Notas iniciais
Tobirama-san já escolheu seu especial? ^_^' gostaria de saber..

Flores e Anjos.. Obrigado por tudo e pelos lindoos comentários.
Vocês fazem o meu dia.. talvez amanhã mesmo saia o novo capitulo.. por motivos obvios, eu não consigo parar de escrever rsrsr

Culpa da Ellen Kuchiki que vive perguntando dá fic.. e.e'
e da BruNaruHina que sempre fala comigo de forma muito fofa..

Adoro vocês.. meu amores..

Tenho um pequeno pedido nas notas finais, leiam.. gostaria da participação de vocês.

♥

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 6

NARUTO POV’S

Quando eu a vi entrar meu coração quase para, o que mamãe era capaz de fazer para conseguir o que queria, imaginei milhares de coisas, uma delas foi com que pretexto ela os conseguiu trazer até aqui.

Hinata estava deslumbrante, o vestido perolado de detalhes negros fazia um delicioso contraste com o corpo curvilíneo de pele alva e curvas fascinantes. A morena de sorriso tímido olhava mamãe se aproximar como um olhar de admiração e curiosidade, completamente submissa à presença da senhora Uzumaki Namikaze como todos que eu conhecia. Mal pareceu notar a presença de meu pai e eu ali na mesa logo que chegou. Vimos mamãe se apresentar e papai apenas observava o Homem Hyuuga a comer com os olhos sem se mostrar irritado, eu invejava o alto controle dele.

Quando decidimos ir nos apresentar, os olhos perolados nos captaram e sua expressão mudou drasticamente ao notar a nossa presença. Os pares de olhos lilases se fecharam, e em fração de segundo eu já estava ali, próximo quando notei seu corpo perder as forças que a mantinha em pé. Em um abraço protetor eu a envolvi e um calor desconhecido me possuiu de algum modo familiar. As mãos do pai dela estavam ali cautelosamente a amparando, rondavam na com cuidado demasiado.

— Sentem na aqui. – dizia a voz de mamãe em seu tom de preocupação.

Minha respiração estava próxima e a dela me dava arrepios ao se chocar com meu pescoço quando os meus braços a suspenderam no ar tendo o cuidado de levar o vestido para cobrir as pernas leitosas, não podia expô-la de forma inconveniente e desrespeitosa. O homem Hyuuga me olhava com cautela e presunção, eu sabia bem, talvez fosse à preocupação com o estado da filha ou a sua forma de querer se mostrar superior.

Eu por outro lado me mostrava calmo, mais por dentro eu fervilhava por não entender sua mudança e aquela reação. Será que não desejava me rever? – pensei angustiado.

Achava-me um tolo por me importar tanto assim com a opinião de uma garota que eu nem conhecia, de quem não sabia nada além do nome, alguém que podia estar namorando, ou em fase terminal de uma doença rara, ou mesmo preste a se casa de forma arranjada com um velho asqueroso. Eram tantas as possibilidades. Naquele dia eu ainda não sabia..

Que droga de jantar era aquele? – pensei

1h antes..

Eu andava de um lado para o outro sem saber o que pensar, mamãe estava estranha à semana inteira desde que lhe contei sobre Hinata, no mesmo dia ela fez varias ligações, mais uma me deixou pensativo o restante da semana.

Ela conversava de uma maneira muito formal com uma pessoa ao telefone, o que era muito raro, na verdade até incomum se tratando de tal pessoa. Ela via a mulher ruiva se segurar para não rir e não entendia o porquê de tanto esforço, todos a conheciam por ser de uma forma espontânea a pessoa mais barulhenta, depois dele é claro, de Konoha.

Na sexta notou que ela acordou cedo fez o café da manha e saiu voltando hora mais tardes completamente arrumada, uma deusa ruiva na sua melhor forma, deixando sue pai boquiaberto. Agora ele estava ali confuso e ansioso.

— Você vai se comportar em Naruto, não quero passar vergonha na frente do senhor Hyuuga e da família dele, e você também não ira querer isso. – dizia severamente, um com brilho divertido no olhar, que o Uzumaki mais novo notara bem.

— Não entendo por que tenho que ir a um jantar chato como esse. – disse emburrado sentado no sofá.

— Por que o senhor Hyuuga levara as duas filhas e um sobrinho, quero que se sintam a vontade e você fara isso por mim. – dizia convencida.

— Não quero bancar a babá de duas garotinhas esnobe e um garoto marrento. Já me basta lidar com Sasuke todos os dias. – disse revoltado.

— Você não tem muito opção. – disse-me pai ajeitando as abotoadoras.

