O Último Natal

9 Feliz Natal!


Ana fica parada, observando Jonathan aproximar-se devagar, seu olhar maníaco no topo do olho, seu sorriso sarcástico, ele segura forte o bisturi. Ana continua com seus olhos arregalados, Jonathan para em frente ao armário, encara o buraco por onde o branco do olho de Ana era avistado.

- Você não devia ter feito isso! – Diz Jonathan.

Ele soca a parede do armário quebrando a madeira.

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHHH – Grita Ana, desesperadamente, sem conseguir sair.

Jonathan continua a socar sem parar, Ana grita tentando sair detrás do armário, ela consegue ficar ajoelhada, assim que inclina-se para sair, a mão de Jonathan segura o topo de sua cabeça.

- NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO – Grita Ana, chorando angustiada, ela ergue suas mãos cravando as unhas no punho de Jonathan.

Ele olha para cima suportando a dor, o sangue escorre por seu pulso.

- VADIA! – Ele a puxa com robustez.

O corpo de Ana atravessa a madeira e é lançada ao chão, seu braço havia batido na bandeja cirúrgica e espalhado os instrumentos ao chão.

- AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH – Ana apoia os braços no chão e tenta erguer o corpo.

- Farei esse natal ser memorável para você! – Jonathan a observa de costas tentando ser erguer.

Ana continua caída imóvel, apenas mexia-se conforme a respiração ofegante, Jonathan se aproxima e segura seu ombro.

- Vai pro inferno seu cretino desgraçado! – Ela diz com seus dentes trincados, o ódio soa forte em seu tom.

No instante em que ele a vira, Ana atravessa uma tesoura por seu pulso, Jonathan solta o bisturi e da passos para trás com a mão um pouco baixo do ferimento, o sangue escorrer sem parar por seu braço.

- AAAAAAAAAHHHHHHH... AAAAAAAAAAAHHHHHHH... – Grita Jonathan, a dor o consome por completo.

Ana chora o observando ele retirando lentamente a tesoura do punho, Jonathan a joga para o lado e encara Ana furioso.

- OLHA O QUE VOCÊ FEZ! – Grita Jonathan mostrando o punho.

- VAI SE FERRAR – Grita Ana.

Jonathan pega o bisturi que havia deixado cair no chão e corre em direção a Ana com o braço levantando, próximo ele ajoelha-se para atacá-la, no entanto Ana ergue-se e enfia uma faca cirurgia em sua barriga, Jonathan arregala os olhos, ela retira e o joga para o lado, monta em cima dele e enfia a faca no centro de seu tórax, Jonathan levanta a cabeça dando um grito abafado, o sangue escorre pelo canto de sua boca.

- Desgraçado! – Ana retira a faca e enfia novamente, em seguida repete a ação mais duas vezes.

Ela retira-se de cima dele e certifica-se de que ele está morto, ofegante, ela senta no chão chorando sem parar.

- Droga... – Ela passa a mão na cabeça, seus dedos estão sujos de respingos de sangue.

Ana vira sua visão e avista o corpo de Vinícius, ela põe a mão na boca e fecha os olhos, lamentando a perda.

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Carol acorda de repente ergue-se em segundos, ela para e respira um pouco, seu olhar segue pelo longo vestido branco, ela segura a saia e espantada com a roupa e mentalmente perguntava-se onde estariam as suas roupas.

Ela levanta-se devagar firmando os pés no chão, logo ergue o corpo e vira a visão para porta, andando cautelosamente, aproxima-se da porta e certifica-se de que estava trancada.

- Merda...! – Ela encosta na porta e examina o quarto.

Carol foca seu olhar na cortina balançando com o vento, ela estranha e logo corre em sua direção, ao abri-la depara-se com a janela aberta e destrancada, Carol da um sorriso aliviado, passa sua cabeça pela janela e observa o chão três andares abaixo.

- ME SOLTAAAAAA – Carol ouve o grito de Felipe vindo do quarto ao lado.

- Felipe! – Ela diz surpresa.

Carol observa a janela o quarto dele aberta, ela abaixa sua visão e analisa que uma listra salta da parede, tendo a largura de um pé. Então respira fundo, e passa a primeira perna pela janela, Carol evita de olhar para baixo, ela senta na janela e firma o pé na coluna vertical da parede.

A aflição e angustia aumentam, a adrenalina toma conta de seu corpo, suas mãos ficam tremulas, o corpo completamente encostado na parede. Com um passo de cada vez, Carol vai se aproximando, ela controla o nervosismo, de repente seu pé escorrega da coluna, Carol agacha-se abruptamente, por sorte não lança nenhum grito, ela abre a boca assustada.

