Não Julgues Um Livro Pela Capa.
1 QUÊEE?
Notas iniciais
Ao principio, os 1D não entram, mas muito vai mudar.
Até jáa
Olá, o meu nome é Sofia Martins. Vivo com os meus pais em Portugal e sou filha única. Tenho 16 anos e sou uma rapariga totalmente normal. A minha melhor amiga chama-se Clara, e somos as duas DIRECTIONERS! Leiam a minha história (:
16-08-2011
Levanto-me e olho para o relogio: --15h25—
Wtf?! Já?! Oh meu deus, eu ando a dormir demais e depois não aproveito nada do calor.
De repente ouve-se uns barulhos vindos do andar de baixo, visto o roupão e preparo-me para tudo.
-Ah Sofia, já acordaste! Queres comer alguma coisa? – Uff, que alivio. Era a minha mãe.
-Mãe? Tu…em casa…a esta hora. Hummm suspeito…muito suspeito! Não devias estar a trabalhar? – Pergunto-lhe, enquanto faço uma sandes de fiambre.
-Tu, e os teus questionários Sophie. – a minha mãe chamava-me quase sempre assim- Vá mas para aliviar essa tua curiosidade toda, eu explico. Eu fui promovida …
-Ah, a sério? Muitos parabéns mommy! – Exclamei interrompendo-a
-Posso acabar? Muito bem, eu fui promovida e vou ter que ir para Londres viver.
-Oh, eu vou ter tantas saudades tuas L
- Tu ainda não percebeste? Tu, e o teu pai vão comigo!
Eu não podia acreditar no que ela tinha acabado de dizer. Toda a minha vida, estava em Lisboa. A minha BFF, os meus colegas, tudo…
Larguei a sandes, e fui a correr para o quarto a chorar. Acalmei-me e liguei á Clara (minha BFF)
#Chamada ON#
-Vas happening Soph? – Ela e eu eramos directioners ^^
- Olá :|
-Mau! Tu dizes sempre “PUSSY!”. What’s going on?
-Nono, eu vou para Londres!
-Isso é optimo! Depois quando voltares, quero ver fotos, quero que me contes everything, e assim começamos o ano em cheio.
-Clara, tu não estas a entender! Eu vou viver para lá.
-No! Jimmy Protested!, Tu não me podes fazer isso Sofia Filipa!
-Desculpa… — Foi tudo o que eu consegui dizer, antes de desatar a chorar novamente e desligar a chamada.
A minha mãe tinha-me arruinado a vida. A mulher, que durante nove meses me carregou no seu ventre, estava agora a estragar tudo. Todos os meus planos, tudo o que eu conhecia, no geral a tirar-me o direito á felicidade. O que diria o meu pai disto? Será que ele já sabia?
Oiço três pancadas na porta. Era o meu pai.
-Sofia, filha, abre a porta por favor! –Só o meu pai sabia como me acalmar.
Mas eu não aguentava aquilo! Olhei para a janela. PIM! Acabara de ter uma ideia. Agarrei nos lençois, fazendo uma espécie de corda. Agarrei em roupa, e meti dentro de uma mochila. Peguei também no meu telemóvel, num poster dos One Direction e vesti-me (ainda estava de pijama) . O meu pai continuava a dizer para eu abrir a porta, e a explicar-me a situação da minha mãe. Eu simplesmente, não podia aceitar aquilo. Atei a “corda” ao parapeito da janela e desci. Já na rua, pensei para onde iria, e decidi andar sem destino.
#Casa da Sofia#
-Querida abre a porta. Vamos conversar. – O pai continuava em insistir.
O pai começando a ficar impaciente, decidiu:
-Sofia Martins, tens 17 anos. Já não tens idade para essas birras. Abres a porta imediatamente, ou vais obrigar-me a ir buscar a chave mestra, para abrir a porcaria dessa porta?
O Guilherme ( pai da Sofia) esperou, esperou…
-Muito bem minha menina. Eu vou buscar a chave lá em baixo. Acho bem, para tua própria saúde saires desse quarto, em 5 minutos.
O pai, foi buscar a chave , e vendo que a porta continuava fechada, enfiou a chave mestra e abrindo o quarto exclamou:
-Sofia, podemos conversar sobre… — O pai tinha agora reparado que o quarto encontrava-se totalmente vazio, a janela estava aberta e pendente nela, uns lencois em forma de corda.
-Carolina, vem cá acima por favor! – O Guilherme estava agora a chamar, a esposa, mãe de Sofia.
-Oh meu deus! Ela fugiu! Guilherme eu preciso tanto dela. Ainda por cima agora que estou grávida! Nós temos que a encontrar – disse Carolina.
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Notas finais
Bye!
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