Nyotalia!!
1 One-Shot.
Julchen estava na sala, sentada no sofá com as pernas um tanto abertas e os braços para trás do estofado. Tinha em seu rosto uma feição totalmente entediada. Parecia que poderia cair no sono a qualquer instante, o que ela não duvidava nada. Por algum motivo aquele estava sendo o dia mais entediante de todos os tempos.
— Que téééédiooo... — Resmungou alto enquanto jogava a cabeça para trás. O que não sabia era que Áustria havia acabado de entrar no cômodo e foi atraída pelo seu resmungo.
— Por que não tenta sair desse sofá e procurar algo para fazer então? — A jovem mulher se aproximou do local onde a albina se encontrava. O som que os saltos de suas botas faziam ao chocar no chão ecoavam pelo local e, consequentemente, atrairam a atenção da outra, que não parecia nada satisfeita com a sua presença.
— Você não deveria estar bancando a babá hoje? — Arqueou uma de suas sobrancelhas ao vê-la se sentar ao seu lado, mas em uma distância considerável. — Onde é que está a Itália?
— Fugiu pela janela do quarto. — Suspirou pesado, fechou os olhos e contraiu a testa. Ainda não havia acreditado que ela teve a audácia de lhe mostrar a língua e depois simplesmente se atirar pela janela como se pudesse voar.
— Ela realmente te odeia. Kesesese! — Riu debochada, recebendo um olhar amedrontador em troca. — Ok! Ok! Calma! — Balançou ambas as mãos em frente do peito e riu baixo. — Você mais do que ninguém sabe o quão geniosa aquela italiana é. — Voltou a repousar os braços para trás do sofá e cruzou a perna esquerda sobre a direita.
— Eu tinha pelo menos um pouco de esperança que ela pudesse aprender alguma coisa com o tempo. É uma pena saber que continua tão... Moleque. — Deixou de encarar para um ponto perdido do chão e fitou as coxas expostas da outra, o que não passou desapercebido pela jovem prussiana.
— Ei! Os meus olhos são aqui em cima, sua velha pervertida! — Sorriu de forma maliciosa. Adorava provocá-la.
— Tenha mais respeito, por favor. — Fitou-a e franziu as sobrancelhas. — Eu já falei um milhão de vezes para vestir saias mais longas! Desse jeito dá para ver até a sua calcinha! — Repreendeu-a, fazendo com que revirasse os olhos. — Agora, se me dá licença, irei cuidar de algo realmente importante. — Fechou os olhos e repousou ambas as mãos em cada lado do corpo, levantando-se do sofá.
— Cuidado para esse ''algo'' não fugir pela janela do quarto, viu?! — Mexeu com ela, ouvindo-a falar um ''Cale a boca.'' antes de sair do local. — Kesesese!
Escutou o telefone começar a tocar e resmungou alto mais uma vez, pois teria que levantar para atendê-lo. À contragosto, descruzou as pernas, repousou as mãos sobre os joelhos e se levantou do sofá, dirigindo-se até o aparelho que não cessava o barulho. Retirou-o do gancho e, ainda resmungando, colocou-o em sua orelha.
— Quem é? — Perguntou desinteressada.
— Bonjour! ~— Sorriu ao escutar a voz melodiosa de Francine do outro lado da linha.
— Quanto tempo, hein? O que anda fazendo? — Apoiou as costas contra a parede e cruzou o braço livre em frente de seu peito, deixando a mão deste sobre o seu outro braço.
— Trabalhando. Afinal, nem todas as nações são desocupadas como você. Honhonhon!— A albina fechou a feição do rosto em desgosto pelo que havia acabado de ouvir.— Não faça essa cara! Sorria! ~
— Como pode ter tanta certeza da ''cara'' que estou fazendo? — Arqueou uma das sobrancelhas e franziu a outra enquanto olhava em direção do telefone, como se pudesse vê-la.
