Notas iniciais
...Ohh ohh, I don't want a lot for Christmas This is all I'm asking for I just want to see my baby... Ok, parei com o clima de Natal. Mas fazer o que, é Natal! E como eu sou uma autora maravilhosa, que, aliás, não é nada humilde, eu vim postar um capítulo e trazer alegria a vocês. Nem tanta porque o capítulo não é lá dos mais alegres... Como sabemos, a Anne está numa guerra de novo, e bem, as coisas não vão passar pro azul rapidamente só porque é Natal. Mas estão caminhando para isso, se serve de consolo. Enjoy

POV Sam

Abri a porta e dei de cara com Caroline. Ela era uma velha amiga minha. Na verdade, ex-namorada, mas hoje somos apenas bons amigos. Ela continuava praticamente a mesma: cabelos loiros ao melhor estilo praia, pele com bronzeado da Califórnia, corpo de modelo em dia e suas sardas marca registradas espalhadas pelo corpo em partes estratégicas. Ela também ainda tinha o mesmo sorriso meigo e simpático, que abriu assim que abri a porta a ela. Eu, claro, abri um grande sorriso ao vê-la em minha porta.

–Como vai Ted? – Ela perguntou sorrindo me chamando pelo o apelido de infância secreto.

Eu a conhecia praticamente desde o berço, crescemos juntos, e acabamos só nos envolvendo passageiramente no colegial.

–Muito bem, Beth... – Respondi chamando-a pelo apelido de infância também.

Eram apelidos bobos, que nem lembro ao certo como surgiram, mas que pegaram.

Ela e eu então cessamos a formalidade e nos abraçamos no corredor mesmo. Fazia uns dois anos desde que eu a vira pela ultima vez. Ela apertou-me forte, como sempre fazia, e eu apertei-a nas costelas para provoca-la, tirando-a do chão, e fazendo a rir.

–Como está a vida de rockstar? – Ela perguntou depois de solta-la, enquanto entrava no quarto e se vira sorridente a mim.

–Indo. Tem seus momentos de alto e baixo – Dei de ombros – E a carreira de modelo?

–Indo também. Como qualquer carreira também tem seus altos e baixos. Tem também sempre as invejosas botando pó de mico na sua roupa na passarela, mas isso é outra história... – Respondeu ela dando de ombros também, fazendo-nos rir.

A aparência e o humor não mudaram nada. Nós nos encaramos por um tempo e ela voltou a me abraçar.

–Senti sua falta, Sam... – Ela admitiu ainda me apertando.

–Eu também Carol – Respondi-a.

Nos soltamos e ela adentrou mais o quarto, observando-o bem. Sentou-se então ao sofá da sala. O quarto era, na verdade, uma espécie de apart-hotel. Eu me sentei ao lado dela.

–Então me conte, como vai a vida amorosa? Ainda pegando um monte de vadias oferecidas? –Ela questionou sorrindo brincalhona.

–Bom saber o que a senhora acha das minhas "ex"... – Admite levantando as sobrancelhas e rindo.

–A verdade doí, não? – Ela fez biquinho, rindo após.

–Mas e você? Se eu ainda lembro-me você faz arte da lista... – Ri quando ela escondeu o rosto nas mãos.

–As que vieram depois de mim são umas vadias, está bem? – Ela voltou a levnatra o rosto, dizendo isso com pose.

– Olha, eu não vou ficar discutindo sobre minhas “ex” enquanto você fica só rindo aí... Por que você não fala dos caras em que está tentando dar o golpe, atualmente – Perguntei fazendo-a mostrar a língua e eu rir — Continua com o idiota do Greg? – Perguntei sem brincadeiras depois, somente rindo ainda de minha fala anterior.

–Pufh! Greg é passado há muito tempo! Terminei com ele logo depois de nosso último encontro... – Ela abanou as mãos nos ar, fazendo expressão de desdenhosa – Conheci um cara um ano atrás e ele é bem o meu tipo. Tanto que vamos casar...!

