Notas iniciais
N/A: FINALMENTE O CAPÍTULO 12! ALELUIA!
Gente mil desculpas pela demora D: Minhas provas terminaram ontem, e como prometido, eu postei.
Queria fazer uma agradecimento especial a Mary_Maia e GiihLemes, por terem recomendado a fic. Muito obrigada linda, eu amei.
A FANFIC TÁ DE CAPA NOVA!
Capa: Purple Design Fanfics
Banner: Sunset Poison Editions
Boa leitura.
E me desculpem se tiver erros, é só avisar que corrijirei.
LEIAM AS NOTAS FINAIS, É SUPER IMPORTANTE!

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Bella POV


– Bella, aqui está. – Helena disse estendendo um copo com sangue para mim.


– Obrigada Helena. – Eu disse já bebendo o conteúdo do copo por um canudo.


Eu estava com MUITA sede. Esse já era o sétimo copo de sangue que eu tomava, e isso estavam me assustando, pois eu nunca tinha bebido tanto sangue seguidamente.


– Charlie disse que Carlisle chegará aqui em 5 minutos. – Ela disse


Tudo já estava pronto. Helena arrumou tudo para mim.


– Ok, pode levar mais sangue para quando eu estiver no carro? – Eu perguntei a ela.


– Ok... Nossa Bella, até eu que já sou uma vampira, não estou com TANTA sede assim. – Ela disse saindo e dando risada.


Eu estava me preparando psicologicamente para entrar novamente na casa dos Cullens. Tudo que eu tenho guardado nesses meses retornaria a tona.


Mas neste momento, a última coisa que eu tenho que ser é egoísta. Preciso enfrentar o que for para proteger meu bebê, mesmo que para isso eu morra.


– Vou ficar sem ver você por vários dias. – Charlie disse chegando à sala.


Nem eu nem meu pai somos bons em demonstrar sentimentos. Mas acredito que meu laço com ele aumentou por causa da minha gravidez. Aliás, ele sempre esteve presente desde o primeiro momento em que tudo isso começou, só não estava por dentro de tudo.


– Logo que eu estiver com um controle razoável você poderá me ver. – Eu disse sorrindo enquanto passava a mão sobre a minha enorme barriga.


– Eu não acredito que terei que ficar longe, logo no momento que você mais precisará de ajuda. – Ele disse sentando-se ao meu lado.


– Pai, o senhor me ajudou bastante. Apoiou-me quando eu disse que estava grávida, aceitou como pôde a realidade que nos rondava e ainda ligou para Carlisle para me ajudar no parto. Eu estou muito grata por tudo que fez por mim, sempre estarei ao seu lado. Eu te amo pai. – Eu disse com lágrimas nos olhos. – Meu humor estava estranho, acho que por causa da gravidez.


– Eu também te amo filha. Ajudarei-te em tudo que estiver ao meu alcance. – Ele veio e me abraçou, dando um beijo no topo da minha testa.


Escutamos o barulho da buzina do carro de Carlisle e nos soltamos.


– Bom, está na hora. – Eu disse passando a mão embaixo dos meus olhos.


– Aqui está uma sacola cheia de bolsas de sangue senhorita Bella Swan. – Helena disse fazendo uma reverência.


– Obrigado, agora ajude a me levantar. – Eu disse rindo.


– Tá madame. – Ela colocou a bolsa na mesinha de centro, e veio me ajudar a levantar.


Charlie tinha ido abrir a porta para Carlisle.


– Tudo pronto Bella? – Carlisle perguntou.


– Acho que sim. – Eu disse olhando ao redor.


– Está tudo pronto. – Helena respondeu também.


– Então, vamos? – Ele disse entrando na casa.


– Vamos. – Eu disse, e Helena me levou até a porta de casa.


– Carlisle, olha se tem alguém olhando. – Helena pediu. Nós não podíamos correr o risco de alguém nos ver.


Carlisle foi lá fora checar e depois voltou.


– Não tem ninguém, mas vamos rápido. – Ele disse pagando as malas junto com Charlie, enquanto eu e Helena entrávamos no carro.


Depois de tudo pronto, Charlie veio até a janela do carro.


– Tomara que tudo dê certo. – Ele disse.


