O Amor Único {em reforma}

22 Você vai sofrer e vai ser minha.


Notas iniciais
Riroki é um vilão apaixonado doente, Naruto esta desaparecido com depressão, Hinata esta sofrendo MUITOOO, Sai é o unico ao seu lado, Ino e Sakura não conversam mais com a Hyuuga Sasuke esta procurando Naruto, Gaara é aliado de Hinata, Hiashi esta escondendo alguma coisa muito secreta em Kyoto e Hanabi esta doente HAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA eu sou horrivel estou correndo vocês por dentro eu sei MAAAAAS acalmense-se eu vou resolver tudo em breve, daqui uns três capitulos mais ou menos as coisas começam a mudar EU ACHO, depende o rumo que a historia tomar eu estou sempre mudando tudo. Bom primeiro eu estou triste T______________T, recebi poucos comentarios nesse ultimo capitulo eu esperava mais, mas tudo bem as vezes é o pouco tempo as vezes é o pessoal ta estudando bom não sei, eu nunca vou deixar de escrever, mas você são minha animação minha inspiração, quando não postam parecem que eu escrevi mal, eu sei que estou longe de ser uma profissional mas me desanima não façam isso comigo :/// Quero agradecer como sempre a todos que leram a fic que esta com mais de sete mil acessos isso é enlouquecedor, agradeço a todos que estão acompanhando aos que favoritaram aos que recomendaram obrigada é muito importante aos lindos que comentaram durante toda a historia e foram muitos queria poder citar todos e ao pouquinhos né que escreveram no ultimo cap que eu postei. BOM.... vamo lá menos MIMIMI e mais HAHAHAHA BOA LEITURA A TODOS♥

– Vamos lá Hinata! – ordenou o melhor amigo, despejando o prato grande com um lanche de hambúrguer maravilhoso e fritas feitas por ele mesmo encima da bancada da mesa da Hyuuga, Hinata estava sentada com o pijama mais largo que tinha a calça de seda de corações roxos e uma camiseta branca qualquer, o roupão a esquentava, nem estava mais tão frio em Tóquio, porém ela não podia deixar de se sentir gelada, claro, estava tento um péssima alimentação, ela não comia nada a dias tão pouco se importava consigo mesma, e por ser o mais próximo dela as bombas de informações eram jogadas nele, Sai era o único que Hinata escutava, o único que vencia sua teimosia, Neji, Naruto, Sasori, até mesmo Hiashi uma ou duas vezes quando estavam preocupados com algo em relação a morena era para ele que ligavam, tão simples, porém nada fácil.

– Você me acordou essa hora no sábado para isso? – Sim já era sábado, e nada do Namikaze, enquanto a maioria dos jovens no mundo todo queria sair e encher a cara de bebidas e drogas, ela apenas desejava dormir, ficar deitada na cama o dia todo sem fazer nada, pois em seus sonhos ela ainda tinha Naruto ao seu lado, sorriu fracamente pensativa.

– Para começar é meio dia, você não é de acordar tarde, e Hinata você não esta bem, esta pálida, não esta comendo direito – viu ele tagarelar sem parar em seu ouvido murmurando palavras que para ela eram sem sentido.

– Eu como sim! – afirmou forte.

– Quantas vezes esta comendo? E o que esta comendo? – ela não respondeu virou o rosto pesadamente como sempre ele saia vitorioso, ele estava certo.

– Não tenho vontade de comer – admitiu em suspiro deixando a cabeça para fitar o chão.

– Está preocupada com ele, não esta? – o amigo deu a volta na bancada e sentou-se no banco ao lado do dela, Sai deitou-se nos próprios braços com elegância afastando vagarosamente o prato para mais perto dela, seu sorriso cínico a fez bufar e revirar os olhos enquanto o mesmo a olhava com intensidade penetrando em suas pupilas como se desvendasse seus pensamentos.

– Muito – sussurrou, com um tom de voz tão preocupando quanto qualquer outro, e o amigo sorriu de forma irônica.

– Me peça um conselho – ele pediu.

– Eu sei que conselho você vai dar – rebateu já impaciente.

– Me peça um conselho.

– Não – afirmou novamente.

– Por que você sabe que eu vou estar certo como sempre, você não muda nunca não é mesmo Hinata? – ela suspirou pesadamente.

