Não Há Erro em Amar

4 Capítulo 3: Ola, sou o seu sorriso que esta de vol


Notas iniciais
Nome: Ola, sou o seu sorriso que esta de volta.

Pessoas lindas quero agradecer publicamente a 2 pessoas:
Nandinhacamacho e Paola_Kaulitz que são duas flores lindas absolutas que deixaram um reviewzinho "preu", obrigada xuxus!

Galerinha, a história vai começar agora, a partir desse capitulo, mas logo que muitas aguás ainda iram rolar, a história que tenho em mente é bastante grande e espero que vocês gostem e que as outras que estão lendo e não comenando se animem a deixar só um Ok ou Não ok.
Bom povo é "só" isso que queria dizer, então boa leitura e beijões.

Ola, sou seu sorriso que esta de volta.



Segunda feira, o que há de bom em uma? Nada, principalmente quando você esta atrasado para o trabalho e precisa muito de ajuda e teria que selecionar um vendedor, afinal, meu querido irmão havia demitido um dos vendedores da matriz da TH’s music, nem mesmo tomei meu café, troquei de roupa e sai, eram 8:15 am e eu deveria ter chegado a loja as


7: 30 am, ainda bem que sou o chefe.


Cheguei e entrei pela entrada da loja mesmo, entrei no elevador e fui pro 8º e ultimo andar do prédio, onde estava localizada a administração da loja, logo, onde estava minha sala, mal sai do elevador e a Senhora Grint, minha secretaria, veio falar comigo.


_Menino, menino, — ela agitava a mão como uma mãe que da bronca – você esta muito atrasado, Bill do céu, você tem 21 candidatos pra entrevistar hoje sabia?!


_Saco! — disse estressado – mande por ordem de chegada pra minha sala, me dê só 15 minutos, não tomei café.


_Imaginei, você sempre faz isso quando se atrasa, coloquei torradas, geléia, uns biscoitos, café, banana e mamão na sua sala, na mesa de café.


_Ai obrigado! – falei com a voz manhosa e depositei um beijo na testa dela – comece a mandar daqui a 20 minutos então, não, em 30.


Passei pela saleta de espera onde tinham muitos jovens para a entrevista, tinha quase certeza que não havia ninguém com mais de 20 anos ali, o que era bom, afinal era uma loja de musica que atendia muitos jovens. Entrei em minha sala, coloquei minha pasta sobre minha mesa, bati os olhos em uma fotografia antiga, onde estávamos eu e Juliana, sorri, e involuntariamente peguei o porta retrato e tirei a fotografia, ele estava vazio agora, mas não me importava, apenas guardei a fotografia na pasta e fui tomar meu café, 30 minutos depois a Senhora Grint começou a mandar os candidatos, muitos foram perca de tempo, estava no penúltimo e não havia encontrado nenhum, e o ultimo, bom, havia ido embora, estava enjoado de esperar, fato, estava fudido.


Depois de ter assinado um monte de papeis, conversado com 2 advogados e resolvido alguns problemas de umas encomendas de instrumentos que não chegavam e ainda revisado a nova coleção da Kaulitz clothes, eram 4:00 pm quando eu resolvi ir ate a loja, passei pelos 7º, 6º e 5º andares que eram destinados aos funcionários da administração, gerentes e aos outros funcionários das lojas que iam ate lá para comer e descansar, pelo 4º andar onde ficavam algumas peças que Tom e eu havíamos lançado, eu era o responsável pelo setor, pelo 3º que era a seção de baterias, lá só tinham coisas relacionadas à bateria, era por lógica, o setor do qual Gustav administrava, pelo 2º, era a área dos baixos, logo, a área de Georg, e finalmente cheguei ao 1º a área de Tom, e foi lá que vi algo que me deixou maravilhado, uma bela garota, de uns 15 ou 16 anos estava sentada em um puff, na lateral esquerda da loja, perto das Gibsons, tinha uma guitarra azul em suas mãos que combinavam perfeitamente com seus cabelos que também eram azuis, ela tocava sweetchild of mine, uma musica antiga e que garotas jovens como ela não conheciam, quando ela terminou de tocar um senhor se aproximou dela para perguntar se ela como guitarrista podia ajudá-lo a encontrar uma guitarra para o neto, ela sorriu, perguntou sobre as musicas que ele tocava, o tamanho, a idade, se o garoto tinha uma banda, se queria seguir carreira, se era só robbie, e depois que o senhor respondeu ela deixou a Gibson em um canto e indicou uma Fender, não resisti, fui ate ela, ela era perfeita, exatamente quem eu precisava.


_Boa tarde. – disse sorrindo – por um acaso você esta interessada em emprego?