O vento balança o vestido longo, Carol olha para o lado e estica seu braço, a ponta dos dedos tocam na janela, Carol força mais um pouco, ela fecha os olhos e trinca os dentes, seus dedos tocam a janela, logo ela lança-se para frente.

- AH! – Ela grita rapidamente.

Suas mãos agarram a janela, Carol com toda a força que ainda lhe restava, ergue o corpo. Felipe gira o olhar para janela e a avista.

- Carol... Meu amor... – Ele passa a chorar – Meu deus...

Carol consegue passar a perna pela janela e cair dentro do quarto.

- Me solta... Me tira daqui! – Pede Felipe, com os braços e pernas amarrados.

Carol levanta-se rapidamente e corre até ele, ela o beija com as mãos em seu rosto.

- Estou tão feliz em te vê! – Ela diz.

- Ai meu deus, que bom que está viva! – Diz Felipe.

Carol desamarra sua mão, Felipe tenta desamarrar a outra enquanto Carol solta seus pés.

- Vamos, vamos... – Diz Carol, tentando desamarrar o tornozelo de Felipe.

Felipe libera as mãos e inclina-se até os pés, ele consegue soltar um.

- Deixa comigo, deixa comigo... – Diz Felipe agitado – Veja se tem gente no corredor!

- Ta bem – Carol gira e corre até a porta.

Felipe puxa o pé com força e consegue soltá-lo, ele retira-se da cama com rapidez e corre até Carol.

- Não vejo ninguém – Ela murmura.

- Vamos sair daqui – Felipe abre melhor a porta e sair do cômodo.

Não havia ninguém no corredor, Carol sai logo em seguida.

- Fica perto de mim – Diz Felipe.

Carol olha para trás examinando o corredor, ela volta seu olhar para frente. Felipe se aproxima da escada e não avista ninguém, Carol olha para o lado e arregala os olhos deparando-se com Bárbara morta dentro do banheiro.

- Felipe... – Ela o chama em tom baixo, logo põe a mão na boca segurando o choro.

- O que?! – Ele a avista – Ai droga...

Felipe abraça Carol, ele segura sua mão e a encara.

- Presta atenção... Nós vamos conseguir sair daqui... Vai ficar tudo bem!

Ele a puxa para a escada e descem cautelosamente.

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Cláudio chega ao porão e observa Ana no chão ao lado do corpo de Jonathan, ele fica surpreso e abismado.

- Ai meu deus... O que foi que você fez sua vadia desgraçada? – Cláudio caminha até Jonathan.

Ana afasta-se arrastando-se pelo chão.

- Não... Não... – Diz Ana chorando.

Cláudio observa as facadas no peito de seu filho, logo vira-se para Ana.

- Sua cretina!

Cláudio pega a faca no chão e caminha em sua direção.

- SOCORROOOOO – Grita Ana.

Carol para de andar e vira-se para trás ao ouvir o grito de Ana, Felipe para logo em seguida e vira-se.

- Temos que salvá-la! – Diz Carol, ela anda pelo corredor do segundo do andar.

Passando em frente a uma porta, Nathan sai do quarto e a prensa contra a parede segurando-a pelo pescoço.

- AH...

- CAROL! – Felipe corre para salvá-la.

Ele lança-se contra Nathan e juntos caem no chão.

- CAROL, SAI DAQUI, SAI DAQUI! – Grita Felipe, segurando o braço de Nathan.

Carol afasta-se correndo pelo corredor, assustada e com medo, ela não sabia para onde estava indo, tentava abrir todas as portas do corredor desesperadamente.

Nathan acerta Felipe com uma cotovelada no rosto e o faz soltá-lo, rapidamente levanta-se e corre na direção que Carol havia tomado, Felipe levanta-se logo em seguida e o chuta nas costas, Nathan bate contra a parede, Felipe segura sua cabeça e a bate contra a parede.

- Tenha um ótimo natal seu infeliz! – Ele bate sua cabeça contra a parede até que ela quebra-se e o sangue escorre pelo chão.

Felipe olha para o lado e segue correndo atrás de Carol.

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Carol avista uma porta no final do corredor, ela corre o máximo o possível em sua direção, próxima a abre com cautela, havia uma escada extensa levando a um cômodo que não era possível avistá-lo, ela olha para trás e não avista ninguém, então decide descer devagar. Suas mãos alisam as paredes descascadas e úmidas.

- NÃÃÃÃÃÃO – Carol ouve a voz de Ana.

Ela desce com rapidez, ao chegar no local encara Cláudio levantando Ana e enfiando a faca embaixo de seu maxilar, Carol põe a mão na boca abafando seu grito, Cláudio a avista.

- O QUE VOCÊ FAZ AQUI! – Grita Cláudio, ele corre atrás dela.

O corpo de Ana cai no chão com os olhos arregalados.

- AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH – Carol corre subindo a escada desesperadamente.

Cláudio a segue enfurecido, Carol passa pela porta e corre pelo corredor, ela vira pelo caminho e bate contra Felipe, ele a segura pelos braços.

- Ele matou a Ana, meu deus... Ele vai nos matar – Carol diz chorando horrores.

- Merda... – Felipe analisar rapidamente suas opções, ele vira-se e puxa Carol.

Os dois correndo pelo corredor e entram num quarto, Felipe bate a porta.

- Me ajuda a arrastar a cama – Diz Felipe.

Cláudio adentra no corredor e observa tudo vazio, a faca suja de sangue estava em sua mão, ele caminha calmamente pelo corredor verificando todas as portas.

- Não – Diz Carol – Eu tive uma ideia!

Cláudio abre a porta de um quarto e o observa escuro, ele fica um momento parado na porta examinando os cantos, de repente recebe uma batida no rosto que o faz cair para trás, Felipe sai de trás da parede com um taco de basebol.

- Vem, vamos – Felipe segura a mão de Carol e a puxa.

Eles pulam a perna de Cláudio, porém ele segura o tornozelo de Carol e a faz cair.

- FELIPEEEEE – Grita Carol ao cair no chão.

Ele vira-se e o acerta no maxilar, Cláudio cai para trás e cospe um sangue no chão. Felipe levanta Carol abruptamente e juntos correm dali, eles descem a escada e deparam com Viviane saindo da cozinha, ela os avista.

- Mas o que?! – Ela volta para cozinha correndo.

- Sai da casa, eu te encontro depois – Felipe salta da escada e cai agachado no chão, ele corre em direção ao arco da cozinha.

Carol desce a escada e olha a caminhonete parada em frente a casa, ela para de correr e olha para o lado.

Viviane segura um facão e vira-se para porta, ela fica encarando o arco de acesso ao corredor, ao virar sua atenção para o lado, depara-se com Felipe já em cima de si com o taco de basebol saindo da sala ao lado. Felipe a lança contra a pia, Viviane segura uma frigideira e a bate na cabeça de Felipe, fazendo-o cair no chão.

- Acha mesmo que vai conseguir escapar? – Pergunta Viviane – Vocês estragaram a minha noite de Natal...

Carol adentra na sala e corre até a mesa, ela procura algo com aflição tateando a mesa.

- Droga! – Ela vira e encara a estante.

Felipe fecha a mão com dor, ele tenta levantar, mas está atordoado.

- Seu desgraçado! – Viviane o levanta pela gola da camisa – Você não sabe o quanto eu dou duro para que isso aconteça todos os anos...

- Vocês são um bando de loucos – Diz Felipe.

- O que?! Você vai se arrepender de ter dito isso... – Viviane o vira para o fogão e lança sua cabeça nas chamas.

Com o reflexo ele impede com os braços no fogão.

- AAAAAAAAHHHHHHHHHHH – Grita Felipe.

Viviane força sua garganta para baixo, Felipe conseguia firme usando toda sua força, o fogo está um pouco perto de seu queixo, a quentura o faz suar. Carol abre a gaveta da estante e encontra uma chave.

- Deve servir! – Ela diz pegando-a com pressa.

Ao virar avista a cozinha, assim corre na direção, ao aparecer no arco avista Viviane e Felipe.

- NÃO! – Grita Carol.

Viviane olha para ela, Felipe aproveita o momento e ergue-se rapidamente, ele segura o punho de Viviane a empurra contra o fogão, seu antebraço é queimado nas chamas.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH- Grita Viviane.

Carol corre até a mesa, passa correndo por ela e segura uma faca, próxima a Viviane enfia a faca em sua garganta, Viviane para de se mexer.

- Desgraçada! – Diz Carol, ela retira a faca e a enfia na testa de Viviane.

Felipe a afasta do corpo.

- Vamos... – Felipe a puxa para o corredor.

Eles correm ofegantes, ao passarem pela porta central da casa, Carol ouve seu celular tocar, ela para de andar.

- Meu celular! – Diz Carol, arregalando os olhos surpresa.

- Podemos pedir ajuda.

Eles voltam correndo, Felipe adentra na sala e procura angustiado, ele tentava seguir o som do celular, Carol para no corredor e fica atenta olhando a escada.

- Vamos logo Felipe, vamos logo... – Ela diz, analisando aflita.

Felipe acha o celular debaixo da mesa, ele agacha e estica o braço para pegá-lo, Carol olha para trás e encara a escuridão e a neve caindo. Felipe segura o celular e levanta-se, ele olha para o arco da cozinha, corre em sua direção e aproxima-se do fogão, ele apaga o fogo e libera toda saída de gás, ele pega a garrafa de álcool na pia, a abre afasta-se correndo derramando-a pelo chão. Ele pega um isqueiro que estava na mesa da sala e entra no corredor, segura o punho de Carol e saem correndo.

