O Último Filho De Netuno
2 Capítulo 1- Parando uma Tsunami e muito esquisito
Notas iniciais
Capítulo I
JAKE
(http://25.media.tumblr.com/tumblr_lesra9ImUk1qctdolo1_500.gif)
Estávamos na Tailândia, de férias.
De alguma forma aquele lugar era esplendidamente encantador! Aquele mar... Sim, aquele mar era maravilhoso, um azul gelo se deslocando para um azul céu. Era o paraíso. Minha mãe decidiu de que finalmente uma vez, uma única vez que consegui ficar sem ser expulso do colégio ia me dar uma surpresa. Amo quando a minha mãe faz isso. Além do que, ela precisa de descanso também, biólogas marinhas tem muito trabalho. Já meu pai muito ocupado como sempre com a empresa que acabara de montar. Algo como: "Flinn's Outils". Era uma loja de ferramentas, mas com o tempo foi mudando para apenas Flinn, uma loja para imóveis. Todos eles construídos pelo meu pai e seus trabalhadores. Agora eu... Bem, eu sou um garoto que contém TDAH e dislexia que durante quatro anos foi expulso de vários colégios e bem... Não tenho nenhum talento... Se andar à cavalo conta...
Enfim, sou o único que não tem nada de especial nessa família. Às vezes acho que nem sou dessa família. Minha vó ficou na casa dela, na Califórnia, ela já vinha ficando bem mal, bem hã... doente. Ela era uma parte de mim, mas tenho que assumir, mesmo sendo garoto, eu sou sentimental, ao lembrar dela a vontade era de chorar. Meus pais já estavam lá fora, perto da piscina.
Para parar um pouco, resolvi ir à piscina. Lá estava ela, Lizzy Franks, que garota!
De certo modo, muitas garotas me acham bonito, eu tenho cabelos castanhos, olhos verdes meio azuis e sou bem atlético, mas eu não sou de me aparecer. Sou bastante tímido. Lá na Califórnia, só tinha apenas um amigo. Kyle. Só ele. Já deu para perceber que sou bem tímido. Pedi um suco de goiaba e veio em um daqueles copos com mini-guarda-chuva e gelo em formatos de estrela. Comecei a beber e de repente ouvi um grito. Depois outro, depois mais um vindo da Lizzy.
Aquela linda garota de cabelos castanhos e cacheados e olhos quase dourados já não estava mais lá, pois uma grande e enorme onda a levara e mais algumas pessoas também. Foram vidros quebrando, coisas rachando... Tudo que você pode imaginar quando se vê em uma Tsunami.
Senti meus pelos do pescoço se eriçarem. A próxima onda se aproximara e bem rápido. Parece que aquela foi só uma amostra grátis. Será que chegara a minha hora? Eu desejei com todas as minhas forças possíveis que aquilo tudo parasse. Desejei inúmeras vezes. Era uma onda inimaginável. Gigante, enorme, poderia ter o quê? Dez ou doze metros? Por aí. De repente, quando ela estava a centímetros de mim, quando achei que iria ser muito bem morto, a água parou e caiu. A onda formada se desfez em segundos voltando para o seu ciclo. T
odos ficaram boquiabertos em estado de choque. Eu não entendia por que, mas olhavam para mim, até que eu reparei que minhas mãos estavam estendidas em sinal de pare e um pouco de água flutuava em volta dela. Abaixei as mãos, todos se viraram, já não olhavam mais para mim, o que me deixava satisfeito, mas meus pais entreolharam como se soubessem de algo.
Resolvi deixar passar, porém todos pediam suas passagens de volta, dinheiro reposto, era uma confusão completamente complexa para minha mente absorver. Voltei para o quarto e a minha mãe e meu pai vieram me avisar minutos depois que cheguei. Iríamos embora naquele dia, ela disse algo sobre "Correr riscos com a terra e com o mar", aí se eu falo que minha mãe bebeu ela me põe de castigo.
Assim começou meu dia estranho, confuso e assustadoramente esquisito.
Notas finais
Beijoooos
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