O Amor Retorna

64 Capítulo 64 - Forever is a long time


Notas iniciais
Oi, lindas ❤ Aqui está o próximo capítulo! ❤ Nós pretendemos fazer uma segunda parte da fic, claro que ela vai ter menos capítulos. Nós vamos continuar depois do casamento. *** Pretendemos fazer a segunda parte da fic em primeira pessoa, ou seja na maioria dos capítulos quem vai narrar serão os próprios personagens ( Angie e Germán ), mas claro que algumas partes estamos pensando em colocar em terceira pessoa. O que vcs acham? ( Por favor, respondam nos comentários ❤) Queremos agradecer a linda Fantasma Castillo por favoritar. Muito obrigada, linda ❤ E obrigada as lindas que comentaram: # Ana Clarinatica Ever # Larissa 789 # Luciana 12 # Bih Silva # Fantasma Castillo # Rafa Vieira # Suh Adoramos os comentários! ❤

#Meses Depois

Angie estava absorta em seus pensamentos. Fazia poucos minutos que havia acordado e um sorriso imenso pairava sobre seu rosto angelical. Afinal, o grande dia havia chegado. O dia em que finalmente ela e German poderiam iniciar seu Felizes Para Sempre.

Ainda era muito cedo, não se passava das seis da manhã. Mas ela não conseguia pegar no sono novamente. Estava ansiosa devido ao evento que a esperaria naquele dia.

Ela passou várias vezes na mente como seria seu casamento. Será que seria parecido com o sonho que tivera meses atrás e na noite anterior também? Ela tentou pegar no sono mais uma vez, esperando que se dormisse seus nervos se acalmariam. Fechou os olhos, os pressionando fortemente mas de nada adiantou. Minutos se passaram e nada de o sono vir.

Ela cansou de ficar ali deitada e se levantou, se aproximou da janela, abriu a cortina e ficou ali observando tudo pela janela. Se bem que não tinha muito o que se ver, pois o céu ainda estava um pouco escuro mas ainda era possível enxergar a água da piscina se movimentando com a brisa calma que soprava levemente.

Ela então trocou de roupa rapidamente e desceu as escadas pé por pé para não acordar ninguém, saiu lá fora e se sentou em um banco perto da piscina.

Angie estava muito distraída, olhava atentamente para a água se movimentando na piscina. Até que sentiu dois braços a envolvendo delicadamente.

GERMAN: Bom dia, meu amor. — Falou já sentado ao lado dela.

ANGIE: Bom dia! — Disse sorrindo.

Os dois deram um selinho calmo.

GERMAN: Você acordou cedo hoje. Esta se sentindo bem? — Perguntou preocupado.

ANGIE: Claro, melhor acho que impossível. Mas por que toda essa preocupação? — Quis saber, curiosa.

GERMAN: É que você não gosta de acordar cedo, esqueceu? — Perguntou.

ANGIE: E eu não gosto mesmo, mas não estava conseguindo dormir e decidi vir aqui fora tomar um ar.

GERMAN: Esta ansiosa?

ANGIE: Muito, você nem imagina o quanto. Essa é a causa da minha insônia. — Disse sorrindo.

GERMAN: Eu acredito. — Ele retribuiu o sorriso.

O vento começou a soprar um pouco mais forte fazendo com que Angie esfregasse as mãos nos bracos na esperança de se esquentar pois sua blusa de frio era de um tecido bem fino.

German não pensou duas vezes e retirou seu casaco que era muito mais quente e colocou sobre Angie, a envolvendo em um abraço logo após.

ANGIE: Não precisa, German. — Ela protestou.

GERMAN: Claro que precisa. — Respondeu sem hesitar. — Não quero que fique doente.

ANGIE: E eu também não quero que você fique doente.

GERMAN: Eu não vou ficar.

ANGIE: Vem, vamos lá para dentro. — Ela se levantou mas sem soltar a mão da de German em nenhum momento.

GERMAN: Não precisa, meu amor. Eu já te disse que não vou ficar doente, eu tenho uma saúde de ferro.

