Notas iniciais
OOOOOOOOOIE GALERAA!! Como estão????
Vi que o capítulo anterior não agradou a todos. Mas eu avisei hahahahha
Eu me distraí vendo Wall-e. Espero que este capítulo não esteja pequeno.
Boa leitura!!

POV James

Deixo o Justin na casa do Rick, e vou pra minha casa. Chegando lá, entro e não vejo ninguém.

- Carol? – grito.

Ela não responde. Decido subir as escadas e entrar no quarto dela. Ela ainda está dormindo! Mas vou deixá-la dormir. Ela deve ter ido dormir muito tarde. Chego perto dela e fico observando-a. Tão linda... Pego meu celular e tiro uma foto dela. Pronto. Agora tenho uma foto dela dormindo. Parece um anjo. Com cuidado, passo a mão pelo cabelo dela, e ela não acorda. Saio do quarto e vou até a cozinha.

Por preguiça, pego um pacote de biscoitos e como. Deito no sofá e procuro alguma coisa pra ver na televisão. Cacete, que sono. Coloco em um canal qualquer, abaixo o volume e durmo.

Acordo de susto com uma barulheira na cozinha. É Caroline deixando um copo cair no chão.

- Ah, que ótimo – ela se abaixa.

Saio do sofá correndo e vou ajudá-la a catar os cacos de vidro.

- Você dormiu até que horas? – dou um beijo nela.

- Não sei. Acho que até umas 16h, e já são 18h. Fiquei assistindo televisão e olhando você dormir. Você ronca bem alto – ela ri.

- Vou levar isso como um elogio – sorrio e terminamos de catar os vidrinhos.

Jogamos os cacos no lixo e Carol olha para o dedo dela.

- Ah, droga. Me cortei! — Ela reclama. – Ah, tem band-aid no meu banheiro. – Ela corre e sobe as escadas.

Saio da cozinha e vejo, pela janela, Justin chegando em casa. Abro a porta e vejo que ele está chorando.

- O que houve? – Pergunto preocupado.

- Nada – ele funga.

- É claro que aconteceu alguma coisa! Você está chorando! – Fico parado na porta.

- Não foi nada. Me deixe passar! – Ele se irrita, e eu saio da frente.

Ele sobe as escadas correndo, entra no quarto e bate a porta com força. Fecho a porta da sala e vou até a porta do quarto. Tento abrir, mas está trancada.

- Cara, abre a porta. Qual é – bato na porta incessantemente.

- Eu não vou abrir nada – ele choraminga.

- Por favor, me diz por que você está chorando!

- Eu não quero dizer.

- Então pode pelo menos me deixar entrar? Afinal, eu durmo nesse quarto também.

Ele destranca a porta, e eu abro. Abraço-o e ele chora no meu ombro.

- Não quer dizer o que aconteceu?

Ele nega e chora mais.

- Tranca a porta. Não quero que a Carol me veja desse jeito – ele senta na cama dele.

Tranco a porta e sento ao seu lado.

- Ele fez alguma coisa que você não queria?

- Não. Não – ele chora.

- Então o que foi? Por favor, eu quero te ajudar.

- Eu não me acostumei ainda com a ideia de ser gay! Tudo está acontecendo muito rápido!

- Mas alguma coisa de ruim deve ter acontecido! Você não pode estar chorando tanto só por causa disso! – Faço-o olhar pra mim.

- Ah, James. É uma coisa muito pessoal – ele seca as lágrimas.

- Ah, já saquei.

- Não, não sacou nada – ele olha pra mim – Acredito que não é o que você está pensando.

- Então o que foi?

- Se eu falar... Vou começar a chorar – ele volta a chorar.

- Não precisa falar nada – o abraço e ele continua chorando. Aos poucos que ele vai se acalmando, solto do abraço – Você quer comer alguma coisa?

- Não. Já comi um pedaço enorme de bolo – ele relaxa e encosta na parede.

Ficamos em silêncio, e ele volta a chorar.

- Ah, qual é! Eu to preocupado com você! Pode ir falando o que aconteceu ou eu vou lá e quebro a cara dele! – Me levanto.

- Não! Não faz isso! – Ele implora.

Bufo e volto a sentar ao seu lado.

- Vou fazer um acordo com você. Eu te conto um segredo, e você me conta isso. Tá certo?

- Você esconde coisas de mim?

- Só essa...

Ele pensa, e suspira.

- Tá.

- Lá vai... – Respiro fundo. – Eu já beijei um cara uma vez... Mas eu estava bêbado!

- Por que nunca me contou isso?

- Não sei. Tive medo que você falasse alguma coisa.

- Mas isso não é nada comparado ao que eu fiz – ele tampa o rosto.

- Foi o que? Você transou com ele? – Pergunto.

- Não – ele me olha – Não foi isso...

- Então o que foi?!

- Não chegou a ser isso.

- Então deixa ver se eu entendi. Ele... – Gesticulo com as mãos – Em você?

- É. Isso ai – ele fala rápido e nervoso.

- Foi isso?

- Também.

- Você também fez nele?

- Não! – ele grita.

- Então ele fez... – Abro a boca.

- É, isso! – ele se levanta nervoso – Agora, por favor... Chega desse assunto, tá?

Consigo vê-lo tremendo. Ele tá com muita vergonha. Não devia ter feito ele falado isso. Mas agora é melhor, porque não escondemos nada um do outro.

- Posso ficar sozinho agora? – Ele pede com lágrimas nos olhos.

- Claro – me levanto e vou até a porta – Mas, qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo, você fala comigo, tá? E se tiver fome, me avisa que eu trago alguma coisa pra você.

- Tá. Obrigado – ele deita na cama e fica lá.