– Vai dar certo pai. – Eu disse – Se Deus quiser, eu vou vir visitá-lo o mais rápido possível. – Eu disse sorrindo. – Com seu neto.


– OU neta! – Helena se intrometeu na conversa pai e filha quebrando o clima.


– Sim Helena, ou neta... – Eu disse revirando os olhos. E Charlie riu.


– Agora vai Bella, não quero te atrasar. – Ele disse e se afastou do carro para falar com Carlisle.


– Me dá mais sangue Helena? – Eu pedi


– Ok, toma vampira sedenta. – Ela disse me dando uma bolsa de sangue.


– Acho que o bebê está com mais sede por que está chegando a hora... – Eu comentei enquanto bebia o sangue.


– Dever ser isso mesmo. – Helena disse se olhando no retrovisor do carro.


Carlisle entrou no carro e Charlie acenou, e nós retribuímos o aceno.


Carlisle deu a partida no carro em direção a um caminho já tão familiar para mim.


Entramos na estrada rumo à residência Cullen, ou antiga residência.


O caminho inteiro eu fiquei bebendo sangue e olhando pela janela.


Helena e Carlisle também pareciam estar em uma grande linha de pensamentos.


Lembro quando o Edward disse que vampiros podem pensar várias coisas ao mesmo tempo, e bem rápidas. Isso será uma das coisas que eu com certeza irei experimentar quando for vampira.


O celular de Carlisle tocou quando ainda estava dirigindo. E ele atendeu.


– Olá querida. – Ele disse carinhoso. Com certeza era Esme. – Como está?


– Eu estou ótimo. Voltarei para casa assim que for possível. – Ele esperou um tempo, ouvindo.


– E ela já descobriu o porquê? – Ele perguntou preocupado. E Helena olhou para minha barriga.


– Tenho certeza que nada vai acontecer comigo Esme, e qualquer coisa eu ligarei para informá-los. – Ele disse aparentando tranquilidade.


– Tudo bem, até mais. Eu te amo. – Ele disse e desligou.


– O que aconteceu? – Eu perguntei curiosa.


– Alice disse que meu futuro está “borrado”, e Esme ligou preocupada, já que são raras as vezes que isso acontece. – Ele disse olhando pelo retrovisor.


– A Bella disse que a Alice só pode ter visões de seres que ela um dia já foi ou é. Então, o bebê que a Bella está esperando, não é de nenhuma espécie que ela já foi, então assim, quem estiver perto do bebê, não tem uma boa visualização do futuro por Alice. É o que eu acho. – Helena disse.


– Eu estava pensando a mesma coisa. – Carlisle disse enquanto parava o carro na frente da sua casa.


Todos ficaram calados envolvidos em nossos pensamentos.


Era verdade, meu bebê era especial, já que foi feito por duas espécies diferentes. Humano e vampiro. Será uma mistura? Um tipo de... Híbrido?


Eu já tinha visto algo assim na internet, na vez que eu fui pesquisar sobre vampiros. Mas depois eu pensei que fossem meras lendas, já que Edward disse que vampiros não podiam ter filhos.


– Bella?! – Helena me sacudiu.


– Hã?! – Eu falei confusa


– Faz um tempinho que eu estou te chamando e você tá aí voando. — Ela disse com as mãos na cintura e eu percebi que ela estava fora do carro para me ajudar a entrar na casa.


– Ah... Eu estava pensando em umas coisas. — Eu disse sem graça, estendendo as mãos para ela me puxar do carro.


Carlisle já estava dentro de casa, acho que levando as malas.


– Vamos entrar logo – Ela disse me levando até a porta da casa, e eu respirei fundo, sentindo um pouco de dificuldade no processo, não sei por que.


Eu e Helena entramos na casa e eu comecei a olhar ao redor, um jato de lembranças me invadindo, me fazendo ficar um pouco tonta, e Helena percebeu isso e fez-me sentar no sofá.


Flashback on


– Carlisle, Esme — A voz de Edward quebrou o curto silêncio. — Esta é Bella.


– Seja bem vinda, Bella — Os passos de Carlisle eram medidos, cuidadosos enquanto ele se aproximava. Ele ergueu sua mão tentadoramente. Eu dei um passo á frente para balançar a mão dele.