–E ele já sabe? – Levantei minhas sobrancelhas, rindo.

–Já, até porque ele que me pediu... – Ela mostrou a língua.

–O cara fugiu do manicômio, foi? – Perguntei e ela mostrou-me o dedo do meio.

–Vá se ferrar, Sam Carter! – Ela riu.

– Mas de verdade, você sabe que se eu não gostar do cara você não casa, não? Sabe que eu te sequestro na porta da igreja e mato ele, ou algo do tipo, não sabe?

–E quem disse que eu vou te convidar para o meu casamento? – Ela arqueou a sobrancelha.

Eu fiz cara de bobo, pela patada, e ela riu me abraçando.

–Mas é claro que você está convidado! Você e a sua namorada, pega, ficante, seja como for que você chama a sua nova garota... – Ela sorriu.

–Como você sabe se tem alguém na minha vida? – Ri da confiança dela ao dizer que eu tinha alguém.

–Sam Carter, sem uma mulher à noite para consola-lo? Que mundo é esse, Deus?! – Ela olhou-me com os olhos arregalados.

–Você é maluca, Carol! – Ri junto a ela.

–Sem brincadeiras, Sam: eu te conheço bem para saber quando você está apaixonado... – Ela sorriu humilde.

–Então você está meio enferrujada, porque eu não estou com ninguém... – Afirmei a ela.

–Mas deve ter alguém na mira, vai! Uma amiga nova, por exemplo? – Ela insinuou.

–Se você está falando da Anne... – Comecei.

–Claro que estou falando dela! – Ela cortou-me – Eu sei que você está afim dessa menina! – Ela ri dando um tapa fraco em meu braço.

–Ela é só uma amiga... – Dei de ombros.

–Mas é claro que é... – Ela concordou revirando os olhos, irônica – Também é a garota que você pensa enquanto se mas...

–Carol, eu não estou mais no colegial – Interrompi-a, esquecendo-me de que as vezes ela era igualzinha a Michael – Eu não faço mais isso.

–Tem razão. Você tem pessoas que fazem isso para você... – Ela comentou maliciosa – Quando, é claro, não está apaixonado e fica na seca porque não tem a garota e não pode toca-la.

–Eu não estou apaixonado – Neguei mais uma vez a ela – E mesmo que estivesse, não poderia nem toca-la.

–Por quê? Ela é virgem? Aí meu Deus, ela não é casada! – Ela disse levando a mão a boca.

–Claro que não! – Neguei logo – Você acha que agora eu estou pegando mulher comprometida?

–Ah, teve aquela vez com a... Como era o nome dela mesmo? — Ela perguntou olhando para cima, pensando.

–Jane não era casada, só vivia como uma com um cara que ela nem estava mais junto... – Defendi-me.

Carol estreitou as sobrancelhas e acabou rindo, me fazendo acompanha-la também.

–Tudo bem, ela não é casada – Ela recapitulou após sessarmos as risadas – Então o que a torna o Fruto Proibido?

–Ela é filha do Chris, meu companheiro de banda. Lembra-se dele?

–Lembro – Ela confirmou – Oh Deus sério? Espera um pouco... Ela é aquela garota que estava saindo nas revistas com você? – Ela perguntou levantando as sobrancelhas e levando as mãos a boca.

Concordei com a cabeça e ela pediu para que eu contasse a história bem a ela. Eu fiz isto, contando o que eu me lembrava de maneira reduzida.

–Meu Deus, é obvio que você gosta dela...! – Ela concluiu ao final, sorrindo de orelha a orelha.

–Você e Michael deviam formar um time em favor da minha união com Anne, sabia? – Ri.

–Sem dúvidas. Eu e Michael faríamos vocês enxergar o que já é obvio em dois tempos...! – Ela gabou-se.

Ela e Michael sempre se deram muito bem. Desconfiou até que chegaram a sepegar logo após o fim de nosso namoro, o que combina muito bem pelo nível de pornografia existente na mente de ambos.

