O Anjo Das Trevas
15 Capítulo 15 - Juliana Parte 1
Notas iniciais
~~Juliana~~
Já faz um mês que todos estão treinando para a grande batalha, e eu... Eu não fiz nada para ficar mais forte, sei que Carter disse para mim ficar fora das batalhas, mas mesmo assim, preciso ficar mais forte, pois sei que não posso ficar dependendo deles para me proteger, eles precisam estar concentrados em suas próprias batalhas, mas achei que eles iriam precisas de um descanso, então chamei Damon para sair comigo, e ele foi.
–Por que esta sorrindo tanto meu amor? -Perguntou Damon a mim.
–Nada, só estou feliz por passar algum tempo com você, faz quase um mês que a gente não se ver, eu só estava com saudade suas, era só isso. -Dei um beijo na bochecha de Damon.
Depois de um tempo juntos, eu e Damon fomos para um parque, onde vimos três homens nos encarando, até que os três vieram em nossa direção, um deles me agarrou e começou a me puxar, e a ma tirar de perto de Damon, os outros dois começaram a bater em Damon, eu comecei a me debater para tentar fugir dos braços dele, mas ele era forte de mais e não consegui, em alguns minutos, ele me colocou dentro de uma van, e fecha a porta. O homem que me levou até a van, se virou e foi na direção de Damon e de seus amigos, eu fique ai gritando, o homem se afastou rapidamente, mas eu conseguia sentir o poder deles fluindo de um dintancia incrivel, dava para ver que Damon lutava a sério. O que esta acontecendo? Quem eram eles? O que queriam comigo? Haviam tantas perguntas em minha cabeça. Depois de uns cinco minutos, os três homens entraram na van, um vai em direção ao volante, o outro senta no carona e o terceiro vai atrás comigo, no momento que ele entra, me da uma pancada na nuca, que me fez desmaiar
Quando eu acordei, eu estava deitada em uma cama meio tonta, havia uma garota do meu lado, parecia ser uma criança, ela tinha um piercing, seu cabelo era verde e ela usava uma touca marrom, ela estava dormindo em uma cadeira ao meu lado, ela realmente parecia ter uns 12 anos, quando ela acordou, ela começou a me olhar e ficar corada.
–Desculpa, desculpa mesmo, era para mim ter ficado aqui cuidando de ti, enquanto tu dormia, me desculpa. –Disse a garota, e agora que ela falou, vi que ela realmente parecia ter uns 12 anos, era uma voz fina e calma, de criança. –Muito prazer, meu nome é Lilian, mas pode me chamar de Lili.
–Olá, meu nome é Juliana, mas pode me chamar de Ju. –Disse eu com um sorriso no rosto.
–Ju? Não gostei, é muito comum, vou te chamar de Juuly. –Disse Lilian. –Agora coloque uma roupa, vamos encontrar Eduardo.
Eu não estava entendendo nada, e somente depois do que ela falou me toquei que estava seminua, Lilian jogou umas roupas para mim e me levou para uma sala escura, e pequena, rodeada de livros e arquivos, no centro da sala, havia uma mesa com um homem sentado, um homem com cara de uns 50 anos, mas ele estava em plena forma, e atrás dele, uma espada gigantesca, realmente incrível.
–OIEEE EDUARDO. –Disse Lilian gritando
–Não grite, estou com dor de cabeça, e quem é essa garota com você? –Disse o homem sem olhar para cima.
–Essa é Juuly, a garota que nós salvamos ontem daquele demônio, se lembra?
–Ah, é mesmo. –Eduardo olhou para cima e deu um levo sorriso. –Juliana, venha comigo, isso é, se você já estiver recuperada, venha comigo.
Eu segui Eduardo por um longo corredor, onde haviam fotos de vários homens e mulheres, segurando armas, Eduardo disse que todas as pessoas nessas fotos, eram os heróis e heroínas dessa organização, foram pessoas que derrotaram demônios poderosos, eram pessoas que deram suas vidas para derrotar esses demônios. Quando olho para uma foto, vejo minha mãe nela, e fico assustada.
–Você sabe quem ela é? –Perguntou Eduardo.
–Sim, ela é minha mãe. –Disse eu com lagrimas nos olhos. –O que ela esta fazendo aqui?
–Ela era uma das nossas melhores caçadoras, nunca soube que ela possuía uma filha. –Meus pêsames. –De vez em quando, quando pessoas tem o dom de ver anjos e demônios, eles acabam passando esse dom para seus filhos, isso é raro, mas acontece, acho que aconteceu com você, sua mãe morreu matando um demônio realmente muito poderoso. Ela era a ex líder dessa organização, no dia em que ela morreu, a equipe dela disse que foi para salvar a vida de um bebê, acho que era você.
Minha mãe havia morrido logo após o meu nascimento, então nunca conheci ela. Fui criada pelos meus tios, sempre que eu tentava falar sobre meus pais, eles mudavam de assunto, agora eu entendo o por que.
–Me diz, qual o motivo de eu estar aqui? –Perguntei a Eduardo.
–Nós salvamos sua vida, e agora que sabemos sobre isso da sua mãe, eu gostaria que você se juntasse a nós, se você for tão boa quanto ela, realmente sera de muita ajuda para a gente, por favor, fique conosco. –Implorou Eduardo.
–Eu nem sei o que é isso, não posso me unir a algo que não sei o que é.
–Esse grupo foi fundado a centenas de anos, ele foi feito para proteger as pessoas que amamos, ele foi feito para proteger o mundo de qualquer mal, e com isso contamos com a nossa experiência em combate, e um treinamento todos os dias, essa organização foi criada para destruir demônios e salvar o mundo, nós nos denominamos Os Caçadores Das Trevas, se você não quiser se tornar uma de nós, eu vou entender.
–Eu quero me juntar a vocês. –Se eles puderem me tornar mais forte, séria ótimo, depois eu poderia sair do grupo, sem problema nenhum.
–Explendido, tem alguma preferencia em relação a armas? –Perguntou Eduardo com um sorriso maligno no rosto.
–Espada, sei lutar um pouco com uma espada.
Eduardo me levou até a sala de armas, e confesso que só de entrar lá, já me assustei, eram armas de foto e armas brancas, eu estava assustada com isso. Eduardo pegou uma espada para mim.
–Ela se chama ceifadora de almas, era a espada de sua mãe.
No momento em que eu toquei a espada, senti algo estranho, uma força realmente diferente em mim, algo que eu nunca havia sentido antes, e um sentimento de amor e carinho, e imagens vinham a minha cabeça, imagens de minha mãe me segurando em seu colo, será que esses eram os sentimentos de minha mãe, o que eu sentia agora, era amor e carinho.
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