O Amor Único {em reforma}

18 Cuidado com as ruínas.


Notas iniciais
Gente essa fic tem mais de seis mil acessos, nossa estou muito feliz muito honrada obrigada de verdade, muito obrigada estou muito feliz mesmo *-*, porém se ela tem tantos acessos assim estou começando a achar pouco o numero de leitores que se comunicam comigo T_T, eu amo escrever, amo mesmo, e minha maior gratidão é ouvir a opinião dos meus amados que esperam ansiosos pelo novo capitulo, entao me deixem alegre, me deixem motivada, comentem mais, favoritem mais, façam tudo mais, e eu farei também cada vez melhor para vocês ;)))))))) Meus amados vocês estão curiosos não é???? Sim sim sim ele sera revelado AHUHEUAHEUAHEUAHEUHAUEHUHEUAHE Mas esse não é o unico misterio da fic, não esqueçam que Hiashi vai a Kyoto sempre pode e sozinho fazer sabe Deus o que... O_O Tem a Inoe que ainda aterroriza o coração no nosso querido Uchiha, e Fugaku que nao aceita o namoro do filho com uma certa Haruno :SSSS HAHAHAHAHAHHAHAHA É o bicho vai pegar, leiam e como sempre espero que gostem, e perdão pela demora o cap original ficooooooooooooooou enoooooooooorme tipo 10.147 palavras ai eu cortei resumi bem se não vocês iam me matar kkkkkkkkk, mas ai esta *_* BOA LEITURA A TODOS ♥

Deveria existir um oitavo pecado mortal: Não abandonaras quem vos ama ( O céu esta caindo – Sidney Sheldon) – Trechos de Livros.

Mesmo depois de seis meses, as fãs de Naruto e Sasuke se recusavam a acreditar que ambos estavam namorando, Naruto era um homem diferente de qualquer outro naquela escola, ele estava mais sorridente, mais gentil, apenas perto de Hinata, perto dos outros continuava cínico e arrogante, é ele não confiava nas pessoas. Nos últimos seis meses a garotas choravam, não ligavam de se contentar apenas com Gaara e Kiba, mas também sentiam falta do Namikaze e do Uchiha, que agora ao invés de contar mulheres eles as rejeitavam, sua turma de amigos ainda saiam todos juntos, pois até que provasse ao contrario eram aparentemente inseparáveis, a Hyuuga a Yamanaka e a Haruno se tornaram melhores amigas, verdadeiras irmãs, Sai tinha um caso com Ino, e Neji e Tenten se tornaram o casal perfeito os meses passaram pessoas mudaram estava tudo em paz tudo diferente, tudo estava tranquilo demais.

Hinata saiu da sala sem Sakura uma vez que a Haruno ficou até mais tarde para falar com o professor Asuma, Naruto não iria almoçar com ela naquele dia, ele prometeu uma tarde toda com sua amada mãe, ela não ligava, Hinata nunca seria mais importante que Kushina e ela sabia que a noite ele estaria na sua casa, apesar de ser uma tarde solitária, sim, pois naquele dia nem mesmo Sai ou Neji iriam visita-la, suspirou pesadamente, mas até que talvez não fosse tão ruim, teria mais tempo para si mesma, estudaria, terminaria alguns de seus quadros, assistiria TV comendo sozinha no sofá sem dividir com ninguém, tinha até as sete da noite para aproveitar seu momento, depois ela prepararia o jantar, e a nove, sim a nove, pois Naruto era tudo menos pontual, ele iria jantar com ela, ela queria ao menos se despedir, foi até seu armário apressadamente, retirou os sapatos que também faziam parte do uniforme e colocou as botas pretas, mesmo querendo ser discreta, eram da Chanel, colocou o sobretudo creme das mesma cores que as luvas, os dias estavam frios por isso amava cachecóis, colocou um preto fechou o armário apanhou sua pasta e saiu. Ela saiu da escola as pressas querendo ver o amado antes de ir para sua casa, porém no topo da escada das portas duplas requintadas, como um aviso de pânico seu olhos perolados automaticamente miraram no portão de saída, onde no meio fio a SW4 Toyota blindada esperava alguém, pode avistar um homem de cabelos loiros compridos e outro com os cabelos acinzentados, odiou reconhece-los, tão diabólicos quando o próprios sarcasmo, Deidara, Hidan, ela não sabia o que ele estavam fazendo ali, e nem queria imaginar, seu coração acelerou em medo que percorreu a sua espinha, eles também a olharam, sem nenhuma expressão nos seus rostos, Hinata ficou estática, paralisada com respiração alterada, até que Sasori que vinha logo atrás passou por ela trombando propositalmente em seu ombro.

