O Assassino De Reis - Parte Dois
4 Capítulo 3 : A Notícia
Notas iniciais
Local : Solitude
Status : Dia ensolarado
Dia : 23 de abril
Hora : 11 : 34
Personagem : Flynn
*
– Ei Flynn ! – Disse Barker. – Recebi algumas noticias que podem lhe interessar.
– Bela tentativa Barker. – Disse Flynn. – Só por curiosidade , quando custa essa informação ?
– Cem moedas de ouro.
Flynn começa a rir.
– Desculpe Barker , mas parei com as loucuras faz tempo , só estou aqui para ver um velho amigo e ver como está essa loja.
– Não somos amigos Rider , apenas parceiros de negócios.
– Antigos parceiros de negócios Barker.
– Isso tem haver com o José Jr ?
Flynn então fica um tempo sem falar e começar a andar de um lado pro outro.
– Então é. – Disse Barker.
– Não posso mais correr risco de vida Barker , agora tenho uma família , pessoas que se importam comigo.
– Aquela Rapunzel realmente amoleceu esse seu coração em Flynn.
Os dois então se cumprimentam.
– Então darei a noticia de graça. – Disse Barker. – Meu presente para o garoto.
– Um presente para meu filho ou para você Barker ? – Disse Flynn.
– Então lá vai Flynn.
Barker então se sentou em sua cadeira que ficava próxima a uma lareira.
– Bom , digamos que o reino Ilhas Do Sul ressurgiu das sombras... – Disse Barker.
Flynn então se senta e encara Barker.
– ... parece que eles atacaram o reino de Herda , possivelmente a procura da filha do rei.
– Herda ? Nunca ouvi falar.
– É , a maioria nunca ouviu falar desse reino.
– Mas enfim , porque eles estariam atrás da filha do rei de Herda ?
– Não sei e pouco me importo , só sei que Herda está em cinzas graças as Ilhas Do Sul.
– Por que eles atacariam Herda se Hans está preso aqui em Solitude ?
– Flynn eu consegui essas informações de alguns mercadores.
– E como sabe que foi o reino Ilhas Do Sul ?
– Boatos Flynn , boatos.
– Espera... estava querendo me vender noticias baseadas em boatos ?
– Bom...sim.
Flynn então se levanta.
– Obrigado pelo seu tempo Barker , mas estou indo embora.
*
Já no castelo de Solitude , Flynn vai até o quarto de Rapunzel.
Flynn então bate na porta.
– Rapunzel ? Você está ai ?
Flynn não recebe uma resposta.
Ele então lentamente abre a porta e entra no quarto , quando ele entra ele vê um bebê dormindo em um berço próximo a cama de casal.
Flynn fica encarando o bebê por um tempo , até que Rapunzel entra no quarto.
– Apreciando nosso filho ? – Perguntou ela rindo.
– Podemos dizer que sim. – Disse ele.
Os dois então se aproximam , se abraçam e se beijam.
– Então... novidades ? – Perguntou Flynn.
– Na verdade , temos sim , recebemos uma carta da rainha Elsa de Arendelle , dizendo que um reino chamado Herda foi atacado e destruído , também que a filha do rei de Herda foi encontrada e que será feita uma reunião no dia 28 de abril , para definir o destino dessa criança.
Flynn então ouvindo as palavras de Rapunzel , começa a acreditar na informação de Barker.
– Flynn ? Você está bem ?
– É... sim , sim estou.
– Bom... o barco já estará pronto , vamos ?
– Sim... sim vamos...
*
Local : Terras Altas Da Escócia
Status : Nublado
Dia : 23 de abril
Hora : 13 : 45
Personagem : Merida
*
Merida estava reunida com sua família para o almoço.
– Não ! Voltem aqui ! – Disse Fergus.
Os três irmãos de Merida chamados de Harris , Hubert e Hamish estavam correndo levando todos os bolinhos para fora da sala de almoço.
– Deixe eles irem , até você pega-los eu e Merida já estaremos jantando. – Disse Elinor rindo.
– Ei ! – Disse Fergus.
Elinor então serve Merida e Fergus e depois de senta em sua cadeira.
– Merida... – Disse Elinor.
– Tá bom , tá bom... – Disse Merida já tirando o arco de cima da mesa.
– Bom , hora de rango!! – Disse Fergus.
– Espera ! – Disse Elinor. – Recebemos uma carta do reino de Arendelle.