– Um conselho, Sai, um conselho eu preciso de um conselho.

– Vá atrás dele – nunca em toda sua vida viu Sai ser tão simples e tão serio, ele apanhou o hambúrguer no prato e segurou perto da boca da Hyuuga a obrigando que desse uma mordida e ela fez mesmo que não quisesse dando poucas mastigadas e engolindo e má vontade.

– Queria que fosse fácil.

– Lembro-me de seu pai ser um homem amoroso e atencioso quando te conheci, porém sempre severo, apesar de todo amor você o enfrentou a vida toda, não apenas ele, o seu avô, seus professores, os acionistas da empresa, sempre petulante sempre independente, talvez fosse esse o amor orgulho de sua mãe – ele estava certo como sempre – e depois que ela se foi tudo piorou não é? Mas você não mudou, você deu um tapa na cara de todos eles.

– O que isso tem haver?

– Enfrentou todo destino que sua família preparou para você – saliente – imagino que nada no mundo tenha sido mais difícil do que isso.

– Não consigo enfrentar Riroki Sai, não posso contra ele.

– Você pode!

– Não posso, Riroki está ameaçando ao Naruto, aos meus amigos, ao minha irmã... – foi interrompida.

– Se você contar ao Naruto tenho certeza que vão conseguir encontrar um jeito, sua família é muito poderosa Hinata, é influente, não tenha medo.

– Riroki conhece pessoas perigosas, não posso estender a vida das pessoas que eu amo, não posso arriscar a vida do Naruto – ela abaixou a cabeça e em seguida levantou de novo o encarando com um olhar triste – e também não posso arriscar a sua.

– Eu vou ficar bem.

– Riroki te odeia, muito, você deve ser um dos primeiros na listinha horrível dele.

– Eu faria tudo de novo se quer saber – graças a insanidade do melhor amigo, que jurou para si mesmo proteger a garota que considerava irmã, Hinata estava livre, ou esteve durante algum tempo, o passado não a abandonava.

– Por que é louco Sai.

– Lucidez no prende no mundo feito pela sociedade, eu odeio a lucidez.

– Não comece com tais metáforas – ela riu um pouco, enquanto Sai aproximou novamente o sanduiche e ela mordeu novamente ainda que não quisesse.

– Eu não tenho medo, e você também não deveria ter.

– Alguém tem raciocinar bem aqui – ela afirmou seria.

– Neji ficaria louco se descobrisse – começou a sibilar em um tom ameaçador – o passado o hoje, não pense que ele não esta desconfiado.

– Sai, nem pense nisso.

– Nunca fui a favor de todos esses segredos Hinata, você deveria falar com alguém.

– Eu falo com você.

– Alguém que te ajude de uma forma diferente, por que eu só faço o que você manda.

– Por isso eu confio em você – riu divertida, mas Sai não gostou, sua amiga, sua irmã, ele não suportava em nenhum momento vê-la sofrer, era torturante. Sai não tinha ninguém que não fosse ele mesmo, uma família onde homens eram colocados no topo de tudo, machistas, que nunca aceitaram sua arte, aos dezesseis anos ele saiu de casa se tornando um solitário, porém desde que conhecera Hinata ela se tornara sua família.

– Hinata não faça isso consigo mesma – pediu inutilmente.

– Esta tudo bem Sai eu vou ficar bem – o que ele podia fazer, assim como Hinata era uma mera refém de Riroki, Sai se sentia como refém dela, nada podia ser feito, talvez de fato ele poderia contar tudo para Neji, fazer Hiashi abrir os olhos e deixar Hinata cercada de guardas costas, podia contar para Ino a quem ainda saia praticamente todos os dias ou talvez encontrar Naruto e lhe informar a verdade, era o certo, mas Hinata o odiaria e Riroki provavelmente daria um jeito de contornar tudo, e ela por não confiar mais nele, ficaria sozinha, entrar naquele jogo inescrupuloso era o jeito de protege-la, ela apenas tinha a ele, sempre tinha apenas ele, desde sempre. Sai sentiu os próprios olhos ficarem triste, no fim de todos os seus cálculos não era como a um ano e meio atrás, Hinata não era uma prisioneira era um caso mais serio, muitas pessoas estavam envolvidas e ele não podia deixa-la sozinha. Amizade significa uma sublime relação, sem explicação.

