Notas iniciais
Olá! Desculpem por estar demorando a postar, mas é que tenho que estudar se não quiser ter meu computador tirado de mim ... É triste mesmo ...

Espero que gostem desse novo capítulo, e para recapitular ...

- Na batalha em Nova York, os Invictus atacaram os heróis e os vilões, que descobriram que os alienígenas não podem ser mortos, pois se regeneram.

- Fraklin vai atrás de Elena, na esperança de convencê-la a parar a invasão.

- No meio da batalha, o apito de Corvo soou, avisando que precisava injetar o soro em seu braço, mas ele teve que lutar com um dos aliens e acabou por ficar fraco. Para piorar a situação dele, o monstro o empurrou da nave ...

- Lyra, Austin e Leena estão a caminho da batalha.

Battery Park

Devastador atirava incessantemente nos alienígenas, mas eles continuavam se regenerando. De tanto atirar, ele ficou sem munição, então, ele jogou as duas pistolas para o lado e pegou, novamente, sua espada, iniciando uma série de golpes nos aliens.

Marlena deu um soco tão forte em um dos monstros, que ele foi lançado para o outro lado da cidade. Quando ia voltar a lutar, viu algo passar zunindo por ela e cair em um prédio, que quase desabou por causa do estrago provocado. Ela se aproximou e viu ser Corvo.

Ele estava imóvel, e sua pele estava pálida. Ela o cutucou, mas ele não acordou.

– Carol? — ela disse, pelo comunicador.

– O que foi?

– Acho que o seu namorado morreu — Marlena disse, calmamente.

– O que?! Do que você está falando? Cadê ele?– Carol começou a se desesperar.

– Não sei o que houve. E ainda tem esse apito chato que não para de soar.

– Apito? Ah, não. — Carol já sabia do que se tratava — Marlena, me escuta, você precisa pegar uma seringa que está no cinto dele e aplica-la no braço dele!

– Por que? — ela perguntou, confusa.

– Se não fizer isso, ele vai morrer! Então faz logo! E já estou indo para ai.

Marlena encontrou uma seringa com um liquido azul dentro, então tirou a tampa que cobria a agulha e ficou encarando o vilão por um tempo.

– Você disse que tinha que ser no braço? — ela perguntou.

– Sim. - Carol parecia estar correndo, pois estava com a respiração ofegante.

– E onde doeria mais? — ela sorriu, malignamente.

– Não sei ... No pescoço. Por que ... ? Ah, não! Você não vai ... ! — mas antes de ela terminar, Marlena cravou a seringa no pescoço dele, que acordou em um sobre salto.

– Que merda foi essa?! — Corvo gritou, sentindo uma dor insuportável no pescoço.

– De nada. — Marlena riu, então voltou a lutar com os aliens.

–-----------------------------------------------------------------------

Quinta Avenida

Dama fez um círculo de fogo em volta de si, impedindo os aliens de se aproximarem, mas ainda assim, um deles lançou uma lança que passou, raspando, por seu braço, fazendo um corte grande.

Renata estava voando, mas viu que a vilã seria atacada, então, ela pousou ao lado de Dama e se colocou entre ela e os alienígenas.

– Jarvis, quero toda a energia concentrada no propulsor do peito — ela disse.

– Como desejar — Jarvis disse, e logo depois, o circulo no peito da armadura de Renata se iluminou, e um grande raio de energia azul saiu dele, lançando os aliens que estavam na sua frente para longe.

– Acho que me deve um obrigado — Renata olhou para Dama, com um sorriso vitorioso no rosto.

– Não abusa. — a vilã disse, pressionando o ferimento com a mão.

Natalie se viu cercada por vários alienígenas, e por mais que congelasse alguns, mais apareciam, e isso já estava começando a irritá-la. A heroína se concentrou, então, ergueu as mãos, as fazendo assumir uma coloração branca, e em alguns segundos, a Quinta Avenida estava completamente coberta de gelo.

Os monstros começaram a congelar, pois a temperatura estava quase 30 graus negativos, enquanto Natalia se sentia mais forte do que antes. Conforme os aliens iam congelando, ela lhe dava socos, fazendo seus corpos se transformarem em milhares de cubos de gelo.

–-----------------------------------------------------------------------

Túnel Lincoln

– Minhas flechas estão acabando, e eu preciso de uma ajuda aqui em baixo. — Summer disse para Dean, que tentava derrubar uma das naves alienígenas, sem sucesso.

– Estou meio ocupado agora. — mais uma vez, ele tentou empurrar a nave para baixo, mas a mesma permaneceu parada no lugar. Um pequeno canhão saiu de dentro da nave, e começou a mirar em Dean, que ao ver a arma apontada para ele, rapidamente começou a desviar dos tiros.

Ackerman fez com que todas as suas tatuagens ganhassem vida, e ficassem quase do tamanho de um prédio. A cobra comia todos os aliens que via pela frente, enquanto o lobo pulava em cima das naves, fazendo-as cair.

