O Amor Supera Tudo
8 Noche Caliente: Forçada?
Notas iniciais
No dia seguinte...
P.O.V da Sam
Estava numa lanchonete com a Carly e ela estava radiante enquanto falava no quanto o Brad era maravilhoso, fofo e lindo. E eu apenas sorria e assentia tomando meu Milk shake de Blueberry.
Carly: — Ah, amiga ele beija tão bem, pena que ele tem medo de se relacionar com uma garota mais nova. Eu não me importo com a diferença entre a nossa idade. O que você acha? — Pergunta, sorrindo.
Sam: — Se vocês se amam, devem ficar juntos e foda-se o resto! — Respondo sendo, sincera.
Carly: — E você amiga não está ficando com ninguém? Nenhum Boy magia maravilhoso? — Indaga curiosa e eu me engasgo começando a tossir. — Ah, meu Deus, você está bem, Sammy? — Pergunta, preocupada.
Sam: — Estou! — Respondo parando de tossir, recuperando o meu fôlego. — Vamos mudar de assunto? — Peço.
Carly: — Tudo bem. Que tal irmos no Shopping? Preciso de lingeries novas... — Diz toda empolgada.
[...]
Chego em casa depois de ter passado a metade do dia com minha melhor amiga, me divertindo e quando entro, me deparo com o Freddie sentado no sofá sozinho e a mansão está estranhamente silenciosa.
Sam: — Cadê todo mundo? — Pergunto, incrêdula.
Freddie: — Seus tios tiveram que viajar novamente e eu dispensei os empregados! — Responde se levantando, tranquilo.
Sam: — Pra quê? — Pergunto, curiosa.
Freddie: — Você ainda pergunta? Para terminarmos o que havíamos começado! — Responde ele se aproxinando com um sorriso malicioso e me agarra, beijando-me com desejo e eu correspondo com a mesma intensidade...
[...]
Entramos no meu quarto, nos beijando aos tropeços e ele para o beijo e tranca a porta.
Em seguida, me joga na cama e sobe em mim, e beija meu pescoço enquanto aperta minhas coxas.
Ele para o beijo e me puxa, me fazendo sentar na cama e logo trata de tirar meu vestido, me deixando apenas de lingerie roxa.
Seu olhar escurece e desce pelo meu corpo, ele morde o lábio inferior encarando meu corpo com desejo, puro e ardente desejo.
Ele retira meu sutiã e me deita na cama, abocanha meu seio direito chupando-o, me fazendo gemer. E depois desce a boca pelo meu corpo retribuindo beijos, sua barba por fazer roçando na minha pele, me arrepiando.
Sua boca chega até o tecido da minha calcinha e ele a retira lentamente, afasta minhas pernas, abocanhando minha parte íntima...
Sam: — Ooh, Freddie! — Gemo de prazer, sentindo sua boca em mim e agarro seu cabelo, puxando-o.
Então, ele me penetra um dedo e eu sinto um certo incômodo por eu ser virgem e ele começa a me masturbar lentamente...
Por fim, e ele para de me estimular e se afasta, sento na cama de frente para ele e tiro sua camisa e passo minhas mãos por seu peitoral definido, barriga, abdômen definidos...
Freddie me deita na cama e retira a calça, em seguida a cueca boxer preta revelando seu membro grande e grosso na medida certa.
Ele abre minhas pernas e eu tento fechá-las pois sinto insegurança e medo.
Freddie: — Nem pense em fazer isso! — Diz com a voz extremamente rouca e se encaixa entre minhas pernas, me penetrando.
E na medida que ele me adentra, eu sinto dor e meus olhos começam a marejar.
Sam: — Pare, por favor! — Peço sentindo minha intimidade latejar.
Ele me ignora e me penetra com certa força e dói muito.
Freddie: — Relaxa! — Sussurra ele, iniciando as estocadas.
Sam: — Por favor pare, você está me machucando! — Digo chorando.
Freddie: — Ah, cale a boca, vadia! — Reclama, ríspido. — Não era isso que você sempre quis? — Pergunta me estocando com força. — Pare de chorar, eu quero ouvir você gemer! — Fala um pouco irritado.
Tento empurrá-lo, mas ele é mais forte e levanta meus braços, e os segura acima da minha cabeça.
Sam: — Me solte! — Peço ainda sentindo dor e ele continua investindo com mais força.
Ele solta meus braços e segura minha cintura, apertando-a, me fazendo gemer de pura dor...
[...]
Finalmente ele sai de dentro de mim, e tomba para o outro lado da cama, satisfeito e ofegante. E eu sento na cama com dificuldades, soluço chorando e abraço minhas pernas...
Depois levo a mão direita até a minha parte íntima, que latejava e quando tiro vejo sangue nela, olho para baixo e vejo uma mancha de sangue na colcha da cama.
Ele havia me violentado e me machucado da pior maneira possível. Nunca pensei que ele fosse capaz de tal coisa...
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