O Amor Único {em reforma}

31 Conflitos de família.


Notas iniciais
OLÁÁÁÁÁ AMADOOOOOOOOOOOOS LEIAM AQUI É IMPORTANTE. Desculpem por ter demorado tantoooo para postar o cap, na verdade eu não demorei mas em realçao a data que eu marquei sim eu demorei, o vestibular esta chegando Medicina vem ai, rezem para que eu passe por favoooor *-* è o meu sonho e não se preocupem isso não vai me fazer parar de escrever apenas estou um poquinho ocupadinha ANUNCIOOO MEGA IMPORTANTE, TA FIC NOVAAAAA Só clicar, ou copiar e colar o link a baixo, chama-se Heartless por HinataHyuugaHinata ;)) http://fanfiction.com.br/historia/494563/Heartless/ Uma historia completamente diferente de qualquer outra que você já leu, como vocês sabem eu não tenho dó dos pensonagens, sou dura realista, romantica, divertida e nada clichê aiiii retirei isso dos elogios de vocês. Então leiam, opinem, ameeem, *0* HAUHEUAHUEHUEHAUHE, FAVORITEM COMENTEM RECOMENDEM DIVULGUEEEEEM, por que esssaaa eu sei que vocês vão amar tanto quanto o amor unico Isssssso não quer dizer que essa historia esteja acabando, não esta, mas sinto lhes dizer que esta em seus momentos decisivos e eu pretendo termina-la até o final de maio, ficando com apenas a nova que chama Heartlesse, significa sem coração. Me ajudem amados, eu espero que leiam e que gostem, se não gostarem s enão quiserem ler não tem problema mas é que eu acho que vocês vão gostar HAUHUEHAUEHUAHE BEEEEEEEEEEIJOS AOS LINDOS E LINDAS QUE COMO SEMPRE ME AJUDAM A TORNAR ESSA FIC MAIS BONITA, aos que opinão e mantem contato aos que comentam favoritam recomendam e acompanham principalmente os que estão desde do começo eu os agradeço, os melhores leitores (palmas) ♥♥♥

Sabaku no Gaara estava deitado em seu quarto jogando videogame, tentou estudar, mas não estava nem um pouco a fim, não foi ao colégio naquele dia, estava sentindo uma dor de cabeça terrível, ultimamente parecia que tudo estava ficando de ponta cabeça, sempre foi um homem que controlava friamente seus sentimentos, mas ultimamente quanto mais Ino ficava perto de Sai, pior se sentia, talvez estivesse cada vez mais apaixonado na necessidade de tê-la ao seu lado, desde a primeira vez que a viu nunca soube o certo o que sentia, apenas que a achava linda e a mesma o deixava constrangido, era quase como um medo numa mistura magnifica da vontade de ficar perto dela, era sua forma de amar. Já viu ela namorar varias vezes, e ele mesmo já teve algumas outras tentativas de relacionamentos, porém Sai aparentava fazer ela tão bem, de uma forma que ele nunca fizera, se sentia mal, sentia inveja, tinha medo que ela não o percebesse mais, ele jogou com controle na beirada da cama, de repente perdeu a vontade até mesmo de tentar ocupar a cabeça com alguma coisa, e se arrependeu de não ter ido ao colégio, suspirou pesado, pelo menos lá ele não se sentia entediado, ele coçou a cabeleira ruiva até ouvir do som do simples tocar singelo de três toques na sua porta, atravessou todo os vasto quarto, ao destrancar sua porta metálica larga e abri-la sem animo, seja lá o que Ejoia queria lhe dizer, sua governanta, não deveria ser nada importante. A casa da família Sabaku era um grande “U” sendo o quarto do ruivo ficando no leste, o dia todo nunca tinha ninguém, sua mãe estava sempre o tempo todo ao lado de seu pai que passava o dia fora, Temari ficava com Shikamaru, e Kankuro cuidava dos sórdidos negócios de família, gostava de ficar sozinho, mas aquilo não estava sendo realizado no momento, lembrou de um livro que estava sendo bem comentado no momento, o romance do americano John Green “o mundo não é nenhuma fabrica de realização de desejos” de onde tirava isso? Nem mesmo ele recordava, ele não era nem um pouco romântico para prestar atenção em tais obras.