– Ah desculpa Hina estou com pressa – disse serio, e chamou pelo apelido tão cínico quanto o homem que o contratou – muitas coisas para resolver – Hinata não respondeu, seus devaneios partiram e ela começou a andar devagar até o seu carro, porém ainda os observando, quem a via podia dizer que realmente ela estava no mundo da lua, Sasori cumprimentou os dois rapazes de forma rápida, eles entraram no carro e saíram em arrancada, sem que notasse ela começou a fitar o chão pensativa e amedrontada, na verdade praticamente, apavorada.

– Hinata! Hinata! – até mesmo se esqueceu de se despedir de Naruto, olho para trás e viu ele encostado no Chevrolet Corvette Z06, junto de Sasuke e Gaara, balançou a cabeça zangada e tentou sorrir, Naruto era sempre muito preocupado ela não queria que ele soubesse de nada.

– Oi – ela dizia chegando perto e lhe dando um beijo rápido.

– Parece meio distraída – afirmou como sempre a intimidando com os olhos azuis perfeitos a qual era tão perdidamente apaixonada.

– Não.

– Onde esta a Sakura Hinata? – perguntou Sasuke, ele também estava a esperando.

– Falando com o Asuma ela já vem.

– Tem certeza que esta tudo bem? – a imensidão a azul do namorado tão sincera e tão acolhedora a fez sentir, por um milésimo de segundo, um único instante, vontade de contar a verdade, mas não podia, era perigoso, não desejava que ninguém o conhecesse como ela o conhecia.

– Claro – respondeu de forma que o Namikaze ainda não acreditava, péssima mentirosa ela era — eu irei no mercado, estou com um pouco de pressa, quero preparar algo bem gostoso para você comer, adoro quando você vai jantar no meu apartamento.

– Qualquer dia desses eu vou sair da sua casa rolando – brincou.

– Olhe o seu corpo isso nunca vai acontecer – eles riram, e Sasuke fez uma careta cínica, eram fortes malhados, seria difícil o amigo mudar, e de fato falando em mudanças Naruto estava muito mudado, não fisicamente, mas seu jeito perto de Hinata principalmente quase podia chama-lo de príncipe encantado, e o Uchiha não podia negar o quanto Hinata estava fazendo bem para o melhor amigo, e é claro que também notou que o mesmo estava acontecendo com ele mesmo, uma certa Haruno mudou a sua vida.

Hinata se despediu devidamente de Naruto com um forte beijo que colava seus corpos, e assim como nos últimos seis meses causando inveja em todas as garotas da escola, ela foi ate o seu carro que hoje já não odiava tanto assim, sua Range Rouver, e saiu diretamente para o mercado e depois iria para sua casa, também era terça-feira, Rose não estava na cobertura, ah queria comprar muitas porcarias seria uma tarde bem aproveitada.

[...]