De uns tempos em diante o horrível som daquele elevador, já a irritava muito, pois sempre esperava que Naruto entrasse no seu apartamento dizendo que sabia de tudo e que a amava, iria protegê-la e ficar sempre ao seu lado, mas ela duvidara de que um dia ele retornaria lá. Desceu do banco metálico da bancada da cozinha e caminhou até a sala de visitas, quase que calmamente imaginando que seria Neji ou Tenten, ela não tinha mais quase ninguém eles seriam os únicos que a visitariam, mas para o seu desespero não era nenhum deles, e bastou um único relance na soleira da porta a divisa entra a entrada da cobertura e a sala de jantar, Riroki Morimoto estava bem ali parado todo bem vestido de barba feita, calça preta, e suéter masculino branco, mulheres normais o chamariam de lindo, perfeito, mas Hinata não conseguia ver nenhuma qualidade nele, nem mesmo sua beleza, talvez o ódio que sentia fosse forte o bastante para cegar qualquer gentileza, ao lado do noivo forçado estava uma mulher que aparentava ser mais velha que ambos, faixa de uns trinta anos, os cabelos negros presos em um coque perfeito, usava uma camisa branca por debaixo do blazer e uma saia até os joelhos, agenda entre os braços e os sapatos Valentin de camurça de pontiagudos, uma verdadeira executiva, o que a Hyuuga nem imaginava era que ela estava bem longe de ser isso.

– Achei que viesse apenas no fim do mês – sussurrou cruzando os braços para baixo se contorcendo, Sai apareceu atrás dela logo em seguida desconfiado ouvindo a voz fraquejada da amiga, amedrontada, e ele não se intimidou nem um pouco, Riroki o encarava com um olhar cerrado.

– Meu amor – murmurou num sorriso saliente – resolvi fazer uma surpresa – ela mal havia reparado que ele escondia algo nas costas, relevou o buquê que deve ter sido caríssimo por ter sido de copos de leite, caminhou até ela apoiou a mão no queijo e lhe selou com lábios de maneira rápida, Hinata ficou estática, não se mexeu, tão pouco mostrou reação ou sentimentos seu olhos perolados nem ao menos se fecharam o que o deixou irritado como sempre, ela não o amava, soltou sua face qualquer jeito e lhe entregou as flores, não eram lírios perfeitos que Naruto sempre levava, não que não gostasse de copos de leite, mas na verdade odiava tudo que viesse dele.

– Sai – saudou o amigo de sua noiva de maneira educada, fingindo na verdade não querer mata-lo, um aperto de mão rápido e um sorriso falso vindo de ambos.

– Por que veio antes? – perguntou baixo sem querer deixa-lo irritado.

– Eu tenho coisas da empresa para resolver, reuniões com novos sócios – ele respondeu calmamente e um tanto animador – a empresa dos Morimotos deseja fazer um negócio muito rentável, uma parceria entre as industrias Namikaze, as U&NM, e a grandes Metalúrgicas do Grupo Hyuugas.

– Namikazes? – perguntou incrédula e talvez um pouco assustada – qual seu interesse em fazer negocio com os Namikazes?

– São apenas negócios meu amor – Riroki falava em gesticulações e começou a caminhar pelo apartamento logo sendo seguido por Hinata.

– Negócios ou tem mais coisa envolvida nisso?

– Atacar um certo loiro ridículo? – a encarou rindo de forma provocadora – talvez.

– Eu não vou aceitar isso Riroki.

– Seu pai irá aceitar.

– Meu pai esta em Kyoto e a sede da empresa aqui em Tóquio será comandada por mim.

– Não, você comandara em partes, por que ainda esta aprendendo a viver nesse mundo dos negócios, até que seu pai decida que esteja pronta, quem comanda tudo é o presidente da empresa que alias ele não escolheu ainda, por isso eu mesmo falei com ele, e esta vindo de Kyoto, amanhã faremos essa reunião na tentativa de união entre nossas empresas e além de parentes seremos sócios.