– É bom vê-lo de novo, Dr. Cullen.


– Por favor, me chame de Carlisle.


– Carlisle – Eu sorri pra ele, minha súbita confiança me surpreendeu.


Eu podia sentir o alívio de Edward a meu lado.


Esme sorriu e também deu um passo á frente, vindo à direção da minha mão. O seu aperto frio e forte foi exatamente como eu esperava.


– É muito bom conhecer você – Ela disse sinceramente.

– Obrigada. É bom conhecer você também. — E era mesmo.

Era como conhecer uma fada de contos ou Branca de Neve, pela cor.

Flashback off


A lembrança do dia em que conheci os Cullens me veio à mente, e eu comecei a vagar em pensamentos, enquanto pousava a mão no meu ventre.


Voltei à realidade e comecei a olhar tudo ao redor. A casa estava apenas com alguns móveis. Esme devia ter guardado os outros.


– Está melhor? – Helena me perguntou e eu percebi que Carlisle estava na minha frente com um copo d’água.


– Acho que sim. – Eu disse e peguei o copo que Carlisle estendeu para mim.


Bebi a água aos poucos, me acalmando mais. Agora que eu voltei ao presente, percebi que estava dolorida. Com isso eu fiz uma careta.


– O que foi Bella? – Carlisle perguntou


– Estou com um pouco de dor. – Eu menti. Na verdade eu estava sentindo muito dor na minha barriga e nas minhas pernas.


– Vou pegar um remédio para você. – Ele disse e saindo como um vulto.


– Um pouco de dor, sei... Você não me engana Bella. – Ela disse enquanto me pagava e subia a escadaria comigo.


Entramos num quarto e ela me deitou na cama.


Carlisle chegou com o remédio e me deu.


Com a ajuda de Helena, eu troquei de roupa e fui me deitar, pois eu estava muito cansada, e dolorida. O efeito do remédio estava funcionando, e eu comecei a ficar sonolenta, logo entrando no mundo dos sonhos.


– Olha mamãe, uma borboleta! – Anthony falou para mim sorrindo, enquanto corria atrás de uma borboleta azul.


– Eu estou vendo meu amor, só tenha cuidado para não cair. – Eu disse a ele.


– Ele cresceu tão rápido. – Eu ouvi dizerem ao meu lado.


Quando me virei vi que era Edward, que olhava encantado o nosso filho correr pela nossa campina.


– Anthony parece uma miniatura de você. – Eu disse a Edward o olhando.


– Mas ele tem os seus olhos. – Ele disse enquanto Passava a ponta dos seus dedos pelo meu rosto. E sua expressão mudou de feliz, para assustada.


– MAMÃE! PAPAI! SOCORRO! – Anthony gritava, mas a sua voz estava distante.


Olhei para o lado e vi que Edward não se encontrava mais ali.


– Anthony? Edward? – Eu gritava desesperada.


De repente a paisagem verde cheia de luz, se transformou num castelo antigo.


Olhei ao redor e não consegui descobrir onde estava.


– Olá minha querida Bella. Seja bem-vinda aos Volturi. – Um vampiro beijou as costas da minha mão sorrindo. E eu o reconheci do quadro que eu havia visto na casa dos Cullens. Aro Volturi.


– Muito obrigada, mestre. – Eu disse fazendo uma reverência e sorrindo.


Acordei ofegante e percebi que tinha sido apenas um sonho, não, pesadelo.


Helena e Carlisle olhavam preocupados pra mim.


– Bella, o que houve? – Helena me perguntou, segurando a minha mão.


– Nada, só um pesadelo. – Eu disse ainda ofegante.


– Você estava gritando. – Ela disse


– Parecia bastante real. – Eu disse fechando os olhos.


– Estaremos aqui, para qualquer coisa que precisar, não fique com medo. – Eu ouvi Carlisle dizer, mas logo caí novamente na inconsciência.


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Agora já eram 16h30minpm e eu estava sentindo várias dores, que me faziam gritar. Carlisle já havia me dado morfina, mas parecia que não fazia efeito, pois as dores continuavam do mesmo jeito.


