O Assassino de Düsseldorf

7 #07 Você vai acabar me matando de prazer


Notas iniciais
Capítulo dedicado pra ninguém mais, ninguém menos do que minha (e só minha) molier Carol e à minha outra molier (mas em segredo) Lilian que recomendou uma fanfic PELA PRIMEIRA VEZ, e foi a minha. Sem elas, essa fanfic seria uma das quais eu menos atualizaria... E como eu sei agradar quem me agrada, vou pegar todas as coisas que elas gostam e colocar nesse capítulo: sexo e morte! hihi

07

Kurt e Blaine caminharam até a cama tropeçando a cada segundo, mas não iriam parar os beijos para poderem se guiar melhor. Na verdade, Blaine sabia muito bem onde estava e onde queria chegar: nas calças do Hummel.

O detetive jogou o castanho na cama e logo foi se arrastando por cima do corpo do Hummel até chegar novamente aos seus lábios, capturando-os pra si antes que o castanho pudesse falar qualquer coisa. Ele estava totalmente apaixonado por aqueles beijos, aquele corpo debaixo do seu se mexendo em um ritmo que apenas deixava seu membro mais rijo.

Deus.– Sussurrou Kurt ao sentir o membro de Blaine roçar contra o seu. Aquele momento estava quente demais e Kurt podia jurar que iria explodir de tesão a qualquer momento.

Não é como se o estudante de psicologia nunca tivesse feito sexo antes, mas dessa vez era algo mais urgente. Era algo que seu corpo clamava e não era hoje. Encerrou os beijos e passou a atenção para o pescoço de Blaine, tomando cuidado para não deixar nenhuma marca já que Blaine costumava não fechar suas camisas até os últimos botões e um chupão ali provavelmente traria problemas. Nada como se o castanho não pudesse deixar em lugares mais... escondidos, digamos assim.

– Você vai me deixar louco. — Blaine sussurrou, encarando os olhos azuis penetrantes do Hummel. — Tire logo essas roupas. — Disse como em uma ordem e Kurt obedeceu sorrindo sacana.

Tirou a camisa de Blaine sem se importar se havia rasgado ou feito algum botão saltar. A calça do detetive também já estava em algum canto do quarto, sem sequer se lembrar de ter a tirado. O detetive fizera o mesmo com o castanho, o deixando apenas de cueca e o peito pálido desnudo sobre o lençol de seda. Beijou o estudante por alguns segundos e saiu da cama.

– Você com certeza é a minha melhor descoberta. — Disse o detetive observando aquele corpo que estava prestes a ser seu.

Kurt tinha em seus olhos luxúria, que percorriam todo o corpo do detetive que estava em pé ao seu lado. Sua pele um pouco morena, seus músculos um pouco torneados e um pouco de pêlo no meio de seu peito. Esse homem todo vestindo apenas uma cueca boxer branca com uma ereção quase saltando pra fora... Era totalmente deliciosa aquela imagem.

– Vem pra cama. — Kurt disse como em um sussurro sensual.

Blaine não resistiu e foi pra cima imediatamente, capturando aqueles lábios como quem dissesse que eles eram só seus. Chupava e mordia e Kurt parecia não reclamar daquilo. Sua vontade de Kurt apenas aumentava assim que os quadris se chocavam e faziam os membros eretos se tocarem.

– Você ainda está de cueca? — Blaine gemeu baixinho em discordância.

– Você ainda não a tirou... — Kurt disse mordendo os lábios.

Blaine estava definitivamente delirando. Ele já havia feito sexo com muitos outros caras, mas com Kurt estava sendo milhares de vezes melhor. A tensão, a paixão que os corpos exalavam... Aquilo era indescritível.

Sem pensar duas vezes, as mãos do detetive foram deslizando pelas laterais do corpo de Kurt até chegar na barra da cueca boxer azul marinho que o castanho usava, e sem pensar duas vezes a tirou rapidamente deixando um membro saltar pra fora dela. Em um ato rápido, Blaine também tirou sua cueca, deixando seu membro a mostra.