— Concordou fácil de mais com isso, né pai, mais você ganha recompensa no fim da noite. – eu fale com cara de poucos amigos levando um cascudo super potente da ruiva louca.

— O que você disse baka? – perguntou mamãe irritada.

— Nada, nada.. – falei fazendo beicinho.

Papai se divertia com a cena, eu não podia culpa-lo, sabia que no fundo era engraçado, mais a ideia não me divertia.

— Você vai já está decidido. – disse autoritária, odiava quando ela bancava a mãe.

E então fui arrastado até aquele jantar sem noção..

Atualmente..

Eu não podia estar mais nervoso, se soubesse que esse jantar seria com ela, eu teria ao menos me preparado melhor, trazido algo para lhe agradar, e agora estava eu aqui a carrega-la para uma área privada do restaurante para que se recuperasse do desmaio.

Nós nos entre olhávamos de forma desconfortável esperando pelo despertar de Hinata, mais os minutos passavam e nada acontecia. Quase meia hora depois ela começou a se mover e nos respiramos aliviados, o silencio já era desesperador para mim e para a ruiva assassina que não conseguíamos ficar calados.

E finamente quando ela abriu os olhos meu mundo parou, eu estava atordoado com o silencio, a falta de reação e em si a reação dela a nos ver, ou a me ver, eu não sabia o que pensar.

Ela tinha os olhos marejados, com uma emoção contida e reprimida. Medo. Meu coração se despedaçou. Ela tinha medo de mim. – pensei. Levantei-me de perto dela e sai do recinto passando pelas cortinas grossas e vermelhas.

“O que fiz de errado?” – perguntava-me. “Por que ela havia reagido assim?” – pensei. “Deus por que então parou naquele dia pra ouvir-me”. – indagava.

Na se passou nem um segundo e eu senti uma mão fria segurar meu antebraço com uma leveza que arrepiou todo o meu corpo tirando de mim os pensamentos. Virei-me com a tensão a mil correndo pelas minhas veias como uma descarga elétrica de mais de 200 mil voltes.

Hinata apertava meu braço de forma leve e sutil, mesmo sem força em seu aperto eu não conseguia sair do lugar, por dois motivos: 1- eu não queria sair; e 2- eu não teria uma atitude impensada diante de um anjo como aquele.

A mulher me tinha em suas mãos literalmente. Eu faria tudo, absolutamente tudo por aquela mulher, se Hinata pedisse até me jogar da ponte eu faria. E por um momento eu pensei e refleti sobre o que acabara de pensar.

“O quanto era forte o que eu estava sentido? E o quanto esse sentimento tinha domínio sobre mim? O que eu era capaz de fazer por ele?”- falei a mim em pensamentos.

— Na-naru-naruto-kun.. –disse em um sussurro.

— Sim. – foi apenas o que pude dizer.

— Arigatou. – disse mais eu não sabia o que aquilo queria dizer e fiz um cara de desentendido. Notando ela sorriu pequeno da forma mais tímida e pura que eu já pude apreciar em um rosto tão angelical como o seu. — Quer dizer obrigada. – explicou.

— De nada. – eu disse constrangido.

— Sobre o que aconteceu.. – ela baixou o olhar, fugia de mim. Isso rasgava o meu coração de cima a baixo como se uma adaga o transpassasse. — Eu não sei como explicar, mais.. mais.. a-a-a.. a culpa não é sua. Gostaria de explicar.. mas, mas.. eu n-não.. não sei nem como dizer. – falou tremula e evidentemente nervosa.

— Tudo bem. – eu falei ternamente. Eu não era capaz de entender naquele dia. Mas um dia a verdade me mataria aos poucos. — Eu não sei o que pensar, mas só de você estar aqui para me falar isso já me diz muito. – falei com um sorriso. Naquele momento tudo que importava era ela e meu coração se aqueceu, enchendo-se de uma esperança que até hoje queima em mim.

— Você me faz sentir coisas estranhas. – ela murmurou tão baixo que eu quase não pude ouvi-la.

— Isso é bom? – perguntei confuso.

— Eu ainda não sei. – disse vermelha, completamente corada e linda.

O jantar de deu de forma tensa nos primeiros momentos, Hinata sentava a minha direita e o primo dela, o tal de Neji a minha esquerda, ao lado de Hinata minha mãe e depois dela meu pai e então o senhor Hyuuga e por fim Hanabi entre ele e Neji. Esses dois por sua vez me encaravam ha todo momento e seus olhos seguiam de mim até e Hinata e voltavam. Era uma situação deveras constrangedora e eu sentia e sabia que Hinata também percebia isso pelo modo como ela esfregava as mãos sobre o colo em uma forma desesperadora de se reconfortar.

