Notas iniciais
Oi gente, faz tempo que não dou as caras por aqui. Se houver alguma alma que lembre de mim, olá! Enfim, mais uma fic que demorou séculos para ser finalizada por falta de coragem. Enfim, espero que gostem.

Eram exatamente 06h15min da manhã. Sara estava acordada, sentada em seu sofá de frente para a porta com um copo de café nas mãos. Quem a visse assim pensaria que ela estava com algum problema, pois seus olhos estavam vidrados na porta. Quem sabe na esperança de que ela se abrisse e de lá de fora saísse a cura para sua dor. Ela sabia muito bem quem poderia tirá-la daquela situação. Uma pena que esse alguém não se importasse. Ao menos, era isso o que ela pensava.

Flashback on

Grissom havia designado Sara para fazer perícia em uma casa no norte de Las Vegas, um vizinho havia escutado uma gritaria na casa ao lado e resolveu chamar a polícia. Assim que chegaram encontraram uma cena grotesca: Uma mulher e um homem estirados no chão, com um ferimento de bala na altura das têmporas. E logo ao fundo, uma garotinha que devia ter por volta de cinco ou seis anos de idade, deitada no chão com os olhos vidrados no teto. Ao se aproximar da garota, Sara levou um susto. A menina levantou-se em um pulo e a abraçou. Nesse momento ela só pensava que seu abraço poderia proteger a menina como um escudo.

SS: Vai ficar tudo bem, sch. — Dizia ela com as mãos acariciando os cabelos loiros da menina.

GG: Sara, vá com ela até o hospital. Pericie suas roupas, tudo. Avise-me sobre tudo.

SS: Ok, vamos. Ninguém vai te machucar. Ao chegarem ao carro que as levaria para o hospital, Sara perguntou a menina:

SS: Como é seu nome?

AB: Alice Bucker, e o seu?

SS: Sara.

AB: Sara, para onde vão me levar. Eu quero meu papai, não deixa eles me levarem.

SS: Calma meu amor, eu vou com você. Vai ficar tudo bem sweetheart!- Ela tentava acalmar a menina.

Enquanto isso na cena do crime. Grissom havia coletado impressões digitais, pegadas e por descuido do assassino a arma utilizada no crime. Apesar de estar concentrado em seu trabalho, sua mente o traía, pois seus pensamentos sempre viajam até sua amada subordinada. Sara. Como será que ela está?
No hospital, após os médicos analisarem o estado da menina e Sara ter recolhido as roupas dela, Jim havia chegado para recolher o depoimento da menina.
JB: Oi Alice.

AB: Oi- esboçou um sorriso.

JB: Eu sou quem vai ajudar a pegar a pessoa que machucou seus pais. Eu vou fazer algumas perguntas, pode ser?

AB: Sim.

Sara observava tudo, atenta a cada palavra que a menina dizia. Lembrou se de quando era uma garotinha, e de tudo que havia passado. Após recolher o depoimento de Alice, Jim chamou Sara em um canto:
JB: Sara você já recolheu as roupas dela?

SS: Já sim, eu já enviei para o lab. Assim que estiver tudo certo com ela, eu vou.

JB: Temos que chamar o Conselho Tutelar, pois, a mãe e o pai, eram as únicas pessoas que ela tinha.

SS: Só? Nenhum tio, avô, nada?

JB: Nada. É uma pena mesmo. Bom, eu vou indo. Vamos pegar quem fez isso.

SS: Claro. Eu vou ficar um pouco com ela, depois eu vou pro lab.

JB: Ok. Encontramo-nos lá.

Alice olhava curiosa para Sara. A mesma perguntou:
SS: O que? — sorriu

AB: Você me lembra alguém.

SS: Eu? Quem?

AB: Eu não lembro, mas algo me diz que, logo irei lembrar.

SS: Vai sim, claro que vai.

Sara, em tão pouco tempo, se apegou profundamente à menina. Talvez porque, como ela, não tinha mais ninguém no mundo. Estavam sozinhas, mas Sara faria de tudo para não deixar a pequena menina sofrer tudo o que ela havia sofrido.

Notas finais
Serão apenas dois capítulos. Sim, dois porque eu não tenho tanta "arte" pra escrever histórias grandiosas como as que postam por aqui e as que nos são apresentadas em CSI. Aguardem o próximo cap. Beijos ;*