Abriu a porta podendo ver a governanta, calma, tranquila, gentil, ela sorria.

– Mestre Gaara, o senhor tem visita – atrás dela, Ino estava de cabeça baixa abraçada a uma pasta preta.

– Ino – sibilou surpreso abrindo ainda mais a porta – pode deixar Ejoia.

– Se desejar algo mestre é apenas chamar – ela se retirou e Ino adentrou rapidamente no quarto do ruivo, percebeu logo o andar estranho e hesitante, na maneira como seus belos olhos nos tons azul piscina evitavam os dele, encarando o chão de concreto envernizado, a loira sentou-se na cadeira almofada da escrivaninha e começou a respirar fundo.

– Não deveria estar no colégio? – ele perguntou curioso iniciando uma conversa.

– E-eu sai no intervalo – respondeu quase como um sussurro.

– E por que veio aqui?

– Na verdade fui hoje na escola apenas para conversar com você.

– Conversar?

– Gaara – ela se levantou e se aproximou na intensidade da expressão que vivia em seu lindo rosto ela pedia ela implorava sem ao menos ditar uma única palavra, queria verdades – somos amigos o.k?

– Somos – respondia curiosamente e incrédulo.

– Você nunca mentiria para mim, mentiria?

– Ino, onde quer chegar?

– Achei isso na casa do meu pai – ela estendeu a pasta, com a cabeça ainda baixa, hesitante, medrosa, confusa, Gaara apenas teve uma expressão assustada ao ler o nome de sua família na pasta, o pai de Ino deveria estar muito mais adiantado do que qualquer Sabaku pode prever, claro ele era Procurador de Justiça, chefe ainda, trabalha especialmente para o ministro, ele arrancou a pasta das mãos da amiga com voracidade pois de todas as pessoas do mundo a que mais deseja que jamais soubesse algo sobre os sórdidos segredos daquela família era ela – eu não li.

– Ino...

– Eu não quis ler – ela adiantou – sei que meu pai investiga algumas quadrilhas, máfias, organizações, suspeitos, eu sei, eu sempre soube.

– Onde achou isso?

– Embaixo do piso de madeira do escritório dele.

– Por que não leu? – de todas maneiras que ela poderia encara o jovem amigo ruivo a sua frente, ela escolheu justamente a mais apaixonante, querendo deixar e conseguindo o jovem Gaara ainda mais estático a ponto de morrer de uma ataque do coração fulminante, apesar da loira encarar o chão de maneira encantadora era claro o brilho no olhar azulado diferenciado, como se mergulhasse nas aguas cristalinas de Cancun, ele engoliu o seco enquanto ela entre abria a boca pronta para dizer alguma coisa, respirou fundo e disse.

– Você é meu amigo tem muito tempo, eu te conheço o suficiente para duvidar de qualquer coisa que esteja aqui – ela sorriu com dentes brancos e estridente – porém não posso deixar de ter medo – admitiu com lagrimas inundando suas pupilas.

– São investigações, não deveria duvidar.

– Eu sei tirar minhas próprias conclusões não se preocupe – ele ficou surpreso.

– Ino – hesitou, pensou, abafou – não há nada sobre mim aqui, no entanto há muito sobre minha família, coisas que eu realmente gostaria que você não lesse.

– Por que?

– Você é minha amiga, minha melhor amiga.

– Tipo Sakura e Sasuke?

– Sim – agora quem sorriu foi – mas ele tiveram sorte, eles se apaixonaram – ele ergueu a cabeça a encarando, que tipo de cantata inusitada estava dando? Nem ele sabia responder, viu a expressão paralisada e confusa o que fez rir abafado e jogar os cabelos ruivos para o lado – de qualquer forma por ser minha amiga não gostaria que pensasse mal de mim.

– Eu gosto demais de você para pensar qualquer coisa ruim Gaara.

– Não afirme o que você não sabe.