ANGIE: No entanto que na última vez que ficamos aqui fora e estava assim, você acordou com um baita resfriado no outro dia.

GERMAN: Tudo bem, vamos lá para dentro. — Concordou pois sabia que não adiantaria nada negar o pedido de Angie.

Os dois voltaram para dentro da casa e se sentaram no sofá.

Angie estava encostada no peito de German ouvindo cada batida do coração dele. Enquanto ele tinha uma mão envolvendo a cintura da amada e a outra segurando uma das mãos de Angie.

O silêncio entre eles era muito confortável, enquanto Angie só queria ouvir as batidas do coração de German, ele só queria ficar ali ao lado da mulher que em cerca de horas seria sua esposa.

ANGIE: Você já pensou em quanta coisa tivemos que passar para chegar aqui? — Falou quebrando o silêncio.

GERMAN: Sim, foram tantos problemas e obstáculos que queriam nos separar.

ANGIE: Mas agora estamos juntos e nada vai poder fazer com que nos separemos.

GERMAN: Juntos nós vamos passar por todos os problemas.

ANGIE: Sim, nós vamos. — Ela bocejou.

GERMAN: Esta com sono? — Perguntou tirando uma mecha do cabelo dela que estava caída em seus olhos.

ANGIE: Sim. — Falou sonolenta.

German então reacomodou Angie em seus braços e depositou um beijo em sua cabeça. Enquanto ela encostou a cabeça no peito dele e fechou os olhos.

ANGIE: German, você pode cantar para mim? — Perguntou com os olhos fechados.

GERMAN: Claro, meu amor.

ANGIE: Você pode cantar a música que compomos juntos. — Sugeriu.

GERMAN: Claro que posso.

Ele cantou Abrazame y Verás e Angie adormeceu em seus braços, mas depois de ficar ali observando sua amada dormir ele acabou adormecendo também.

(…)

Violetta e Ludmila tinham acabado de acordar e de se arrumarem quando foram procurar por Angie. Elas foram até o quarto dela, mas como não a acharam, já estavam indo em direção ao quarto de German para ver se ele sabia onde Angie estava. Mas nem precisaram, pois Ludmila vendo que os dois estavam dormindo no sofá disse:

LUDMILA: Vilu, acho que eu encontrei a Angie. — Disse apontando para o sofá onde Angue e German estavam dormindo.

VILU: Nossa, como nós não tínhamos percebemos isso antes?! — Disse colocando a mão na cabeça. — Já estamos atrasadas.

LUDMILA: Eles estão tão fofos assim que nem dá vontade de acordá-los.

VILU: Você tem razão. Se hoje não fosse o casamento deles eu nem os acordaria. — Ela suspirou. — Eles não têm idéia do quanto eu esperei por esse dia.

LUDMILA: É, eles merecem ficar juntos depois de tudo o que eles passaram. Mas agora é melhor nós irmos acordar eles.

VILU: Bem lembrado. Vamos lá.

Elas desceram as escadas tentando fazer o mínimo de barulho possível e se aproximaram do sofá.

VILU: Angieee!!! Papaiii!!! Já tá na hora de os dorminhocos acordarem. — Falou balançando eles com a ajuda de Ludmila.

LUDMILA: Acho que não está adiantando, Vilu. Melhor mudar de tática. Olha só eles nem se incomodaram. — Constatou apontando para eles que só se mexeram um pouquinho.

VILU: Então só tem um jeito de resolver isso. — Disse e começou a gritar. — Papaiii, Angieee!!! Que tal vocês acordarem?

Devido ao barulho eles acordaram. German se sentou e logo após, Angie fez o mesmo passando as mãos pelo cabelo em uma tentativa de arrumá-los.

LUDMILA: Bom dia! Que bom que vocês acordaram, porque o dia de vocês vai ser bem corrido hoje.

GERMANGIE: Bom dia! — Responderam em uníssono.

ANGIE: Por que você estava gritando, Vilu? — Perguntou se espreguiçando.