Destranco a porta e saio do quarto, deixando a porta fechada. Caroline está na porta do quarto dela olhando pra mim, preocupada. Vou até lá e a beijo.

- O que aconteceu?

- Não foi nada. Ele já está melhor – a levo pra dentro do quarto e fecho a porta – Não vamos mais falar disso, tá legal?

Ela concorda e me beija.

- Hoje já é quarta-feira... Meu aniversário é no sábado. E-eu estou muito nervosa, e ainda não ensaiamos direito.

- Vai dar tudo certo – a acalmo – Quer ensaiar agora?

- Quero – ela sorri.

Ficamos ensaiando até termos fome. Antes de eu descer pra comer, passo no quarto do Justin.

- Justin, você vai qu... – Não continuo a frase, pois vejo que ele está dormindo. Saio do quarto e vou até a cozinha.

Eu e Carol comemos macarrão e ficamos assistindo Os Simpsons.

- James... – ela chama minha atenção – Você é o melhor príncipe que existe.

Sorrio.

- E você é a princesa mais linda de todos os reinos.

- Então como princesa, eu posso dar ordens, certo? – ela sorri.

- É, acho que pode – rio.

- Então eu ordeno que você me beije.

Encosto meus lábios nos dela, e a beijo ternamente. Quando solto do beijo, olho pra ela.

- Ordem cumprida, princesa.

- Sabe que pode fazer isso a qualquer hora. Mesmo se eu não pedir, não sabe?

- Claro que eu sei. Príncipes também mandam – Sorrio.

- É claro que mandam – ela me beija – Mas não tanto como as princesas – ela ri e se levanta.

- Ah, então quer dizer que os príncipes não tem tanto poder como as princesas, certo? – Me levanto e vou atrás dela.

- Claro que não. – Ela vai até a cozinha.

- Então se eu quiser fazer isso... – A coloco imprensada contra a parede – Eu não vou poder?

- Existem várias exceções – ela sorri.

- E essa é uma delas?

- Com certeza – ela me beija.

Continuamos nos beijando, até que ela para.

- É melhor pararmos. Estamos na cozinha, e o Justin pode aparecer.

- É, verdade. E é melhor eu dormir. Já está tarde. Ah, que inferno de faculdade! E ainda tem mais três anos e alguns meses pela frente! Que saco! – Bufo irritado.

- Pior eu que tenho mais três anos de escola, e depois quatro de faculdade. Não reclame – ela me beija – Agora vai dormir.

- Sim, princesa.

Ela sorri.

- É uma ordem. Vá – ela ri.

- Já vou. É que eu não consigo sair de perto da vossa majestade.

- Também se usa esse termo para princesas?

- Sei lá – rimos.

Subimos as escadas e ela me dá um beijo antes de eu entrar no quarto.

- Boa noite – ela sussurra.

- Boa noite – dou um beijo em sua testa e entro no quarto.

Justin continua dormindo. Espero que ele vá comer alguma coisa se ele ficar com fome. Tiro a camisa e a calça, e me deito. Demoro pra dormir, mas assim que o sono aparece, eu durmo.

Acordo com a porcaria do despertador tocando. Quinta-feira. Nunca esperei tanto por férias! Pena que só serão três meses. Depois, as aulas voltam até o final do ano. Quando só teremos um mês de férias. Ah, que saco. Não aguento mais estudar!

Me levanto sem vontade, e desço pra comer alguma coisa. Depois, tomo um banho e eu e Justin entramos no carro. Dirijo até a faculdade, e assistimos sete horas de aula. Ainda bem que a última aula é amanhã! Peço ao Justin pra faltar, mas ele não quer faltar de jeito nenhum. Às vezes me irrita ele ser tão certinho.

Estamos indo almoçar fora, outra vez, e o celular do Justin toca.

- É o Rick. Atendo ou não? – ele pergunta.

- Atende.

- Alô? – ele atende ao telefone -... Olha, Rick, eu não sei... Não me acostumei com isso ainda. Aquilo foi... Esquisito... Eu sei! Mas o problema é que... O que? – Ele se desespera – Acha melhor o que? Que não nos vejamos mais? Mas Rick, eu só estou confuso, não acho que precisemos chegar a esse ponto... – ele para por uns minutos, e fica só escutando – Está bem... Nisso eu concordo... Então acho melhor também. Tá. – Ele desliga o celular.

- O que foi?

- Ele acha que é melhor nós não sairmos mais.

- Ah, Justin... Eu sinto muito.

- Não... Não tem problema, eu acho – ele olha pro chão – Vamos almoçar.

Entramos em um restaurante e almoçamos.

Notas finais
Pooooooooooooooxa, e agora???? Será que este é o fim de Jick? ):
Gente, me perdoem se tiver algum erro gramatical. Porque eu estive lendo a história, e vi vários errinhos quase invisíveis, e estava com muita vontade de consertá-los! Mas não posso, porque o Nyah vai cortar palavras... Então eu sou obrigada a deixar os erros, quando eu só os vejo depois. São erros pequenos. Apenas palavras faltando uma letra. Eu acabo não percebendo isso, porque o Word considera como uma palavra normal (que é mesmo) e acaba não avisando que tem um erro. Ai depois eu leio a fanfic e fico bolada por ter escrito errado ): Mas, por favor, não liguem para os errinhos.
O que acharam desse capítulo?? Por favor, comentem!! Eu aaaaaaamo ler os comentários de vocês!! E não esqueçam de recomendar a fanfic (que eu agradeço muito pelas recomendações lindas que eu tenho ♥) e de favoritar! E mandem a fanfic pros amigos também!! E lembrando, não esqueçam de comentar!!!
Até o próximo capítulo!!!!!! xx