Nunca Mais Só

48 Capítulo 48 Julgamento - O final


Notas iniciais
Estavam ansiosas para ver o final disso né? Eu também meninas. Eu disse que ia postar quinta e aqui está... quase quinta para vocês o capítulo.
O que vem agora?
Bom, temos o capítulo 49 que é para sabermos como vão as coisas. Se preparem, não vai ter baixaria, mas vai ser emocionante... e tem o bônus... para as puritanias de plantão: NÃO LEIAM. VAI SER QUENTE!

Quando saiu o bônus?
Meninas paciência... talvez terça. Sábado vem o capítlo 49 e se tudo der certo e Deus nos der energia vamos postar ele na terça.

Recadinhos dados vamos ao nosso final!

E lá estava eu olhando para ela e me perguntando quando ela daria o tiro. Quando Tânia faria o que tanto desejava. Ela me olhava com ódio. Oscilava as vezes como se estivesse num diálogo interno.

- Tânia mata a desgraçada para mim matar mais alguém aqui. – Bree estava alterada. Ela queria se vingar dos pais agora. A mãe chorava tanto que já tinha acabado de molhar a camisa de Alec. Ele estava agora nos braços dele e ela falava algo no seu ouvido. A cena era lamentável.

- Não consigo. – ela disse num sussurro. Eu só ouvi porque estava perto. Ela abaixou a cabeça sem tirar a arma de perto de mim. Eu respirava controlando a respiração. Coloquei a mão na minha barriga sentido os chutes de meu filho. Eu ainda tinha chances afinal.

- Essa vadia acabou com a vida de todo mundo... – Bree falava tentando controlar a raiva que estava sentindo da fraqueza de Tânia. – ELA MERECE MORRER E SER JOGADA NUM RIO QUALQUER COM ESGOTO!

E eu deixei algumas lágrimas escorrerem. Eu temia pelo meu filho. Temia pelos meninos e queria que aquilo acabasse. Meu emocional não aguentaria mais nenhum minuto. Eu já estava no fim.

- Não chora! Não chora! – Bre falava apontando a arma para a família dela. – Tânia acabe com isso.

- Ela está grávida. – Tânia confessou o motivo da hesitação. – Não consigo. É um menino... meu Raphael...

- Tânia não é seu filho que está aí! – Bree falou impaciente.

- Mas poderia... – Tânia é louca mesmo. Como ela sabia que era menino? Meu Deus as duas agora estavam irritadas umas com a outra.

— Tânia esse filho é do Edward! Ele é o pai e você ficou sem nada. Sem filho, sem Alec e sem Edward.

Tânia poderia me matar, mas ao invés disso ela olhou para Edward como se pedisse algo.

- Tânia mata logo ela! – Bree gritou e Tânia abaixou a arma. Eu soltei um soluço de alívio e de medo. Medo porque agora Bree estava com raiva e muito agitada. Ela andava de um lado para o outro procurando algo que ninguém entendia.

- Tânia te dou um minuto para matar ela. – ela disse olhando no relógio. Tânia me olhou. Ela ficou pela primeira vez assustada. Era ela ou eu. Bree iria matar ela caso ela não comprimisse o combinado. – O tempo está passando, mata a vadia destruidora de famílias.

- Isabella... – ela disse apontando a arma para mim.

Deus eu fechei meus olhos e coloquei a mão mais para minha barriga. Eu estava esperando o barulho do tiro. As lágrimas desciam sem parar, eu tentava me controlar por eles. Meu filho que nunca viria ao mundo e pelos meus amores. Meus únicos amores.

- A que cena linda... – Bree ria e eu não consiga mais me controlar eu abri os olhos e olhei para trás. Jasper primeiro. Emmett depois. Edward por último. Estava longe demais para eles fazerem qualquer coisa. Eu estava perto demais de Tânia para ela errar o tiro. Eu queria lembranças boas para onde quer que eu fosse e então me voltei para Tânia e fechei meus olhos.

- Dez... nove... oito... sete... seis.. cinco.. quatro... três..

