O Assassino do Relógio
1 Prologo
Tic! Tac!
Os segundos vão passando lentamente pelo relógio, segundo a segundo, minuto a minuto.
Tic! Tac!
Está fazendo frio, faz dois dias que voltei ao trabalho, meu nome é Suichi Minamino, mas meus amigos me conhecem como Kurama… Meus amigos… E alguns de meus inimigos, sou detetive, ao meu lado está meu parceiro Kazuma Kuwabara, ele está me tratando friamente desde que voltei a trabalhar.
Tic! Tac!
Eu nem sei o motivo pelo qual uso relógio de pulso, ninguém mais deve usar, se você pergunta as horas para alguém hoje, as pessoas puxam o celular.
Tic! Tac!
Falando em celulares, o meu acaba de vibrar, eu o coloco no ouvido:
— Detetive Miamino, em que posso ser útil?
— Pode me dizer q horas são detetive?
Instintivamente olho não no meu relógio, mas no painel do carro onde posso ver as horas:
— São 17:10.
— Errado, é hora do luto.
Meu telefone desliga, a central chama, meu parceiro atende, após ele dizer nossa localização eu o ouço dizer: "Estamos indo", ou algo parecido.
Tic! Tac!
— O que houve? — Pergunto.
— Encontraram um corpo a duas quadras daqui, parece que é de um policial.
Tic! Tac!
"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer... Tempo de matar, e tempo de curar... Tempo de chorar, e tempo de rir... Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz." (Eclesiastes 3:1-8)
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