Charlie já havia ligado duas vezes para saber como eu estava. Ele estava bastante preocupado, e eu apenas me limitei a dizer que iria ficar bem, logo tudo isso irá passar.


Eu usava uma blusa bem grande, com um short de moletom por baixo, pois minha barriga levantava a blusa.

Eu estava sentindo muita dor, e não conseguia parar de acariciar o meu ventre. Era como se eu tivesse falando ao bebê: Calma, vai ficar tudo bem, logo eu verei seu rostinho e cuidarei de você.


Depois do sonho que eu tive ontem, eu tinha quase certeza que seria um menino, meu Anthony.


Helena chegou perto de mim, falando ao celular, com certeza era com Charlie.

– Está tudo bem. – Ela disse me olhando. – Ligarei quando tudo acabar. Tchau. – Ela disse e desligou.


– Chegou a hora Bella. Carlisle já acabou de arrumar a sala do parto. – Ela disse passando as mãos nos meus cabelos.


Carlisle disse que era melhor fazer o parto agora, se não eu correria mais risco depois.


– Tudo bem – Eu disse com a voz contorcida de dor.


Helena me pegou delicadamente e com muito cuidado e me levou até uma sala, onde continha uma maca no centro.


Ela me colocou lentamente lá.


– Onde está Carlisle? – Eu perguntei


– Está preparando o local onde o bebê irá ficar. – Ela disse sorrindo um pouco.


Dava pra perceber que ela estava bastante nervosa e preocupada.


– Vai ficar tudo bem Helena. – Eu disse tentando sorrir, mas ao invés disso, eu soltei um grito — o mais alto até agora — de dor. O bebê havia dado um chute bem forte, que eu comecei a ficar sem ar.


Carlisle apareceu imediatamente e Helena começou a tirar a minha roupa.


Eu começava a ficar tonta, parecia que tudo estava rodando. Os rostos de Helena e de Carlisle estavam meio desfocados pela minha visão.


Senti o bisturi cortando a minha barriga. O bebê estava impaciente para sair, e estava me rasgando por dentro. Eu soltava gritos de dor, não conseguia me segurar.


Parecia que eu estava presa na maca, e só uma parte do meu corpo estava em movimento. A minha barriga. Ela subia e descia se desprendendo da maca.


Senti meu filho sendo tirado da minha barriga e ouvi o ofego de surpresa que a Helena soltou.


Neste momento, uma força de vontade que eu tinha de ver meu filho me veio. Eu lutei contra todas as dores que eu estava sentindo, e forcei minha voz a sair.


– Deixe-me vê-lo. – Minha voz saiu baixa e rouca.


– Bella, são gêmeas, duas garotinhas. – Helena disse emocionada, se pudesse estaria chorando.


Eu fique bastante surpresa. Gêmeas? Isso realmente eu não esperava.


Helena aproximou uma das minhas filhas perto do meu rosto e eu sorri, vendo aquele rostinho perfeito, todo ensanguentado, olhando curioso para mim.


Carlisle veio para o meu outro lado com minha outra filha nos braços.


– São tão lindas. – Eu disse, mas minha voz quase não saiu.


Uma dor enorme me veio, e eu me senti muito fraca e a escuridão começou a me tomar.


– Helena leve as meninas para o quarto. – Eu ouvi Carlisle dizer ao longe. Minha cabeça doía de tanta dor que eu sentia.


Eu lutava contra a escuridão que queria me levar dali.


Senti Carlisle me mordendo, e uma torrente de chamas me invadirem.


As palavras uma vez ditas por Rosalie vieram na minha mente. E eu me permitir pensar nelas enquanto sentia o fogo me queimar. Ela disse que não adiantava gritar, pois isso não iria acabar com a dor. E foi isso que eu resolvi. Não iria gritar por nenhum momento, iria guardar esse dor para mim.


A dor era extremamente forte.


Eu estava me sentindo como se estivesse sendo serrada ao meio, acertada por um ônibus, esmurrada por um lutador premiado, atropelada por vacas, e submergida a acido, tudo isso ao mesmo tempo.


Para tentar esquecer a dor – como se isso fosse possível – eu comecei a lembrar de toda a minha vida, até o momento atual.