– Eu sei, não sei o que tem aqui, mas se você diz que há nada relacionada a você pra mim é o suficiente, eu nunca vou te odiar.

– Essas palavras, posso dizer que me sinto profundamente – fez uma pausa leve – aliviado – em seguida estendeu a pasta de volta para ela.

– O que?

– É sua, é de seu pai na verdade.

– Pensei que quisesse que não lesse, alias se isso esta com o meu pai Gaara pode ter coisas que incriminam sua família.

– Só por que não quero, não quer dizer que eu vá impedir, não sou o tipo de homem de manipula as verdades Ino, pelo contrario eu encaro as consequências, se a família Sabaku fez algo errado e não soube se proteger então que aceite o que esta para acontecer, se você quiser ler e me odiar, tudo bem, sempre imaginei como esse dia chegaria.

– Não sou do tipo que julga, e jamais odiaria você.

– Mas pode ser que fique decepcionada, e eu não estou pronto para vê-la decepcionada, não sinto orgulho do meu pai tão pouco do meu irmão – Gaara já se sentia bastante frustrado em vê-la ali fazendo aquelas perguntas, ele não sabia o que pensar, tão pouco sabia o que dizer, ela tão perto e ao mesmo tempo tão distante de descobrir tudo, e por mais que odiasse essa ideia, ele não a impediria, realmente não, se tivesse que acontecer então que fosse logo, do jeito que vida quisesse do jeito que permitisse, ele não podia simplesmente modificar certas coisas, aprendeu com Naruto, Sasuke, Hinata, ah principalmente com Hinata, verdades ocultadas apenas trazem mais problemas, afastam as pessoas que amam, e de qualquer forma ele não queria Ino longe dele, não por estar escondendo alguma coisa ou por depois descobrir por conta própria e não ter mais confiança, não, não era assim, ele queria ser sincero, coisa que ninguém estava sendo ultimamente se ela tivesse que se afastar, que fosse pela realidade, dita e concreta, pelo menos ele estava com a consciência limpa que fez de tudo e não mentiu, como todos fizeram.

– Então eu vou esperar você mesma me contar, quando estiver pronto.

– Ino...

– Eu não preciso saber Gaara – ela afirmou indo em direção a porta – eu vou devolver isso para o meu pai em respeito a você, mas realmente espero que venha até mim antes que isso exploda.

– Você já vai?

– Eu tenho que ir, eu pretendo voltar na escola – ela abriu a mesma e sorriu como sempre fazia, tão linda, tão breve, tão sincera, tão direta, tão Ino.

– Ino – ele a chamou – obrigado!

A loira fechou a porta de novo, precisava vir vê-lo para ter certeza de suas duvidas, abraçou a pasta novamente, e pensou teve certeza, ela não precisa mesmo saber o que tinha nela, ela confiava em Gaara, e sua mente sinceramente não estava focada em seus segredos ele viria até ela quando estivesse preparado, mas ficou pensando em suas palavras, “eles tiveram sorte, se apaixonaram”.

[...]

Os olhos singelos e cansados de Hyuuga Hinata despertaram mais tarde do que ela podia imaginar, mais tarde do que tinha previsto, três dias naquele hospital, naquele colchão duro que se mexia para todos os lados, depois de todos os pesadelos de todas as formas de golpes doloridos que recebeu, aquela cama mesmo sendo nova, mesmo não sendo muito seu estilo, ah era como deitar num delicioso marshmallow, ela respirou fundo retirando o rosto inchado do travesseiro, se sentiu um pouco exausta e suada, estranhou e logo perdeu a importância, mal tinha acordado e já se sentia meio entediada, ela não podia ir a escola estava de repouso até o fim da semana, na verdade não podia fazer muitas coisas, e agora com um certo Namikaze de novo na sua cola ela não tinha muita escolha que não fosse seguir o que os médicos receitaram, ela bocejou, uma vez duas vezes, e se virou passando as mãos nos dedos azulados os sentindo embaraçados.