Blaine gemeu baixinho ao sentir o membro de Kurt pressionado contra sua barriga. O detetive estava com água na boca, ele queria partir logo para o sexo, não sabia se ia aguentar muito tempo só com esses joguinhos e praticamente não duvidava mais que podia gozar sem mesmo penetrar em Kurt. Então voltou a capturar seus lábios com força em um beijo molhado.

– Seus beijos são ótimos, mas eu preferiria experimentar outra coisa agora... — Kurt sussurrou no ouvido de Blaine, o deixando ainda mais apaixonado por aquele momento.

– Você não pode simplesmente me provocar assim, Hummel... — Blaine estava ofegante e olhava Kurt com seus olhos cheios de luxúria e vontade. Kurt poderia jurar que há tempos não recebia olhares assim de alguém. Há tempos Kurt não ficava com alguém que mostrasse que queria o ter.

– Me observe poder... — Sussurrou novamente e mexeu o quadril causando um choque entre os membros pulsantes. Blaine jogou a cabeça pra trás por alguns segundos e logo voltou a beijar Kurt, dessa vez diferente.

O beijo era possessivo, era molhado e rápido. Algo diferente do que os dois homens já haviam feito. O beijo era uma forma de dizer que o sexo seria maravilhoso, e que ele estava apenas começando.

Suas mãos que antes o apoiavam no colchão foram até os pulsos de Kurt, que, surpreso, encerrou o beijo e encarou Blaine curioso. Com suas mãos imobilizadas, Kurt ainda conseguia mexer o quadril, e assim o fez. O choque do tocar dos membros foi ainda maior, o que fez Blaine morder os lábios.

– Vira. — Ordenou com a voz um pouco embargada.

Me vira. — Kurt disse sorrindo. Ele sabia que estava embaralhando a cabeça de Blaine. Provavelmente o detetive não estava acostumado com alguém tão ousado na cama assim. Bom... Era melhor ele se acostumar então.

Blaine, com um olhar possesso sob Kurt, tirou as mãos de seus pulsos em cima da cabeça e o virou bruscamente, fazendo o Hummel ficar de bruços na cama. Sabia que não havia colocado força o suficiente para machucar o estudante, mas força o bastante para fazer Kurt gemer de prazer. E assim ele fez.

– Blaine... — Disse em um sussurro, se odiando por estar caindo nos truques do Anderson.

– Shhhh, Kurt.

Blaine tirou alguns segundos pra observar as costas torneadas que Kurt tinha. O castanho não tinha cara de quem iria à academia, mas estava de parabéns por ter um corpo tão delicioso como o seu. A pele pálida apenas influenciava ainda mais aquele desejo pelo castanho.

– Iremos precisar de lubrificante? — Perguntou Blaine analisando aquele corpo deitado, aquele corpo que estava sendo seu.

– Não. Estou bem. — Kurt sussurrou com o rosto enfiado no lençol.

– Tudo bem. — Blaine sussurrou, sem saber ao certo se Kurt ouvira.

Pegou uma camisinha que estava na gaveta do criado mudo e se posicionou na cama entre as pernas do castanho. Assim que colocou a proteção em seu membro, puxou o quadril de Kurt pra si. A pele vermelha dos toques de Blaine o deixava ainda mais excitado.

– Blaine, por favor. — Kurt sussurrou.

– Calma, Kurtse. Temos a noite inteira... — E nessa frase, Blaine posicionou o membro na entrada do castanho que apenas gemeu algo indecifrável.

Em segundos, Blaine já forçava seu membro dentro de Kurt para finalmente poder fazer do castanho seu. As respirações naquele lugar eram ofegantes e o único som vindo era o da boca de Kurt que insistia em gemer coisas sem sentido e em um tom rouco que deixava Blaine ainda mais delirado naquele garoto.

Com as mãos no quadril, Blaine puxou Kurt com um pouco de força entrando em Kurt finalmente. Ah, aquele sentimento era ótimo, e Kurt sentia a mesma ligação. Era como se fosse o melhor sexo de suas vidas... Bendita hora que Blaine chegara na cidade.