— Você é o ser mais fácil de ler que eu já vi na minha vida, mon chéri! As caretas que faz são totalmente óbvias! — Julchen voltou a fechar a feição do rosto.
— Ah! É mesmo! — Arqueou as sobrancelhas. — E o tomate sorridente? Faz tempo que não vejo ele também. — Massageou a nuca e contraiu o rosto, fechando um dos olhos. Havia sentido uma pontada repentina nela.
— Tomate sorridente?— A voz expressava confusão. Ela podia até imaginar a feição confusa da francesa.
— Sim! A Espanha! — Riu baixo, ouvindo a outra soltar um ''Aaah!'' do outro lado da linha, indicando que havia entendido. — Ela é o tomate sorridente e a Romana é o tomate rabugento. — Sorriu de canto.
— Honhonhonhon! E depois você ainda reclama quando recebe uma tamancada na cabeça!— Referiu-se as tantas vezes que a prussiana provocava a sul-italiana e acabava recebendo uns belos tapas. — Mas é uma boa pergunta! Faz algum tempo que não converso com ela também.
— Deve estar bastante ocupada. Ela sempre costuma ligar para dizer como estão as coisas. — Desviou o olhar em direção do teto, apoiando a cabeça contra a parede.
— Oui, deve ser. — A francesa concordou.
( ... )
— Vamos lá, Chiara! Esse vestido irá ficar tão lindo em você! — Espanha choramingava enquanto seguia a sul-italiana pelas ruas de Madrid, segurando um vestido vermelho dobrado sobre os seus braços cruzados. Não era possível que a outra fosse tão rebelde.
— Eu já disse que não quero! Vestidos longos não combinam comigo! — Falou indignada, sem cessar de andar por nenhum segundo.
Faziam mais de cinco dias que a espanhola estava tentando a convencer de colocar aquele bendito vestido, apenas porque era parecido com o dela. Não compreendia o porque de toda aquela ânsia para que estivessem semelhantes. Era vergonhoso.
— Quer parar de me seguir? — Franziu as sobrancelhas e, em uma tentativa de se livrar dela pelo menos por alguns segundos, dobrou rapidamente a esquina. O que não esperava era que alguém estivesse vindo correndo em sua direção, fazendo com que chocassem de frente. — Argh! — Levou a mão até a testa contraída e a massageou. — Por que não olha por onde and-Uh? — Arqueou as sobrancelhas ao ver sua irmã resmungando enquanto acariciava a própria testa. — Sorella? — Contraiu o cenho, confusa. — O que está fazendo aqui?
— Eu é que pergunto: O que VOCÊ está fazendo na Alemanha? — Feliciana cruzou os braços abaixo dos seios e a fuzilou entre pálpebras estreitas.
— Alemanha? — Arregalou um pouco os olhos e, em seguida, repetiu a mesma ação de estreitar as pálpebras. — Você tá doida ou o quê? Essa aqui é a Espanha! — Estendeu os braços para cada lado do corpo a fim de enfatizar que aquilo era óbvio e, nesse instante, Isabel apareceu logo atrás de si, aparentemente confusa sobre o que estava acontecendo.
— Oh! Hola! — Fechou de leve os olhos e acenou alegremente para a norte-italiana com uma das mãos, enquanto o outro braço tratava de segurar o vestido.
— Espanha? — Feliciana piscou algumas vezes e olhou ao redor para analisar se o que a outra estava falando era verdade mesmo. — Parece que eu me empolguei demais na minha fuga... — Coçou a nuca, curvou as sobrancelhas e repousou a mão livre sobre o quadril, observando uma velhinha que levava seus três poodles para passear.
— Fuga? — Chiara arregalou um pouco os olhos. — Não andou se envolvendo com drogas e foi presa, não é? Porque se você se envolveu, eu juro que bato na tua cara até que vire gente! — Levantou a mão direita em direção da menor e contraiu o cenho.
