Numb
2 primeiro capítulo ::
Notas iniciais
Festa de inauguração de mais um dos enormes e luxuosos hotéis Cullen o império do ramo hoteleiro, em um bairro nobre de Manhattan, estava sendo organizada. Cullen Hotels & Resorts fora fundando em 1919 por Conrad Cullen, sediado em Beverly Hills, possui cerca de 2.800 hotéis em mais de 80 países, empregando 105 mil pessoas e disponibilizando 485 mil quartos. Com seus vários hotéis e resorts a marca alcança a impressionante marca de 90% dos hóspedes satisfeitos e 98% de conhecimento da marca no mundo inteiro. Conrad Cullen morrera em 1979, deixando apenas um herdeiro, seu filho Aaron Cullen. Aaron Cullen casou-se com Elizabeth Mansen, que veio a falecer no parto de seu único filho, Carlisle Cullen. Aaron cuidou do império Cullen e o fez crescer ainda mais, faleceu devido a um ataque cardíaco quando o filho tinha 21 anos, deixando a ele todos os bens da família de herança. Carlisle Cullen casou-se com Esme Anne Platt – depois de casada Esme Anne Cullen –, herdeira de um dos maiores bancos da Inglaterra, o que fez a fortuna dos Cullen crescer ainda mais, sendo uma das famílias mais ricas do mundo. O casal deixaria tudo que tinham para seus três filhos. Edward Cullen de 29 anos, Rosalie Cullen de 25 e Alice Cullen de 17 anos.
No hotel por enquanto estavam só os funcionários arrumando os últimos detalhes, entre eles Susan McField que terminava de se arrumar sozinha no almoxarifado do hotel, pronta para começar mais um dia de trabalho. Ela seria recepcionista da festa, as pastas com nomes dos convidados já estavam com ela e tudo quase pronto. Susan era uma mulher muito atraente no auge dos seus 20 anos. Corpo bem malhado graças às horas na academia, pele bronzeada, olhos claros e cabelos castanhos, ela com certeza deixaria muito convidado interessado. Estava terminando de fechar a camisa branca social quando outra mulher entrou no almoxarifado. Cabelos curtos até o ombro, lisos e extremamente pretos, um vestido preto discreto e um sorriso nos lábios, colocou a bolsa transversal que usava encima de uma cadeira e andou até a mulher. Susan se virou e assustou-se ao ver a mulher.
— Ah desculpe, não queria lhe assustar. — a mulher falou docemente. — Sou Abbie e vou trabalhar na festa também, prazer!
— Tudo bem, é que não tinha te visto entrar. Sou Susan, prazer! — sorriu e continuou: — Vai fazer o que na festa?
— Garçonete, será que você poderia dizer-me onde estão os uniformes? Acabei de chegar e está uma confusão total.
— Eu sei como é, posso sim, está aqui encima. — Susan disse rindo e virou-se indo na direção de uma alta prateleira.
Teve que se apoiar nela, se esticar bastante e ficar nas pontas dos pés para alcançar uma embalagem com uniforme para garçonete. Quando voltou a fixar os pés no chão se assustou novamente com Abbie, que agora estava atrás dela com o corpo colado e sentia seus fartos seios roçar em suas costas e sua cintura em sua bunda.
— O que você está fazendo?
— Sendo atrevida e me arriscando, mas me perdi nas suas curvas... Tão deliciosa e convidativa! — Abbie sussurrou em seu ouvido e beijou seu pescoço.
— Eu não sou lésbica... — foi tudo que Susan conseguiu dizer. Estava deslumbrada e um pouco tonta, para sua própria surpresa estava.
— Nem eu, mas uma garota como você... Ah, posso abrir uma exceção!