– Você está bem? — Perguntou Blaine um pouco preocupado, apesar da urgência de começar a entrar e sair de Kurt. O castanho não havia dito mais nada desde que o detetive começara a penetração.

– Eu estou ótimo. — Kurt se esforçou para soar nítido.

– Ótimo. — Blaine deu um sorriso enorme.

Com uma certa delicadeza, o Anderson começou a entrar e sair de Kurt. Com movimentos leves, ele poderia jurar que não demoraria muito e cairia sobre o corpo do castanho a qualquer momento. Geez, Kurt era maravilhoso. Tanto como pessoa, como detetive ou como amante. Ele era tudo. Por um momento, Blaine esqueceu de todo aquele tesão por Kurt e apenas se sentiu bem por estar entrando em uma relação com o Hummel. Logo, esse pequeno momento de reflexão foi quebrado por ver Kurt rebolando com o membro dentro de si.

– Ahhh, Kurtie. Não faz isso... — Gemeu impulsivamente.

– Você me fala pra não fazer, é aí que eu faço. — Kurt disse com uma voz abafada e rouca, balançando o quadril ainda mais, agora indo de encontro ao membro de Blaine e investindo no movimento de vai-e-vem.

Kurt, você vai acabar me matando. – Gemeu suplicante.

– Adoro quando você diz meu nome.

Blaine deixou pra lá todo aquele papo de gentilmente e começou a entrar e sair de Kurt rapidamente, colocando mais pressão nas estocadas. E pelo visto, o Anderson não era o único que havia gostado daquele ideia já que Kurt estava praticamente berrando de prazer embaixo dele.

– Você é delicioso demais, Hummel. — Disse no pé do ouvido de Kurt.

– Menos papo e mais ação, Anderson.

Blaine aumentava mais e mais a velocidade das estocadas e poderia simplesmente assumir que seria difícil para o estudante de psicologia andar normalmente no outro dia. Porém simplesmente não se importava.

Uma sensação ótima foi subindo pelo corpo do detetive, um calor inexplicável e Blaine imediatamente fechou aos olhos para se entregar pra essa sensação. Sentiu todo o lugar esquentar e ficar em câmera lenta, e logo toda a força de seu corpo havia ido embora. Seu membro pulsou uma última vez e despejou seu líquido, o fazendo gozar como nenhuma outra vez.

Aquilo havia sido demais.

Demorou alguns segundos ainda na mesma posição até finalmente sair do castanho, tirar a camisinha e jogar por algum canto ali. Logo o moreno se deitava exausto ao lado de Kurt, que tinha um olhar curioso no rosto.

– É bom você não estar muito cansado, porque agora é a minha vez. — Kurt sussurrou, fazendo círculos no peito do mais velho.

Seria anatomicamente impossível o membro de Blaine ficar ainda mais rijo do que estava, porém de algum jeito Kurt conseguia esse efeito no moreno. Era demais, aquele sex appeal era enorme e Blaine simplesmente não podia com aquilo.

O estudante de psicologia se levantou da cama e pegou uma camisinha no mesmo lugar que o detetive havia pego antes e não perdeu tempo em abrir a embalagem e tirar a proteção ali de dentro.

– Sabe... Você fez um ótimo trabalho ali. — Voltou para a cama se rastejando sob o corpo ofegante de Blaine, beijando cada área por onde passava, finalmente chegando até a boca. — Mas acho que você ainda me deve algo...

Blaine beijou aqueles lábios saborosamente, saboreando cada pedacinho de Kurt que podia. Quebrou o beijo para se virar na cama, porém Kurt o segurou no lugar.

– Nã não. — Sorria com luxúria. — Eu quero você olhando pra mim!

Blaine suspirou fundo e puxou Kurt para mais beijos quentes. O castanho se posicionou entre as pernas de Blaine, quebrando o beijo para observar o corpo daquele homem... E que homem! De longe, Blaine era o cara mais delicioso com quem Kurt já havia saído, e pretendia sair muito mais.

