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10 Um Dia Meramente Feliz


Notas iniciais
Mil desculpas pela demora, minha vida tava uma correria nessa semana que passo daí eu tava sem tempo para escrever. Mas não se preocupem porque não vou parar com a história ! Fico muito muito feliz com os comentários que eu até pulo de felicidade kkkk obrigada a todos pelo carinho ! Eu realmente agradeço de coração pelas recomendações , eu leio elas e até choro de alegria por saber que gostam da minha história. Muito obrigada *---*

Sakura forçou abrir os olhos quando sentiu mãos quentes tocarem seu rosto, era Hinata tentando acordar a rosada, nesse curto tempo uma enfermeira entrou no quarto. Exames rotineiros foram feitos sem tomar muito tempo, o café da manhã foi levado de modo a acalmar os estômagos vazios, da parte da Haruno nada foi dito, esperava um momento sozinha com Hinata. Quando as enfermeiras saíram, Sakura deixou a bandeija de refeição na cômoda branca ao lado da cama.

— Agora você vai me dizer!
Que história é essa de gravidez?
O que deu em você para encher a cara e correr até meio da rua?
Não confia em mim pra dizer o que tá acontecendo Hinata?

— Eu só queria acabar com o meu passado!

— Se matando vai acabar com a sua vida, não com o seu passado!

— Me Desculpa Sakura!

A rosada sentou na cama depois de um olhar confuso, segurou as mãos da amiga, o jeito era deixar as coisas como estavam até ter condições de entender.

— Por favor, só peço que me faça entender!

— Eu realmente sinto muito!

A morena direcionou os olhos para o sol dando brilho a suas lágrimas. Chorar é a coisa mais útil e inútil ao mesmo tempo, não muda os fatos e de certa forma alivia.

— Sentir muito não adianta Hina!

— Vou te contar tudo, só peço que espere até chegarmos em casa!

Sakura bufou de raiva, saiu batendo a porta do enorme quarto branco, quem entrava no caminho simplesmente era desviado como um obstáculo. A Haruno deixou o hospital com ódio, porém, não era uma pessima pessoa; sentia desprezo até por não ser digna da confiança esquecida de Hinata. Cruzou os braços na esquina da rua, percebeu que sem passagem de ônibus, o caminho era longo o bastante para chutar o cansaço longe e dar o primeiro passo. Foi bom até, não tomar conhecimento dos problemas alheio dentro de um ônibus lotado de fofoca, bastavam os dela sem solução.

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Sasuke preparava um omelete para o café da manhã, afinal, precisa de coragem extra para cumprir a missão dada por seu respeitável pai. Jogou os ovos e especiarias na frigideira, o dourado nas bordas fez o Uchiha desligar o fogo, mal passado estava bom. Sasuke olhava para o prato quando decidiu não ir trabalhar naquele dia, pensamento inútil de fato já que se Fugaku resolver apaceer ali nada o impediria. Batia o garfo nas bordas do prato esperando sua mente bolar uma ideia, o amarelo dos ovos o fez lembrar de Naruto, resolveu ligar para o “Amigo”. Sete tentativas falhadas.

— Droga Naruto, você também não ajuda!
Tenho que levar esse inferno desse papel pra você assinar!

Ou ele ia, ou enfrentava o desprezo do pai por falhar em missão, não tem nada mais perigoso que um filho carente por amor paterno e um pai sedento por poder, nesse rolo emocional você pode esperar de tudo. Ele decidiu, irá até o amigo, infelizmente um elo prestes a quebrar para SEMPRE.

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Naruto olhava para o teto sentado nu em um sofá, a energia gasta no banho tinha lhe tirado a vontade de se trocar, devo lembrar que ele se alimentava apenas de bebida e outras coisas piores. O apartamento uma bagunça que só de olhar dava muita agonia para os portadores de mania de limpeza, nesse caso nem precisava ter essa condição para sentir pena por um lugar tão sofisticado, estar naquelas condições. Nenhuma empregada consiga manter um retrabalho firme ali, e tenho certeza que você sabe o porquê disso, a convivência com o loiro virava um inferno em questão de segundos. Batidas na porta não o fez levantar e se trocar.