– Ah você acordou! – ouviu a voz e se assustou de primeiro instante, mas logo pode perceber que era a voz rouca e sedutora, aquela voz embriagante e irritante que a fez se apaixonar, ela virou o rosto e através das cortinas dançantes de sua nova varanda um certo loiro adentrou em seus aposentos, Naruto usava o uniforme da escola do jeito que ela mais gostava, apenas a camisa e a gravata desajeitada as mangas arregaçadas até o antebraço insistindo em mostra os músculos fortes e definidos.

– Você me assustou – sussurrou coçando os olhos devagar.

– Gosto mais dos seus baby-dolls – sorriu com malicia vendo o pijama de moletom que ela usava, o loiro custou a se sentar na poltrona branca do lado da cama jogou seu calcanhar para cima do joelho encostou o braço a cadeira e o rosto pousou na mão, como se fosse ficar para sempre ali a admirando.

– Meus moletons são mais confortáveis.

– Eu gostaria de arranca-los – infelizmente ainda não podia, e por mais que quisesse era cedo demais para se falar de sexo com ela Hinata ainda se encontrava abalada.

– Não deveria estar na escola.

– Rose me ligou, disse que você estava sendo pesadelos – então ela entendeu por que acordou se sentindo tão exausta e meio suada – vim ficar com você.

– Rose?

– Achou que apenas sua mobília ia vim para ca? Neji fez questão e traze-la também – Hinata riu e ficou feliz unicamente por que Rose era a única empregada a qual ela tinha gostado realmente, Naruto e Neji, amado e irmão protetores, não trouxeram Rose por mera consideração mas sim como vigia.

– Não me lembro de ter tido pesadelos – sussurrou.

– Não é bom lembrar dessas coisas Hina – ela se debruçou para mais perto dela, tão sereno e gentil deslizando suas mãos brancas pelo pescoço machucado que um dia quase foi sufocado – esta quase sumindo – afirmou se referindo as cicatrizes.

– Naruto...

– Eu queria tanto ter te protegido, olha como você ficou – ela bateu a sua palma delicada firmemente com a dele jogando os olhos perolados pelo qual ele era apaixonado de maneira apaixonante na imensidão azul perfeita do Namikaze.

– A culpa foi minha, eu fiz isso comigo mesma, não você.

– Eu poderia ter impedido.

– Para com isso! – ele não respondeu, nada do que ela dissesse poderia mudar sua opinião, Hinata era única, ninguém nunca causou um efeito tão grande em seu coração como ela sentia o eterno desejo de protege-la por que a amava, mas Hinata não entendia isso ela nem ao menos se esforçava para entender, ele encostou de novo na poltrona e ouviu três batidas na porta dupla branca de carvalho.

– Entre – balbuciou Naruto, e a porta se abriu, Rose entrara com uma bandeja de café da manhã farto, digno de uma pessoa que estava faminta como Hinata, a comida do hospital era horrível, ela realmente sentiu falta de Rose ou de fazer o próprio café da manhã.

– Senhorita Hinata que bom que já acordou – afirmou sorridente a senhora gentil que amava trabalhar em sua casa.

– Rose, ah Rose, café da manhã na cama que gentil – finalmente Naruto podia vê-la sorrir um pouco e finalmente comer, se perguntava de instante em instante o que se passava no coração da sua doce Hyuuga? Tudo, Hinata estava desmoronada por dentro isso era fato, não estava falando com seu pai, sua amada e doce mãe esteve viva durante sete anos e morreu sem que ela pudesse se despedir novamente, Riroki estava por ai, solto e não alegrava nem um pouco o fato de que a vida de Naruto estava correndo perigo de novo, porém ele não se afastaria, ninguém se afastaria eles simplesmente não entendiam sua posição e o que ela podia fazer? Nada, ninguém a entendia, mas ela também não sabia compreender ninguém, rezou de segundo em segundo por Hanabi, por Neji, por seus amigos, pelo amor de sua vida, até mesmo pelo seu pai, ele era severo, calculista, frio e ainda, mesmo depois de toda a sujeira e toda dor, ele ainda era seu pai. Estava abalada como estava, principalmente na perda do filho, aquela lembrança de uma noite desgostosa e inesquecível, a lembrança que teria de Naruto, o resultado de todo amor que sentia ela ainda pensava em tudo que fazia e que aquela criança deveria fazer também, seu pai soube sigilar muito bem a gravidez, ninguém nunca ficaria sabendo assim como o fato de ter sido agredida pelo próprio noivo, era uma lembrança eterna, uma lembrança só dela, sem fotos, sem vistas, apenas a imaginação e imaginava que seria exatamente igual a Naruto.