– Por que tudo isso?! – Hinata podia sentir o sangue borbulhar ele havia acabado de chegar e já estavam brigando como sempre ele insistia em destruir a sua vida, mas dessa vez não era apenas a sua, ele queria acabar com Naruto, queria vê-lo se afundar em sofrimento no máximo que conseguisse.

– Deveria estar feliz vamos ganhar muito dinheiro – murmurou saliente e ainda calmo.

– Você só quer provocar o Naruto! – aumentou o tom de voz, Sai deu largos passos preocupados a segurando pelo ombro – você quer dar um show ridículo para que ele sofra ainda mais.

– Hinata meu amor essa é a Naigella – abriu os braços apresentando a moça que parecia uma executiva, ele estava mudando de assunto, ele não estava nem ai para dor que estava causando, aquilo não era amor, era doença.

– Não mude de assunto.

– Fique quieta Hinata! – viu ele esbravejar, e tudo que não queria era vê-lo irritado, Sai a empurrou para trás consideravelmente esfregando suas mãos amigáveis em seus ombros magricelos na tentativa de que ela se acalmasse, Hinata bufou derrotada com sempre – bom ela será a sua assistente.

– Assistente? – ficou ainda mais confusa

– Você estuda muito minha querida – ouviu ele gesticular novamente de forma carinhosa, quanta falsidade – como vai organizar todo um casamento e ainda assim tomar conta dos estudos e da empresa.

– Casamento?!

– Sim, nós iremos nos casar e em breve, estávamos noivos a um ano e meio atrás lembra-se?

– Mas a um ano e meio atrás o casamento nem estava marcado.

– Não vou deixar você fugir de novo – sussurrou aproximando seu rosto do dela, Hinata tremeu, viu o seu fim estar próximo, e um vontade incontrolável de chorar, seu coração apertou e ela se segurou não se derreteria não diante dele, sua dor era dela, por amar Naruto e não poder estar com ele por se tornar refém Riroki não merecia seu amor tão pouco seu sofrimento.

– Mesmo assim achei que isso seria muito mais muito mais para frente.

– Em um futuro muito próximo meu amor, dia vinte de dezembro na verdade, depois da sua formatura, será apropriado e você terá muito tempo para organizar tudo da sua maneira perfeição.

– Eu não vou organizar nada – desabafou involuntariamente, ela era refém se Riroki quisesse se casar no minuto seguinte, ela era obrigada a aceitar.

– Eu sei – mudou o tom de voz de repente se tornando áspero e ríspido cuspindo as palavras de maneira assustadora, como se estivesse se revelando na verdadeira identidade – é por isso que Naigella existe.

– Riroki...

– Espero que vocês se deem bem – a cortou jogando seu tom falso e gentil para cima da conversa novamente e era obvio que elas não se dariam bem, para Hinata a tal de Naigella era como Sasori, Hidan, Deidara, eram pedras no seu sapato, personagens fictícios criados para vigia-la, era tudo que não precisava, e ainda agora organizar um casamento, quando ouviu seus capangas falando aquilo na escola pensou que fosse apenas para provocar seus amigos, e para o desespero da Hyuuga era verdade – eu tenho que ir muitas coisas a fazer, duvido muito que eu apareça para jantar com você, tenho uma coisa importante para fazer.

– Ver o Nagato – ousou a falar quando na verdade sua língua deveria se calar, ele riu de canto a encarando.