– Sério ? O que diz ? – Perguntou Merida.
– Desde quando você se importa com esse reino Merida ? – Perguntou Fergus.
– Bom... – Disse Elinor. – Aqui diz que um reino chamado de Herda foi atacado e destruído , diz também que aquele maluco chamado Kristoff encontrou um bebê que ele diz ser do rei de Herda.
Os três ficam um tempo sem falar uma palavra.
– Ilhas Do Sul ? – Perguntou Merida.
– Não diz nada aqui. – Disse Elinor.
– Bom... e porque isso é importante para nós ? – Perguntou Fergus.
– Fergus ! – Disse Elinor. – Nós devemos ir para a reunião para decidir o destino dessa criança , lembra que nós nos unimos com Arendelle ?
– Tá certo... iremos até lá , feliz ?
– Muito !
– Não estou gostando disso... – Disse Merida se levantando. — ... isso não é comum , Hans está preso e Carte , Vector , Corvo e Logan estão mortos...
– Nós veremos isso com muita calma em Arendelle , também não estou gostando isso. – Disse Elinor.
*
Local : Anor Londo
Status : Dia ensolarado
Dia : 23 de abril
Hora : 16 : 32
Personagem : Octávio
*
– Então... eles morderam a isca ? – Perguntou Octávio.
– Sim , já recebemos até a carta solicitando nossa presença na reunião.
– Que maravilha.
Octávio então se levanta e encara o casal.
– É um belo castelo que vocês moram... – Disse Octávio. — ... mas acredito que essas suas... riquezas... não foram apenas passadas de geração em geração de sua família , rei de Anor Londo.
– Meu nome é Antônio!
– Que seja – Disse Octávio rindo. – Se você e sua esposa não me trouxerem aquela criança que está em Arendelle , serei forçado iniciar uma ... revolta democrática , em outras palavras , promoverei uma guerra entre você e seu povo , que morre um dia de cada vez para pagar seus impostos absurdos , esperando que haja alguma melhoria para eles quando na verdade a única melhoria que o senhor faz com esse ouro que é do povo é simplesmente comprar novas esculturas para seu castelo , enquanto seu povo morre nas ruas aguardando uma chance de mudar essa situação , de uma maneira ou de outra.
Antônio e sua esposa se levantam.
– E como você pretende fazer isso ? – Perguntou Antônio rindo. – Eu tenho o povo em minha mão.
– Bom... eu tenho um exército na minha mão que me obedece sem questionar.
– E...
– ENTREM ! – Gritou Octávio.
Nesse momento sete homens entraram na sala , trazendo com eles quatro pessoas com capuz sobre as cabeças.
– POR FAVOR ! SOCORRO ! – Gritou um dos homens com capuz.
Antônio então rapidamente reagiu.
– GUARDAS ! – Gritou ele.
– Olhe mais atentamente o corredor... – Disse Octávio.
Rei e rainha de Anor Londo percebem que o corredor estava cheio de soldados caídos no chão.
– Como eu disse... eu tenho um exército a minha disposição. – Disse Octávio. – Mostrem a ele nosso presente.
Então quatro soldados de Octávio retiraram o capuz dos homens ajoelhados.
Antônio então desvia o olhar.
– Você os reconhece ? – Perguntou Octávio. – Seus quatro “generais” , os quatro maiores medos de seu povo.
– POR FAVOR ! ME TIREM DAQUI , EU NÃO TENHO NADA HAVER COM ISSO , ME TIREM DAQUI !! – Gritou um dos generais.
Octávio então pega uma besta armada com uma flecha e encara Antônio.
– Se eu eliminar esses quatro , nada estará segurando a irá , a fúria e a raiva de seu povo. – Disse Octávio. – Me traga aquela criança , ou então seu reino inteiro cairá , por mim ou por seu povo.
– Certo , certo , nós pegaremos aquela criança. – Disse Antônio.
– Minha rainha... me acompanhe. – Disse Octávio.
– Não ! – Disse Antônio.
– Deixe... será rápido. – Disse a rainha.
Octávio e a rainha se dirigem até o corredor e a porta da sala é fechada , deixando assim os dois a sós.
– Seu marido é um covarde. – Disse Octávio. – Espero que você não seja facilmente manipulada por outros por ai , eu quero aquela criança , você entendeu Katherine ?
– Sim , irei trazer aquela criança... será fácil.
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