– Com licença – murmurou a empregada em retirada rapida – coma tudo senhorita – Hinata sorriu, apesar de estar tão doente e debilitada era incrível a capacidade de se sentir bem, de se sentir feliz, ela não estaria assim se Naruto não estivesse ali, em simples trocares de carinhos e palavras fazia-se esquecer do mundo de forma inacreditável, ele não percebia o quanto era bom, ele não notava o quanto era uma pessoa incrivelmente boa.

Ela olhou a bandeja, tinha uvas, torradas, geleia, panquecas, tudo que mais gostava o suco de laranja e ao mesmo tempo um pequeno copo de agua foi então em viu o pires de porcelana com quatro comprimidos coloridos.

– Nem adianta reclamar – adiantou Naruto – precisa tomar todos, de manhã e a noite antes de dormir, ordens da médica.

– Odeio remédios.

– Vai tomar ou vou fazer você engolir? – ela se debruçou novamente – posso fazer isso entre beijos – ela corou como nunca havia corado antes e jogou todos os comprimentos de uma única vez dentro da boca e os tomou.

– Que nojento.

– O beijo?

– Também – ela riu querendo ser divertida.

– Aposto que você não acha nojento, aposto que esta desejando um nesse momento.

– Nem pense nisso Naruto, nós não estamos juntos – tentou dizer, mas o loiro já começava a engatinhar na sua cama indo para cima dela em direção aos amados lábios carnudos e róseos tão desejáveis.

Como se isso algum dia tivesse me impedido – odiava o seu jeito cafajeste, mas era apaixonada por suas frases sedutoras que vinham daquela personalidade de homem pegador, ah como era.

[...]

Hiashi Hyuuga viu a foto de seus três filhos pela centésima vez pendurado na parede de maneira formidável, antigamente quando o mundo era mais inocente quando crianças acreditavam que seus verdadeiros sonhos podiam ser realidade, eles eram mais felizes, o que houve? Ele foi o que houve, pode ouvir Kaoro sussurrando em sua mente de vez em vez sem parar “Neji é nosso filho agora Hiashi, nosso”. Ele era apenas uma inocente criança quando tudo aconteceu tão rápido, tão forte, o criou com todo amor que um pai poderia dar, sabia que era seu sobrinho, que no seu sangue quem existia na verdade era Hizashi seu eterno e amado irmão, mas Hiashi criou Neji como se fosse seu, e não existia documento que ousasse dizer o contrario, na verdade não existia tradição que ousasse dizer ao contrario. Trancado no seu escritório na mansão Hyuuga em Konoha, na parte do subsolo onde sigilos eram tratados andava para todos os lados pensativo, porém decidido, os olhos severos e calculistas miraram para o outro lado da sala, a varias obras pintadas por sua grande preciosidade, sua princesa, sua amada filha Hinata, ela havia pintado muito em seis meses, claro que mandou que agentes da empresa levassem suas obras para mansão, porém não deixou que ninguém contasse a ela, não queria que ela soubesse, queria talvez por mera curiosidade admirar seu talento, foi assim com Kaoro, se apaixonou pelas obras e depois pela digna mulher, todas aquelas paisagens e expressões a maioria refletiam a noite, noite que lembrava sua mãe, a sim Hinata sentia saudades, ele suspirou novamente e passou a mão nas têmporas massageando devagar.

– Uma artista – admitiu – como você Kaoro.

Ele sorriu fracamente deveria ter umas cinquentas telas, ela amava pintar, e ele tentou tirar isso dela. Hinata estava certa sempre as tradições as tradições as tradições. Quando se tornou um péssimo pai por causa das tradições?