— Naruto, abre a porta porra! _ Sasuke gritou, cansado de tanto bater _ Precisamos conversar!

Ele levantou com certa dificuldade para destrancar a porta, duas voltas na chave foram necessárias no processo, sem nenhuma pressão para ver a cara de alguém tão cedo. Sasuke entrou com uma pasta preta em mãos, ao ver a nudez do loiro fez cara feia.

— A cara, veste uma roupa e me poupe dessa visão do além!

— Haha muito engraçado!
Minha casa, o que significa que posso ficar pelado quantas vezes eu quiser!

— foda-se sua casa, não tô a fim de ficar traumatizado!

— Fala logo, pra que veio?

Sasuke entregou a pasta com tremedeira em uma das mãos, forçou o braço a ponto de amassar o plástico, Naruto jogou o objetivo no sofá sem dar importância alguma. Pegou do chão uma cueca Boxer preta e um shorts, já que o futuro inimigo não demonstrava ir tão cedo, a solução fez o Uchiha procurar um lugar “limpo” no sofá para se sentar. Sasuke sentia chamas queimarem seu interior de uma forma sufocante, era bem visível que algo muito errado acontecia, para a sua sorte dele, Naruto vivia desligado por conta da doença do pai. Era como Fugaku disse, o momento perfeito para dar o golpe era agora, um caminho sem volta o arrependimento.
Cuidado, muito cuidado Uchiha, não vai demorar muito e você vai conhecer o purgatório da vida.

— Depois dou uma olhada! _ o Loiro avisou, jogou a pasta de volta no sofá e seguiu até o mini bar _ Tô sem cabeça!

— Preciso desses papéis agora, é sobre o evento da semana que vem, sem esses documentos nossa empresa vai pro saco como daquela vez!

— Quem salvou tudo foi meu pai, eu não tenho ideia de como criar um projeto e manter as ações no alto, e agora ele…. Nem ao menos se lembra do próprio nome!

— É por isso que sou seu amigo, estou aqui pra te ajudar, foi nessa intenção que eu meu pai criamos esse projeto aí!

O moreno abria e fechava as mãos tentando manter tudo sobre controle, ele sabia e sentia o fim da amizade, mas finalmente iria ter seu pai o idolatrando como nunca. Naruto pegou uma caneta preta em cima da mesinha de centro, sem ler nenhuma palavra além da onde devia pôr o nome, ele assinou com toda a clareza quatro vezes, o som do contorno da escrita era o único ouvido.
Sasuke segura aquele misto de sensações como uma criança segura seu brinquedo mais preciosa, a ânsia subia até a garganta e voltava obrigada para o estômago, forrado apenas de omelete.

Devo dizer que ali Naruto assinou sua destruição, o começo do fim… A perda do patrimônio, a luxúria, o “glamour”, e o mais importante: A chances de cura para seu pai.
Porém, era uma maneira de tentar salvar seu espírito tão corrompido pelo pecado, mas aviso que será doloroso! Será incrivelmente devastador!
Descobrir o golpe será ainda pior, não vai demorar muito para acontecer, mas será da pior maneira que a vida dará o primeiro tapa de repreensão no loiro.
Sasuke pegou a pasta de peso enorme em mãos.

— Relaxa e deixa comigo a empresa e cuide apenas do Minato!

— Valeu Sasuke, de coração!

— Vou para a casa terminar a apresentação do projeto!

O Uchiha encostou na parede depois de sair do apartamento do amigo, digo, do inimigo declarado em cartório e tudo. A pasta caiu sobre o chão espalhando os papéis, ele se ajoelhou para pegar enquanto, pasmem… ele chorava.