Estava prestes a rebater a fala dela quando meu celular tocou. Eu pedi licença e fui atender. Era Will querendo discutir alguns assuntos da banda. Tentei despacha-lo, mas ele insistia em dizer que era rápido. Porém, quanto mais ele falava, mais eu notava que não seria. Estava há uns cinco minutos no celular ouvindo interruptamente quando Caroline entrou no quarto dizendo que tinha alguém batia na porta.

–Atende para mim e diz que estou ocupado, por favor — Pedi tapando o bocal do celular e me voltando a ela.

Ela concordou com a cabeça e saiu. Eu continuei ouvindo Will sobre os problemas da banda e tal. Até que depois de uns dez minutos da entrada de Carol no quarto, ele terminou de falar e desligou após algumas perguntas idiotas. Dei graças a Deus. Will era um bom empresário, mas às vezes era um mala. Saí do quarto e Carol estava parada na frente do sofá, de pé e de braços cruzados, olhando para mim.

–Quem era a porta? – Perguntei indiferente.

–Como era mesmo a Anne? – Ela perguntou do nada, me pegando de surpresa.

Ela parecia meio nervosa, ansiosa. Estranhei, pois há alguns minutos atrás, ela estava perfeitamente bem e sorridente.

–Como assim? O que tem a Anne na história? – Perguntei sem entender.

–Como ela se parece? O físico dela – Ela insistiu.

Ela estava pedindo para eu descreve-la e eu fiz. Assim que terminei de falar, ela baixou a cabeça e levou as mãos ao rosto, o escondendo entre seus dedos.

–Meu Deus! – Ela murmurou baixo – Sam, Anne esteve aqui! – Ela descobriu o rosto, voltando a olhar-me com preocupação.

–Que? Impossível! Ela está em Nova York! – Desmenti-a.

–Não, Sam. Uma garota com as descrições exatas a de Anne bateu aqui na hora que você estava ao telefone! – Ela insistiu, começando a contra sua história – Ela estava feliz, mas ao me não pareceu tanto. Perguntou de você e eu disse que estava ocupado. Perguntei então o nome dela e ela não respondeu, só disse que era uma velha conhecida sua e que estava por perto e resolveu vir vê-lo, mas como estava ocupado iria visita-lo depois. Eu até convide-a para espera-lo aqui, mas ela saiu correndo pelo corredor e ignorou meus chamados. Eu acabei fechando a porta, achando tudo muito estranho. Mas aí, não sei por que, comecei a lembrar-me da descrição física e de personalidade que você me dera da Anne e tudo começou a se encaixar!

Eu continue encarando-a mais um tempo, com o olhar dela implorando para eu acreditar em suas palavras. Era loucura, e eu estava com pouca fé nisso, mas ela explicara tudo de um jeito, e conhecendo Anne como conhecia, sabia que poderia ser verdade. Molhei os lábios, botando as mãos no rosto.

–Merda! Não acredito que ela fez isso... –Bufei com o rosto ainda coberto entre minhas mãos.

–Acho que Anne achou que eu e você estávamos junto. Para ela ir assim... – Carol arriscou preocupada.

–Não duvido disso. Do jeito que ela tem a mania de entender tudo errado e já começar a julgar... – Confessei tirando as mãos do rosto e olhando para o lado, bagunçando meus cabelos com as mãos.

–Vamos atrás dela – Carol sugeriu fazendo-me olha-la – Se pelo que você me disse, ela não conhece a cidade e sabe se lá onde ela pode se meter sozinha por aí...

–Vamos procurar essa doida – Concordei – Ela ainda me mata um dia... – Murmurei depois.

Carol e eu saímos do quarto sem delongas e fomos aos elevadores. Eu estava uma pilha, preocupado com Anastácia. Era bem o tipo dela fazer essas merdas e depois fugir. Carol também parecia preocupada. Ela gostara de Anne pelo modo que eu falara dela, e agora, ela se sentia culpada por todo o mal-entendido. Mesmo não tendo culpa de nada.