— Ciao! Depois a gente se fala! — Virou-se de costas para a mais velha e saiu correndo rapidamente, o que fez com que ela soltasse um ''AH?!'' incrédulo.
— Chiaraaa... O vestido... — Isabel choramingou mais uma vez e uma sombra desceu pelo rosto fechado da sul-italiana, parando logo acima de seu nariz.
( ... )
— Eu acho que estou morrendo... — Amelia se deixou cair sentada sobre o banco de uma praça. Suava gelado, talvez devido pelo calor que estava fazendo. — Preciso de comida. — Inclinou-se para frente e cruzou os braços acima dos joelhos, ofegante.
— Não faz nem 5 minutos que estamos andando. — Alice cruzou os braços em frente dos pequenos peitos. Seu rosto demonstrava a sua tranquilidade costumeira.
— E você comeu 17 hambúrgueres antes de sairmos de casa, aru. — China parou ao lado da britânica. Havia confusão estampada em suas expressões faciais. Perguntava-se como a outra poderia comer tanto e, em tão pouco tempo, sentir fome novamente.
— Não interessaaa... — Amelia fechou os olhos, curvou as sobrancelhas e choramingou, remexendo as pernas e a cabeça de um lado para o outro como uma criança. — Aquele foi o lanche das... Ãh... — Desviou o olhar para o lado e franziu o cenho, olhando para Alice logo em seguida. — Que horas nós saímos mesmo?
— Acho que 14:30, por aí. — Ela respondeu enquanto empurrava o óculos novamente para trás, já que ele estava começando a escorregar pelo seu nariz.
— Aquele foi o lanche das 14:30! — Fuzilou a chinesa com o olhar. — Agora é o lanche das... Das... — Franziu as sobrancelhas, ainda a encarando. — Uh... Que hora é agora? — Voltou a encarar Alice com a mesma feição confusa de antes, fazendo com que a mais velha suspirasse pesado e fechasse os olhos enquanto a chinesa ria baixo.
— Eu acho que entendi, aru. — Fechou de leve os olhos, curvou as sobrancelhas, abriu um pequeno sorriso e coçou a bochecha com a ponta do dedo indicador direito, com uma gota estilo dos animes ao lado de sua cabeça.
— É muito bom que tenha entendido mesmo! — Amelia estufou o peito e cruzou os braços abaixo dos seios, inflando as bochechas. Realmente parecia com uma criança.
— Depois nós passamos no McDonald's, mas precisamos nos apressar agora. Senão chegaremos atrasados. — Alice olhou primeiro para Chun, a qual acenou positivamente com a cabeça e, logo depois, para Amelia, que contraiu a face como se sentisse uma pontada de dor e a deixou pender para frente, choramingando baixo. — Come on. — Levou a sua mão direita até o couro cabeludo da norte-americana e afagou de leve ali como uma pequena motivação, vendo-a levantar a cabeça devagar para lhe olhar. — Você consegue. — Abriu um pequeno sorriso para ela.
— U-Uh... — Amelia piscou três vezes consecutivas, como se o seu cérebro processasse as palavras da mais velha. Porém, assim que ele terminou de assimilar as informações recebidas, um grande sorriso se desenhou nos lábios da norte-americana, a qual apoiou as mãos em cada lado do corpo e se levantou em um salto. — Of course I can! Because I am the HEROINE! — Apontou em direção do céu com o braço esquerdo e repousou a outra mão sobre o quadril. — Follow me, bitches! — Chamou-as com um movimento de braço, repousou as mãos na cintura e saiu rindo alto.
— ''Bitches''? — Chun fitou a britânica com uma expressão um tanto assustada.
— Apenas ignore. — Alice deu dois tapas leves sobre o ombro da chinesa e, em seguida, seguiu a norte-americana.
— Ignorar?... — Contraiu o cenho, fechou os olhos, curvou as sobrancelhas e soltou um ''Aru'' em meio de um suspiro cansado, passando a segui-las também.