Carol abre a porta da caminhonete e senta no banco, ela testa as chaves tentando ligar o carro, Felipe para na varanda e acende o isqueiro, Carol levanta o olhar.

- FELIPE! – Ela grita ao avistar Cláudio na escada.

Felipe vira-se para o interior da casa e lança o isqueiro, o fogo segue o caminho do álcool, Felipe corre em direção ao carro.

- VAMOS LOGO – Grita Felipe.

- NÃO TA PEGANDO! – Grita Carol.

- VAAAAMOS – Felipe a puxa e correm afastando-se.

Em seguida a casa explode, os dois param de andar e viram-se para a casa e observando os destroços caindo no chão. Carol encara séria, em seu olhar vai aliviando-se com calma, um sorriso se forma em seu rosto. Felipe a abraça e sorrir.

Ele afasta com o braço ainda envolvendo Carol, os dois observando a casa em chamas, o alivio toma conta dos dois, Felipe sabia que agora podia voltar para casa, Carol pega o celular da mão de Felipe e manda uma mensagem para sua mãe.

"Já estamos chegando, estou com saudades!”

Ela envia e da um sorriso, Carol e Felipe trocam olhares, de repente um disparo atravessa o peito de Felipe o faz cair no chão, Carol arregala os olhos assustada.

- NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO – Ela grita.

Rapidamente agacha-se ao lado de Felipe, seus olhos se enchem de lágrimas.

- Não, não, não... – Diz Carol, ela põe a mão no tiro, onde estava saindo uma grande quantidade de sangue – NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO...

- Sua puta miserável... – Freddy se aproxima com a escopeta no ombro.

Carol olha para ele.

- Va-i... Vai... – Felipe diz com dificuldade.

Carol o beija pela última vez, o observa e corre rapidamente para longe dali. Freddy passa ao lado de Felipe, ele por sua vez segura o pé de Freddy. Freddy olha para baixo e atira na cabeça de Felipe, estourando seu crânio.

Carol corre pela floresta desviando dos galhos e raízes no chão, ela apoia-se em alguns troncos enquanto corria. O dia vai clareando com o nascer do sol. Carol entra na estrada assustada, ela chora sem parar, sabendo que estava sozinha agora, o desespero já não tinha como aumentar, ela ajoelha-se, fraca, chorando.

- Não... Não... – Diz Carol – Meu deus...

Um carro vira a esquina, Carol olha para o lado e o avista, ela levanta-se e ergue as mãos.

- SOCORROOOO... POR FAVOR... POR FAVOR, PARE... – Ela grita sinalizando com os braços.

O carro para em frente a ela, Pedro aparece na janela.

- O que foi menina?

- Eu preciso me ajuda, por favor... Me tira daqui...

- Entre!

Carol corre em direção ao carro, abre a porta e adentra no veículo, ela bate a porta.

- Quer me contar o que houve? – Pergunta Pedro.

- Só me tira daqui... – Sua voz já soa fraca, expressando a exaustão que sentia.

O carro da a partida, eles afastam-se dali, Carol encosta a cabeça no vidro, ela pega o celular e observa a foto de todos reunidos em frente a faculdade, ela da um sorriso chorando.

Um tiro estoura a cabeça de Pedro.

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH – Grita Carol.

O carro perde o controle, gira na pista e bate contra a parede. Carol levanta a cabeça com a testa sangrando, ela põe a mão na testa e sente o sangue.

- Ai... – Ela diz com a dor na cabeça.

Ao sentar mexer-se da um enorme grito, sua perna esquerda está com um ferro atravessando-a e prendo contra o banco.

- AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH – Grita Carol, fechando os olhos e erguendo a cabeça.

Freddy aparece ao lado do carro, Carol o observa.

- Não... Por favor... Não faça isso... – Ela suplica.

- Você matou meus pais! – Diz Freddy.

- Eles eram uns loucos... Mas você não precisa ser que nem eles... Por favor, não me machuque... Por favor... – Diz Carol, chorando sem parar.

- Esse pode ser seu desejo de Natal! – Diz Freddy.

- Sim... É sim... Por favor... Por favor...

Freddy vira-se e caminha para longe.

- Só que eu odeio o Natal! – Freddy vira-se e dispara.

A cabeça de Carol é estraçalhada, pedaços do cérebro espelham-se pela bancada do carro, o sangue suja boa parte da vidraça quebrada.

Freddy aproxima-se do carro, passa o dedo no sangue que estava na porta e chupa, ele da um sorriso.

The End.

Notas finais
Se gostaram da história, eu peço que recomendem ^^
Obrigado!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!