– Você é esperta por isso eu te amo, amanhã almoçaremos juntos, e a noite também vamos sair, afinal é final de semana – ela não respondeu, simplesmente por que não podia dizer não, poupou as palavras, porém não os pensamentos que desejavam que algo ocorresse em Konoha e ele tivesse que ir embora, ele se virou e retirou o celular do bolso mexendo na agenda eletrônica e a abandonando na companhia do seu melhor amigo, Riroki a amava, de forma doentia e obsessiva e talvez para muitos e nem ao menos demostrava que tinha toda essa paixão, mas tinha o motivo de sempre ser meio seco, era seu receio pelos acontecimentos de um ano e meio atrás, não se arrependia, apenas odiava a falta de oportunidade para não fazer o mesmo, Hinata tinha amigos agora, tinha Neji e muito mais pessoas a sua volta, até mesmo para sua mente maligna e louca, ele sabia arriscado demais tira-la de Tóquio, porém ameaçar já estava sendo o suficiente, em breve sua amada Hinata, seria apenas sua. Hinata sempre foi em toda sua essência uma mulher completamente diferente, totalmente desprovida de decência, apesar de ser muito educada e refinada, pouco ligou para seus costumes, nunca quis ser como os outros Hyuugas, uma beleza formidável e um jeito ousado, desastrada e complexa, linda e rebelde, decente e ao mesmo tempo um tanto errada, nenhum biscate apenas um garota que gostava de aproveita sem viver sob a rigorosa tradição Hyuuga, uma artista petulante e absurdamente na sua opinião perfeita, um misto perfeito de tudo, ah como a amava, desde a primeira vez que mirou naqueles olhos perolados, um anjo havia caído em seu caminho, de todas as mulheres que já passaram em sua vida nunca havia encontrado mais maravilhosa, Hinata era dele, apenas dele e de mais ninguém, ele não a perderia ele não deixaria que ninguém a tocasse, era amor, era diferente, era perigoso, doentio, e odiou a vida, odiou o universo quando descobriu que ela não correspondia, nenhuma mulher seria louca de não se apaixonar por ele, Riroki Morimoto, ela não podia deixa-lo, ela deveria ama-lo, eram feitos um para o outro eram almas gêmeas, mesmo que fosse apenas na sua mente já era o suficiente, ah como ela era incrivelmente diferente, até nisso era petulante e ousada e ainda se retirava com classe, ou pelo menos era o que ela imaginava, se Hinata não fosse dele não seria de mais ninguém, para o coração do rapaz a Hyuuga era completamente apaixonada por ele apenas não sabia, e se não fosse aprenderia a ser, ele era o melhor para ela, nesse dia, o moreno decidiu, Hinata seria dele, apenas dele, mesmo que fosse a força, após transformar sua vida em um inferno por não corresponder toda a dedicação e amor que ele tinha por ela, ela pagaria por tudo e depois viveria com ele, como sua esposa, para sempre.

Retirou-se do apartamento irritou-se por ela não dizer nada, nenhuma palavra, nenhum abraço ou um beijo no rosto, Riroki não aceitava o ódio vindo da sua noiva e quem ele fazia tudo para sempre vê-la feliz, se fosse Naruto com certeza essa cena teria sido bem diferente, pobre Hinata nem imaginava que era analisada até mesmo nos mínimos detalhes, não importava as consequências, insistia em desafia-lo.

Enquanto Naigella folheava a agenda de Hinata vendo todos os assuntos que tinha para tratar mandados por Riroki, Sai a encaminhou de volta para cozinha, bufando de raiva a repreendendo com um olhar, a mulher bela, foi logo atrás dos dois deixando que os sons dos saltos finos batendo contra o chão ecoassem pela casa deixando uma garota de cabelos azuis marinhos meio irritada.

– Você é maluca, completamente maluca – murmurou Sai no seu ouvido, mas Hinata não parecia muito atenta apesar de estar ouvindo – não deve ficar batendo de frente com Riroki desse jeito.

– Eu odeio ele – cuspiu as palavras com brutalidade.

– Sabe que ele pode te machucar – o tom preocupada não a amoleceu a tristeza dentro de Hinata a estava destruindo.

– Estou fodida mesmo – raridade era a ouvir falar palavrões, Hinata nunca foi de tais palavras, é ela não estava nada bem, Sai suspirou de novo se odiando por não poder ajuda-la de outra forma, ela chegou na mesa e ele a obrigou a comer mais um pouco, mas não deu três mordidas sem antes ser interferida para sua nova assistente que desejava que não existisse.

– Então senhorita Hinata – ela começou a sibilar – o senhor Riroki me passou muitas ordens sobre o casamento por onde quer começar?

[...]

Sakura estava sentada confortavelmente na cadeira de palha diante da mesa de madeira grande e redonda farta do lanche da tarde, na varanda fresca naquela tarde tranquila na mansão Uchiha, sempre ia muito lá, Mikoto amava a rosada, agradecia tanto por seu filho Sasuke ter arrumado uma namorada boa como ela que além de amada também era amiga, nada poderia ser melhor dentro de um relacionamento do que a amizade, pois nos amigos depositamos mais confiança do que em qualquer outra pessoa da Terra, e isso não era algo que faltava para aqueles dois, combinando no perfeito amor era quase certo que eles seriam muito felizes, ela era linda uma beleza que combinava divinamente com a primavera, digna do nome que tinha, tão diferente do namorado, talvez fosse por isso que eles se dessem tão bem, apesar de Sasuke ser sempre muito serio, muito cético, ele não admitia, mas era muito sentimental, Sakura o fazia bem.