Kushina estava na cozinha, como sempre sorridente e feliz, fazendo o almoço, se havia algo que mais odiava era o fato de viver cercada de empregados, lembra-se bem durante toda sua vida ser uma mulher simples, e se tinha a vida que tinha era por causa do marido que insistia em transborda-la de luxos, ela suspirou enquanto cortava os legumes, em todos os momentos lembrava-se do tempo que era uma jovem e inocente garota de classe alta, porém não era o mesmo do homem que se apaixonou, seu Minato mudara muito com o tempo, desde que o pai morrera e ele herdou as empresas Namikaze já não era mais o mesmo, se tornou ocupado e frio, sempre tratando o filho com indiferença, coitado do seu pequeno Naruto, ela também não podia fazer nada, como os Hyuugas, os Uchihas, e outras centenas de famílias tradicionais que conhecia Minato era muito machista, a opinião de mulher e mãe pouco importava, mesmo assim ela ainda o amava e temia que seu filho se tornasse o mesmo que o pai, Naruto era um jovem de coração bom, apenas não mostrava isso a ninguém, apenas era calculista e arrogante aqueles que eram desconhecidos, e para ele ninguém era confiável, suspirou, queria que seu filho fosse feliz. Seus pensamentos se partiram em milhões de pedaços ao sentir os olhos ficarem embaçados, sentiu as mãos tremerem quase que descontroladamente, ela tentou se segurar no granito da cozinha, mas de repente perdeu completamente o sustendo de suas próprias pernas, a ruiva despencou, espalhando os longos fios vermelhos pelo chão, sua visão voltou um pouco, e ela já não se descontrolava mais, apenas suava um pouco.

– Dona Kushina, ah Dona Kushina – falava a governanta quase com voz em desespero ao ver sua patroa jogada no chão da cozinha, Liliy era bem mais que uma senhora, bem mais que apenas uma empregada, também era como uma mãe para esposa do Namikaze, alguém que tinha toda confiança daquela casa, por isso era governanta, para a ruiva ela era sua amiga, sua confidente.

– E-stou bem, foi apenas um mal estar – disse com voz fraquejada enquanto recuperava o folego aos poucos.

– Dona Kushina não a primeira vez que isso acontece – como uma verdadeira mãe que se preocupava como uma filha, e mesmo sabendo que aquilo era grave sua patroa sorria como um anjo – devemos falar com o senhor Minato.

– Não, Minato já me perturba demais por causa disso – ela suspirou pensativa – apenas me ajude a levantar Naruto logo vai chegar.

– Também deveria contar a ele.

– Não há nada para contar Liliy, não sei do que esta falando – era incrível sua capacidade de controlar a situação, mesmo que estivesse preocupada Liliy ainda era apenas uma empregada daquela casa e não podia por nenhuma ventura desobedecer as ordens que eram lhe dadas.

[...]

Assim que as portas metálicas do elevador se abriram a Hyuuga adentrou em sou aquecedora cobertura, foi até a bancada na cozinha onde jogou os pacotes de papel do mercado encima da bancada de granito, uma acabou caindo, fazendo o saco de maças verdes deslizarem para fora, porém Hinata nem ao menos se importou, foi correndo para sua suíte, arrancou as roupas e saltou para dentro da banheira quente, queria que o verão chegasse logo o frio que assombrava o Japão estava a matando, era como viver literalmente como um picolé, foi para o banheiro extenso na lateral do quarto um banho para refortalecer os ossos era tudo que ela mais necessitava, enquanto mergulhava na agua aquecida da banheira grande e redonda ela pensava no paraíso que estava vivendo nos últimos seis meses, Hinata teve lá seus relacionamentos, pequenas e poucas paixonites que duraram pouco tempo, e já foi noiva mas isso ela preferia esquecer, mas amor de verdade que fazia seu coração bater forte era a primeira vez, Naruto mudou seus sentimentos, por alguma razão estranha, muito maior do que sua beleza, e sabia confronta-la e ela o mesmo, de forma tão divertida e completamente envolvente, Ino estava certa, amor e ódio caminham juntos, triste apenas era o fato de que eles não brigavam mais, riu enquanto se lavava entre a espuma branca que flutuava na agua, Naruto era tão diferente de si, quem a conhecia jamais diria que ela se apaixonaria por alguém como ele, e o mesmo podia ser dito do Namikaze, que conheceu Hinata quando era uma mera bolsista, uma garota simples pouco notada, brava, porém certinha, meiga, e gentil, e acima de tudo desastrada. O amor sabia ser complicado, diferente e muitas vezes enlouquecedor, é por isso que as pessoas não vivem sem amor.