Seu escritório teve o silencio arrombado por ninguém mais que Hushi Hyuuga, como um touro bravo pronto para o ataque, ele já o aguardava, sabia que o pai e avô de seus filhos logo viria protestar, afinal naquele dia Hiashi havia tomado certas decisões importantes que podiam mudar alguns rumos das empresas.

– Resolveu voltar a época de adolescente Hiashi? Me desafiar novamente como fez quando se casou com Kaoro? – perguntava Hushi com voz áspera e revoltada, segurando seu cachimbo com a mão dentro do blazer cinza.

– Sabia que o senhor viria aqui, pai.

– Esta realmente considerando essa possibilidade, esta destruindo as tradições dessa família Hiashi.

– Não estou destruindo nada, estou apenas acrescentando algo.

– Se acrescentando demais se quer saber!

– Por que?! – cuspiu as palavras já ficando brava – ele é meu filho pai, é seu neto.

– Ele é meu neto, seu sobrinho.

– EU O CRIEI COMO SE FOSSE FILHO – berrou finalmente – o criei como se fosse filho, dei tudo como se fosse filho, amo como se fosse filho, trato como se fosse filho, ele é meu filho e até você sabe disso, não deixe que nossas tradições o ceguem, ele é meu filho e esta na hora ser considerado realmente como tal.

– Hiashi...

– Eu nunca vou tomar o lugar de Hizashi pai, e nunca vou quebrar as tradições que regem essa casa, mas assim como Hinata e Hanabi ele é meu filho de coração, consideração de afeto de carinho e para mim já é o suficiente para que tenha o mesmos direitos que ela.

– Quer que ele te chame de pai?

– Eu adoraria – Hiashi sorriu – mas não tenho extrema necessidade pois esse nome cabe ao meu irmão, ao irmão que eu prometi cuidar do filho quando ele partisse e eu cuidei de todo coração sempre vou cuidar e tratar como se fosse meu.

– Enlouqueceu.

– Foram as ultimas palavras dele “Não deixe Neji, sem uma família, sem um pai”

[...]

No norte da estrada por volta das protuberantes e lindíssimas colinas a cerca de 160 km de Tóquio um castelo antigo na mera moderna japonesa vivia dentro do território de uma fazenda, propriedade individual, única, particular, isolada, calma, aconchegante, e bela, a que bela vista tinha o campo florido e verde, das plantações de arroz e milho, dos animais, de tudo simplesmente tudo, era um refugio, seu local seguro, os Hyuugas sabiam mais do que qualquer pessoa ser sigilosos, a mídia a imprensa não sabia de nada de seu desaparecimento, não sabiam que era foragido, não sabiam que tinha atacado a própria noiva e com razão, ninguém sabia além da policia especializada e dos investigadores particulares, e o fato de imprensa não saber dificultava muito o seu lado, Riroki não estava nem ai para imagem e as tradições, mas eles, Hyuugas, eles sabiam bem esconder a sujeira para debaixo do tapeta. Bufou irritado sentado em sua cadeira de balanço, sentado como se fosse um boneco de pano largado no acento de qualquer jeito, uma assombração doentia de algum filme de terror, sentindo o vento fresco das flores de lavanda plantadas em seu jardim, era um lugar bonito demais sereno demais para ele, estava odiando ter que ficar escondido.

Hinatinha, Hinatinha, você esta fugindo – cantarolava como sempre no seu jeito psicótico de ser, pensando nela sua amada, e como deveria estar sofrendo sem ela – meu amor meu amor eles fizeram você me enganar, Hinatinha minha linda não deixem que te coloquem contra mim, minha amada, meu amor, eu vou te salvar.

Notas finais
Como eu disse acima, to meio sem tempo então não avaliei muito bem o cap então se tiver alguns errinhos por favor relevem. E não esqueçam de me mandar reviwes *0* E a fic novaaa gente, fic novaa HAUHEUHEUHAUEHUEHUAHEUAHEUHA Leiam por favor Amo todos, até a proxima ♥