( ... )
— Foi muito gentil da sua parte se oferecer para me ajudar a descarregar as caixas que faltavam, Alemanha! — Anya repousou uma caixa de papelão aberta cheia de livros antigos sobre a mesa de vidro de sua mais nova casa.
— Não precisa me agradecer. — Monika se aproximou da porta segurando outra caixa, com duas equilibradas sobre ela. Precisava inclinar a cabeça para o lado se quisesse enxergar a russa. — Essas são as últimas. — Falou assim que ela pegou as caixas de sua mão. — Vou indo lá. Qualquer coisa é só chamar. — Acenou e se virou de costas para entrada, andando em direção de seu carro, meio de transporte que utilizaram para trazer todas as coisas.
— Spasibo! — Agradeceu da porta enquanto acenava para a loira, sorrindo docemente e com os olhos fechados de leve. Viu-a retribuir mais uma vez o aceno antes de entrar no carro e partir com ele. Iria entrar para prosseguir com toda arrumação, mas sua atenção foi tomada por um envelope que flutuou e caiu entre os seus pés. Curiosa, agachou-se e pegou o envelope. Estava endereçado para a sua casa. — Para mim? — Arregalou um pouco os olhos, surpresa. — Quem será que mandou? Não está dizendo aqui... — Curvou as sobrancelhas.
Tomando cuidado para não rasgar, abriu o envelope e espiou dentro dele. Havia uma única folha, recortada na forma de um retângulo. Intrigada, pegou aquele pedaço de papel e o ergueu em frente do peito, a fim de que pudesse ler o que estava escrito ali. Seus olhos arregalaram e acumularam lágrimas no canto deles, suas sobrancelhas curvaram e seus lábios tremeram, juntamente com todo o corpo. Em um ato desesperado, jogou ambos os papéis para cima e fechou rapidamente a porta, trancando-a. A brisa chocou contra o pequeno pedaço de papel e fez com que este flutuasse, dando rodopios no ar, até cair na beirada da calçada. Sobre a sua superfície lisa, uma mensagem estava escrita à mão por uma caneta esferográfica preta:
''Achei você, irmãzinha. Agora é a minha vez de me esconder e a sua de procurar.
— Belarus.''
( ... )
Japão estava lustrando a pequena mesa de centro da sala de estar, sentada sobre as suas próprias pernas. Era a sua vez de fazer uma bela faxina na base do Eixo. Nem acreditava que estava quase acabando.
— Pronto... — Afastou o pano da mesa e pode contemplar o seu próprio reflexo. Suspirou aliviada, esfregando as costas da mão livre contra a testa com o intuito de retirar um pouco do suor. — Eu realmente não sirvo mais para isso. Estou muito velha. — Riu baixo.
O som do estrondo da porta chocando com força contra a parede fez com que a japonesa levasse um susto e, repousando o pano usado sobre a mesa, levantasse instintivamente. Estava pronta para retirar a katana da bainha, quando viu Feliciana parar na entrada da sala inclinada para frente, cheia de arranhões e roxos por todo o corpo, os cabelos presos totalmente bagunçados e o vestido rasgado em diversas regiões.
— Itália? — Arregalou os olhos ao ver os estados em que ela se encontrava e se aproximou rapidamente, parando em frente dela. — O que houve? Você está péssima. — Curvou as sobrancelhas e a analisou de cima à baixo.
— Acho que o meu GPS interno tá com defeito. — Respondeu com dificuldade, toda dolorida. — Eu acabei me perdendo toda no caminho de volta para cá. Passei pelo território da Suíça e ela saiu me perseguindo com uma espingarda. Só que por mais que eu corresse, mais ela tentava me acertar. Como consegui despistar ela por alguns segundos, resolvi me esconder em algum lugar. Havia uma piscina nos fundos de uma casa e então eu me atirei lá, MAS NINGUÉM ME DISSE QUE O STUPIDO DAQUELE HOMEM TINHA PIRANHAS DE ESTIMAÇÃO! — Gritou totalmente indignada enquanto fechava os punhos em frente dos seios e, em seguida, voltou a se inclinar para frente, com as sobrancelhas curvadas e os olhos fechados.