VILU: É que eu e a Ludmila estávamos tentando fazer vocês acordarem, mas como não estava dando certo, eu tive que gritar. — Explicou. — Vocês se lembram que dia é hoje?

GERMAN: Claro, hoje é dia 15. — Disse se fazendo de desentendido.

VILU: Ah pai, para de brincadeira.

ANGIE: Mas seu pai está certo, hoje é sábado dia 15. — Falou entrando na brincadeira.

LUDMILA: Parem de brincadeira. Será que vocês não se lembram que hoje é um dia muito especial para vocês?

ANGIE: Claro que a gente sabe que dia é hoje. É o nosso casamento. — Disse sorrindo e olhando para German, enquanto ele pegou na mão dela retribuindo o sorriso.

GERMAN: Vocês acham mesmo que a gente se esqueceria mesmo que dia é hoje?

VILU: Tudo bem, mas agora parem de brincadeira e vão se arrumar.

LUDMILA: Isso mesmo, nós temos 20 minutos para estarmos no SPA Angie.

VILU: E além disso, papai, o senhor tem que ir buscar o seu terno.

ANGIE: Tá bom.

(...)

Angie se arrumou, desceu as escadas e se sentou ao lado de German. Mas antes que algum deles pudesse pronunciar uma palavra sequer, Violetta e Ludmila chegaram na sala.

VILU: Vem, Angie. Nós temos que ir!

VLUDMILA: É, nós combinamos de encontrar as meninas lá.

ANGIE: Tudo bem, podem ir para o carro. Eu encontro vocês duas lá, daqui a pouco.

VILU: Tá Angie, mas vê se não demora viu?

ANGIE: Pode deixar, eu não vou demorar.

Vilu e Ludmila se despediram de German e foram para o carro.

ANGIE: Acho que não temos muito tempo. — Indagou.

GERMAN: Disso eu tenho certeza. É questão de minutos para as meninas voltarem aqui e te arrastarem para o carro. — Ele sorriu.

ANGIE: É verdade. — Sorriu também. — É melhor eu ir.

GERMAN: Que pena. Queria poder passar mais um tempo com você.

ANGIE : Eu também. Mas depois que casarmos vamos passar o resto de nossas vidas juntos. — Ela olhou bem no fundo dos olhos dele. — Acho que isso é tempo o suficiente.

GERMAN: Também acho. Não vejo a hora de poder, finalmente, te chamar de minha esposa. — Falou dando ênfase em " Minha esposa ".

ANGIE: E eu de meu marido. — Respondeu.

Os dois se aproximaram mais e se entregaram a um beijo. O último beijo como noivos, pois o próximo seria como casados.

ANGIE: Agora eu realmente tenho que ir.

GERMAN: Pode ir. Antes que as meninas enlouqueçam. — Falou sorrindo.

ANGIE: Tchau, German.

GERMAN: Tchau, meu amor.

Os dois deram um selinho e ela foii até a porta, mas antes de sair falou:

ANGIE: Ah, e não esquece de ir pegar o seu terno viu? — Brincou.

GERMAN: Eu não vou esquecer. — Respondeu sorrindo.

Ela saiu e foi para o carro.

(...)

#11:30 — SPA

Angie estava em frente ao espelho.

Ela estava perfeita, os cabelos foram enrolados e meio presos, a franja estava solta e fora feita uma trança em cima da cabeça como se fosse uma tiara.

O vestido branco, tinha as alças grossas e rendadas e acima da cintura havia uma faixa dourada.

A maquiagem era simples mas bem feita: olhos bem delineados, a sombra era clara mas com um pouco de brilho, o blush era em um tom rosa bem clarinho e o batom era da cor pêssego.

Angie observava atentamente sua aparência, refletida no espelho. Quando foi interrompida por Violetta.

VILU: Angie? — Chamou a tia.

ANGIE: Ah, oi Vilu. — Disse ainda observando sua imagem no espelho.

VILU: Nossa! — Exclamou. — Você está linda!