– Você está pronto pra mim? — Kurt sussurrou, puxando o quadril de Blaine e posicionando um dedo sob a entrada de Blaine, que era assustadoramente apertada.

– Kurt... — Gemeu fechando os olhos.

– Você não parece ser um cara que costuma ser passivo... — Kurt falava roucamente enquanto mexia os dedos na entrada do moreno. O detetive apenas balbuciava algumas palavras. — ...mas pra mim você vai abrir uma exceção, não é, Blaine?

– Hmmfh... — Gemia. Kurt tinha os movimentos de ida e volta na entrada com dois dedos e Blaine podia jurar que aquele sentimento era dolorido de uma maneira boa.

– Porque você é gostoso demais pra não querer que eu foda você... — Kurt disse dando ênfase na palavra e enfiando mais um dedo dentro do moreno.

– Kurt, eu quero. — Finalmente disse.

– Tudo bem, Anderson.

Kurt posicionou seu membro na entrada de Blaine, porém não começou movimento nenhum. Ficou ali apenas vendo aquele homem debaixo de si revirar os olhos de prazer. As mãos do detetive percorriam as costas de Kurt em busca de algo para segurar, para passar o tesão que estava sentido. Podia ter deixado alguns arranhões por ali, Kurt não se importava.

Kurt não se importava com nada além de seu próprio prazer.

Então finalmente resolveu fazer algo e ceder aos gemidos suplicantes de Blaine. Entrou de uma vez dentro do moreno, que gritou com o ato.

Blaine era apertado. Não, Blaine era muito apertado e ele simplesmente poderia jurar que não precisaria de movimento nenhum pra gozar ali mesmo, apenas com os músculos de Blaine pressionando seu membro.

Pensou em demorar alguns segundos para fazer Blaine implorar, mas sabia que o moreno estava tão demasiadamente cheio de prazer que nem saberia encontrar palavras para pedir. Simplesmente Kurt começou a entrar e sair do Anderson, e a cada gemido alto que o moreno dava, Kurt podia jurar que ficava mais e mais duro.

– Você vai me fazer perder a cabeça. — Kurt sussurrou. Com as mãos no quadril, puxava Blaine com força.

Fora uma ótima ideia fazer aquela posição, assim podia ver o quão sexy Blaine era quando fazia sexo. Como mordia os lábios e pedia por mais, ou como seu corpo reagia ao membro de Kurt entrando e saindo... Aquele era (e Kurt duvidava que sempre seria) o melhor sexo de ambos os homens.

– Hmmgffm. — Blaine gemia tentando formar alguma frase que mexesse com a cabeça do Hummel do mesmo jeito que o castanho mexia com a sua, mas era psicologicamente impossível formar uma frase quando todos seus neurônios estão apenas dando atenção ao prazer que seu corpo está sentindo.

Mal sabia Blaine que era exatamente isso que tirava o foco de Kurt: gemidos. Gemidos suplicantes que o faziam simplesmente esquecer tudo ao redor e focar apenas em Blaine.

Logo Kurt sentia seu corpo ficar pesado e deixou-se soltar dentro de Blaine sem impedir por um prolongo de alguns segundos. Não tinha mais forças, aquele homem havia tirado tudo de si. Blaine Anderson havia o domado.

Caiu com seu corpo ofegante sobre Blaine. Ambos com respirações pesadas e suor escorrendo. Aquela transa seria inesquecível em todos os sentidos na vida dos homens.

– Você é definitivamente algo. — Blaine soltou, como se tivera feito um esforço enorme para montar uma simples frase.

– Algo bom, eu espero. — Kurt disse, se acomodando ao corpo do detetive.

– Algo bom, com certeza.

Notas finais
"ué, mas Lyandra, você não disse que ia ter sexo e morte? só teve sexo..." ISSO É PORQUE HOJE TEREMOS UM CAPÍTULO DUPLO, MEU CARO LEITOR! Nos vemos no próximo... hihi