Nunca ouvi falar
9 Sorte pra quem?
Notas iniciais
Oba oba, tirando um pouco do atraso, e não passei tanto sufoco com as palavras nesse. ("Tanto", mas ainda teve sufoco.)
Vamos rebobinar um pouco a fita (mds, tô velha...) e ver umas coisas pela perspectiva do Bruno.
Ao entrar no instituto, Bruno imediatamente examinara o saguão procurando conversas em Libras, para se enturmar. Tinha pouca esperança de conseguir se comunicar com ouvintes, mas o curso certamente devia ter outras pessoas surdas.
Torcia para não acontecer nada inoficioso…
Mas não adiantou torcer.
Alguém o abordou repentinamente. Usava colares com amuletos associados a sorte – trevo, ferradura, pé de coelho – e falou várias coisas muito rápido; Bruno distinguiu as palavras “oi”, “você” e “aula” por leitura labial.
Não entendi, sou surdo, desculpe, sinalizou ele. Pode escrever?
Franzindo a testa, a pessoa falou outra coisa, com indiferença, e saiu de perto.
Notas finais
Palavra do 9º dia –> inoficioso: nocivo, que prejudica.
Ai ai, esses ouvintes...
(Posso até estar tirando o atraso dos capítulos, mas em relação ao enredo, tá tudo totalmente atrasado considerando o planejamento. Enfim, detalhes.)
Fale com o autor