O Alquimista Imortal

4 Capítulo 4:O Punho de Amestris


Notas iniciais
Demorou mas ta aqui o/

Rika pegou suas luvas de transmutação de reserva e fugiu de sua casa, ela então foi se encontrar com um amigo para pegar parte do fundo para pesquisas dela como Alquimista Federal, normalmente não conseguiria por estar sem seu relógio mas ela tinha muitos amigos na cidade e todos estavam se esforçando para ajudá-la devido ao boato que corria de o Slasher Alchemist ter forjado a própria morte e abandonado-a. Ela não se incomodava com os comentários pois sabia a verdade, seu amado havia tido o corpo dominado por um ser desprezível e agora ela tinha que trazê-lo de volta.

Ela fez tudo tranquilamente sem que ninguém suspeitasse de nada, mas ao chegar na estação para pegar um trem se deparou com uma velha amiga.

Rika — Elisia o que você ta fazendo aqui?

Elisia — Estava te esperando... você é muito previsível sabia.

Ela deu um sorriso pra Rika.

Rika — Você não vai me impedir. Eu vou atrás dele nem que eu tenha que lutar com você.

Elisia – Não seja tola menina. Eu estou aqui para ir com você.

Rika – Mas porque?

Elisia – Assim como meu pai, meu objetivo é ajudar minha melhor amiga a cumprir seu grande objetivo. Vou te ajudar mesmo que eu também morra.

Rika ficou emocionada com sua amiga e saltou em cima dela em um abraço. Elisia era bem mais alta que Rika, ela era alta, tinha cabelos castanhos que iam ate pouco depois de seus ombros, ela tinha um corpo escultura e diziam também que era muito gentil e carinhosa quando queria e era admirada e cobiçada por todos os soldados da cidade central por sua beleza estonteante, que eram todos mantidos afastados pelo marechal que não gostava de ninguém dando em cima da filha do grande amigo falecido.

Elas então pegaram um trem para algum lugar ao sul, queriam checar os vilarejos por lá. A viagem foi bem tranqüila ate a estação, elas então subiram em um caminhão que estava dando carona a algumas pessoas para os vilarejos mais afastados. O caminhão estava bem tenso, as pessoas tinham medo que seus vilarejos fossem atacados, pouco tempo depois quando não havia mais civilização a vista um grupo de 5 carros como os do exercito se aproximou vindos do nada, cada um levava 4 homens, um deles sacou uma arma e atirou no motorista do caminhão, o pobre homem foi baleado e perdeu o controle fazendo o caminhão derrapar e capotar. Os bandidos então se aproximaram com suas armas em punho mas uma rápida descarga elétrica fez com que suas armas eletrocutassem-nos e derretessem em suas mãos, eles as largaram no chão e foram com os punhos para cima do caminhão. Eram 20 homens contra 8 passageiros.

Rika – Vou dar um jeito nisso, vai ser bem rápido.

Elisia – Não, você pode acabar matando eles, sua alquimia é muito perigosa.

Rika – Mas eles tentaram nos matar.

Elisia – Eu sei Rika, mas... eu não gosto de matar sem necessidade.

Rika – Ta bom então, e o que faremos?

Elisia – Deixa comigo.

Ela saiu do caminhão no momento em que o primeiro homem havia chegado e acertou um gancho bem em seu queixo, o golpe tirou o homem do chão alguns centímetros, ela então deu um chute nele e o jogou em cima de outro, os outros a atacaram em bando mas ela se movia extremamente rápido, ela nocauteava um por um em velocidade surpreendente, em pouco tempo só restou um de pé com uma expressão de terror no rosto.

Elisia — E aí? Vai ficar parado ou vai lutar?

Homem – Agora eu lembrei, você é aquela militar que todos tem medo, aquela conhecida como O Punho de Amestris, a lutadora que nunca perde um única luta e sempre derruba seus adversários em um único golpe.

Elisia – Eu mesma. Agora corra, pra me atacar ou pra fugir, mas chega de falação.

O homem imediatamente subiu em um carro e fugiu, Elisia e os demais deram os primeiros socorros no motorista que ainda estava vivo e pegaram dois carros, o de Elisia, Rika e alguns dos outros passageiros foram em frente, o outro voltou para levar o motorista para um hospital melhor preparado. A viagem seguiu bem mais feliz com os passageiros parabenizando e elogiando as duas militares. Ao anoitecer elas chegaram a um vilarejo onde foram recebidas como heroínas pelos moradores, elas então conseguiram hospedaria imediata na casa da família de um dos passageiros, foi uma grande festa a chegada mas elas perceberam que tinha uma pessoa na multidão que não pertencia àquele meio, um garoto de aparentemente 17 anos com cabelos pretos na cintura e olhos também pretos não sorria e as observava muito atentamente, sempre que tentavam ir ate ele o garoto simplesmente sumia de vista na multidão. Depois de um tempo elas decidiram ir dormir, mas sempre com uma delas acordada vigiando.

Notas finais
Espero que tenham gostado e vou tentar não demorar muito nas proximas postagens^^