Pegamos o elevador e apertei o térreo furiosamente. A tensão era tanta que nem uma palavra foi acrescentada após a saída do quarto. O elevador chegou ao térreo depois do que pareceu muito tempo, e eu e Carol descemos no saguão. Eu comecei a olhar em volta, procurando desesperadamente por alguém que se parecesse com ela. Porém eram varias pessoas andando para lá e para cá, e por mais que fosse alto, Anne nasceu com um defeito de estatura não muito privilegiada.

–Ali. Ela – Carol apontou enfim, localizando-a.

Eu olhei na direção do dedo dela e vi. A garota estava de costas, indo na direção da porta do saguão. Por mais que não pudesse ver seu rosto, sabia que era ela. Seu jeito já dizia tudo. Sem nem pensar antes, corri atrás dela a chamando. Mas ela não se virava por nada. Ela parecia não ouvir. Passei a berrar seu nome, mais alto, e ela continuou a andar. Ela alcançou a porta e saiu, e eu a segui. Já na rua, na frente do hotel, eu consegui por milagre alcança-la e segurar em seu braço.

–Dá pra você se virar para mim? — Perguntei enquanto ela parava, mas se recusava a olhar-me frente a frente.

Após minhas palavras ecoarem um tempo em sua cabeça, ela fez o que pedi. Porém não encontrei exatamente o que esperava. Sua maquiagem estava toda borrada e escorrida pelas bochechas fazendo rastros pretos, o nariz estava um pouco vermelho na ponta e os olhos marejados, com lágrimas escorrendo sem interrupção por sua face.

–O que aconteceu contigo, Anne? – Preocupei-me mais.

–Nada Sam. Porque você não volta pro seu quarto para ficar com sua amiguinha? – Ela retrucou fria, porém com a voz ainda um pouco vacilante.

–Anne, Carol é só minha amiga – Garanti-a.

–Sei, amiga... Boa amiga essa, não? Você não pode nem me atender porque estava lá na cama, esperando ela voltar para terminar de te chupar... – Ela ironizou.

–Para de falar merda, Anne! Já disse que Carol é só minha amiga, nada mais...

–Ok, então volte lá para sua "amiga" e me deixe em paz! – Pediu agressiva.

–Não. Quero saber por que você está chorando – Afirmei firme.

–Não precisa fingir que se importa... – Ela comentou no mesmo tom de antes.

–Mas eu me importo! Que merda, Anne! Será que dá para parar de agir assim? – Pedi não suportando quando ela agia daquela maneira.

–Não, porque essa sou eu...! — Ela respondeu rude, com um sorriso falso, dando um tranco no próprio braço e se soltando de meu aperto.

Ela andou um pouco, mas logo eu voltei à pega-la da mesma maneira, fazendo-a parar mais uma vez.

–Anne, pare com isso. Eu sei que algo aconteceu, será então que dá pra você me dizer o que? – Pedi tentando ser um pouco mais calmo.

–Me deixe em paz, Sam – Ela voltou a pedir, tentando ser calma, mas ainda fria.

–Não vou deixar você andar por aí sem nem conhecer porra nenhuma e ainda chorando aos quatro cantos!

–Eu sei me virar, sou grandinha! – Ela sorriu amarga.

–Não parece agindo assim como uma criança mimada... – Rebati.

–Claro, agora eu sou a mimada! – Ela repetiu para si, com irônica, olhando pro céu.

–Esta agindo como uma – Continuei.

–Se você me deixasse em paz quem sabe eu parava de agir como uma? – Ela sugeriu raivosa, com as lagrimas ainda escorrendo de seus olhos.

–Não vou te deixar ir pra merda de lugar nenhuma, aceita! – Pedi irritado também.

–Devia... – Murmurou insistente.

–Tudo bem! Eu deixo você ir! – Rendi-me – Se você me falar o que aconteceu com você, você pode ir livremente e vagar por aí com essa cara borrada, perdida na cidade!

–Sam eu quero que você me deixe em paz... – Ela pediu fechando os olhos.

–Eu deixo, desde que você me fale o que aconteceu... – Insisti.