Quando o namorado atravessou as portas de vidro encontrando o vasto jardim bem cuidado pelos empregados, ele caminhou pela varanda comprida sentindo a brisa fresca daquela tarde com o clima refrescante de Tóquio. A Haruno o viu se aproximar sempre serio sem demostrar nenhuma expressão em seu rosto, nas mãos carregava um envelope dourado, ele se aproximou balançando a cabeça negativamente e por conhece-lo tão bem a rosada já imaginava algo da qual não gostava estava acontecendo.

– Sasuke aconteceu alguma coisa? – ela perguntou em posição para se levantar da cadeira de forma apressada, viu o moreno citar alguns palavrões e tom baixinho que quase nem mesmo ela pode ouvir.

– Não aconteceu nada, mas vai acontecer – murmurou estendendo o envelope dourado para a amada, Sakura apanhou o mesmo vendo que já estava aberta, retirou o papel de dentro do envelope, em letras formidáveis escritas em tons pastel, era um convite, para uma festa.

– Leia em voz alta – ele pediu, agora sentado de frente para ela, enquanto se deliciava do creamcheese feito pela sua empregada cozinheira de mão cheia, a mesma sabia que o pequeno Sasuke a quem cuidava desde de criança adorava doces, que eram sua especialidade.

– Nós do Grupo Hyuuga, as Industrias Namikaze e a Famiía Morimoto temos o grande prazer e o maior orgulho de lhes convidar nosso amigo Uchiha Fugaku e sua família para a celebração em nome da grande aliança de nossas empresas, um grande momento empresarial para todos nós, será uma honra que sua presença esteja conosco nessa noite tão importante 10 de setembro de 2014 no grande salão Imperatriz Solaria as vinte e uma horas... – tinha o endereço e ainda uma notória mensagem empresarial falando sobre força e raciocínio, mas ela não precisava mais ler, já era o suficiente as empresa Namikaze e a família Morimoto, sócios – Isso é...

– Isso mesmo.

– Morimoto não é o tal noivo da Hinata que você me disse? – agora que tinham as famílias unidas através de uma amizade entre Fugaku e Hiashi, Sasuke sempre dava um jeito de arrancar informações do pai, na tentativa de poupar o melhor amigo que estava sofrendo por amor, lembra-se de ter falado para namorada sobre o tal Riroki, porém agora que Hinata e Sakura não eram mais amigas ela pouco se importava, a rosada o viu ele afirmar com a cabeça, bastou para arregalar suas pupilas esmeraldas de forma assustadora, Naruto não aceitaria aquela noticias nem um pouco bem, ele odiaria.

– Sasuke, o Naruto! – ela começou a afirmar apavorada – ele vai ficar profundamente irritado.

– É o que falta para aquele idiota matar o pai de vez – ele começou a murmurar pensativo e um tanto impaciente sem esboçar nenhuma expressão – eu preciso encontra-lo logo!

– Como Kushina esta? – perguntou com voz fraquejada devido ao medo.

– Péssima – respondeu desapontado.

– Sasuke e agora? Essa festa é no próximo final de semana – viu ele bufar e fechar os olhos mergulhando na própria mente atrás de uma solução, nada.

– Eu não sei.

– Quando descobrir ele vai ficar péssimo – Sakura sempre foi melhor amiga de Sasuke e também de Naruto, mas muito além do Uchiha que amava o Namikaze era com seu irmão mais velho, e sempre a protegeu, Naruto podia ser um mostro consigo mesmo, mas era um grande amigo.

– Vai ficar pior quando descobrir sobre o casamento.

– Hinata não tinha esse direito.

– Sakura...

– Não! Ela foi uma falsa, sempre gentil, tão extrovertida tão animada, tão amiga – seu olhos caíram consideravelmente demostrando uma certa tristeza – ela nos enganou, nos usou e nos descartou, achei que tínhamos algo especial, mas não, ela é como aquele primo, como o pai, como avô é fria e calculista.

