O Agente
12 Operação
Notas iniciais
Aeroporto de Miami 6:31pm
O céu que a poucas horas antes, estava azul e limpo de nuvens, agora estava em tons de roxo e laranja. O sol lindo que deixava o ar mais quente, agora estava sendo substituído por uma bela lua cheia, que fazia seu trabalho com perfeição. Que não era nada mais e nada menos que espantar a escuridão do céu azul escuro banhado de estrelas, que eram poucas visíveis aos olhos de muitos naquele fim de tarde.
O jato que antes voara nos céus, agora estava fazendo seu pouso em Miami, onde um carro com motorista esperava o advogado que estava nesse jato.
A agente Tooth esperava cuidadosamente o advogado descer para dar inicio ao plano elaborado por ela mesma. E assim que se concretizou a descida do passageiro em especial, a mesma fechou a porta da aeronave e sacou a arma para os capangas.
– Então? Preferem do jeito fácil ou do jeito difícil? — Indagou a mulher apontando a arma para os dois ruivos, que apenas se entreolharam e começaram a gargalhar.
– Pelo jeito vai ser do difícil — Fala o sem costeletas sacando uma pistola para Tooth.
– Somos dois e você é apenas uma fadinha indefesa, então por que iremos partir logo para a violência? — Fala o com costeletas — Passa logo a arma, ou você pode se machucar — Ergue a mão o mesmo fazendo Tooth se estremecer. A mesma olhou para ambos ruivos e abriu um sorriso perceptível.
– Tudo bem — Tooth joga sua arma para uma poltrona fazendo o homem que dialogava com a mesma pegar, no entanto ela o enganara antes mesmo disso acontecer. Tooth usava uma pequena fita de laicra amarrada em sua mão e em sua arma. Então oque rolou foi: A arma antes de cair nas mãos do homem, foi e voltou para a mão da mesma, que bateu nas costas do homem fazendo-o cair na poltrona.
O outro que segurava a arma não reagiu a tempo contra a ação da jovem e só caiu para trás por conta de ter sido chutado bem no estomago.
Tooth fica atenta e quando percebeu uma movimentação atrás de si, só se pendurou em ambas partes do jato — onde se colocava malas pequenas — e se balançou para frente chutando um e balançou para trás chutando outro.
Mais um ataque foi feito por parte de um, mas quando ele foi dar um belo soco em Tooth, a própria abaixou-se, fazendo o soco atingir o outro homem que estava atrás de si, preparando-lhe um ataque surpresa. O mesmo caiu inconsciente.
Tooth devolve o soco. Então ela só pega uma garrafa de champanhe e bate com toda força na cabeça do homem que cai inconsciente.
A agente ajeita suas madeixas e pega o verdadeiro testamento no paletó de um dos irmãos e sai do jato.
– Pronto tá comigo — Fala ela pelo ponto eletrônico em sua orelha.
– Perfeito — Comemora North.
– Vou vestir meu disfarce — Fala Tooth entrando em um carro de janelas escuras, um carro da empresa. Tooth já estava vestida para ir ao encontro com seus parceiros de missão. Bunny e Jack.
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Miami 6:58pm
De frente ao hotel estavam Buuny e Jack, ambos agentes esperavam Tooth há horas. Mas eles não podiam culpa-lá, já que está fazendo a parte mais delicada da missão.
– Agora que eu me toquei — Fala Jack franzindo as sobrancelhas.
– Que você é um idiota completo? Concordo — Fala Bunny e Jack faz careta.
– É que não demos um nome a missão — Bunny bufa e revira os olhos — Que tal...operação morcego?...Não já sei, operação morceguinho. Quer saber? já que tem um dedo das meninas nisso, vai se chamar operação chocolate.
– Tanto faz — Fala Bunny impaciente pela infantilidade do jovem ao seu lado — Cadê aquela garota? — Fala o agente mais velho se jogando em um banco, até que uma porta se abre. Era Tooth.
– Até que fim — Fala Jack que é pego de surpresa por um abraço da amiga.
– Que saudades — Fala ela.
– Também sentir a sua — Fala o garoto um pouco tímido.
– Eaí cade? — Pergunta Bunny e Tooth lhe mostra o papel guardado em uma maleta idêntica a que o advogado carregava — Perfeito.
– Então eu vou lá e vejo onde o testamento falso está — Fala Jack, mas antes que alguém falasse algo, o próprio já sai do carro caminhando rapidamente em direção ao prédio.
Ele entra e com sua lente especial logo localiza o advogado. Jack não perde tempo e caminha até onde ele estava, sendo atendido pela administração do hotel.
Ele pega de seu bolso um pequeno gravador e joga próximo do balcão. Com seu ponto eletrônico ele escuta com perfeição a conversa entre ele e o gerente do hotel.
– Mas é claro que podemos fazer isso. Nossa segurança em relação aos pertences de nossos hospedes é prioridade aqui. — Fala o gerente com um expressão de orgulho.
– Que ótimo, pois o meu cliente exige total proteção com esses documentos, e eu fico com receio de dar algo errado e ser assaltado em meu quarto. Então quero que coloque no cofre 248 — Fala o advogado e o gerente assente.
O gerente estala seus dedos e empregados aparecem.