ANGIE: Obrigada, Vilu. — Ela se virou para a sobrinha. — Mas você já me disse isso várias vezes.

VILU: É que você esta linda de verdade. Você não sabe o quanto estou feliz por você e papai finalmente se casarem. — Mudou de assunto.

ANGIE: Eu também. Parece mais um sonho.

VILU: É mesmo. Eu também sonhei muito com esse dia. — Falou pensativa.

ANGIE : Se eu te conheço bem, você está bem pensativa.

VILU: Estou mesmo.

ANGIE: E no que está pensando? — Interessou-se.

VILU: Em quando você e o papai eram muito cabeça duras. E não assumiam logo o que sentiam um pelo outro. — Disse se lembrando de alguns momentos de quando o pai e a tia negavam terminantemente o que sentiam.

ANGIE: Tenho que admitir que você esta certa em achar que éramos cabeça duras.

VILU: É, eu sempre estou certa. — Brincou. — Mas mudando de assunto, eu preciso te entregar uma coisa.

ANGIE: Que coisa? — Perguntou com a curiosidade estampada na voz.

Vilu foi até a sua bolsa e pegou uma caixinha média aveludada e a entregou para Angie.

VILU: Bom, papai me mandou entregar isso aqui para você.

Angie abriu delicadamente a caixinha enquanto Vilu continuou:

VILU: Papai me disse que queria estar aqui pessoalmente para te entregar isso.

ANGIE: É lindo! — Falou tirando o bracelete de dentro da caixinha.

VILU: É, tenho de admitir que o papai tem um bom gosto. Ele mesmo teria te entregado se eu e a Ludmila não o tivéssemos convencido de que dá azar ver a noiva antes do casamento. Ele não ligou muito para o que dissemos, mas não se opôs. — Contou sorrindo. — E também nem adiantaria se opor.

ANGIE: Eu até imagino a cena. — Ela sorriu.

VILU: Você não vai por? — Perguntou.

Angie então colocou o bracelete.

ANGIE: Ficou perfeito! Eu amei.

VILU: Que bom, papai adoraria ouvir isso, mas é melhor nós irmos. Acho que ele teria um ataque do coração se você se atrasasse. — Ela riu.

ANGIE: Concordo. — Disse sorrindo.

(...)

#12:00

POV ANGIE

Nesse momento estou esperando minha dama de honra jogar as pétalas em todo o tapete vermelho que vai até o altar para mim poder entrar.

Estou tentando ao máximo me acalmar. O Antônio e a minha mãe, que vão me acompanhar até o altar já falaram o que podiam para me acalmar. Fico feliz em te-los ao meu lado nesse momento tão importante.

O dia está lindo. Não podíamos ter escolhido um lugar mais lindo para realizar o nosso casamento, que é ao ar livre.

Da onde estou não dá para ver German, mas estou muito ansiosa para vê-lo vestido de smoking.

Saber que falta tão pouco para sermos marido e mulher me deixa muito feliz, no entanto que meu coração não para de bater descompassadamente. Nunca me senti tão nervosa quanto nesse momento. Mas não é pra menos, acho que é impossível sentir algo diferente disso, aliás esse é o meu casamento.

Então, sou despertada de meus pensamentos pela voz de Violetta e Leon cantando Nuestro Camino, iniciando a minha entrada.

Respiro fundo mais uma vez e começo a caminhar pelo tapete vermelho, acompanhada de Antônio e minha mãe.

Conforme damos mais alguns passos nos tornamos visíveis para todos os convidados e eles para nós. Quando direciono meu olhar para o altar, o olhar de German se encontra com o meu. E de repente todo aquele nervosismo se dissolve como se nunca eu o tivesse sentido antes. É incrível como o olhar e o sorriso que German agora está exibindo, conseguem me acalmar.

Imediatamente um sorriso se forma em meu rosto...

(...)

Notas finais
Vamos tentar bater a meta de pelo menos mais 5 comentários? ❤ Beijocas ❤