- Eu não consigo. – Tânia disse antes de terminar a contagem. Eu tinha meu coração acelerado. Bree iria me matar eu tinha certeza. Ela iria terminar o serviço. Ouvi barulho dos saltos dela vindo em nossa direção e não abri os olhos até ouvir o tiro. O tiro e depois outro barulho. Meu coração acelerou e queria sentir a dor. Onde estava dor meu Deus? Morrer era assim ? Mas eu sentia meus pés, não havia o calor do sangue. Então abri os olhos e vi Tânia morta na minha frente. A arma dela longe e Bree olhando para ela com raiva... ódio.

- É uma idiota. – ela falou com raiva. E então ela foi em direção a arma de Tânia. E outras coisa aconteceram ao mesmo tempo. Um outro barulho e sangue. Um tiro e Bree caiu perto da arma e senti meu corpo sendo levado para longe. Bree estava sangrando, mas viva. Meu corpo foi arrastado e eu me entreguei a inconsciência. Eu tinha levado um tiro? Bree tinha caído quem foi que atirou?

“ – Os senhores precisam ir para casa. Ela não vai acordar agora.”

Alguém falava e eu ouvi xingamentos deles.

“ – Ela não acorda... – o lamento de Emmett estava me deixando louca.

- Ela vai acordar quando a mente dela se recuperar. – era Esme, na sua voz tinha uma tranquilidade maravilhosa.”

A escuridão e mais vozes.

- Como alguém entra com armas num tribunal me explica? E aquela parafernália toda na frente é para quê? Brinquedo? – Carlisle estava revoltado, sua voz mostrava sua indignação.

- Elas pagaram a alguém, o segurança está preso. As armas ficaram nos bancos. Na parte de baixo, o segurança da revista que colocou. – Emmett explicava algo que eu já tinha imaginado.

- Porcaria! – Eleazer. A voz dele.

- Bree morreu. – A voz de Jasper. Parecia que ele não estava ali. Onde estava Edward?

- Morreu? – Carlisle estava um pouco surpreso.

- A bala atingiu um órgão e não conseguiram parar a hemorragia. Emmett seu segurança estava armado dentro de um tribunal, eles querem prendê-lo imediatamente.

- Ninguém toca nele! Ele salvou Bella!

E então o barulho da porta.”

Não tinha noção de hora nem de espaço. Poderia estar em casa ou na rua.

“ – Eu quero saber por que ela não pode dormir em casa. – Edward. Eu quase sorri coma voz dele. Estava com saudades. Consegui ouvir todos, menos ele até agora,

- Isso não é sono Sr. Cullen. Ela está em um coma causado pelo stress. Isso é tipo um bloqueio!

- Bloqueio...

- Edward! – Eleazer se manifestou. – Não adianta gritar com a enfermeira e essa barulhada não faz bem para o bebê. Carmem disse que está tudo bem com a criança e que Bella vai se recuperar, precisamos esperar.

Edward sempre seria Edward.”

“- A Sra. Swam...

- Cullen. – Jasper disse.

- A Sra. Swam... – alguém insistia no meu sobrenome e ouvi alguns xingamentos de Emmett.

- Deixem ela falar por favor. – Carlisle disse.

- Ela está se recuperando, os últimos exames neurológicos estavam muito animadores. Ela pode acordar a qualquer hora, só precisam ter paciência. – a médica dizia com calma.

- Ela pode nos ouvir?

- Não sabemos o quão profundo é estado, mas é possível. Só não criem muita expectativa, ela pode não lembrar de nada quando acordar.

- Tudo bem. – Jasper disse.

- Alguma dúvida?

- Estamos bem por hora. – respondeu Carlisle. E ouvi a porta.

- Se ela chamar Bella de Swam de novo...

- Emmett me diz uma coisa, ela casou? – Carlisle perguntou.

- Não, mas...

- Vocês querem que ela chame ela pelo quê?

- Pai nós moramos com ela, ela está grávida...

- Precisam casar. – Carlisle.

- Para vocês foi fácil! – Resmungou Edward. – Somos três e não queremos fazer ela escolher!

- Bom, tirem na sorte. – ele disse rindo.

- Pai isso não tem graça. – disse Japser.

- Jasper você acredita em quê? Eu sei que Emmett é meio budista...

- Em nada. Sou ateu! – ele disse convicto.

- Você casa no civil. Edward na igreja e Emmett no budismo.

Um silêncio se instaurou.

- Ficou maluco? – Edward perguntou.

- Olha como fala comigo! – Carlisle ria mesmo querendo parecer sério.