– Quero que você leve isto ao cofre 248 e vocês dois levem nosso novo hospede para a suíte privativa e suas bagagens — Ordena o gerente e os empregados obedecem.
Jack Frost caminha até seu fone e o pega sorrateiramente para ninguém percebe-lo. E de certa forma deu certo.
O mesmo volta até o carro e se dá de cara com dois agentes com uma cara nada boa.
– Da próxima vez que você sair assim vai levar uns cascudos moleque — Fala Bunny.
– Eu descobrir que o testamento está guardado em um cofre do hotel, com o número 248. Parece que o advogado já está ciente do perigo — Fala Jack sério. Uma coisa que raramente acontece.
– Mas é claro. O cofre do duque. Ele já é cliente desse hotel desde que sua mãe se mudou para cá — Fala Tooth.
– Então é o seguinte. Vamos voltar aqui a noite, trocar os testamentos e voltar as investigações de quem está tramando isso — Fala Bunny.
– Ih não é que o canguru é inteligente — Fala Jack fazendo Tooth rir e Bunny dá um soco no ombro de Jack — Aii estava brincando.
– Pensa da próxima vez antes de me chamar de canguru — Fala Bunny sério, fazendo Tooth rir mais ainda.
– Se concentra vocês dois — Grita North e todos ali suspiram.
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Hotel de Miami 11:58pm
Anoite estava quieta e silenciosa, apenas com alguns carros passando. Uma típica noite de segunda feira.
Os agentes Bunny e Jack agora completamente disfarçados de seguranças estavam andando livremente pelo saguão.
Sand dissera a eles que exatamente meia noite se desligaria todas as câmeras de segurança. North monitorava a planta do hotel e passava as informações para ambos agentes. Tooth esperava do lado de fora em um camaro preto.
Meia noite soou e as câmeras se desligaram. Para os seguranças noturnos as imagens continuavam normais, mas era apenas umas fotos de minutos antes.
Jack viu que as câmeras se desligaram e foi com Bunny até a área privada do hotel.
Eles viram que um segurança dormia, o que guardava as chaves. Mas não era necessário, eles só colocaram um celular que desbloqueou a pesada porta de titânio dando livre acesso a várias outras portas.
Eles foram até uma porta com um número 3 na sua entrada. A abriram do mesmo modo que as outras e entraram. Ao entrarem se deparam com vários cofres em formas de gavetas. Todos com suas identificações em algarismos.
Eles foram procurando o cofre que desejavam. O cofre 248. Demorou um pouco, mas acharam. Encaixaram o celular, mas para a surpresa de ambos, negou.
– Oque? Como assim? — Indagou Bunny furioso.
– Não é atoa oque o gerente disse — Murmura Jack para si mesmo. Ele visualiza o cofre e nota que podia ser qualquer senha. Tentou várias e uma voz eletrônica soou.
– Ultima chance, ao contrário, o alarme disparará — Fala voz.
– Só pode ser algo relacionado as suas filhas — Fala Bunny.
– Acho que é...- Jack revirou sua memória e lembrou do dia em que salvou as garotas de serem atropeladas.
Flashback: on
" Qual é a senha? " perguntava Anna para sua irmã.
" I like warm hugs" Responde Elsa.
Flashback: off
– É i like warm hugs — Fala Jack.
– Isso não é óbvio demais?
– É tão óbvio que chega a ser ridículo — Fala Jack com um sorriso. Ele suspira e escreve a frase. Ele entra e.................ALERTA DE INTRUSOS!!!!. Brincando, o cofre abriu.
Suspiram aliviados os agentes, não só eles como todos. Eles pegam o testamento falso e coloca o verdadeiro na mesma maleta.
Os dois saem andando na maior tranquilidade, até que as câmeras voltam a funcionar.
Os seguranças do hotel veem Jack carregando a maleta e por intuição eles acham que estavam sendo roubados. As luzes se acendem e vários seguranças aparecem.
– Parados — Ordena um deles e Jack e Bunny ficam parados.
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Fora do prédio Tooth esperava os "garotos", então North fala que eles estavam com problemas. A mesma sai do carro e entra no prédio.
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– Ladrãozinho de uma figa — Falava um segurança.
– Não estamos roubando nada, estamos é ajudando se quer saber — Argumenta Jack.
– Não creio nisso — Fala o segurança.
– Pois é bom crer — Fala Tooth jogando um gaz. O três agentes acionam uma máscara, enquanto todos os seguranças tossiam e se amparavam no chão.
Os agentes não se preocuparam tanto, pois estavam disfarçados com máscaras de silicone, bigode falso e outros, tudo para não serem reconhecidos.
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Dentro do carro em direção a um lugar da agência estavam os agentes cansados e felizes por terem conseguido realizar seus planos.
– Pelo jeito o vilão nessa história deve está bem bravo haha...- Falava Jack vendo o testamento. E nele dizia os planos para a herança, e uma coisa o encabulou. Estava dizendo que metade da herança era para o duque de Weselton e outra para uma conta na Suécia.
– Jack está tudo bem? — Pergunta Tooth — Ficou calado de repente.
– Não reclama não — Fala Bunny.
– Acho que já temos uma pista — Fala Jack sorrindo — Mas vou precisar da ajuda de minhas vítimas.
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