Era só mas um dia de manhã nublada e com um ar gelado, acordei e logo me sentei na cama, coloquei os pés no chão e rapidamente o tirei, o colocando nas pantufas que havia ganhado do Damon, o meu namorado. Quando fui tentar me levantar senti fortes dore, respirando fundo tentei puxar o ar que parecido que havia sumido em meus pulmões, não conseguia falar ou se quer ter forças para dar um passo se quer, senti algo em meu rosto escorrendo, levei as minhas mãos lentamente até a minha face, quando abaixei a minha mão e olhei para elas estava com sangue, assustada gritei pela minha mãe. Ela estava na cozinha preparando o café da manhã, ao ouvir os meus gritos correu até as escadas em direção ao meu quarto, quando olhei para porta lá estava ela com uma cara de assustada e de que não estava entendo nada.
Só conseguia sentir as lágrimas escorrendo em meu rosto e sentir o desespero da minha mãe. Assustada ela usou todas as suas fortes para me por em seu coloco, por que não estava conseguindo andar de tanta dor que sentia. Ela me levou até o seu carro, fiquei no banco de trás deitada, ela entrou em seu quarto e deu partida ligeiramente até ao hospital.
Chegando lá ela saiu do carro e pediu ajuda a dois enfermeiros que estavam na porta, eles vieram em direção ao carro arrastando uma maca, me tiraram do carro com todo o cuidado e me deitaram naquela maca, depois dali acabei desmaiando o que deixou a minha mãe ainda mais preocupada, fui levada até a sala de exames, lá fiquei fazendo todos os exames necessários e eles me colocaram aquele aparelho em que faz a gente voltar a respirar, para falar a verdade nunca pensei que um dia fosse usar aquilo, eu fica pensando em meu quarto o quanto que aquilo deveria ser desconfortante para quem usa. Depois de um tempo fiquei no quarto, abri os olhos e senti a mão da minha mãe tocando a minha, virei o rosto para ela e ela estava com os olhos cheios de lágrimas.
- O que está acontecendo ?
Rapidamente enxugou as lágrimas e tentou abrir um sorriso
- Nada meu amor, está sentindo alguma coisa ?
Balancei a cabeça fazendo um sinal de não
De repente a porta se abriu, era a minha médica a Doutora Isabella, segurando uma plaquinha daquelas que eles usavam para fazer as anotações dos seus pacientes. Ela olhou para mim e disse:
- Bom Elena, como está se sentindo ?
- Um pouco cansada, mas já estou respirando melhor, quer dizer, pelo menos eu acho, não tem como falar quando estou com isso em rosto. Me fale o que está acontecendo, por favor, eu preciso saber.
Ela abaixou a cabeça por um tempo, se aproximou da minha cama e olhou para os meus olhos.
- Sophia, sinto muito lhe dizer isso, mas, você esta com câncer.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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