- Nenhum padre vai aceitar fazer isso. – Disse Jasper.

- Aquele tio seu por parte de Esme... aquele que mora num monastério... eles nem TV veem, ele pode realizar. Eles não sabem da natureza do casamento...

- Vamos enganar um padre? – Emmett ria.

- Não é enganar, é pedir um favor.

- Pai isso é errado. – disse Jasper divertido.

- Bom, o tio de vocês pode se vestir de padre... ele é Juiz...

- Bom, vamos aceitar o Juiz, numa cerimônia que não agrida a Igreja. – disse Edward. Com ele então eu casaria de branco? Poderia rir daquilo.

- Eu caso com ela no papel. – Jasper parecia estar rindo. – Para mim isso seria uma honra.

- Gostei da ideia. – disse Emmett”

Eu também tinha gostado da ideia. Mas queria poder dizer que eu queria manter aliança. Eu amava minha aliança. E o tempo passou. Alice vinha às vezes, Esme sempre estava lá com eles e eles bom, eles não saiam de lá nem sendo ameaçados. Ouvi Eleazer dizer que eles seriam levados a força, mas eles só riram.

Um dia, não sei qual consegui mexer minhas mãos. A barriga mexia e senti um leve sorriso em meu rosto. Era uma descobertas fascinante eu conseguir fazer isso. Eu também ouvia algumas risadas abafadas. Tentei abrir o olho e para minha surpresa eu consegui. O quarto do hospital, o soro e depois minhas mãos vindo em direção aos meus olhos. Eu queria sentar, meu corpo tinha um leve desconforto.

- Você roubou! – a voz de Emmett.

- Não! Foi justo! – Jasper dizia.

Me sentei com muita dificuldade tentando não fazer barulho, mas assim que consegui fazer isso eles paralisaram olhando para mim.

- Amor! – Edward veio em minha direção e eles em seguida. Estava jogando baralho e as cartas foram jogadas no chão sem o menor cuidado.

- Meninos... – a voz saiu estranha. Rouca. Senti sede.

- Bella nunca mais faça isso. Nunca mais! – Jasper dizia emocionado e abracei um por um. Um abraço longo cheio de carícias e de olhares.

- Eu amo vocês.

- Nós te amamos meu amor. Te amamos demais.

Sorri e então dentro da nossa enorme bolha de felicidade eu senti as mãos na minha barriga. Nosso filho se movimentava alegre.

- Quantos dias passei assim?

- Uma semana Bella. – Jasper respondeu.

Pareceu mais. Muito mais.

- E vocês estão bem?

- Sim. – eles disseram juntos.

- E como terminou tudo?

- A mãe de Bree está internada num hospital psiquiátrico. O pai está preso. E os dois mortos.

- Meu Deus...

- Foi terrível. – Edward comentou. – A imprensa anunciou o fim da era Volturi acredita? Eles eram considerados reis.. desprezível.

- Que bom que eles finalmente estão longe de nós.

- Bella... temos tanta coisa para te falar, mas agora precisamos avisar que acordou. A médica disse para avisar. – Jasper dizia fazendo carinho em minha cabeça. Amoleci com o gesto.

- Quero ir para casa. – confessei.

- Se ela não ter der alta até amanhã eu juro que te sequestro! – Edward disse mau humorado. Lembrei dele brigando com alguém e sorri.

- Me sequestrem. – disse divertida.

Notas finais
Meninas eu espero que tenham gostado, eu espero que estejam com os corações mais leves. Eu agradeço a todas vocês pelos comentários, ligações, MPs e recadinhos no face. Vocês são uma parte fundamental nesse processo de escrita porque quando se escreve não pode-se negar que espera que as pessoas leiam e gostem.
Nunca mais só foi a minha primeira fiction HOT mesmo, não sou de fazer temas assi, embarquei num mundo desconhecido e desbravei ele. Não sou perfeita, os capítulos tem erros que só vejo depois que posto, não agradei a todos, é impossível. Mas fiz o meu melhor e estou satisfeita com o resultado. Uma história a quatro com enredo e com muita baixaria. Romance e sexualidade juntos. Era essa meu objetio e com esse capítulo quase final eu me sinto feliz.
Mais uma vez eu agradeço aos leitores que foram paciêntes e embarcaram nessa jornada. Até o próximo!