_Oi – ela me olhou confusa – que tipo de emprego? – perguntou seria.


_Aqui. – respondi percebendo meu erro – desculpe, não me apresentei, sou Bill Kaulitz, um dos donos, um dos funcionários da área de guitarras foi demitido e como é a loja sede não podemos ficar muito tempo sem um funcionário, bom, eu te vi tocando e ajudando aquele senhor, então, se interessa?


_Claro que sim! Quando começo?


_Nossa, quanta empolgação, bom, qual seu nome?


_Amy, Amy Nish. – respondeu empolgada.


_Bom Amy, se você quiser pode começar hoje, fazemos uma experiência de 1 semana, se der certo você será contratada.


_Beleza! Posso começar?


Ela estava empolgada, fiz um gesto amplo com a mão mostrando a loja e completei dizendo.


_A casa é sua.


Ela deu um leve pulo de alegria e bateu palmas e saiu rapidamente para perto de um garoto que olhava as guitarras e parecia mais perdido que azeitona em boca de banguela, parei de olhá-la e fui ate Richard o gerente da loja de guitarras.


_Richard, posso ter um minuto? – Perguntei ao vê-lo conversando com um dos vendedores.


_Claro senhor. – o homem ranzinza e mais velho que eu respondeu.


_Aquela – apontei para Amy – é Amy Nish, acabo de contratá-la, ficara de experiência, se der certo ficara conosco.


_Tem certeza senhor? – ele a olhou desdenhosamente – uma jovem de cabelo azul não me parece uma boa jovem.


_Não discuta comigo. – interrompi o homem preconceituoso – apenas a observe.


Retirei-me do local e voltei a minha sala, eram 7:00pm quando sai, peguei o carro e me pus a guiá-lo, no meio da rua vi Amy, buzinei leve, ela olhou para traz desconfiada, abri o vidro do carro e acenei, ela parou, então parei o carro ao lado dela.


_Carona?


_Não, obrigada, não é seu caminho.


_Como você sabe?


_Você não mora na região dos hotéis mora?


_Não, moro em um bairro, calmo e com casas, nada de hotéis.


_Estranho — ela falou com os olhos brilhando – o nome de sua banda tinha hotel.


Não respondi, apenas sorri, ela balançou a cabeça para afastar os cabelos que caiam sobre os olhos e sorriu docemente.


_Boa Noite senhor, nos vemos amanha.


Ela disse e se pôs a andar, movi o carro e parei ao lado dela de novo.


_1º me chame de Bill, 2º entra ai, eu te levo, não vou deixar uma funcionaria minha andar sozinha por ai.


Ela sorriu e entrou no carro, me disse o nome do hotel apenas, o resto do caminho foi silencioso, exceto pelo radio, que ela sintonizou numa radio de musicas antigas.


Depois de deixá-la no hotel bastante luxuoso voltei para minha casa, pensei nela durante muito tempo, era uma garota super educada, andava como uma princesa, tinha postura e classe e se comportava como uma o modo que falava, baixo, não utilizava gírias, ate o modo dela tocar era refinado, mas a aparência a contradizia, os olhos negros ficavam ainda mais negros com o contorno largo do delineador, no lugar de brincos tinha um prego e um alfinete na orelha, o corpo longo e bem definido exibia uma calça rasgada com um cinto de caveiras e correntes e uma regata branca com um colete de malha preto usado de enfeite por cima, um colar com um A era a única jóia que tinha na garota que parecia uma princesa, claramente, aquele colar era de rubis, e ainda havia o cabelo, um channel de bico azul céu que dava um belo, rebelde e moderno contraste com seu delicado rosto, composto por uma boca carnuda e delicada, olhos negros e misteriosos, Amy, era sem sombras de duvidas uma belíssima garota.


Agitei a cabeça me sentindo ridículo, estava pensando de mais em uma garota que podia, de certo modo, ser minha filha, levando em consideração a quantidade de garotos que tinha filhos aos 19 anos quando eu tinha 19, Amy era apenas uma garota de 15 anos, era uma espécie de falta de respeito da minha parte pensar tanto na garota, sorri de minha tolice, mais uma vez agitei a cabeça para espantar a bela garota de cabelos azuis de meus pensamentos, coloquei Bruno em seu colchão e me deitei, desta vez sem me esquecer de colocar o despertador para despertar as 6:30 da manhã.



Notas finais
P.s. Capitulo pequeno, eu sei, mas o 4º ta muiiiiiiiiiiito maior.

Se algué se enteressar daquia pouco,hoje ainda, vou postar outra fic a Sweet Scary. deem uma olhadinha.
Beijos!!