Ao sair do banho, Hinata foi até seu closet onde abriu as gavetas de forma desajeitada, estava com frio, e apenas de toalha, colocou uma calça de moletom branca, e uma blusa de mangas compridas roxa, prendeu os cabelos em um perfeito rabo de cavalo, e ficou apenas de pantufas, Naruto já era acostumado com seu estilo de ficar em casa, meio largado como se não se importasse, apesar de andar sempre exuberante nas ruas dentro de casa ela gostava do conforto de maneira que pudesse se jogar no sofá de qualquer jeito, pelas grandes janelas que percorriam na cobertura ela podia ver a neve cair, era como se fizesse parte do céu, era lindo, uma vista linda, por isso sempre odiava as cortinas fechadas, uma vista tão linda deveria ser bem apreciada, há uma lei sobre decoração e seus objetos, para onde quer que olhe, deve haver algo que lhe faça feliz, embora sua cobertura não fosse muito isso, ela pensava na prateleira com as fotos em família, e agora hoje ela tinha fotos com seus amigos, principalmente Sakura e Ino suas irmãos, e Teten que por relacionamento com Neji era sua prima, e agora também tinha fotos com o seu namorado, seu tão maravilhoso Namikaze. Hinata caminhava pela cobertura indo em direção a cozinha, se repreendendo por ter se tornado uma pessoa tão boba em relação ao amor, é talvez Gaara estivesse certo apaixonar-se era idiotice, riu de si mesma por tais pensamentos, chegou na cozinha pensando unicamente em um chocolate quente, foi guardar as compras e notou algo profundamente estranho, o saco de maças verdes estava aberto, estreitou os olhos tentando imaginar alguma coisas, seus dedos foram passados pelo plástico fazendo surgir um olhar assustado, ela tirou o segundo pacote de papelão e levou para pequena mesa, porém o mesmo caiu de suas mãos quando os olhos perolados enxergaram outra maça verde, provavelmente fora retirada da sacola por isso estava aberta, e o que era pior, estava mordida, Hinata deu alguns passos para trás sentindo um frio subir a espinha, e de um minuto para outro tudo ocorreu rápido demais a impedindo de raciocinar. O momento mais longo ao sentir um braço forte e pesado passar por si, a mão dele segurou em sua garganta de maneira sufocadora, a jogou sem dó e com toda sua força contra a primeira parede que pode avistar sem nenhuma piedade, sem medo de que se machucasse na verdade, talvez desejasse isso, sua amada merecia sofrer um pouco, Hinata arfou com olhos fechados forçadamente, o fazendo sorrir maldoso e vitorioso, ela abriu os olhos com dificuldade, vendo seus pesadelos tornando-se realidade, ele estava ali, estava de verdade, perguntar sem fim começaram a transparecer na sua mente e sem que notasse ela começou a rezar com os próprios pensamentos, um pouco de sorte caindo do céu não seria nada mal, queria ver Neji, Sai, Naruto qualquer um que o tirasse dali, mas justo naquele dia ninguém apareceria tão cedo.

– R-ri-riroki – Riroki Morimoto, tudo que podia saber sobre esse homem, era apenas que ele tinha a fama de gentil e bondoso, que ajudava os orfanatos, e pessoas carentes, um homem ecológico, inteligente, serio, de boa família politica que de um anos em diante o pai, a mãe e os três irmãos foram morar na Europa, mascara perfeita para um vilão incrivelmente perigoso, e Hinata o conhecia muito bem, e o temia, ninguém imaginava o que aquele noivado causou em sua vida, apenas ela conseguia se lembrar, nunca havia contado a ninguém dos acontecimentos de um ano e seis meses atrás. Seus olhos perolados enxergavam os verdes escuros como se mergulhasse no mais profundo lago, cheio de ódio de rancor.

