Notas iniciais
Sei que demorei pra postar,me desculpem. Também queria agradecer a Rosalinda violetta, Nan451 e Miss certinha por estarem sempre comentando. Obrigada por lerem.

Pov. autora.

Uma semana se passou e o império de Carmen ainda reinava no orfanato, mas é claro que as crianças aprontaram com ela sem saber. A situação da nova diretora com as crianças só se tornou tolerável com a Carol no orfanato, até a comida do Chico ela tentou mudar gerando uma pequena confusão, o que fez as crianças fazerem greve de fome.

- é isso ai, não vamos comer até o Chico poder cozinhar, do jeito dele e não essas comidas de nome estranho. -Disse Mili, se impondo a Carmen que estava fazendo com que Chico apenas cozinhasse comidas estranhas e sem sabor ao paladar das crianças.

- Serio? Não podemos protestar de outro jeito? – Perguntou Rafa, preocupado em não poder comer.

- É Rafa, vai ser pelo o Chico. – Mosca falou tentando convencer o amigo.

- Duvido que vocês aguentem principalmente você Rafael. Mas acho que ira te fazer bem, você está muito gordo e precisa emagrecer. — Carmen falou com desdém. Mosca, Mili, Pata e Binho olharam pra ela sem acreditar que ela não ligava.

Todos saíram da cozinha e se espalharam pela a casa. Tati, Ana, Vivi, e Bia estavam no quarto, Binho, Cris e Rafa estavam na Sala e Pata, Mili e Mosca no pátio. Conversaram por algum tempo depois foram para seus respectivos quartos. No dia seguinte todos acordaram com fome, os armários da Cozinha estavam trancados e Chico não estava no orfanato, Carmen ainda não tinha chegado.

- ai mais que fome. – Rafa reclamou seguido do barulho que sua barriga fez. – não pensei que passaria fome de novo.

- Estamos todos com fome. – disse Bia e todos concordaram.

- você ta bem Mili? – Perguntou Cris, pois Mili estava um pouco pálida.

- To sim Cris. – Respondeu forcando um sorriso no rosto. – onde será que o Chico foi?

- Espero que não tenha ido embora. – Binho.

Nesse momento Carol chegou ao orfanato, e logo se pôs a par de tudo que havia se passado na noite anterior. Mili voltou para o quarto em silencio para não ser percebida, enquanto subia as escadas Carmen chegou ao orfanato e logo Carol foi tentar Falar com ela.

Pov. Mosca

Quando a Cris perguntou se a Mili estava bem reparei que ela estava um pouco pálida, então fiquei preocupado. Carol chegou e contamos o que tinha se passado, em seguida Mili foi para o quarto tentando não chamar a atenção de ninguém, quase escondida, eu aproveitei que a Carmen chegou ao orfanato e enquanto a Carol falava com ela, eu fui atrás da Mili.

Abri a porta do quarto e Mili estava sentada em sua cama, quando me viu fingiu estar lendo um livro, perguntei se podia entrar e ela permitiu, sentei-me na ponta de sua cama, a encarei por alguns segundos, ela estava realmente pálida não parecia estar bem, ela que estava de cabeça baixa olhando o livro em sua mão levantou a cabeça e nosso olhar se cruzou e fiquei completamente imóvel admirando aquele par de olhos castanhos, mas então seu livro caiu no chão tirando-me daquele transe e recordei-me do motivo de estar ali.

- Você esta bem? – perguntei ao me aproximar para pegar o livro caído ao chão.

- To sim. – Ela respondeu em um tom baixo não me convencendo.

- Mas você não parece bem. – entreguei-lhe o livro. — Você ta pálida, acho melhor você comer alguma coisa.

- Eu to bem, e to fazendo isso pelo Chico como todo mundo, e também não tem como pegar comida esqueceu que a D. Carmen trancou os armários? – terminado de falar ela levantou rápido demais e pareceu ficar tonta parecia que estava prestes a cair, eu me levantei e a detive, nossos rostos ficaram próximos meus olhos estavam fixados aos dela, tentei mantê-lo ali, mas acabei os desviando para a sua boca, tive uma vontade imensa de beija-la, mas me detive.

- você ta bem? – perguntei ainda segurando-a pela cintura, não queria solta-la.

- Sim. – respondeu afastando-se um pouco de mim. Ela estava vermelha, olhava o chão como se estivesse fugindo dos meus olhos.

- Gente, o Junior tai, e ta chamando todo mundo lá em baixo. – Pata, apareceu ofegante na porta, provavelmente estava correndo. – eu atrapalhei alguma coisa?- Perguntou, e então reparei que ainda segurava a Mili, me afastei rapidamente e respondi.

-Não. Ela ia desmaiar, a segurei para não cair, ela ta passando mal. Tem que comer alguma coisa.

- Entendi. E você ta bem Mili? . Perguntou e Mili respondeu que sim com a cabeça.

- Vem. Eu te ajudo. – Disse. Ela se apoiou em mim e descemos.

[...]

- Eu conversei com o Chico e com a minha tia crianças, o Chico vai voltar a fazer a comida so jeito dele. — Junior falou e comemoramos.

- Finalmente comida de verdade. – Rafa comemorava.

- Chico é melhor a gente ir fazer alguma coisa pra eles comerem, eles devem estar com fome. – Carol disse e mais uma vez comemoramos.

Realmente estávamos famintos. Nós comemos e fomos para a sala, Mili parecia melhor me chamou em um canto e agradeceu.

Alguns dias se passaram e a D. Carmen apareceu no orfanato com um primo, Duda. Ele foi passar uns dias na mansão dos Almeida Campos. Ele mal chegou e já foi aprontando, deixe-me explicar. Estávamos almoçando na cozinha e ele puxou a cadeira para Mili cair, não sei o que me deu, mas eu pulei a mesa e parti pra cima dele, mas Carol me puxou de volta para o meu lugar. Como se não bastasse a Mili ainda fico amiguinha dele e devo admitir que fiquei com ciúmes ao vê-lo sempre perto de Mili.

Notas finais
Amanhã devo postar outro. Beijos.