Sombra usava sua foice para cortar as cabeças dos alienígenas, mas eles continuavam a se regenerar, o que a deixava mais irritada. Eles continuaram lutando, até que ouviram uma grande explosão, e em seguida, Damian, Marlena, Devastador, Corvo e Carol foram lançados na direção deles.

– O que houve com vocês? — Sombra perguntou.

– Eles tem um canhão de plasma. Igual ao do Dean e da Renata, só que mais poderoso e maior — Damian respondeu.

– Como se já não tivéssemos problemas suficientes — Carol reclamou.

–--------------------------------------------------------------------------

Sede da Liga dos Assassinos

Elena observava a batalha por toda Nova York. Vendo o quanto o exército que seu pai lhe dera era bom, ela estava muito satisfeita com tudo aquilo.

– Elena, para com isso! — ela ouviu uma voz vinda da entrada, e ao se virar, viu Franklin, Leigh e Chiara.

– Não se mete nisso. — ela respondeu.

– Olha só o que você está fazendo! Vai destruir Nova York, e matar tanto os heróis quanto os vilões. É isso o que você quer? — ele gritou.

– Quem são esses fedelhos? — ele viu Loki aparecer ao lado da filha. Chiara começou a rir.

– Meu pai já te deu uma surra — ela disse, em meio às risadas.

– Ah, você é a filha do Hulk — ele disse, com desprezo na voz. — Você já pode mata-los, Elena.

– Pode deixar que eu vou sim — ela empunhou a espada e correu na direção deles. Chiara estava pronta para eletrocutá-la, mas Franklin usou telecinesia para empurrar a vilã para longe. Leigh viu que Loki ia fazer algo, então, chamou o Imaginary, que correu na direção do vilão e lhe deu um soco tão forte que ele atravessou a parede. Chiara encarou Leigh, boquiaberta.

– Sabe o que acabou de fazer? — ela disse, ainda apavorada.

– Sei. E é melhor sairmos daqui antes que ele acorde e resolva me matar — ele respondeu.

Elena continuava a tentar desferir golpes em Frank, mas ele desviava todos, e sem atacá-la de volta.

– Isso já ficou bem cansativo não acha? Eu sei que você não é tão má a ponto de destruir uma cidade inteira! Você pode ser cruel e fria, mas você conhece seus limites, e se continuar com essa invasão, vai ultrapassa-lo. — Franklin usou telecinesia para tirar a espada da mão dela. — Só dessa vez, me escuta. — ele pediu, olhando nos olhos dela.

– Não tem como para-los. Esse exército foi criado para ser invencível! E eles não vão embora até que tenham dominado o planeta inteiro — ela disse.

– Acha que conseguimos mandar eles de volta por onde vieram?

– Talvez. Mas o portal logo vai se fechar.

– Ajuda a gente — ela ficou surpresa ao ouvir isso.

– Acha mesmo que eu vou virar as costas para o mau pai para ajudar vocês a deter o meu exército ... ? — antes que ela terminasse, ele a puxou pela cintura e uniu seus lábios. Logo iniciaram um beijo avassalador, como se ambos precisassem daquilo para viver. Quando se separaram, ela olhou bem para ele, que estava sorrindo. — Isso é jogo baixo. — ao ouvir isso, Frabk riu.

–--------------------------------------------------------------------------

Túnel Lincoln

Agora, sem flechas, Summer usava o arco para bater nos aliens, e estava funcionando. Os outros heróis e vilões também lutavam sem parar, e já estavam começando a ficar cansados.

Damian viu que a nave acima deles estava prestes a disparar um raio de plasma, então, o herói voou até lá, e arrancou a arma que ficava acoplada a nave, deixando um enorme buraco aberto. Ele entrou no buraco, pousando em um tipo de sala de comando, lotada de alienígenas. Ele conseguiu jogar todos para fora da nave, mas um dos aliens o atacou e o empurrou no painel de controle da nave, que pareceu começar a se locomover em alta velocidade.

Nightbat finalmente conseguiu jogar o monstro para fora da janela, então viu que a nave iria se chocar com a sede da Liga dos Assassinos.

Damian, o que você está fazendo? – Marlena perguntou, pelo comunicador.

– Vou pular da nave. Ela vai bater na sede da Liga dos Assassinos — ele estava pronto para sair, quando alguém disse:

Espera! Nós estamos aqui dentro!– Chiara falou.

– O que? Como vocês ...? Eu mandei que ficassem no Central Park! — Damian reclamou. Ele viu que agora estava mais perto ainda do prédio onde era a sede, então, foi para o painel de controle e conseguiu desviar a nave, que passou raspando no prédio, danificando a estabilidade da mesma.

***

Marlena viu quando a nave quase bateu na sede da Liga dos Assassinos, e depois, viu a nave em que Damian estava indo na direção do rio Hudson, desaparecendo em meio aos prédios. Em seguida, todos viram uma enorme explosão no local onde a nave caíra.


Notas finais
OoO