O Apocalipse

27 Capítulo 27 - Onde tudo termina - Parte II


Notas iniciais
Olá meus fofos e fofas... E leitores fantasmas, é sério galera? Nem um reviewzinho pra me dizer adeus? (hehe)
Enfim, sobre o cap, é o penultimo, e o ultimo já esta sendo escrito, e será postado sem atrasoso, eu agradeço de coração quem leu ate aqui, e a quem comentou, e recomendeu, e até quem não fez nada disso, agradeço por lerem... Esta aí espero que gostem...

– Vamos pra floresta, é a nossa única chance! – disse o moreno, com seu ar de líder, e pelo cansaço e a situação, o suor brilhava em sua testa.

– Esta louco!... Os zumbis lá devem estar em maior número... – disse Dr. Ray, tomando a frente, estava com medo, e mesmo que sempre tenha confiado em Warrick, desta vez não sabia bem o que fazer, estava perdido.

– Na verdade, eles não andam em manadas como esses, e vai ficar mais fácil de ataca-los, fora que temos que chegar a estrada, para seguirmos para o norte... – disse em reposta e o homem apenas pôs mão sobre o rosto, mostrando ainda mais a sua confusão e medo..

– Tudo bem... – completou o doutor, vencido pela liderança do morena, que ao contrario dele, se mostrava firme.

Assim eles começaram dar a volta no bloco, e logo chegaram a uma fenda da cerca que se encontrava bem atrás da prisão, onde ainda não havia nenhum zumbi.

– Não podemos correr por causa do Doutor Robbins, então vamos com calma... – disse Warrick começando a adentrar a floresta seguido pelo resto do grupo, todos em absoluto silêncio, o que fazia que as únicas coisas ouvidas, eram os gemidos ao longe, o que causava arrepios em todos, até em Warrick.

Assim eles começaram a andar, e logo quando entraram, observaram dois zumbis vindo em sua direção... As criaturas logo vieram na direção do grupo, uma era um homem alto e forte, e a outra era uma mulher magra e com o rosto decomposto, ambos correram e se jogaram sobre os componentes do grupo, Mendy correu em direção a Warrick, o que fez com que um dos monstros passasse direto por ela, e assim caísse diretamente sobre Doutor Robbins, e o outro se jogou sobre Henry.

– AAAAAHHHHH... – o rapaz se desesperou com o ataca do monstro, e por ser alto e forte, o homem também era pesado... O jovem ficava se desvencilhando de sua boca podre, mas com dentes afiados... Warrick surgiu e deu uma facada no monstro, que ainda sim, continuava a ataca-lo, já que faca acertou somente o seu ombro... Antes que o moreno pudesse dar fim ao errante, ele mordeu o pobre rapaz, que gritou em agonia... Por fim, Warrick matou o monstro, mas já era tarde demais...

Dr. Robbins não teve sorte diferente, assim que a criatura pulo nele, lhe deu uma mordida certeira, e após isso, teve sua cabeça quase decepada por um golpe certeiro de Michone e seu facão.

– Oh meu deus! – disse Mendy já começando a chorar.

– Mate-nos! – ordenou Dr.Robbins já deitado no chão.

– Ele tem razão... Mate-nos! – concordou Henry.

– Não façam isso... – disse Mendy em prantos.

– Calada, vai chamar a atenção dos zumbis! – disse DB em desaprovação.

E a moça se assustou, mas tentou segurar os soluços de angustia.

– Se atirarmos nele, vai fazer muito barulho! – disse Sophie seca, o que desde que o apocalipse se estendeu, não era mais surpresa pra ninguém.

– Não podemos deixa-los assim... – disse Warrick se abaixando ao lado dos homens, com os olhos cheios de lágrimas.

– Vamos atirar e correr... – disse DB, era como se ele estivesse fora de si, não como um louco, mas como se as suas emoções estivessem trancadas, como se ele estivesse perdido pensando só em “sobreviver”, sua voz não soava como a de Sophie, sua voz ainda era branda e suave, seu estado era como se fosse de “Limbo”, suas emoções não eram nem tristes e nem felizes.

– Eu sinto muito, amigos! – disse Warrick já se permitindo chorar.

Assim, eles se prepararam, Sophie atiraria em Henry e Warrick no Doutor...

– Todos preparados pra correr... Vamos naquela direção... – disse o moreno indicando um caminho no meio da floresta. – Tentem não fazer barulhos, pois os zumbis vão se juntar aqui, o que vai nos dar tempo para chegar á estrada com menos problemas, entenderam? – Todos positivaram ,e assim as armas foram disparas, junto com muitas lágrimas.

Todos correram pelo caminho, enquanto observavam os zumbis correrem em direção a dupla agora morta no chão.

(...)

– FILHA! – a loira deu grito tão alto, que todos que estavam no acampamento a olharam, na verdade eram apenas três jovens.