– Sentiu minha falta meu amor? – suas palavras sibilavam de forma irônica enquanto ele sorria, custou a provoca-la se aproximando da Hyuuga e a beijando fortemente na bochecha, ela virou a cara com nojo dele o que o deixou ainda mais irritado – eu senti sua falta.

– O-oque você esta fazendo aqui? – Hinata respirava com dificuldade enquanto era prensada pelo braço forte do moreno contra a parede dura.

– Achou mesmo que você ia ser feliz longe de mim? – ele gargalhava em deboche.

– Já se passou um ano Riroki – cuspiu as palavras com arrogância, o Morimoto e a Hyuuga se tornaram noivos através de um casamento arranjado por suas famílias que eram por sinal muito amigas, acontecimentos fizeram Hinata implorar o pai quase que de joelhos para que o noivado acabasse, e assim terminou, Hiashi viu em seus olhos o profundo desespero de se casar com quem não amava e jamais obrigaria tal ato a sua filha, mas também apenas concordou com isso por que Hinata prometeu levar as empresas profundamente a serio, porém Riroki era um rapaz obcecado por Hyuuga Hinata, e mesmo depois de um ano ele não a deixaria em paz, Sasori estava certo os conflitos com seu pai não foram a única razão dela fugir, algo aconteceu, e ela tinha medo dele.

– Eu estava esperando o momento certo para vim te ver – ambicioso e paciente atacou a sua presa no momento certo, no momento que poderia ter um motivo para que ela não escapasse, Hinata percebeu o tom de orgulhoso que ele tinha e o empurrou com toda a força que tinha, ofegante tentando recuperar o ar dos seus pulmões.

– Fique longe de mim – disse amaldiçoando a própria voz por soar fraquejada, suas costas pediam apoio estava dolorida – eu não tenho mais nada com você.

– Ah você tem sim meu amor – o psicopata tem o dom de não enxergar a realidade.

– Sinto muito Riroki, será que você não pode simplesmente entender que eu não amo você – ela não queria ser rude, por saber bem que além de louco ele era explosivo, e mesmo sendo gentil parecia que ela conseguiu o alfinetar em cheio.

– VOCÊ É MINHA – esbravejou com voz de trovão se aproximando novamente, porém Hinata começou a se afastar circulando os moveis do apartamento enquanto ele a seguia – minha tão linda tão perfeita Hyuuga Hinata, eu te amo tanto Hina.

– Você é louco – não louca era ela que estava o desafiando.

– Sou louco por você, sempre fui, eu...SEMPRE VOU SER – possessivo de um jeito que causava angustia até mesmo nos mais corajosos.

– Riroki, por favor, vá embora! – os olhos da Hyuuga começaram a encher de lagrimas, sem ao menos ela notasse.

– Eu não vou embora, temos muitos planos para o nosso futuro.

– Eu tenho outra pessoa Riroki, eu vim para cá para começar uma vida nova, longe da minha família, longe daquela cidade, longe de você!

– Eu ouvi dizer.

– Mandou Sasori me vigiar – ela tomava coragem aos poucos, por ela mesma, pois não merecia aquele homem tão horrendo perto dela, seu sangue fervia na imensidão dos seus pensamentos, lembranças que prometeu a si mesma esquecer, porém suas memorias agora lhe traiam enquanto lagrimas passaram a escorrer pela suas bochechas angelicais.

– Mandei estava preocupado com você.

– Pare de se preocupar eu agradeço – agora até ela mesma tentava debocha-lo. Mas o rapaz não se intimidava facilmente e muito menos tinha pena, Hinata era o seu amor, e ele sabia que não sofreria se estivesse ao lado, apenas lhe restava obriga-la a perceber isso, de dentro do paletó feito sob medida para ele mesmo, retirou um envelope dobrado, abriu dando vista para algumas folhas de papel na sua mão, percebeu a Hyuuar arquear não apenas as sobrancelhas mas arregalar os olhos assustadoramente.