Susan virou-se com dificuldade pela proximidade de seus corpos, não tirou seus olhos dos lábios de Abbie, que sorriu percebendo que o flerte tinha dado certo, então a beijou furiosamente. Um beijo cheio de malicia e tesão. Era o primeiro beijo lésbico de Susan e estava realmente aprovando, Abbie era delicada e macia, mas ao mesmo tempo a segurava com uma paixão avassaladora. Abbie foi descendo os lábios pelo pescoço de Susan passando a língua e dando-lhe beijos, com cuidado e delicadeza abriu botão a botão de sua blusa, até deixar a mostra seus seios e sutiã. Abaixou e deixou o delicado e rosado mamilo dela a mostra, abocanho-o com vontade. Sua boca era quente e precisa, alternando em movimento de sucção e leves mordidas, Susan sentia a vontade de se tocar, sentia seu clitóris pulsar de tesão e sua calcinha se umedecer, apenas jogou a cabeça para trás sentindo que gozaria a qualquer momento. Abbie mordeu seu mamilo com um pouco mais de violência, o que a fez soltar um gemido de dor mesclado com prazer, era uma loucura. Uma loucura deliciosa.
— Você agora poderá me agradecer para sempre. — falou tirando a boca dos seios de Susan e sorriu cinicamente.
— Pelo que? Continua... Eu quero você. — Susan pediu tentando voltar a beijá-la, mas Abbie para sua surpresa virou o rosto e segurou sua cabeça entre as mãos.
— Por ter te dado esse momento de prazer intenso, esse quase orgasmo, antes do que vou fazer agora! — sorriu assustadoramente.
Susan não pode dizer nada, antes que pudesse falar algo levou uma joelhada da mulher que havia acabado de beijar, gesto que garantiu uma forte dor de tirar o fôlego no local onde havia recebido a pancada e lhe deixou um pouco tonta pela força. Ela se inclinou para frente por impulso, foi pega pelos cabelos e puxada em direção da parede. Abbie bateu sua cabeça com violência na parede a fazendo desmaiar na hora. Apenas sorriu deixando corpo de Susan cair.
Antes de fazer qualquer coisa correu até a porta e a trancou com o trinco, andou até a bolsa e pegou o grande rolo de fita adesiva extra forte Silver Tape e cortou um pedaço na boca de Susan, para evitar que ela gritasse caso acordasse antes do fim. Depois de garantir o silêncio abaixou-se na frente dela e rapidamente e começou a despir a mulher desmaiada, com dificuldade terminou de tirar-lhe a blusa e a calça social preta do terninho. Deixou-lhe apenas de calcinha e sutiã, então tirou o próprio vestido e começou a vestir as roupas de Susan. Agora precisa apenas amarrar Susan para garantir que nada daria errado. Pegou o celular no bolso e selecionou três números na agenda para enviar a mesma mensagem de texto: Está feito, agora façam a parte de vocês! Sorriu vitoriosa, agora faltava muito pouco, ergueu a mão aos cabelos e tirou a peruca que usava, libertando os enormes cachos cor de fogo.
Do lado de fora do grande hotel, em frente a um beco onde a escuridão dominava, uma limusine parou junto a um casal bem vestido que lhe esperavam. O motorista desceu do carro com um revólver em mãos, abriu a porta e apontou para o casal que estava no banco do passageiro.
— O que está acontecendo? — o homem perguntou com a voz trêmula e com medo, sua mulher ao seu lado apenas agarrou seu braço também com medo. Não sabiam o que estava acontecendo, mas viu um sorriso sádico se formar na face do motorista.
— Desçam do carro, agora! — Demetri pediu calmamente lhe apontando a arma.
— Isso é um assalto? Pode pegar tudo que quiser só nos deixe vivos, eu não me importo com o resto.
— Nossa... Assim você até me ofende, não é um assalto. Desçam do carro!
Os dois descerem do carro com dificuldade e ficaram olhando para Demetri com as duas mãos erguidas, nem se deram conta da presença dos outros dois. Riley e Samantha saíram das sobras e atingiram o casal ao mesmo armas de choque no pescoço, ambos caíram desmaiados no chão na mesma hora.