A moça se virou bruscamente, e ainda com o rosto incrédulo, correu para os braços da mãe.

– Oh meu deus! – disse a loira abraçando a jovem fortemente.

– Lindsay! – disse a morena também com lágrimas escorrendo pelos globos oculares.

– Mãe, eu nem acredito! – disse a loirinha também com lágrimas nos olhos.

– Nem eu... – disse a loira disse deixando lágrimas quentes correrem por seus olhos, e molharem o ombro da outra.

– Graças a deus esta viva! – disse Sara, também emocionada, mas sorrindo.

– Quem são vocês? – disse um garoto ruivo e alto se aproximando das mulheres com uma expressão fechada.

– Esta tudo bem Kevin, é a minha mãe... – disse Lindsay ainda abraçada a mais velha. – Mas, como me encontraram? – disse a loira afrouxando o abraço e olhando Cath nos olhos.

– Estamos ajudando um cara que disse que pertencia a esse grupo! – disse Sara entrando na conversa.

– Elas salvaram a minha vida! – disse o jovem saindo do carro com dificuldade.

– Marcus! – disse Lindsay se soltando dos braços da mãe, e indo de encontro com o jovem ensanguentado.

– Lind... – ele disse abraçando a garota com dificuldade.

– O que aconteceu? E os suprimentos? – disse Kevin se aproximando dos outros dois.

– Uns caras me atacaram quando eu cheguei á farmácia, mas ainda sim peguei alguns remédios, estão na minha mochila. – disse Marcus tirando a sua mochila e estendendo ao outro.

– Precisamos sair daqui, agora! – disse uma garota magra, muito branca e com longos fios pretos se aproximando do grupo.

– Por que Kate? – disse Kevin pegando um binoculo que estava nas mãos da moça.

– Tem um monte de zumbis vindo pra cá! – ela respondeu, enquanto Kevin olhava pelo binoculo. – Marcus, o que aconteceu?

– Eu levei um tiro, preciso fazer curativos. – respondeu.

– Façam no carro, juntem tudo rápido, precisamos sair daqui! – disse Kevin começando a juntar as coisas.

– Esta bem, nós ajudamos! – disse Sara começando a ajudar, sendo seguida por Cath.

Assim rapidamente tudo estava em guardado em grandes mochilas, no acampamento, haviam somente algumas panelas sobre uma fogueira improvisada, e uma barraca para oito pessoas...

– Pra onde vamos? – perguntou Sara a Kevin.

– Existe uma base ao norte, podemos tentar ir pra lá! – disse ele em resposta.

– O Marcus e a Lindsay podem vir com agente, o banco de trás do nosso carro tem bastante espaço. – disse as loira mais velha.

– Esta bem, vou deixar o banco de trás do nosso carro, ocupado pelas mochilas. – disse o ruivo já adentrando ao carro, seguido por Kate.

Assim eles começaram a seguir até chegarem na estrada...

No carro de Cath:

Temos que voltar pro nosso grupo! – disse Sara chamando a atenção da loira que dirigia.

– Eu sei, mas é melhor chegarmos primeiro a base, Marcus esta muito machucado, e se lá realmente existir, eles vão estar seguros, depois disso vamos buscar os outros.

– Ele esta bem? – perguntou a morena, olhando para o banco de trás, onde Lindsay estava fazendo alguns curativos em Marcus.

– Estou conseguindo estancar o sangue, mas vou precisar de mais faixas e gases.

– Se passarmos por alguma farmácia, eu paro! – disse Cath olhando pelo retrovisor, por onde viu Lindsay positivar.

No carro de Kevin:

– Existe mesmo uma base? – perguntou Kate.

– Não sei, mas é a nossa única chance.

O carro do ruivo e da morena estava pouco atrás do de Cath, ele estava atento ao caminho, só que virou a sua atenção para responder a outra, tempo suficiente para um homem entrar na frente do carro, o que fez o rapaz frear bruscamente.

(...)

– Estamos chegando perto da estrada? – perguntou Hodges quebrando um silêncio que já se estendia entre os três.

– Não tenho certeza, mas acho que sim. – respondeu o loiro direto.

– Podemos encontrar um carro lá! – disse Hodges sorrindo.

– Talvez... Eu não teria certeza disso! – respondeu Greg novamente, Morgan estava calada e com o rosto inchado de tanto chorar pelo caminho, ela não dizia nada, apenas olhava ora frente.

– Olhem a estrada! – disse Hodges tomando a frente e correndo em direção ao caminho.

– Hodges, espera toma cuidado! – disse Greg começando a correr atrás do outro.

Antes que pudesse chegar até o homem, um carro quase o acertou e freou bruscamente.

Notas finais
E como prometido TODOS os grupos... O final esta chegando, e vou logo avisando que eu sou muito puxada a finais felizes... kkkk... Espero de coração que tenham gostado... Beijos! =)