sem escolha, Kenji sai de perto. Não viu o olhar assassino que o Uchiha mais novo lhe lançou. Emi sente ser puxada por Daiki. Sem entender muito bem, deixou-se ser levada por ele.

– Deixa de ser dobe, seu Dobe! Nossos filhos se amam! — Sasuke fala.

– Se amam coisa nenhuma. Minha filha nunca ia amar um projeto de teme.

– Naruto Uzumaki! Deixa a nossa filha decidir sobre a vida dela. Aliás, o Daiki é uma ótima pessoa. Você sabe disso. Somos os padrinhos dele.

– Eu sei... Mesmo assim não confio nele.

– Kami! A Emi nem falou se gosta ainda dele... – Sakura se pronuncia.

– Gosta Emi? — Naruto indaga com esperanças...

– Hai! E eu também quero me amassar com ele! Eiko com dezesseis já se amassava com Megume!

– Essa é minha sobrinha! — Hanabi entra na conversa.

– Graças a Kami! Uma saiu pervertida... — Jiraya agradece aos céus.

– Saiu nada! Daiki é melhor ficar longe da minha irmã! – Eiko fala com raiva.

Tsunade ao ouvir o comentário do marido dá um soco em sua cabeça.

– Não se intromete na conversa! Não está vendo que só está piorando?

– Depois não sabe por que eu não faço tantas visitas ao senhor, seu Ero-Sennin. – Naruto falava com os punhos cerrados.

– Você saiu pior que eu seu moleque! – Jiraya cruza os braços e mostra a língua para o neto.

– Ah... Aquela cachoeira... — Kushina suspira.

– Kami! Vocês falam tanto dessa cachoeira que um dia eu quero conhecer. — Tenten fala.

– Não sabe o que está perdendo. Quem sabe o próximo filho de vocês não é feito lá? — Shion se intromete.

Ninguém tinha percebido até o momento que Daiki tinha puxado Emi para fora daquela roda de gente doida. Sorrateiramente o mais novo casal saiu do salão, ficando no jardim onde tinha uma fonte e era iluminada por luzes verdes todo o ambiente.

– Olha, o papo está muito bom, mas... Alguém viu os nossos filhos? — Sakura pergunta

– Kami! – Naruto parecia querer arrancar os cabelos. — Eiko vá atrás da sua irmã... Vou matar aquele mini-teme.

– Então é melhor o senhor ir antes de mim! Porque eu também vou matar esse Uchiha!

...

– Gomen pela demora. Mas eu tinha um compromisso.

– Como sempre né seu Teme!

– Pára de ser uma Dobe! Você não entende? Eu fui pegar o seu presente!

– Na... nani? Meu o que?

– Seu presente.

O moreno tira do bolso da calça uma caixinha de veludo azul. E entrega à Uzumaki. Esta quando abre vê um lindo colar com um camafeu.

– É lindo Daiki-Kun!

– Não mais que você! – ela pega uma mecha de cabelo da morena e coloca atrás da orelha, e faz uma pequena massagem no lóbulo da orelha. – Eu vi que você tinha gostado dele quando fomos ao cinema semana passada.

Ela o abraça e sem pensar o beija. O Uchiha se assusta com a iniciativa, mas corresponde prontamente.

*****

– Eiko-kun vamos ter uma filha também... — Megume interrompe a discussão mais doida que ela já presenciou da família Uzumaki e Hyuuga.

– Você esta grávida? — Hiashi pela primeira vez entra na conversa.

– Hai! Descobri essa manhã que é uma menina! Queria falar apenas quando soubesse do sexo.

– Kami! Eu vou ser Otou-San! – Eiko rodopia a esposa feliz com a notícia.

– Espera aí! Eu vou ser Jii-San? Antes dos quarenta?

– Pelo visto sim Jii-San. — Hinata provoca Naruto.

– Dobe você ainda tem 34 anos! Cara que pirralho... – Sasuke provoca.

– Cala a boca! Teme. – O Uzumaki estava pronto para socar o amigo.

– Arigato Megume-Chan por deixar o casal adolescente namorarem em paz! — Hanabi cochicha para a loira.

– Kami! Só quero ser Jii-San de Eiko... Cadê a Emi e o Mini-Teme? Ele que não se atreva a passar dos limites com minha garotinha!

– Pelo menos não vai ouvir os gemidos de sua garotinha na dispensa... — Hiashi balança a cabeça negativamente.

– Otou-san! — Hinata cora até a raiz dos cabelos.

– Esse é meu garoto! — Minato se intromete. — Mas na dispensa?

– E depois fala que não é pervertido! — Jiraya sorri.

– Você não pode falar nada Minato! Já fomos pegos transando dentro do carro! — Kushina ralha, deixando o marido envergonhado.

– Saibam que eu tinha mandado lavar o carro naquele dia... — Jiraya relembra. – E foi difícil tirar a mancha do banco de trás!

– Hina minha irmã, não sei se eu já lhe disse alguma vez, mas eu amo a família do seu marido! – Hanabi cochicha para a irmã.