— Isso que dá entrar na limusine antes de conferir o motorista. — Demetri falou olhando para os corpos no chão e soltou uma gargalhada.
— Para com esse momento risada maléfica de vilão de desenho animado e pega os convites no bolso dele, Demetri, e coloque os dois no porta-malas. Victória já está nos esperando na entrada do hotel. Ajude-o Riley! — disse autoritária e jogou a arma de choque dentro do carro, Riley fez o mesmo.
— E você não vai fazer nada? — Demetri perguntou enquanto se abaixava para pegar os convites no bolso do terno do homem desmaiado.
— Vou. Vou ficar observando pra ver se vocês dois não fazem merda como sempre. Andem logo, não temos a eternidade!
Demetri entregou o convite a Samantha, neles tinham os nomes do casal “Sr e Sra. Bronson”, achou o sobrenome extremamente cafona, mas não tinha o que fazer. Os dois homens pegaram os corpos do chão e colocaram dentro do porta-malas da limusine com um pouco de dificuldade, tamparam a boca dos dois com fita adesiva Silver Tape. Uma coisa era certa, quando o casal Bronson acordasse sentiram uma forte dor na lombar. Fecharam tudo e passaram a mão na roupa para desamassar e tirar qualquer tipo de sujeira.
— Pronto. A partir de agora vocês são o Sr e Sra. Bronson, não sabemos o primeiro nomes deles e é por isso que Victória vai nos ajudar. Assim que entrarem no hotel vocês se separam, Samantha você vai atrás de Edward e Riley fica a uma distância significativa apenas observando, ele vai te dar qualquer tipo de ajuda e suporte. Alguma dúvida?
— Você ensaiou esse texto em casa? — Samantha perguntou irônica, entrou no carro rindo, foi seguida por Riley e Demetri a frente como motorista.
Victória estava na entrada no hotel com uma prancheta nas mãos e um crachá sob o peito escrito “Susan McField”, que havia roubado de uma mulher que agora estava amarrada, seminua e amordaçada em um armário minúsculo no almoxarifado. Usava todo o cabelo ruivo preso em um alto de cavalo, um terninho preto, roupa extremamente discreta. Seu trabalho era basicamente conferir se o nome da pessoa estava na lista de convidados e por isso estava ali, para que Samantha e Riley entrassem. Mesmo que eles estivessem com o convite, não arriscariam. Viu a limusine estacionar em frente à escadaria e Demetri descer, ele piscou para ela discretamente e abriu a porta para que os dois descessem. Riley e sua parceira subiram as escadas sob todos os holofotes dos jornalistas na entrada, pararam em frente da Victória.
— Boa noite, qual o nome do casal? — perguntou educada.
— Sr e Sra. Bronson! — Riley falou firme mostrando os dois convites em mãos.
— Hum... — falou conferindo a lista que estava em ordem alfabética pelo sobrenome e acho os deles. — Aqui, Chad e Marissa Bronson.
— Perfeitamente. — sorriu.
— Podem entrar senhores e uma boa festa, aproveitem. — Victória disse sorrindo com um tom sugestivo, pegou os convites e apenas os deixou entrar.
Uma festa à noite e todos vestido elegantemente, os convidados eram todos da alta sociedade de Manhattan, dos Estados Unidos e de vários outros países. A imprensa também estava presente, era um grande e prestigioso evento.
Entraram até a porta do salão com os braços dados, se olharam por alguns até se separarem. Agora era cada um por si. Samantha andou lentamente pelo salão olhando para todos os lados procurando sua vítima, Edward, mas não o viu. Riley já estava do outro lado do salão conversando com uma mulher, era inacreditável, até para Samantha, a facilidade que ele tinha com as mulheres, ele acenou com a cabeça discretamente para o lado e lá estava Edward conversando com duas mulheres muito parecidas com ele, provavelmente deveriam ser suas irmãs – pensou Samy. Ela se surpreendeu com a beleza dele, era muito melhor do que nas fotos, com certeza seria um trabalho muito divertido.