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Sakura chegou em casa jogando os sapatos na lavanderia, caminhou até o banheiro enquanto tirava a roupa, o banho tão aguardado finalmente desceria sobre ela deixando as impurezas no ralo. Depois de terminar se jogou na cama, urrando como um urso sem hiberna. Pegou o celular do bolso da calça que usava na noite antes, foi direto no contato do chefe a fim de mandar uma mensagem:

“Senhor Orochi, precisa tirar agora pelo menos metade de minhas férias vencidas, motivo pessoal!

Estarei de volta daqui a duas semanas! ”

Ela seguiu até a cozinha depois de desligar o aparelho, pensou ser a resposta do chefe quando escutou algo vibrando, passou pela mesa da cozinha e viu que era o celular de Hinata com várias ligações perdidas do Neji. A cara de surpresa foi grande, mas resolveu atender:

Sakura= Alô!

Neji= Hina, pensei que fosse me…

Sakura= É a Sakura Neji, Hinata tá no hospital desde ontem!

Neji= Mas… Como assim? O que houve?

Sakura= É uma longa história!

Neji= Qual hospital?

Sakura= Olha não me leve a mal, melhor não ir até lá, vai que você é causa dela ter feito o que fez!

Neji= Nunca faria mal a ela!

Sakura= Já tá acontecendo muita coisa pra você volta e atrapalhar ainda mais!

Neji= Sakura eu não faria nada que pudesse prejudicar ela!

Sakura= Quanto ela tiver alta vocês conversam!

Neji= Espera, eu….

A rosa desligou o aparelho antes de ouvir algum outro argumento, sentia uma enorme necessidade de descansar o corpo e a mente, pensar em algo só depois disso, afinal ainda tinha que voltar no hospital para buscar Hinata.

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Kushina segura as mãos do marido enquanto chorava ao ver os resultados do último exame, nenhuma notícia boa entre as explicações do médico, tudo desabando em sua cabeça. Aquele hospital cheirava a morte, por mais que tentasse ter pensamentos positivos, tudo cheirava a morte instantânea. Minato estava sedado vagando pelo vale dos sonhos, nem sequer mexia os olhos ou as mãos,
O tempo estimado de vida dado pelo doutor não era muito provável.

— Dois meses no máximo se a cirurgia for bem sucedida, sinto muito senhora, não podemos fazer mais nada!

— Nãoooooo ahhhhhhh _ Kushina gritava em meio a soluços de desespero, não conseguia respirar nem falar, aquele inferno deitado ali era seu amor, marido e companheiro de uma vida. Foi preciso duas enfermeiras a levarem para aplicar um calmante na sala ao lado. Depois de duas horas ela foi permitida a voltar no quarto, a sedação de Minato estava menor a ponto de ele conseguir pronunciar o nome de “Naruto”.
Ela criou uma certa coragem em ligar pro filho ir até o hospital, na décima chamada o loiro atendeu:

Naruto= Fala mãe!

Kushina= Vem pra cá!

Naruto= Não me diga que….

Kushina= Ele quer te ver!

Naruto=….

O rapaz desligou depois de suspirar no outro lado da linha, precisa tirar coragem de algum lugar pra ir até lá e ver a vida por um fio de seu amado pai. Não era fácil… Nada fácil presenciar uma parte de seu coração derreter. Talvez Minato viverá o suficiente para ver seu filho começar a se tornar humano, ou talvez não, a vida dita as regras.

Antes de seguir preciso explicar uma coisa:

Um dos maiores hospitais de Tokio, o TK oferece atendimento particular, com uma hotelaria voltada a corresponder às expectativas do cliente, não só com referência aos procedimentos médicos que ele procura, mas também à comodidade e conforto durante eventual internação.
Na ala pública, todos têm direito às ações e serviços necessários para a promoção, a proteção e a recuperação de sua saúde, incluindo a internação hospitalar, quando necessária, nos hospitais públicos e/ou conveniados.