– É a mascara caiu.

– Totalmente – ela queria que estivesse errada, ou que pelo menos fosse mentira loucura da cabeça da garota que um dia considerou amiga e Hinata se tornara, de todas as formas sua melhor amiga, e ela ainda a amava apesar de estar muito irritada e não desejar nunca mais olhar em sua cara, odiou a vida por ser tão complicada.

Uchiha Fugaku pisou na varanda lançando seu olhar para o casal que conversava tranquilamente e se irritou profundamente por ver uma certa Haruno arrancando olhares motivados do seu filho caçula e como já havia visto antes, sorrisos também, ele não a amava, Fugaku tinha certeza, Sasuke desde que Itachi partira para seguir sua vida sozinho longe do Japão, se tornara seu herdeiro, seu único herdeiro, o poderoso líder daquela família não deixaria que o simplório amor adolescente estragasse tudo, seu filho merecia uma mulher a altura, de sua mesma classe social, que tivesse mais modos e com certeza mais classe. O que era aqueles cabelos róseos? Uma grande aberração na sua opinião. Enquanto a Haruno o olhava está guinada espero um simples bom dia Fugaku nada fez, despejou um olhar feio para eles e murmurou um “tsc” se retirando da varando antes que a esposa o visse ali desejando horrores ao casal, afinal ela o odiava por ter afastado o mais velho de sua casa e de perto dela, bateu com mão feroz na porta de madeira envidraçada avisando ao Sasuke que estava em casa, Sakura viu o namorado se virar e ver o pai lhe lançando um ultimo olhar e provavelmente como sempre fazia ir para o escritório, ela tomou uma expressão mais triste ainda que fez o Uchiha suspirar profundamente.

– Sakura... – tentou dizer, mas a mesmo o interrompeu.

– Ele não gosta de mim – um tom melancólico que Sasuke odiava por sempre vê-la tão meiga querendo deixar as pessoas sorridentes, até mesmo ele, diversas vezes.

– Sou que tenho que gostar de você – murmurou com um sorriso de canto que era único no mundo, exclusivo do seu poder sedutor de Uchiha.

– Você sabe que não é assim – mais melancólico ainda e ele revirou os olhos, ela sabia ser irritante de vez enquanto, fazia isso muito bem, levantou-se do aconchego de sua cadeira contornando a mesa redonda, sua querida rosada ainda sentada deixava as mãos pousadas no colo enquanto as encarava, Sasuke colocou as mãos nos braços da cadeira jogando todo seu peso e se apoiando, se aproximou profundamente até que ela ergueu aquele rosto primoroso o encarando de maneira iluminadora, viu ele sorrir de canto, e ela sorriu sem querer, era tão impossível não sorrir quanto ele sorria, era inevitável.

– Você é Haruno Sakura – ele começou a sibilar e qualquer palavra que ela quisesse dizer travou em sua garganta, mergulho na escuridão dos olhos do namorado, porém não era um escuridão amedrontadora, era acolhedor – você é a garota mais incrível que eu conheço.

– Não diga isso para me deixar feliz – finalmente algo saiu.

– Você é! – insistiu ainda a encarando de uma maneira tão sincera que ela decidiu deixa-lo continuar – se não pode perceber isso então eu vou dizer, que você é a garota mais incrível que eu conheço, é inteligente, e bondosa, sempre faz de tudo para ajudar seus amigos, você é filha única e ama muito os seus pais, tem sorte por se dar tão bem com eles, você ama flores de cerejeiras e não sabe lidar com perdas muito menos com brigas, você Sakura quer ser médica, é sonho fácil, você vai ser uma grande médica já posso ver ser nome ser famoso em todo o país, Oncologista-cirurgiã-pediatra, um cargo digno para alguém que ama tanto crianças, e vai salvar todas elas, você é generosa de uma forma que ninguém mais é, adora ler, adora animais, e eu, bom eu adoro tudo isso em você.

– Desde quando sabe tanto sobre mim? – pobre Haruno que sempre imaginou ser amiga do Uchiha mas que porém nunca pensou que ele se importasse com algo em relação a sua vida, Sasuke e ela nunca conversaram sobre ela, era sempre sobre ele.