Edward Cullen andava pelos salões cumprimentando os convidados com um sorriso falso no rosto. Diferente das duas irmãs gostava de ajudar o pai no controle dos hotéis, mas odiava a parte social de sua posição. Não gostava das festas e da falsidade, odiava não saber se as pessoas se aproximavam dele pela essência ou pelo dinheiro, em certos momentos era um fardo ser um Cullen.
A festa passou tranquilamente, para Samantha estava tudo muito entediante. Carlisle fez um breve discurso e brinde com a esposa e filhos ao lado. Quando terminarem, ela procurou Riley e apenas assentiu. Ela andou até o garçom e pegou uma taça de vinho tinto, bebericou e saiu andando com ele.
Edward havia acabado de falar com uns amigos de seu pai, estava tão entediado de tudo aquilo, tudo que queria era que acabasse logo para voltar pro quarto e dormir por horas. Andava a passos firmes, olhou para o lado por alguns segundos e trombou com alguém. Não sabia quem era, mas sentiu algo lhe molhando a barriga.
— Oh meu deus, me desculpa... Ai céus como eu sou desastrada, me desculpa! — a voz feminina lhe pedia nervosa, ela pegou um lenço na bolsa rapidamente e tentava limpar a enorme macha de vinho tinha que tinha se formado em sua blusa perfeitamente branca.
— Sem problemas, não precisa se preocupar... Eu me limpo.
— Claro que não, eu sou tão desastrada que é até constrangedor, olha só sua blusa? De verdade, eu sinto muito. — pediu da forma mais doce que conseguia lhe olhando nos olhos.
Ela era bonita, reparou Edward. Usava um vestido preto discreto e ao mesmo tempo sexy, pois acentuava suas curvas, os cabelos soltos e perfeitamente arrumados, olhos verdes e um sorriso doce. Ela era realmente bonita.
— Está tudo bem, é sério. Só vou precisar trocar de camisa, não foi nada demais. Não precisa se preocupar! — falou sorrindo.
— Eu sinto muito mesmo!
Edward apenas assentiu e se virou voltando de onde estava vindo. Estranhamente não estava com raiva por ela ter lhe sujado, mas precisava tirar um pouco daquela mancha e secar-se. Andou até um lavabo, que era maior do que a maioria dos lavabos que já haviam entrado, na verdade parecia um banheiro convencional sem o chuveiro ou banheira. Samantha lhe seguiu com o olhar e sorriu, ele estaria sozinho. Andou tranquilamente até lá sem ser percebida entreabriu a porta e viu Edward com uma toalha branca em mãos passando na barriga, respirou fundo e entrou.
— Oi? Com licença. — pediu, Edward se virou surpreso.
— Você está me seguindo?
— Tecnicamente... Sim. — falou rindo. — Eu perguntei para um garçom se tinha visto alguém com uma mancha de vinho na camisa e ele me disse que tinha entrado aqui, não tem muitas pessoas assim na festa... Eu só queria saber se estava tudo bem, estou tão envergonhada.
— Não precisa se culpar ou se envergonhar, eu acho que dificilmente vou conseguir tirar essa mancha, mas se fechar o botão do terno ninguém vai nem perceber. Está tudo sob controle.
— É sério? Quer dizer... Se você quiser posso lavar essa sua blusa ou lhe dar outra. Só precisa me dar essa.
— Você está exagerando um pouquinho... É só uma camisa.
— Eu sou uma experiente em derrubar bebidas em roupas alheias. Sou a pessoa mais desastrada que você pode conhecer na sua vida. Acho que eu conseguiria tropeçar andando de chinelo em um terreno completamente plano, acho que tenho dois pés esquerdos disfarçados. Eu sou uma retarda mesmo!
— Ainda bem que você é bonita, duvido que as pessoas não gostem de ser trombadas por você. — Edward elogiou-a rindo.
— Ah... Obrigada, eu acho. — riu fingindo constrangimento. — Nem nos apresentamos. Meu nome é Isabella Swan, mas pode me chamar de Bella!