Onde quero chegar com isso?
Bom, quero que saiba que tanto as pessoas com condições financeiras altas quanto as com condições baixas ficam ali, isso explica o porquê do que está prestes a acontecer!

“O segundo encontro de Naruto e Hinata! “

Ahh destino, como gosta de brincar com o coração das pessoas, nesse caso em específico é ainda pior as circunstâncias.

Preciso explicar outra coisa:

Em uma definição bastante ampla, praça é qualquer espaço público urbano livre de edificações e que proporciona convivência ou recreação para seus usuários, certo?
Certo!
Só que nesse caso, a praça instalada em frente ao hospital TK servirá de recreação para o lado mais imaturo do destino.

Pouco conhecida pelos turistas, a Praça da linha do mundo (olha só o nome) se localiza, como disse antes, em frente o hospital rodeada por lojas. Um dos prédios mais bonitos é o banco sede do Banque Mosaico. Se passar por ali, tente imaginar 2 toneladas e meia de ouro que se encontram no subsolo da praça!

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Sasuke folheava os documentos em um café super conhecido.
A cafeteria fica no piso superior da loja conceito da Nissan, um edifício super moderno e de alta tecnologia. No local, encontramos algumas áreas de estar com uma grande janela com vista para as ruas movimentadas de Konoha, um dos bairros mais badalados de Tóquio.
Aquele cafezinho para você sentar, relaxar e colocar em dia a conversa com os amigos. Porém, ele encarava da janela a noite iluminada, tentando se convencer de que estava fazendo o certo com Naruto, já que segundo seu pai, merecia perder tudo.
Com um “tablet” uma funcionária da cafeteria tira uma foto do cliente que é enviada automaticamente para uma impressora responsável por imprimir a imagem na espuma do Macchiato (café expresso com uma pequena quantidade de lente quente com espuma).
Caso não queira utilizar uma foto sua, tem a opção de usar uma foto de algum dos diversos modelos de carro da própria montadora. Em alguns minutos, o machiatto está pronto para ser degustado. Sem dúvidas nenhuma, trata-se de uma experiência fenomenal para quem está visitando a capital Tóquio. Sasuke pediu uma foto aleatória sem pensar muito, assim que veio o machiatto para o Uchiha, ele se lembrou de Sakura, parecia muito os traços dos olhos e do sorriso contido, com ela foi uma conversa diferente e agradável das demais, era uma atmosfera natural e tranquila. Seria possível vê-la de novo?
O desenho foi desmanchando conforme ele degustava, perdendo a forma da moça que o fez querer mais da companhia, mesmo ele tendo entregado para ela no meio da conversa que era um trapaceiro.
O problema é que às vezes temos a estranha mania de contar até às piores partes da nossa vida para desconhecidos, a consequência disso, é que se ela se torna importante terá conhecido nosso pior lado.
Os papéis pareciam encarar ele, sentia cada vez mais necessidade de beber, como fazia com Naruto, cogitou ligar para o loiro, no quarto toque ele atendeu:

Naruto= Que foi Sasuke?

Sasuke= Bora encher a cara??

Naruto= Não dá!

Sasuke= Humn..

Naruto= É sério, tô indo pro hospital ver meu pai!

Sasuke= Marcamos outra hora então!

Naruto= Depois que sair de lá, nem que seja de madrugada, tô precisando sair!

Sasuke= Você enche a cara todo dia!

Naruto= ….

O loiro encerrou a ligação, já o Uchiha permaneceu com o celular encostado no ouvido, pensando no que tinha feito ao amigo.