Eu pequena me mudando para Phoenix, minhas visitas a Charlie aqui em Forks, minha brincadeiras com Jacob, Rachel e Rebecca, eu me mudando para Forks, conhecendo Edward, me apaixonando, descobrindo o mundo sobrenatural, virando melhor amiga de Jake e de Alice, a minha quase transformação por James, Edward me pedindo em casamento, a minha festa de 18 anos, a minha formatura, a luta contra o exército de Victória, os Volturi, Edward terminando comigo, a nossa última noite, a minha complicada gravidez, meu melhor relacionamento com meu pai, minha amizade com Helena, meu perdão a Carlisle, minha filhas, minha transformação.


Tudo parecia tão vago, todos os meus pensamentos pareciam estar sendo puxados de mim. E a dor voltava com mais força, me puxando.


Não sei quanto tempo se passou. Eu não conseguia ver a realidade ao meu redor. Não conseguia ouvir nada, só os meus internos gritos de dor.


E então — ah!


Meu coração disparou, batendo como asas de um helicóptero, o som era quase uma nota aguda solitária; parecia que ia escapar pelas minhas costelas. O fogo incendiou o centro do meu peito, sugando os últimos indícios das chamas do resto do meu corpo para dar combustível à brasa mais quente até então. A dor era suficiente para me derrubar, para quebrar meu aperto de ferro que eu sustentava. Minhas costas doeram, curvadas como se o fogo estivesse me levantando pelo meu coração.


Eu não deixei nenhuma outra parte do meu corpo se levantar quando meu tronco desmoronou na mesa.


Aquilo virou uma batalha dentro de mim — meu coração disparado contra o ataque do fogo. Os dois estavam perdendo. O fogo estava condenado, tendo consumido tudo que era inflamável; meu coração galopava em direção a seu último batimento.


O fogo reduziu, concentrando-se dentro do único órgão humano que restava, com uma explosão final, insuportável. A explosão foi respondida com uma pancada de som profundo e oco. Meu coração vacilou duas vezes, e então bateu calmamente só mais uma vez.


O fogo havia cessado, a dor horrível que eu estava sentindo, havia acabado.


Não abri os olhos, continuei como estava, me permitindo ouvir os sons ao meu redor.


Duas respirações calmas estavam no quarto.


Eu ouvi dois corações no andar de baixo, as batidas eram rápidas, mas calmas, pela leve respiração, minhas filhas deviam estar dormindo.


Como Helena me avisou, eu não poderia chegar perto das minhas filhas logo depois da transformação, pois eu poderia não me controlar.


Abri os olhos e observei o teto acima de mim. Todos os minúsculos detalhes estavam sendo vistos pela minha supervisão. Característica de um vampiro.



Notas finais
N/A: O que acharam?
Gente, eu fiquei muito indecisa com esse capítulo, não sei se saiu como eu esperava. MAS... dá pro gasto.
Quem leu o livro amanhecer, pode perceber que eu tirei um pedacinho de um trecho do livro, onde a Bella conta como foi a transformação dela.
Eu adorei as suas sugestões de nomes minhas queridas leitoras. Li todas, mas não puder responder quem colocou algo a mais nos comentários, como algumas leitoras fantasmas que apareceram. Eu estava muito ocupada esses dias, estudando pra ca#@#!*. Mas eu fico muito agradecida por terem mostrado a presença aqui na fic.
Estou em dúvida nos nomes, só saberão no outro capítulo ;D
NA QUESTÃO: Jacob terá imprinting com a filha da Bella, ficou empatada, então, agora com a decisão de vocês, eu vou escrever o próximo capítulo. Já que a Bells teve gêmeas muito fofas, o Jake poderá ter imprinting com uma delas?
RESPONDAM NOS REVIEWS!
Assistiram Amanhecer? Foi muito bom, achei um dos melhores filmes da saga, mas ficou faltando uma cenas que eu achei importante no livro, como a Bella contando do casamento para o Charlie, e eu tbm não gostei do cabelo da Alice.
E outra coisa gente, aqui na fic, a Tânia é interpretada po Maggie Grace, que no filme Amanhcer, faz Irina, mas como eu acho Irina mais bonita que a Tânia, eu resolvi colocar ela para ser a Putânia aqui. ;D
Deixem os reviews.
Beijos ;*