— Nossa... — Sakura se posicionou ao lado da outra e passou com cuidado o braço dela por cima de seus ombros. Abraçou-a com o braço livre para lhe dar apoio e segurou a mão dela. — Vamos. Eu faço os curativos. — Falou enquanto a guiava devagar em direção do sofá.
— Por que uma pessoa colecionaria piranhas em uma piscina? — Feliciana choramingou.
( ... )
— Cheguei. — Monika anunciou após trancar a porta. Estava andando rumo à sala enquanto guardava a chave dentro do bolso da jaqueta de seu uniforme militar, quando levantou o olhar e se deparou com a cena de Sakura enfaixando o pulso de Feliciana, a qual estava cheia de curativos por todo o corpo. — O que aconteceu aqui?
— A Itália sofreu um ataque de piranhas. — A japonesa olhou de relance para a alemã, mas voltou a prestar atenção no que estava fazendo.
— E como isso aconteceu? — Retirava as luvas de couro preto.
— É uma história horrível, Mô! — Itália fechou os olhos e choramingou, estendendo o braço livre em direção da alemã. — Só um beijo seu pode me curar! — Abriu e fechou os dedos da mão em um pedido mudo para que ela se aproximasse e fez biquinho.
— Boa sorte. — Saiu andando rapidamente em direção da escada que levava ao segundo andar.
— EH?!? MÔ! VOLTA AQUI! EU PRECISO DE VOCÊ! — Apoiou a mão que havia acabado de ser enfaixada ao lado de seu corpo e estendeu mais o braço em direção da loira, recebendo um ''Nein.'' como resposta. — Grrrr! — Cruzou os braços abaixo dos seios, cruzou as pernas acima do sofá como as de um índio e emburrou o rosto.
— Embora esteja um pouco atrasado, vou preparar o almoço. — Japão pegou a caixa de primeiros socorros do chão entre as duas delicadas mãos e se levantou. — Gostaria de algo em especial? — Fitou a italiana com um doce sorriso nos lábios.
— Pizza! — Respondeu abrindo um enorme sorriso que mostrava os dentes e fechando de leve os olhos, dando ares para si de mulher sapeca.
— Vou ver o que posso fazer. — Acenou uma vez com a cabeça e se dirigiu até a cozinha.
— ITÁLIAAA!!! VOCÊ ANDOU PEGANDO AS MINHAS CALCINHAS DE NOVO?!? — Monika gritou furiosa do andar de cima, provavelmente em seu quarto.
— Merde. — A ruiva contraiu o rosto e resmungou baixo, fechando os punhos em frente dos seios.
( ... )
— Ni hao! — China encostou seu celular no ouvido e deu uma pequena mordida na ponta da batata frita que havia vindo como parte de seu pedido. Estavam no McDonald's, sentadas em uma das mesas. Ela se encontrava ao lado da britânica e de frente com a norte-americana. — Anya? — Surpreendeu-se e nesse momento recebeu olhares curiosos por parte das duas nações. — Por que eu estaria vendendo uma capa da invisibilidade, aru?... — Fechou os olhos, contraiu a testa e curvou as sobrancelhas.
— América, não acha que está exagerando um pouco na quantidade? Esse já é o seu quinto hambúrguer seguido. — Alice deixou de olhar para a chinesa e focou os olhos esverdeados na figura da outra, que a encarou confusa enquanto mastigava, como se não entendesse o seu idioma. — Desse jeito vai acabar engordando. — Apoiou as mãos sobre o tecido do vestido azulado que utilizava, acima de suas coxas.
— Shut up, Alice! — Uma caixinha vazia de Big Mac amassada em forma de bolinha atingiu em cheio a testa da britânica.
Fale com o autor