– Kami! Parem com essa conversa pervertida! — Hinata fala corada.

– Que nada! Você se tornou umas das mais pervertidas... E é tudo culpa do Naruto! – Tenten provoca ainda mais.

– Tenho recordações constrangedoras de quando pequeno. Eca!

– Eiko não ajuda, né?

– Não estou mentindo Kaa-Chan!

– Eu ainda me lembro dos gemidos da dispensa. — Akira balança a cabeça negativamente.

– E eles chegando de manhã depois de uma visita à cachoeira? Ainda me lembro disso. — Nagato se intromete.

– Visitou depois com a Konan não é Nagato? — Shion pergunta irônica.

– Visitei! E também me lembro de você transando com o Sai nela também...

– Cala a boca Baka!

– Shion que história é essa? — Naruto pergunta chocado.

– Nii-Chan sou uma mulher casada! Nem começa... Perdi a virgindade com Sai, e me casei com ele.

A discussão acabou na hora depois de um grito de Emi.

– Vá com calma Daiki-Kun!

– Ahh! Kami! Cadê a Emi! – Naruto gritava apavorado.

– Deixa que eu resolvo Otou-San! – Eiko falava extremamente irritado. Correu em direção ao grito.

Chegou ao jardim do lado de fora do salão e encontrou Daiki nervoso e rosnando. Seus punhos estavam cerrados. Kenji estava caído com a mão no canto da boca.

– Mas o que está acontecendo aqui? – Eiko gritava. Estava furioso e confuso.

– Sabia que esse mini-teme estava de sem-vergonhice pra cima da minha garotinha! – Naruto era outro que gritava. Sem nem saber o que acontecia, já se precipitando.

Todos já tinham corrido em direção ao jardim. Deixar Daiki, Naruto e Eiko no mesmo ambiente não era bom. Ainda mais se o assunto da conversa dos três era Emi.

– Daiki, tem certeza que você ama a Emi? Quer entrar para essa família? – Sasuke perguntava para o filho.

– Eles são meio malucos meu filho... – Sakura entra na conversa.

– Fazer o que Kaa-Chan se eu a amo desde os meus seis anos de idade! E a Emi parece ser a mais normal de lá...

– Espera! – Eiko apontava o dedo para o Uchiha mais novo. – Você não pode falar nada. Você não é muito normal. É mais frio que gelo... – fala e arqueia as sobrancelhas negras.

– Eiko-Kun! Não fala assim! Ele não frio. Só é estranho...

– Emi! Não precisa ajudar também.

– Gomen Daiki-Kun...

– Chega dessa conversa maluca! O que está acontecendo aqui?

– Tia Hinata, esse baka tentou passar a mão na Emi. Eu só estava defendendo-a batendo nele!

– Nani? – Naruto gritava e em fúria olhava para Kenji.

– Hai! Isso mesmo tio. Só quem pode passar a mão nela sou eu!

– Lie! Nem você seu projeto de teme! – Eiko fita as esmeraldas de Daiki.

– Qual é! Eu sou o namorado dela!

– Só passando por cima do meu cadáver! – Naruto gritava. – E você seu moleque! Está esperando o que para sair daqui? Esperando eu arrebentar a sua cara? – o loiro gritava mais ainda para Kenji.

– E do meu cadáver também, projeto de teme! – Eiko cruza dos braços na altura do peito e encara o Uchiha mais novo.

– CHEGA! Quem decide da minha vida sou eu! E eu acabei de aceitar o pedido do Dai-Kun. Aliás, Dai-Kun, onde vai passar o feriado de Shinbun-no-hi? Se for em Konoha me avisa. Quero te mostrar o meu lugar preferido.

– E onde seria? – Daiki arqueia a sobrancelha. Era admirável como aquela pequena gostava de Konoha. Uma cidadezinha tão pequena que não tinha nada para se fazer. O que aquela morena iria aprontar?

– E onde mais seria? A cachoeira!

– NÃO! – Naruto e Eiko gritam em desespero. O restante gargalhava. Emi e Daiki nada entendiam.



FIM!

Notas finais
É isso povo! No final ninguém se salva nessa família, aliás uma pessoa se salva: a Megume! Acho que ela é a mais normal de todos lá! Rs.
Esperamos que tenham gostado. Obrigada por tudo!
Para os fãs de Eiko e Emi... Calma! Eles vão aparecer novamente! Talvez demore um pouco, mas estamos planejando a volta dos irmãos Uzumaki's.
E para quem curtiu o nosso trabalho em conjunto e quiser mais, é só acompanhar "Elas são os caras" é uma história onde Hinata e Sakura se vêem forçadas a desistirem de suas paixões (jiu jitsu e futebol respectivamente) mas elas não se dão por vencidas. Mudam de escola, mudam até de identidade, transformando em garotos para continuar a lutar e jogar. O problema será encarar seus capitães (Naruto de luta e Sasuke de futebol). E elas só vão se meter em confusão! História NaruHina e SasuSaku.
Beijos a todos.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!