Nunca ouvi falar

12 Amuletos de Taubaté


Notas iniciais
Ok, tô voltando aos poucos a incorporar o espírito da drabble! Quase que esse aqui fica gigante, mas fiz umas mudanças de ordem e consegui jogar uma parte pro próximo. Acho que fez mais sentido assim. Continuem com a primeira interação dos dois futuros pombinhos 💖

Diego explicou que era calouro, e queria saber onde era a sala da primeira aula. Bruno disse estar na mesma situação, e contou sobre as pessoas que o abordaram antes e as dificuldades de comunicação. Durante as sinalizações, uma galra suave podia ser ouvida quando ele emitia alguns sons.

Os dois riram dos “amuletos de sorte” da primeira pessoa.

Ferradura e pé de coelho??, zombou Diego. Todo mundo sabe que essas coisas não dão sorte, são só crendices.

E o trevo nem era de verdade, debochou Bruno.

Os assuntos fluíram tão naturalmente que, num piscar de olhos, minutos se passaram.

Notas finais
Palavra do 12º dia –> galra: voz. De acordo com as categorias que eu criei, essa palavra é uma FFF: "feia", "fácil" e "forçada". Não gosto do som, tem significado fácil de encaixar, e fica forçada porque ninguém usaria. É maravilhoso conhecer uma pessoa com quem a conversa simplesmente flui sem nem perceber, né? Não deixem essas pessoas escaparem <3 No mundo da história, a maioria das nossas crendices é realmente verdade, as chamadas fatalidades, como o trevo de 4 folhas e a joaninha. Mas também tem aquelas que continuam sendo só crendices mesmo, como essas de ferradura e pé de coelho. Conseguem pensar em outras que também não seriam verdade aqui? Tem um elemento em comum...