– Você é minha amiga – e a beijou de maneira afoita lhe tomando os lábios com brutalidade e logo separando – e minha namorada, minha linda namorada.

Seus olhos esmeraldas adquiriram um brilho apaixonado que deixou Sasuke muito satisfeito, e mesmo que com o coração tranquilizado ela não podia deixar de notar, como sempre ele era romântico as vezes, mas ainda não havia dito que amava.

[...]

Fugaku Uchiha adentrou em seu escritório celestial como um furacão, irritado com os pés de dinossauro quase penetrando no chão de madeira requintado e envernizado anualmente, a decoração moderna quase foi estilhaçada pelo cavalo de prata que jogou na parede com toda a força, já era muito difícil lidar com Sasuke já que ele não estava nem perto do mesmo nível de raciocínio do seu filho Itachi, seu amado primogênito, onde havia errado?

Fechou os olhos com força e apanhou o telefone o arrancando com ferocidade do gancho em que estava apoiado, discou os números rapidamente e sentou-se na poltrona branca muito confortável afundando devidamente entre as almofadas.

Alô – sorriu ao ouvir a voz feminina do outro lado.

– Minha querida, quanto tempo – ele a saudou.

Ah, não me diga que estou falando com Uchiha Fugaku – ironizou risonha e surpresa por ele ter ligado assim tão de repente – eu me mantive bem longe do Sasuke se você quer saber...

– Não quero que fique longe dele dessa vez – ele riu curtamente.

Ah não – ela soltou uma pequena gargalhada – isso é alguma piada Fukagu?

– Sasuke esta namorando, uma garota assim como você – ele não poupava palavras para ofende-la porém tendo o trabalho que tinha pouco se importava – na verdade ela é melhor você, a família até que tem dinheiro, mas nada comparado a classe alta.

E o que quer?

– Que de um jeito nisso, Sasuke é meu herdeiro, ele é um Uchiha, não posso deixar meu único filho estragar a reputação de nossa família por estar namorando uma garota inferior, que não tem nem ao menos modos ou respeito – é por isso que jamais se deve julgar um livro pela capa, Fugaku nem sequer imaginava que Sakura era de uma excelente família, se comportava com uma moça refinada, ele a odiava apenas por saber ela era um pouco desprovida de dinheiro, que azar da rosada.

Não já cometeu esse erro já Fugaku, a namorada do seu filho mais velho que queria dar um golpe do baú na família Uchiha – o desafiou percebeu de longe ele bufar irritado.

– É diferente, não acho que ela vai dar um golpe em nós.

Você não quer que pareça isso, para que caso algo de errado Sasuke nem Mikoto não fiquem assim tão irritados, se dedicou muito tempo a empresa meu caro, o trabalho deixou você doente – o desvendou – incrível como você é mesmo um homem muito poderosos Fugaku Uchiha.

– Quanto você quer? – tratou logo querendo desligar o telefone.

Você sabe que não precisa de nada quando se trata do Sasuke, ele é o meu homem – a voz sedutora era bastante provocadora e esperta – mas já que ofereceu, eu não estaria bêbada o suficiente para recusar.

– Vou desligar – aquela moça era apenas uma parte de seu mero plano, tinha que afastar aqueles dois ao ponto de destruir até mesmo a relação forte de amizade, ainda bem que naquela semana recebeu a notória e primordial noticia de que uma boa moça, uma que ele gostava muito e a qual seu filho deixou escapar de sua mãos, havia retornado a Tóquio.

Notas finais
JÁ AVISO QUE NO PROXIMO CAP TEM NARUTO, TEM MUITOOO NARUTO NO PROXIMO CAP kkkkkkkkkkkkkkkkkk eu sei que vocês estão angustiados com ausencia dele eu também estou. No proximo cap muita coisa começa acontecer cabeças rolam lagrimas também risco... AIII NÃO VOU FALAR KKKKKKKKKKKKKKKKK leiam e mando comentarios né querido ♥ Espero que tenham gostado de coração, perdão pelo meu drama mas quando escrevemos tudo que desejamos receber em troca são respostas escritores tem necessidades de ver as pessoas falando suas opiniões é motivador *-*