O Alvorecer De Um Novo Dia
1 Capítulo 1 - Prólogo
Notas iniciais
Bem... Por que decidi escrever uma Fic da "Midnight Breed"? Hum...
Simplesmente porque AMO essa história, e mais uma idéia maluca me veio a mente, além de que quis mostrar um lado completamente diferente de quem já leu "O Beijo Da Meia - Noite" e "O Beijo Escarlate".
Bom... Espero que gostem!
Boa Leitura!
Aviso: linguagem inapropriada e violência.
POV. Alguém(Desconhecido)
— Quem são vocês? — rosnei, sentindo uma enorme fúria me dominar.
Uma risada melódica se foi ouvida.
— Ahh, querido... Sabe o quão bom é ver vocês, guerreiros da Raça, tão indefesos, tão vulneráveis aos nossos pés, só por causa de suas fragéis Companheiras de Raça? — ao terminar, a pessoa que segurava Tess apertou seus braços mais forte, fazendo ela gemer, de dor.
Vermelho era tudo o que eu via.
— Solte — as, por favor, ou a situação aqui vai ficar feia — grunhi, segurando minhas Malebranche firmemente contra o corpo, pronto para atacar.
A pessoa que segurava Gabrielle olhou para as minhas mãos e fez uma espécie de ruído desdenhoso, quase como uma risada de escárnio. Disse:
— Acha que isso vai nos afetar, vampiro? Não somos Renegados, muito menos Subordinados — sarcasmo pingava de suas palavras.
Semicerrei os olhos, encarando, estudando o inimigo, mas antes que eu pudesse fazer algo, uma coisa passou muito rapidamente ao meu lado, e logo uma dor forte me apunhalou a cabeça, me fazendo cair no chão, mas sem soltar minhas espadas.
Minha cabeça queimava.
Um chute foi desferido em minhas costelas, ao qual eu uivei, a dor lacinante me preenchendo. Quem é que tivesse chutado, tinha muita força.
O grito de Tess me fez voltar.
— Por favor! Não machuquem ele! Me machuquem, não ele! Dou a vocês o que vocês quiserem!
— Não! — foi a única coisa que consegui dizer, grunhindo para conter a dor. Outro chute foi desferido em mim, seguindo de um puxão de cabelo, que me jogou do outro lado do beco, me fazendo ficar sentado. Um filete quente desceu pela minha têmpora.
Sangue.
Escutei passos firmes e rápidos virem na minha direção, e logo minha cabeça sendo puxada para cima. A luz turva e precária não me deixava enxergar bem, mas sabia que a pessoa que me segurava tinha os olhos cintilando em puro deleite com minha dor e minha vulnerabilidade. Logo, uma voz baixa, mas suave, se fez presente em meus ouvido:
— Temo reconhecer que os guerreiros da Raça fizeram um "bom" trabalho — ela escarneou no bom — ao tentar matar aqueles Renegados daquele antigo hospital psiquiátrico, mas vocês acabaram cometendo uma grande asneira. Escute o que eu digo — ela puxou minha cabeça para trás, fazendo com que eu batesse nos tijolos com força, sentindo uma pancada forte na nuca. Ela continuou, sem se importar: — Você nos levará para o Condomínio e fará com que seus companheiros nos conceda a "maravilhosa honra" de conversar conosco, pois temos um assunto muito importante para tratar.
Na hora, me senti mais desperto, o instinto protetor com meus irmãos e suas Companheiras alerto.
— E... — tossi sangue. — Se... Eu disser que não levarei vocês... A lugar nenhum? — engasguei nas últimas palavras.
E me arrependi amargamente de tê — las dito.
A pessoa a minha frente sorriu, os brilhantes e pequenos dentes se mostrando num sorriso maléfico, e logo ela saiu da minha frente, se encaminhando diretamente para...
Tess.
Escutei seu ofêgo, assim como o de Gabrielle, quando a pessoa puxou Tess pelo braço e apontou um cano para a cabeça dela, a imobilizando, assim como seu comparsa, que fez o mesmo com a Companheira de Lucan.
Eram armas carregadas.
Rangi os dentes. Inferno!
— E se você não quiser, querido — a pessoa respondeu, me escarneando. Apertou a arma na têmpora de Tess, que gemeu de dor: — Temo que sua Companheirinha e sua amiguinha terão que pagar o preço.
A raiva e o ódio me cegaram, me fezendo ver tudo vermelho. Eu não conseguia enxergar mais nada, tamanho era minha vontade de arrancar a cabeça de todas aquelas pessoas que ameaçavam minha Companheira e Gabrielle.
Os olhos de Tess encontraram os meus e lá pude ver claramente o desespero de ser salva, mas também a necessidade de não arriscar a segurança dos outros.
Me arrancaram de meus devaneios assim que ouvi a voz daquela pessoa:
— Então o que vai ser, querido? Você vai nos obedecer, ou irá arriscar a segurança de sua amada Tess, Dante?
Notas finais
Quem será que são essas pessoas? O que será que elas querem com os guerreiros do Condomínio? Ficaram curiosos? Aguardem o próximo capítulo!
Comentem e deixem suas opiniões! Ficarei muito agradecida de saber se vocês gostaram ou não, se eu continuo ou não.
Beijinhos, e até a próxima!
P.S.: Feliz Natal á todos! Que tenham um maravilhoso Natal!
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