— É um prazer... Bella. Meu nome é Edward!
— Oh bonito nome, mas é costume quando se apresentam dizer um sobrenome também, você teria algum? — questionou com humor e um sorriso.
— Você não sabe quem eu sou? — ele perguntou completamente descrente.
Aquela era uma festa da família dele. Quem não sabia sobre ele? Era impossível. Então ela se aproximou de mim sem saber que eu era um Cullen? Isso é um bom sinal, não é? Ele não sabia o que falar, mas sorriu quando ela balançou a cabeça negativamente um pouco assustada.
— É que é meio estranho para mim isso, quer dizer... Normalmente todos nesse meio sabem quem eu sou, por mais que eu apareça menos na mídia que as minhas irmãs. Sou Edward Cullen, é um prazer!
— Oh céus. Eu derrubei vinho tinto e ainda cometi essa gafe com um dos Cullen? É eu realmente estou acabando com a minha reputação... Nunca tive uma, mas acho que estou acabando com a esperança de ter uma. — falou com humor, ele riu. Gostava do seu senso de humor.
— Pode ficar tranqüila, não vou sair espalhando isso paras revistas de fofocas.
— Obrigada! — sorriu.
— E então, responda-me uma dúvida... Se você não sabia quem eu era, então sem querer ofender ou nada do tipo, o que está fazendo nessa festa?
— Na verdade os pais de um amigo meu tinha dois convites, mas não vieram. Esse meu amigo então pegou os convites e dissemos na entrada que éramos os pais dele, por isso estou aqui.
— Então você está aqui como penetra? — perguntou divertido.
— Sim, quer dizer... Não. Tecnicamente tínhamos convites e nome na lista, então não somos penetras. Apenas dois jovens querendo se divertir um pouco, mas essa festa não está do jeito que eu achei, não está muito divertida.
— Eu sei, não posso imaginar alguém que penetre essa festa querendo, isso é uma grande chatice.
— Sinto muito, mas é verdade. — ambos riram. — Edward, eu tenho que ir. Está ficando tarde e acho que já torrei demais a sua paciência. Desculpe-me mais uma vez pelo vinho e foi um prazer te conhecer.
— O prazer foi todo meu. — sorriu sincero.
Bella retribuiu o sorriso e se virou para ir embora. Tinha jogado a isca usando todo o charme e simpatia que conseguia fingir, agora ele precisava morder. Por que ele não estava mordendo? Bella estava sentindo ansiosa e se ele não a chamasse? Teria que pensar em algo rápido. Era como se estivesse 1 x 0 aos 45 minutos do segundo tempo, estava quase fora do jogo.
— Bella? — ele a chamou quando ela estava na porta.
E Gol, 1 x 1. Isso, nós estamos no jogo novamente! – ela comemorou internamente, antes de se virar sorrindo para ele.
— É... Será que não podíamos sair qualquer dia desses? Sei lá.
— Você está dando encima de mim?
— Depende, está funcionando? — perguntou com um sorriso deslumbrante. São apenas negócios, Samantha.
— Não sei. Não costumo sair com estranhos.
— Tecnicamente não sou um estranho, sou mundialmente conhecido e você está me devendo uma camisa e acho que você deveria me compensar de algum jeito!
— Certo. Então que tal se nós tomássemos um café juntos?
— Amanhã? — sorriu.
— Claro. Eu não tomo café muito cedo, então às nove da manhã, na Starbucks do Central Park.
— Combinado! Vou esperar ansiosamente, até amanhã.
— Até. — sorriu mordendo o canto do lábio demonstrando timidez, ele sorriu.
Bella então se virou saindo do lavabo indo em direção a saída, estava tudo saindo como o planejado. Pegou o blackberry na bolsa-carteira que carregava, selecionou o número do celular dos os outros três colegas e enviou a mesma mensagem para todos: Podem preparar o champanhe, está feito!
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