– Yamanaka Ino, Haruno Sakura, Uchiha Sasuke, Sabaku no Gaara, Inuzuka Kiba – começou a sibilar vendo toda a vida dela bem na palma de suas mãos – também não podemos esquecer sua preciosa irmãzinha, seu primo e o traste do seu melhor amigo Sai – todo o corpo de Hinata paralisou, Riroki sorriu vitorioso mais uma vez vendo sua amada ficar perdida em devaneios – a claro o meu favorito, Namikaze Naruto.

– NÃO! – agora ela esbravejou quase que involuntariamente e com as mãos tremulas de uma forma que nem mesmo ela entendia, viu os olhos verdes faiscarem tramando algo – Ri..

– Com qual deles você quer que eu acabe primeiro meu amor?

– Você não faria.

– Tenho pessoas contratadas esperando apenas uma ligação – como ela estava estática e amedrontada o rapaz pode se aproximar – pessoas que tem sede de sangue, você sabe que conheço organizações secretas, então não duvide de mim.

– Riroki, por favor.

– Escute bem meu amor, eu vim aqui em tratado de paz – agora ele gesticulava enquanto sibilava bem em seu ouvido de forma seria como uma assombração penetrando na sua alma – mas se eu quiser começar uma guerra eu vou começar, e quando se trata de brigar eu não poupo armas muito menos vidas, ou você tem uma conversa descente comigo, eu destruo qualquer um que você ama.

Bastou para Hinata se calar, houve mesmo acontecimentos no passado que Hinata jurou nunca mais se lembrar, Riroki a fez mal sim era passado causas dos seus ataques de possessão pelo amor não correspondido um acontecimento na verdade único, apenas uma vez e depois após o termino do noivado ele sumiu, ele nunca a ameaçou muito menos ameaçou as pessoas que ela amava, um ano se passou e ela se sentiu ser vigiada, por medo, e já cansada Hinata resolveu ir embora de Konoha, ela já ouviu historia horríveis sobre ele, sobre as pessoas que já mandou matar, mas nunca imaginou que o mesmo aconteceria com ela mesma, temeu pelos seus amigos, pela sua amada irmã e principalmente pelo amor de sua vida, também pelo próprio coração cuja as batias pareciam falhar em preocupação, Riroki apanhou a mão da Hyuuga que agora estava rendida ameaçada e a fez caminhar até a sala de jantar, onde a mesma sentou a comprida mesa de carvalho, madeira pura e requintada, Hinata sentou-se na ponta e na mesma hora enterrou seu rosto com as mãos, ela não queria acreditar, sua tarde fora arruinada e agora provavelmente sua vida também seria arruinada junto com ela.

– Bom por onde quer começar meu amor? – ela não respondeu, viu o ex-noivo se dirigir até o bar onde se serviu de um whisky como se já fosse da própria casa, ele voltou com o copo cheio tinha sede de aterrorizar, na outra mão uma taça e uma garrafa de vinho branco – sirva-se também.

– Não quero.

– O.k tinha esquecido que você é teimosa – sorriu forçada e ele logo percebeu que estava sendo odiado, tudo que Hinata pedia ao céus era que de preferencia ele simplesmente explodisse, mas isso nem nos seus melhores sonhos, o mundo era péssimo, viu ele rodeá-la enquanto saboreava o conteúdo no copo, era como se estivesse analisando um carro novo e Hinata nem ao menos ousou se mexer apenas percebeu as lagrimas descontroladas que não cessavam de seus olhos perolados, tudo estava arruinado.

– Bom – ele voltou a dizer – você vai fazer exatamente o que eu mandar, e não ouse falhar, acho que bom que se torne uma excelente atriz ou as coisas vão ficar bem complicadas, eu não me importaria nem um pouco em matar um certo loiro, se ele cruzar o meu caminho vai se ver comigo.

Notas finais
É eu seei ainda ficou muita coisa em haver, HAUHEUHAUEHAUHEUAHEUAHEUHAUEHAUEHAUHEUAHEU não fiquem bravos comigo logo logo todas as suas perguntas serao respondidas Quem quer arriscar a adivinhar o que vai acontecer a partir de agora.... BEEEIJOS AMORES ATÉ O PROXIMO