Eu não entendia muito de psicologia, mais entedia alguns sinais que mamãe dizia ser útil para se aproximar de uma mulher. E claramente Hinata estava uma pilha de nervos.

— Então, como esta a comida? – indagou mamãe para iniciar algum assunto entre os demais.

— Deliciosa. – disse o senhor Hyuuga.

— Que bom que esta do seu agrado senhor Hiashi, espero realmente que possamos nos entender hoje. – disse a ruiva de forma suave e delicada. Estávamos prestes a presenciar o ataque da víbora.

Mamãe era uma hábil negociadora e sempre — e quando digo sempre é sempre mesmo – conseguia concluir um negócio, transação ou acordo. A mulher era um gênio.

— Também é de meu interesse que esse negócio se concretize. – disse de uma forma indiferente e profissional.

— Fico satisfeita em saber disso. – ela concordou. — Estou muito interessada em contratar a sua rede de hotéis para hospedar alguns de meus clientes mais importantes. Tenho ouvido ótimos comentários a respeito de seus serviços e estabelecimentos. – falou com um sorriso orgulhoso.

— Eu acredito que quando se trata de hospedagem e serviços os Hyuuga são sempre os melhores anfitriões onde quer que estejam. – disse o homem bebericando o chá.

— Realmente devo concordar, fui a um de seus hotéis para uma visita informal e devo dizer que fui surpreendida pela beleza do lugar e pela excelência dos serviços prestados. – começou a bajular, era a forma mais convincente de conseguir algo. – sempre me repetia.

— E senhor Namikaze, também lhe agradou o lugar? – perguntou o homem serio de postura imutável.

— Na verdade ainda não tive o prazer de conhecer, mais Kushina ficou muito deslumbrada com o local, pensei que talvez para uma terceira lua de mel pudesse nos hospedar em um dos que ficam mais próximos ao litoral. – disse sorrindo. Papai também não ficava atrás quando o assunto era negócios.

— Parece bom amor. – disse mamãe animada com a ideia beijando a face de meu pai e segurando lhe a mão em um gesto afetuoso. Hinata ri e a Hyuuga mais nova parecia deslumbrada com a forma que meus pais agiam, já Neji se mantinha impassível.

— Ficarei feliz em ter hospedes tão agradáveis. Os hotéis do litoral são realmente os mais recomendados para casais e pessoas que procura lazer e calma. – disse o homem orgulhoso de seu império.

— O que acham do lugar, soube que se mudaram há alguns meses? – perguntou mamãe.

Os olhares de Hinata e do pai se cruzaram e ela fez um leve movimento de consentimento que foi notado por toda minha família.

— Achamos ótimos. – se adiantou a mais nova dos Hyuuga.

— Hanabi. – disse Neji serio. A menina encolheu os ombros com uma carinha pidona.

— Está sendo uma grande mudança pra todos, acredito que o lugar tem sido agradável e se mostra seguro e estável. – disse Hiashi. — Não concorda Neji? – completou.

— Sim, na verdade comparado ao bairro onde estávamos a residir este se mostrou muito mais adequado e vantajoso. – afirmou o jovem Hyuuga.

— E você Hinata, o que tem achado do lugar? – todos os olhares se voltaram para ela e a mesma corou ficando tão vermelha quanto um morango. A pergunta veio de meu pai.

— Muito bom.. – disse em um murmúrio. — Adoro o bai-i-rro.. é muito agradável. Fica perto da faculdade há onde es-estudo a-a-gora e me possibilita ir a lugares q-que gos-t-to com ma-mais frequência. – Concluiu.

— Você é uma menina muito fofa Hinata. – disse mamãe. — Eu poderia apertas as suas bochechas toda vez que cora assim. Você se parece muito com minha futura nora, né Naru. – disse sorrindo mateira, eu comecei a tossir e Hinata só faltou se enfiar para debaixo da mesa.

O senhor Hiashi me olhava confuso e eu não sabia o que dizer, Neji me encarava com um misto de raiva e despeito. Mais diferente de todos a Hyuuga mais nova me olhava com um olhar suplicante, que eu não sabia dizer por que razão.

O que era esse jantar, uma tortura afinal..

Notas finais
~ Gente eu gostaria de saber se vocês tem preferência pelos casais..
Então queria que mesmo aqueles leitores não muito ativos deixassem pelo menos uma ideia..

Casais possiveis.
A) SasoDei
B) SasoSaku
C) SasuSaku
D) SasuIno
E) SaiIno
F) KibaShi
G) KibaHana
H) KonoHana
I) GaaIno
J) GaaMat
K) SuiKari

Votem por favor e me digam, quem poderia ficar com o Kakashi? e.e

Beijos anjos ~

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