–VOCÊ QUER SABER O QUE ACONTECEU? FOI O CHRIS, DROGA! FOI O MEU PAI! – Ela voltou a abrir os olhos, gritando e se rendendo ao choro de uma vez.

Eu fiquei antônimo, olhando-a. Ela chorava botando tudo para fora. Ela soluça e tremia, parecendo mais frágil do que eu jamais a vi. Balancei a cabeça, me librando da surpresa, e abracei-a. Ela não resistiu, ao invés, só me apertou forte. Como eu fosse sua boia salva-vidas.

Eu a levei pata dentro do hotel, enquanto ela encharcava toda minha camiseta. Carol veio em nossa direção e ela levou as mãos à boca, fazendo uma expressão de surpresa e tristeza ao ver o estado de Ane. Ela mexeu os lábios, pronunciando sem som "o que aconteceu?". Eu repeti a ação dela, respondendo "depois". Ela concordou com a cabeça e foi aos elevadores comigo. Todos dentro do hotel nos olhavam curiosos, cochichando um ao outro o que devia ter acontecido. Ignorei tudo e tentei ao máximo proteger Anne dos olhares curiosos que queriam saber o tamanho do estrago nela. Conseguimos pegar um elevador e entrarmos neste vazio. Assim que chegamos ao me andar, Carol saiu à frente. Anne ainda chorava ressentida, porém já soluçava e tremia bem menos. Carol abriu a porta do apartamento e eu conduzi Anne até o quarto, achando melhor deita-la.

Eu peguei-a no colo e a botei na cama. Ela soltou-me sem argumentar muito. Tirei seu salto e pensava em tirar sua capa, quando notei que ela estava com uma roupa não muito favorável ao frio. Em outra situação, teria até ficado excitado. Eu a deixei com a capa e apaguei as luzes, deixando somente a do abajur do criado mudo do outro lado ligada. Ia saindo do quarto quando foi impedido.

–Sam – Sua voz fraca e baixa me chamou.

Virei-me e ela me olhava com o rosto levemente inchado. As marcas da maquiagem continuavam ali, só que piores, e as lágrimas ainda persistiam em estra presentes. E mesmo com todos esses fatores, Anne ainda conseguia ser linda.

–Sim?- Perguntei baixo.

–Fica comigo – Ela pediu frágil – Por favor.

Concordei com a cabeça e voltei ao quarto, aproximando-me dela. Ela se afastou da borda da cama para eu poder entrar, e assim que o fiz, ela se aproximou de mim, recostando sua cabeça no meu peito e aninhando seu corpo bem junto ao meu. Eu a envolvi em meus braços e ela logo parou de soluçar, só deixando as lágrimas escorrerem por seus olhos fechados. Suas mãos seguravam forte minha camisa, o que evidenciava que ela tinha medo que eu fosse dali. Porém isso não aconteceria. Não dissemos mais nada, e ela logo adormeceu. Eu, do contrário, fiquei ali, acordado e admirando-a adormecer em paz.

Notas finais
Pois é, o Natal baixou aqui, mas não lá. Mas, lhes garanto, que a partir de agora as coisas vão caminhar para dar certo a Anne. Algumas pedrinhas no caminho ainda, mas coisas bobas mesmo. Enfim, mataram a curiosidade de vocês de quem era a loira? Bem, se ajudar, eu tenho uma foto dela. Na verdade, eu a descrevi inspirada numa ex-namorada, uma das várias, do Adam. Anne V, alguém sabe quem é? Enfim, eu gostava muito dela e eles eram fofos. As fotos deles no desfile da Victoria Secrets me fazem suspirar até hoje... http://25.media.tumblr.com/0c32aff610f5142f2ae096a6a3a05ad8/tumblr_myaoqvy4OM1rho31po1_250.png Por hoje é isso, anjos. Um bom natal pra vocês, cheios de panetone, Chester, rabanada... Comida em geral, além dos velhos e queridos presentes. É isso, Feliz Natal. Xoxo