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Hinata passava a mão sobre a barriga, tentando achar sentido em tudo o que rolou na vida por aqueles meses, lágrimas quentea caíam sobre as mãos. Não deixava de pensar naquela criança, inocente e pura, parou para refletir:

“Como é o rostinho dele?
As mãozinhas, o pezinho, a boquinha?
Tudo tão pequeno, indefeso e frágil!
Porque ele me escolheu como mãe?
Eu não sirvo pra ser mãe!
Uma mãe não tenta nada contra a vida do filho!
Uma mãe não se entrega a tristeza!
Uma mãe faz de tudo pelo filho!
Não sou digna dele, não mereço ver suas mãozinhas, seus pezinhos e sua boquinha!
Não mereço ser chamada de mãe por uma voz angelical! “

— O que fiz com você?

Desabou no choro, a fixa finalmente caiu para ela, justamente porque aquele bebê era sua “Nova Vida”, o amor mais incondicional que existe no mundo estava ali com ela, agora já não importa as circunstâncias que aquela criança chegou até seu ventre, apenas sentia o coração transbordar de vários sentimentos bons.
Uma enfermeira entrou no quarto, correu até a moça quando viu as lágrimas da mesma.

— Você está com dor?

Hinata ergueu o rosto para ver a funcionária. Sorriu em meio aos pingos salgados.

— E vou ser mãe!

A mulher sorriu em ouvir.

— Bem Vinda a esse turbilhão de emoções que é ser mãe!

Hinata abraçou a enfermeira quando ouviu a felicitação, a alegria dela contagiava o ambiente, sentia vontade de espalhar para o mundo que tinha finalmente percebido o grande significado do que aconteceu com ela. Depois de um tempo, correu para o banheiro tomar um banho.

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Naruto chegou no hospital o mais rápido que pode, enquanto aguardava na recepção, ouviu algo em particular, uma enfermeira pegava o protuario de um paciente enquanto conversava com uma colega:

— Foi lindo ver ela sentir aquela alegria por saber que vai ser mãe, dava pra notar que aquela criança tinha mudado a vida dela.

— Aí que bom, tantas mulheres tiram, já ela não consegue se conter de tanta felicidade pelo bebê!

O loiro pegou o crachá que dava autorização para subir, notou que não fazia sentido para ele aquele assunto, segundo ele “idiota”.
Quando chegou no quarto, de longe viu seu pai tentando jantar, pela primeira vez depois de dias sorriu. Já tinha um motivo para comemorar com Sasuke.
Kushina sorriu em ver Naruto entrar feliz no quarto.

— Pai!

O loiro abraçou o pai com lágrimas de recepção, era um ato tão espero que fez Kushina começar a chorar, era realmente lindo de ver.
Ela abraçou o filho, deixando para trás toda aquela discussão que teve com ele, jogando o assunto que queria ter fora.

— Me perdoa mãe! _ O pedido de desculpas veio como um sussurro, deixando a ruiva sem palavras _
Eu amo muito você!

— Eu te amo muito meu filho!

Minato sorria enquanto comia com dificuldade, Kushina sentou a seu lado para ajudá-lo a se alimentar, enquanto Naruto admirava aquele acontecimento. Era realmente uma felicidade que só, ninguém ali conseguia pensar em tristeza, era uma esperança para dias de glória e muito amor entre eles.

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Sasuke chegou em casa depois de rodar com carro pela cidade, passava da meia-noite, o vazio da casa chegava a fazer eco de tão silencioso, ele tirou os tênis a fim de tomar um banho demorado. Esperava ligação ou mensagem de Naruto, confirmando a noite de curtição, pegou o shampoo em um pote de vidro, enquanto pingava na mão ele ouvia uma música no celular que estava em cima de suas roupas no chão. A música falava sobre um amor que surgia do nada, um amor sem limites, impulsivo e devastador.
Desligou a chuveiro depois de 40 minutos de baixo da água, vestiu as roupas antes de sair do banheiro.
Na cozinha tirou um bolo de chocolate recém comprado, separou a fatia já cortada, com o garfo devorou em questão de segundos o doce tão saboroso quanto um beijo. Pegou o celular em cima o balcão da cozinha, nele contia a mensagem de Naruto….

Notas finais
Obrigada !!